6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Eddy Davis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ismael Solís depois do 0‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no FC Cincinnati
Notas dos jogadoresEddy Davis encarou-os todo o jogo
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Jogo10/06/2030
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no FC Cincinnati sabem-no.
O banco03/06/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Ismael Solís saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Enry Hernández está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Anthony Fontana acabou de assinar pelo FC Cincinnati e, por uma vez, a resposta importava.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Kristian Fletcher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bobby De Cordova-Reid, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/05/2030
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel20/05/2030
No FC Cincinnati ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Joe Gyau tem a sua resposta do FC Cincinnati; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O bancoLuka Prpa pede uma conversa com o treinador
198Edição
A Crónica de FC Cincinnati
13/05/2030
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas13/05/2030
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o New York Red Bulls, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco13/05/2030
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Ismael Solís saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de FC Cincinnati foi explícito quanto à situação de Valentín Díaz, o que é mais do que muitos recebem.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o FC Cincinnati vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O FC Cincinnati ofereceu $360.0K; o CF Montreal disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Eddy Davis. 1‑0 sobre o Orlando City, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel06/05/2030
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
29 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
O negócio que levaria Kevin Pierre para o CF Montreal caiu na fase final e ele reapresenta-se no FC Cincinnati com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção29/04/2030
Fecha o mercado: 12 entradas, 5 saídas no FC Cincinnati
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 12, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
A proposta seguiu esta semana para o CF Montreal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
22 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
PlantelPalavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
195Edição
A Crónica de FC Cincinnati
22/04/2030
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo20/04/2030
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 34 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Miles Robinson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Vancouver Whitecaps queria mais do que $130.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O FC Cincinnati perguntou e o Orlando City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel22/04/2030
No FC Cincinnati ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $135.0K — um clube que quer Ian Harkes ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O FC Cincinnati foi ao Vancouver Whitecaps com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Los Angeles Football Club fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/04/2030
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e James Sands treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
0‑1 frente ao New York City, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O FC Cincinnati fez a parte difícil com o Seattle Sounders, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
O FC Cincinnati perguntou e o FC Dallas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Kristian Fletcher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Bobby De Cordova-Reid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Luka Prpa volta a ser jogador do FC Cincinnati, e a cidade tem a sua história do verão.
O FC Cincinnati perguntou e o New York Red Bulls disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Donovan Parisian tem a sua resposta do FC Cincinnati; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Noah Franke e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Cincinnati ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Perguntou-se ao Los Angeles Football Club se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Dylan Chambost parte para o Orlando City num negócio de $1.1M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel25/03/2030
Uma transferência que Jordan Wright teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Jordan Wright está a viver essa versão no FC Cincinnati, e costuma notar-se no primeiro mês.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando City fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel25/03/2030
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco25/03/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Ismael Solís a uma sala que já as tinha ouvido.
Já são 30 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas18/03/2030
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
$110.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Minnesota United FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O FC Cincinnati perguntou e o Los Angeles Football Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Valentín Díaz e o FC Cincinnati acertam mais 3 anos.
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 29 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
1‑4 para o Toronto FC, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $900.0K do que o FC Cincinnati pagou por George Marks é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $1.9M porque Jordan Adebayo-Smith é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
$790.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Vancouver Whitecaps pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Valentín Díaz, e desta vez do outro lado está o Nashville SC. No FC Cincinnati ouvem com educação e não prometem nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O FC Cincinnati fez a parte difícil com o New York City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Conner Antley será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Sporting Kansas City pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Miles Robinson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção04/03/2030
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no FC Cincinnati
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A proposta do Chicago Fire por George Marks foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O FC Cincinnati ofereceu $2.6M; o New York Red Bulls disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta seguiu esta semana para o New York City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.1M — um clube que quer Jahkeele Marshall-Rutty ao ponto de perguntar duas vezes.
Miles Robinson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/02/2030
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jonathan Meza treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Joe Gyau apontou a data.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. David Douděra deixa o FC Cincinnati pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo18/02/2030
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
O aperto de mão com o Philadelphia Union está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O telefone voltou a tocar por causa de George Marks, e desta vez do outro lado está o Chicago Fire. No FC Cincinnati ouvem com educação e não prometem nada.
