«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 5 dos 25 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Jogo09/10/2027
Não se vê o fim da espera do Gazelle por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Gazelle tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Contrato novo para o homem do banco, e a coisa mais clara que uma direcção pode dizer sem convocar uma conferência de imprensa. Prometer estabilidade é barato; entregá-la não é.
Jogo02/10/2027
Não se vê o fim da espera do Gazelle por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Gazelle tem de arrancar um resultado de algum lado.
A camisola ainda lhe serve. Oumar Souleymane está de volta ao Gazelle, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Marius Oumar está de volta ao Gazelle, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Marius Souleymane está de volta ao Gazelle, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gazelle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Gazelle passaram um mês a tentar colocá-lo e ninguém devolveu a chamada. Treina com um plantel que já lhe disse onde está, e ambos começam a contagem para o seguinte.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Gazelle que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gazelle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 48 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ally Yusuf e o Gazelle acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adoum Fachir não desaparece
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gazelle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O único prémio que mais ninguém no relvado pode ganhar vai para Kurniawan Ajie, com 14 balizas a zeros ao longo da época. Há guarda-redes que esperam uma carreira inteira por uma época assim.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Finn McKenlay tem de reconquistar o que julgava seu. O Gazelle não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Faltam 6 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gazelle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Gazelle foi explícito quanto à situação de Ikhsan Zikrak, o que é mais do que muitos recebem.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Gazelle que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Gazelle foi explícito quanto à situação de Nassar Koulelengar, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Adoum Fachir não desaparece
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Gazelle ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Faltam 8 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Faltam 5 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Saberei quando chegar a altura. Ainda não chegou.» Kairat Postnikov tem 35 anos e 3 jogos nas pernas, e o Gazelle terá de planear para qualquer das respostas.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Osée Natoyoum e o Gazelle acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.10 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Gazelle sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ifeanyi Egwim e o Gazelle acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Abdelaziz Makine está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Gazelle sabem, e sabem há semanas.
Uma média de 7.09 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Osée Natoyoum chama-lhe outra coisa em privado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 5 dos 25 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Uma média de 7.05 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vitória por 1-0 sobre o Stars Jeunes Talents, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Abdelaziz Makine está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Gazelle sabem, e sabem há semanas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um 1-0 sobre o Stars Jeunes Talents, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do Elect Sport, mas a camisola e os minutos são do Gazelle. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.
Em resumo
PlantelAnare Naitura pede uma conversa com o treinador
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Gazelle têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Hassane Boudina deixou claro que não gosta da forma como o Gazelle o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Em resumo
PlantelAgus Mahendra pede uma conversa com o treinador
1.º lugar e 22 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
As bancadas28/12/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 5 dos 23 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Aiglons defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Hassane Boudina está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Gazelle sabem, e sabem há semanas.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Yannick Masra
As bancadasA bancada já tem cântico para Yannick Masra
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
As bancadas23/11/2026
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 5 dos 24 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Djibrine Ndoram, 15 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Gazelle que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Gazelle que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O AS DGSSIE defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
O Galactik vai querer esquecer isto depressa: 3-0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Gazelle foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Gazelle, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Um 1-0 sobre o Stars Jeunes Talents, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Hassan Mbaiguedem, 18 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Azizbek Usmonov e o Gazelle acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Hassan Mahamat tem 15 anos, e o Gazelle contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Ali Souleymane tem 16 anos, e o Gazelle contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Tem 16 anos e ninguém em Gazelle o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Erick Vilakazi tem 34 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Hassane Boudina tem de reconquistar o que julgava seu. O Gazelle não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
A língua vai chegando e já há com quem falar no balneário. Um jogador que se sente em casa joga como tal, e isso nunca aparece num relatório de observação.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Issa Allamine pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Agus Mahendra chega ao Gazelle com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Nassar Koulelengar tem de reconquistar o que julgava seu. O Gazelle não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Gazelle sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ifeanyi Egwim tem de reconquistar o que julgava seu. O Gazelle não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kurniawan Ajie e o Gazelle acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ifeanyi Egwim tem de reconquistar o que julgava seu. O Gazelle não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Uma audição de uma época inteira: o passe continua a ser do AS Etat Major, mas a camisola e os minutos são do Gazelle. Um empréstimo é uma aposta que ambos os clubes acreditam estar a ganhar.