Miguel Celis lesiona os ligamentos do joelho — 99 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 99 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes de Merida, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco01/11/2027
Romeesh Ivey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Miguel Celis lesiona os ligamentos do joelho — 106 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 106 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristopher Rodríguez e o Estudiantes de Merida acertam mais 3 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesús Lobo está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ander Izarra assinar alguma coisa — um contrato no Estudiantes de Merida ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Estudiantes de Merida não tem uma boa resposta.
113 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/10/2027
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jesús Hernández assinar alguma coisa — um contrato no Estudiantes de Merida ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Manuel Páez está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes de Merida, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
127 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Andrés Duarte e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ander Izarra treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Estudiantes de Merida não tem uma boa resposta.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Estudiantes de Merida. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Miguel Celis lesiona os ligamentos do joelho — 135 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 135 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Zalzman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Ander Izarra recusa-se a morrer
Bryan Rivera lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Estudiantes de Merida lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cristopher Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Bryan Rivera lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cristopher Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco13/09/2027
Ángel Flores tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andrés Duarte apontou a data.
Bryan Rivera lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes de Merida, e não vai ser retirado.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Zalzman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romeesh Ivey está nela.
39 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Estudiantes de Merida sabem-no, e também todos os que o veem.
O banco30/08/2027
Jesús Lobo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ander Izarra assinar alguma coisa — um contrato no Estudiantes de Merida ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes de Merida, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jesús Hernández assinar alguma coisa — um contrato no Estudiantes de Merida ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco23/08/2027
Manuel Páez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andrés Duarte apontou a data.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Bryan Rivera lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Estudiantes de Merida nada responderam, o que também é uma resposta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángel Flores, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes de Merida, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
60 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes de Merida já se começa a dizer o nome dele no passado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Romeesh Ivey estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romeesh Ivey está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e José Navarro treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mayke e o Estudiantes de Merida acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ander Izarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$230.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Portuguesa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Romeesh Ivey está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Cristopher Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco02/08/2027
Jesús Lobo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Ander Izarra recusa-se a morrer
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
5.º lugar com 42 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Dois golos e um 8.38 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Direção26/07/2027
O prazo passa com 5 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Estudiantes de Merida até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O Estudiantes de Merida foi ao Portuguesa com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Estudiantes de Merida perguntou e o Barquisimeto disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
83 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Monagas está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.97 para o resto.
A proposta do Persija por Ronald Rodríguez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Estudiantes de Merida perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Estudiantes de Merida perguntou e o Fluminense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Antonio Montilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
98 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monagas fica com o seu homem, e o Estudiantes de Merida volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ander Izarra, e o treinador deixou.
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Estudiantes de Merida e o Carabobo acertaram em $200.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Estudiantes de Merida ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.96 para o resto.
O Estudiantes de Merida perguntou e o Carabobo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Andrés Duarte esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Bryan Rivera lesiona os ligamentos do joelho — 112 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 112 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes de Merida, e não vai ser retirado.
$88.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Deportivo La Guaira pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Anzoátegui fica com o seu homem, e o Estudiantes de Merida volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mayke. 2‑0 sobre o Deportivo La Guaira, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou-se ao Fluminense se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Estudiantes de Merida já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Estudiantes de Merida foi ao Krasnodar com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Carabobo queria mais do que $1.1M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $96.7K — um clube que quer José Correa ao ponto de perguntar duas vezes.
O Estudiantes de Merida foi ao Deportivo La Guaira com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
126 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes de Merida podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Estudiantes de Merida pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Estudiantes de Merida foi ao Carabobo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $182.0K — um clube que quer Jean Franco Castillo ao ponto de perguntar duas vezes.
$160.0K em cima da mesa do Academia Puerto Cabello. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes de Merida podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Estudiantes de Merida nada responderam, o que também é uma resposta.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Estudiantes de Merida vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Antonio Montilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco31/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Luis Caicedo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Estudiantes de Merida disse a Miguel Celis que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
Notas dos jogadoresAnder Izarra passa por eles um de cada vez
PlantelAnder Izarra é o melhor jovem do fim de semana
Notas dos jogadoresUma tarde que Luis Caicedo vai querer de volta
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Estudiantes de Merida marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.81 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. José Antonio Montilla tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O banco24/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Gabriel Gonzalez foi breve depois da vitória por 3‑2, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Foi preciso Santiago Rodríguez marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o UCV, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Plantel17/05/2027
Darvis Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gabriel Gonzalez não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Estudiantes de Merida também ninguém o escondia.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Estudiantes de Merida
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.57 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Yaracuyanos foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
2 golos em vinte minutos com Santiago Rodríguez no meio de tudo, e o Yaracuyanos sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Antonio Montilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑3 frente ao Academia Puerto Cabello, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eddie Roberts, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Miguel Celis saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Antonio Montilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Estudiantes de Merida tem de arrancar um resultado de algum lado.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 15 ações combinadas e uma nota de 7.04, e nenhuma delas entrará num resumo.
Ander Izarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 21 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑5, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
PlantelBatido 5 vezes: um dia mau para Eddie Roberts
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Estudiantes de Merida tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Monagas tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Héctor Acosta, e o treinador deixou.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco19/04/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gabriel Gonzalez não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Estudiantes de Merida também ninguém o escondia.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrés Duarte e o Estudiantes de Merida acertam mais 3 anos.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Darvis Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Estudiantes de Merida, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um amarelo de que ninguém precisava, numa noite em que o jogo já estava ganho. Estudiantes de Merida perdem um jogador pelo motivo mais evitável que existe.