A proposta seguiu esta semana para o New York Red Bulls, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$2.3M era o máximo que o clube pagaria, e o DC United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Bobby De Cordova-Reid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/02/2030
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Douděra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no FC Cincinnati essa pergunta é mais difícil de responder.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» James Sands e o FC Cincinnati acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/02/2030
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Cincinnati sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um novo parceiro, uma assinatura e uma fotografia de que ninguém se vai lembrar. Paga quinze dias de salários, o que é mais do que a maioria dos títulos desta página pode dizer de si própria.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no FC Cincinnati essa pergunta é mais difícil de responder.
Em resumo
O bancoRiley Dalgado pede uma conversa com o treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Cincinnati ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Cincinnati ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo21/01/2030
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Cincinnati ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no FC Cincinnati
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Douděra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o FC Cincinnati pode pedir e sobe o salário que Dylan Chambost pode exigir.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Conner Antley será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A capitania foi retirada a Cristian Espinoza. O FC Cincinnati vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/12/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Cincinnati ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e George Marks treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $56.2K do que o FC Cincinnati pagou por Tyler Miller é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
James Sands e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Douděra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A transferência de outro, o título de outro. O que deixou no FC Cincinnati foi um amigo que se foi e um jogador que continua a olhar para o espaço vazio.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Cincinnati ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kristian Fletcher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/12/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Cincinnati sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no FC Cincinnati essa pergunta é mais difícil de responder.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristian Espinoza e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Cincinnati, mais uma semana sem a assinatura de Dylan Chambost.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no FC Cincinnati sabem-no.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no FC Cincinnati essa pergunta é mais difícil de responder.
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel26/11/2029
John Reyna lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dylan Chambost será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
Kevin O'Toole e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
John Reyna lesiona os ligamentos do joelho — 26 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 26 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tyler Miller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
Miles Robinson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/11/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de David Douděra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
34 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Kristian Fletcher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/11/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Cincinnati, mais uma semana sem a assinatura de George Marks.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Cincinnati sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 4 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o FC Cincinnati pode pedir e sobe o salário que George Marks pode exigir.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do FC Cincinnati que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Riley Dalgado apontou a data.
43 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
As regras permitem-no e dói na mesma. George Marks acertou condições com o Chicago Fire para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Bobby De Cordova-Reid e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Cristian Espinoza percebeu a deixa, e o FC Cincinnati está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
PlantelOs relatórios de treino sobre Riley Dalgado não são bons
170Edição
A Crónica de FC Cincinnati
29/10/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas29/10/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Plantel29/10/2029
John Reyna lesiona os ligamentos do joelho — 50 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 50 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo29/10/2029
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
James Sands e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/10/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Kristian Fletcher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joe Gyau, e o treinador deixou.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em David Douděra
168Edição
A Crónica de FC Cincinnati
15/10/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel15/10/2029
John Reyna lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Direção15/10/2029
Continua sem nome por cima da porta no FC Cincinnati
Dia 14 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.
Aiden Hezarkhani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Enry Hernández e o FC Cincinnati acertam mais 5 anos.
Disseram uma coisa a James Sands e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Cincinnati sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de George Marks
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e James Musah a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tyler Miller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série chega a 26 e as perguntas em torno do FC Cincinnati já não são delicadas.
As bancadas01/10/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Cincinnati perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo01/10/2029
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 11 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No FC Cincinnati vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
As regras permitem-no e dói na mesma. Conner Antley acertou condições com o Seattle Sounders para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
A série chega a 25 e as perguntas em torno do FC Cincinnati já não são delicadas.
Plantel24/09/2029
John Reyna lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Cincinnati está a esgotar-se.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
Kristian Fletcher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.81 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Bobby De Cordova-Reid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco17/09/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 James Musah saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Plantel17/09/2029
Demasiada mudança demasiado depressa no FC Cincinnati
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No FC Cincinnati ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
James Sands esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e George Marks treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O FC Cincinnati sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Faltam 6 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o FC Cincinnati pode pedir e sobe o salário que George Marks pode exigir.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Cristian Espinoza tem de reconquistar o que julgava seu. O FC Cincinnati não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o FC Cincinnati terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Em resumo
DireçãoA formação do FC Cincinnati continua a produzir
Já são 23 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
As bancadas03/09/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo03/09/2029
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 10 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Enry Hernández está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que George Marks está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O FC Cincinnati sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
0‑3 para o Orlando City, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Los Angeles Football Club fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
Kristian Fletcher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/08/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuel Gidi, e o treinador deixou.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel20/08/2029
5 caras novas e o FC Cincinnati ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tyler Miller será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no FC Cincinnati as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Tyler Miller pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$300.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Philadelphia Union pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Charlotte Football Club fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
14.º lugar, 8 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Mercado06/08/2029
Tão perto: a transferência de Dylan Chambost morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Philadelphia Union seguiu em frente, Dylan Chambost apresenta-se de volta no FC Cincinnati, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Direção06/08/2029
O prazo passa com 15 contratações e 15 saídas
Está feito o negócio no FC Cincinnati até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
O negócio com o San Diego Football Club está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
$750.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Chicago Fire pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
O FC Cincinnati foi ao New England Revolution com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$810.0K era o máximo que o clube pagaria, e o FC Dallas pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O FC Cincinnati nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel30/07/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑3 para o DC United, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
A proposta do St. Louis CITY SC por Tyler Miller foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O FC Cincinnati foi ao FC Dallas com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $855.0K — um clube que quer Caleb Swann ao ponto de perguntar duas vezes.
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
O FC Cincinnati e o Minnesota United FC acertaram em $870.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
$24.0K em cima da mesa do Charlotte Football Club. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente deixou de fingir: o LA Galaxy vai fazer a chamada por Joel Waterman esta semana. O FC Cincinnati tem um número em mente, e o número não é tímido.
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas09/07/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Um 0‑3 imposto pelo Nashville SC é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo09/07/2029
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 14 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
A proposta seguiu esta semana para o Minnesota United FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O FC Cincinnati ofereceu $250.0K; o Los Angeles Football Club disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bobby De Cordova-Reid e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos.
Plantel09/07/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de FC Cincinnati
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FC Cincinnati vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. James Musah treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Bruno Damiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
0‑1 para o Philadelphia Union, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel25/06/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Joel Waterman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Plantel18/06/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riley Dalgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O nome de Miles Robinson não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O FC Cincinnati nada diz, o que já diz muito.
O banco18/06/2029
George Marks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco11/06/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por James Musah a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Damiani está nela.
Em resumo
AntevisãoUm teste contra o melhor para o FC Cincinnati
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FC Cincinnati vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Kristian Fletcher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel04/06/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O FC Cincinnati perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 6 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Stuart Hawkins tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/05/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Riley Dalgado está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel21/05/2029
Ademar Chávez lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Aiden Hezarkhani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o FC Cincinnati lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bobby De Cordova-Reid, e o treinador deixou.