Em resumo
O bancoRomeesh Ivey tornou-se um homem de confiança do treinador
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Ander Izarra sai dessa comparação dentro da equipa, e o Estudiantes de Merida beneficiou de cada uma dessas tardes.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Cristian Caicedo tem a sua resposta do Estudiantes de Merida; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
PlantelDarvis Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Estudiantes de Merida pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. José Antonio Montilla está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Jean Frank Gutiérrez: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Estudiantes de Merida a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andrés Duarte apontou a data.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Zamora; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gabriel Gonzalez depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Avaliado com 4.66. Nada do que tentou resultou e a partir da hora deixou de tentar grande coisa, que é a parte em que um treinador repara, mais do que nos erros.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a David Zalzman
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
Plantel15/03/2027
Darvis Rodríguez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romeesh Ivey está nela.
Em resumo
PlantelAnder Izarra é o melhor jovem do fim de semana
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.87 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrés Montero e o Estudiantes de Merida acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Ander Izarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 14 ações, 7.25, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ander Izarra tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Eddie Roberts, e o treinador deixou.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jesús Lobo agarrou este contra o Angostura. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Estudiantes de Merida.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jesús Lobo produziu-o, e o 7.97 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes de Merida podem fingir não ter ouvido.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. José Antonio Montilla tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Deportivo Tachira tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 9 ações, 6.79, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Avaliado com 7.39. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Héctor Acosta, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Carabobo defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Portuguesa passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Gabriel Gonzalez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco15/02/2027
Wilken Ramírez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. David Zalzman marcou, foi avaliado com 7.70 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Mayke e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.00 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ander Izarra. 2‑1 sobre o Yaracuyanos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mayke, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Gabriel Gonzalez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Estudiantes de Merida nada responderam, o que também é uma resposta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rafael Ramirez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Carlos Rincon está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Carlos Ramirez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Salomon Moreno é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wilken Ramírez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O relógio fez o que o Trujillanos não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mayke e o Estudiantes de Merida acertam mais 2 anos.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Darvis Rodríguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romeesh Ivey está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wilken Ramírez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoO mercado disse que não: Manuel Páez fica onde está
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Estudiantes de Merida podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Montero, e o treinador deixou.
Plantel04/01/2027
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoO mercado fechou e Luis Caicedo continua cá
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes de Merida, e não vai ser retirado.
O Estudiantes de Merida foi ao Trujillanos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Luis Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Estudiantes de Merida perguntou e o America de Cali disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel28/12/2026
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ángel Flores está nela.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
O Estudiantes de Merida perguntou e o Trujillanos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Caracas queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel21/12/2026
Kevin Quejada desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Estudiantes de Merida já telefonou ao America de Cali. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Estudiantes de Merida já telefonou ao Olimpia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Luis Caicedo pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. César Magallan era uma das razões por que as pessoas vinham, e $4.2M não substitui isso sozinho.
Tomás Rincón e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Estudiantes de Merida ofereceu $99.0K; o Monagas disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gelmín Rivas, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ander Izarra e o Estudiantes de Merida acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma sondagem ao San Lorenzo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A proposta do Anzoátegui por César Magallan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não há pior forma de perder um futebolista. Yohandry Lacruz pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
$600.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Real Frontera pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Quejada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tomás Rincón esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/11/2026
Kevin Quejada desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco30/11/2026
Ángel Flores tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel23/11/2026
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e David Zalzman estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Romeesh Ivey está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Quejada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“143 internacionalizações. Adorei todas, e agora é a vez de outro.” Aos 38 anos afastou-se da seleção e não vai a lado nenhum do Estudiantes de Merida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Facundo Ospitaleche está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes de Merida, e não vai ser retirado.
Plantel26/10/2026
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Quejada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. David Zalzman está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tomás Rincón e o Estudiantes de Merida acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Estudiantes de Merida coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Estudiantes de Merida é como lidar com um homem a quem deve muito.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel05/10/2026
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Estudiantes de Merida, e não vai ser retirado.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kevin Quejada estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco28/09/2026
Wilken Ramírez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Gelmín Rivas apontou a data.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Luis Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/09/2026
David Zalzman desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco21/09/2026
Romeesh Ivey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Estudiantes de Merida sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kevin Quejada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Estudiantes de Merida dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jesús Hernández apontou a data.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Estudiantes de Merida perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Wilken Ramírez e o Estudiantes de Merida acertam mais 4 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para César Magallan, e o treinador deixou.
O Ferencvaros chegou com $5.8M e saiu com o melhor jogador da casa. A direção chamará negócio; a fila da bilheteira usará outras palavras.
Plantel31/08/2026
Ender Albarrán lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Cristhián Rivas foi-se, as contas têm $5.8M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e José Antonio Montilla estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Wilken Ramírez está nela.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Cristhián Rivas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Gabriel Gonzalez a uma sala que já as tinha ouvido.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Estudiantes de Merida perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ángel Flores não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.86 para o resto.
Eddie Roberts e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/08/2026
Cristhián Rivas desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Nota 8.05 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco17/08/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Gabriel Gonzalez, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Eddie Roberts esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Miguel Ramirez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sergio Murillo é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Jose Casseres passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cristhián Rivas e o Estudiantes de Merida acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Luis Caicedo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Cristhián Rivas está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Estudiantes de Merida não o segura a fingir o contrário.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Estudiantes de Merida, mais uma semana sem a assinatura de Gelmín Rivas.
Faltam 24 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Em resumo
MercadoJuan Ramírez está livre para procurar outro sítio