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Bruno Damiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Plantel14/05/2029
Aiden Hezarkhani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joel Waterman, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém em campo chegou perto de David Douděra
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo05/05/2029
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
Miles Robinson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
Plantel07/05/2029
Riley Dalgado desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Sporting Kansas City fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Já são 6 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Direção30/04/2029
O prazo passa com 10 contratações e 11 saídas
Está feito o negócio no FC Cincinnati até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Tyler Miller regressa a FC Cincinnati com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Joel Waterman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” James Musah depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Plantel5 caras novas e o FC Cincinnati ainda se está a conhecer
O bancoDavid Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑3 para o Inter Miami CF, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O Sporting Kansas City aceitou o dinheiro. O que o FC Cincinnati ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Vancouver Whitecaps por Dylan Chambost foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo21/04/2029
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
David Douděra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O LA Galaxy fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 103 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As bancadas16/04/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Philadelphia Union queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Kristian Fletcher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/04/2029
Palavras no treino do FC Cincinnati sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Aiden Hezarkhani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no FC Cincinnati falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
0‑2 frente ao Seattle Sounders, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
A proposta do San Jose Earthquakes por Tyler Miller foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Miles Robinson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Houston Dynamo queria mais do que $110.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O FC Cincinnati vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Atlanta United FC queria mais do que $260.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Hellas Verona fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Aiden Hezarkhani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Dylan Chambost está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O FC Cincinnati já telefonou ao Pachuca. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 125 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A proposta do Seattle Sounders por George Marks foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o San Lorenzo fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O FC Cincinnati ofereceu $320.0K; o Los Angeles Football Club disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O bancoDavid Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
138Edição
A Crónica de FC Cincinnati
19/03/2029
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas19/03/2029
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $700.0K — um clube que quer Fred Emmings ao ponto de perguntar duas vezes.
$650.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Minnesota United FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Miles Robinson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta seguiu esta semana para o Atlanta United FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O FC Cincinnati perguntou e o Sporting Kansas City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
A verba é $1.4M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Seattle Sounders negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O FC Cincinnati foi ao Minnesota United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O FC Dallas pagou $950.0K e o FC Cincinnati aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Seattle Sounders fica com o seu homem, e o FC Cincinnati volta a uma lista com um nome riscado.
10 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O aperto de mão com o Seattle Sounders está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O FC Cincinnati pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $315.0K — um clube que quer Juan José Mina ao ponto de perguntar duas vezes.
O FC Cincinnati foi ao New York Red Bulls com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O FC Cincinnati e o Nashville SC acertaram em $140.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta seguiu esta semana para o Seattle Sounders, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
$1.4M era o máximo que o clube pagaria, e o CF Montreal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Atlanta United FC pagou $1.1M e o FC Cincinnati aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Los Angeles Football Club pagou $200.0K e o FC Cincinnati aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Kristian Fletcher e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no FC Cincinnati
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Verba acordada, salário acordado, e o Atlanta United FC à espera com uma camisola. No FC Cincinnati ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o CF Montreal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Miles Robinson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de FC Cincinnati foi explícito quanto à situação de David Douděra, o que é mais do que muitos recebem.
O banco19/02/2029
George Marks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Bruno Damiani recusa-se a morrer
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
Aiden Hezarkhani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Damiani está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até David Douděra assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Bruno Damiani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Cincinnati, mais uma semana sem a assinatura de Dylan Chambost.
O banco05/02/2029
Miles Robinson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Agora vejo os treinos de outra maneira. Dou por mim a pensar porque estamos a fazer aquele exercício.» Aos 33, foi assim que quase todos os que hoje estão num banco começaram.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco29/01/2029
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do FC Cincinnati está a esgotar-se.
Joel Waterman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que George Marks está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bruno Damiani assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Tyler Miller fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Cincinnati podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Cincinnati ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Cincinnati, mais uma semana sem a assinatura de Samuel Gidi.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até David Douděra assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Samuel Gidi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FC Cincinnati ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em FC Cincinnati toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Kristian Fletcher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Cristian Espinoza: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FC Cincinnati ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém vende um lugar anual com uma contratação destas. Qualquer treinador que tenha passado um mau outubro quer uma assim, e o FC Cincinnati foi buscar a sua cedo.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma mudança no banco não é uma história, são vinte e cinco. Esta é a de Cristian Espinoza: era o jogador de alguém e agora tem de ser o de outra pessoa, a começar do zero.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 1 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no FC Cincinnati defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No FC Cincinnati ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ștefan Chirilă treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Miles Robinson
126Edição
A Crónica de FC Cincinnati
25/12/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
As bancadas25/12/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Miles Robinson e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bruno Damiani assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Valentín Díaz apontou a data.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do FC Cincinnati e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 20 anos e ninguém em FC Cincinnati o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Damiani está nela.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Samuel Pereda no desenho novo
MercadoA história de David Douděra recusa-se a morrer
PlantelDavid Douděra passou a ter companhia no lugar
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miles Robinson está nela.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O FC Cincinnati não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
35 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O FC Cincinnati perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jayden Hibbert esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em FC Cincinnati, e 1 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco04/12/2028
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Valentín Díaz treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoO treinador faz uma promessa a George Marks
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Bruno Damiani
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
As bancadas27/11/2028
Os adeptos organizam-se contra a direção do FC Cincinnati
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Bobby De Cordova-Reid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Kristian Fletcher compromete-se com o FC Cincinnati por mais 4 anos.
O banco27/11/2028
George Marks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bruno Damiani assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Damiani está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até David Douděra assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Cincinnati ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miles Robinson está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no FC Cincinnati, mais uma semana sem a assinatura de Dylan Chambost.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Jogo30/10/2028
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Bruno Damiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco30/10/2028
George Marks tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bruno Damiani assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no FC Cincinnati. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do FC Cincinnati, e não vai ser retirado.
Miles Robinson e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bruno Damiani está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em FC Cincinnati, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até David Douděra assinar alguma coisa — um contrato no FC Cincinnati ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco16/10/2028
Miles Robinson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Joel Waterman fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Não se vê o fim da espera do FC Cincinnati por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Cincinnati tem de arrancar um resultado de algum lado.
9 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Bobby De Cordova-Reid e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Notas dos jogadoresBruno Damiani encarou-os todo o jogo
114Edição
A Crónica de FC Cincinnati
02/10/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
As bancadas02/10/2028
A raiva no FC Cincinnati transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
8 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Direção02/10/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em FC Cincinnati
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cristian Espinoza e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos.
Bobby De Cordova-Reid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Jayden Hibbert e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Chambost, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
O bancoBruno Damiani tornou-se um homem de confiança do treinador
MercadoA história de David Douděra recusa-se a morrer
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
17 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco18/09/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” James Musah escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em FC Cincinnati fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Bruno Damiani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No FC Cincinnati ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em FC Cincinnati, e 6 jogos em 26 dizem que merece ser ouvido.
O banco11/09/2028
David Douděra tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miles Robinson. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o CF Montreal, e há um homem no balneário do FC Cincinnati que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e George Marks treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Segue-se, em casa, o CF Montreal, que chega no 12.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Aiden Hezarkhani está a viver essa versão no FC Cincinnati, e costuma notar-se no primeiro mês.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Miles Robinson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jayden Hibbert, e o treinador deixou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
Joel Waterman esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O FC Cincinnati sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco28/08/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 James Musah saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoBruno Damiani tornou-se um homem de confiança do treinador
David Douděra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no FC Cincinnati sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Chambost, e o treinador deixou.
O banco21/08/2028
Miles Robinson tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 14. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco21/08/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” James Musah escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o FC Cincinnati joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Bobby De Cordova-Reid esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/08/2028
Cole Mrowka consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Cole Mrowka acabou de assinar pelo FC Cincinnati e, por uma vez, a resposta importava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para George Marks, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nick Hagglund e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O FC Cincinnati sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
“Vejo todos os jogos do FC Cincinnati daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Sporting Kansas City segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo07/08/2028
Para o FC Cincinnati, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 12 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Direção07/08/2028
Fecha o mercado: 17 entradas, 18 saídas no FC Cincinnati
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 17, saíram 18, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
$1.4M era o máximo que o clube pagaria, e o Austin FC pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O relógio fez o que o Charlotte Football Club não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.0M — um clube que quer Fred Emmings ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Cincinnati coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Chicago Fire paga $510.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
O banco31/07/2028
Kévin Denkey tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no FC Cincinnati dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Direção31/07/2028
O FC Cincinnati arrecada $433.3K de um negócio antigo
A genialidade sem glamour de um contrato bem escrito. Gilberto Flores já é de outros, e chegaram $433.3K porque quem o vendeu pensou para lá do mercado.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Donovan Parisian treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Orlando City pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Joel Waterman e o FC Cincinnati acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Miles Robinson está nela.