O Santos Laguna vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Guadalajara foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brian Gutiérrez produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfonso Blanco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alfonso Blanco e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Guadalajara vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Guadalajara foi explícito quanto à situação de Óscar Whalley, o que é mais do que muitos recebem.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Christian Vega sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Efraín Álvarez e o Guadalajara acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 30 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Roberto Alvarado está nela.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brian Gutiérrez produziu-o, e o 8.33 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Guadalajara ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Guadalajara e o Dorados, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Gutiérrez. 4‑2 sobre o Dorados, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alfonso Blanco está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Blanco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omar Govea, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Guadalajara disse a Richard Ledezma que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco30/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Christian Vega a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
MercadoA história de Ricardo Marín recusa-se a morrer
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Antevisão23/11/2026
Os vizinhos são o próximo adversário do Guadalajara
Nada na semana que aí vem é normal. O Club America no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Agustín Venezia estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brian Gutiérrez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Renato Tapia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Blanco estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Richard Ledezma assinar alguma coisa — um contrato no Guadalajara ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Leon, e há um homem no balneário do Guadalajara que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O banco16/11/2026
Jordan Carrillo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Guadalajara. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Óscar Whalley pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Christian Vega depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tyler Deric estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O Puebla segue em frente e o Guadalajara vai para casa, com um 2‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Alfonso Blanco e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Guadalajara lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Notas dos jogadores02/11/2026
Luis Romo jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.18. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Renato Tapia quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jogo24/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Guadalajara e do Morelia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Bryan González tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Roberto Alvarado no seu melhor
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Miguel Ángel Tapias tem a sua resposta do Guadalajara; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco19/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Christian Vega foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Segue-se o Morelia, e há um homem no balneário do Guadalajara que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Chicharito não conseguiu
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/10/2026
No Guadalajara ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Disseram uma coisa a Chicharito e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Agustín Venezia está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Richard Ledezma. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Guadalajara marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 7.98. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tyler Deric e o Guadalajara acertam mais 1 anos.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Hugo Camberos está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Efraín Álvarez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Roberto Alvarado. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
5 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ricardo Marín: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Guadalajara a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Uma nota de 7.85, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Christian Vega foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Roberto Alvarado pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Bryan González tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Guadalajara lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Luis Romo. 1‑0 sobre o Monterrey, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Miguel Ángel Tapias e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Guadalajara ofereceu $4.9M; o Club America disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O Guadalajara fecha o mercado com um plantel feito por si
12 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O negócio que levaria Hugo Camberos para o Morelia caiu na fase final e ele reapresenta-se no Guadalajara com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
A proposta do Morelia por Jonathan Pérez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Guadalajara ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«109 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 38 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Guadalajara.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Agustín Venezia não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Agustín Venezia agiu, no Guadalajara, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Avaliado com 7.37. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Iquique aceitou o dinheiro. O que o Guadalajara ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Almirante Brown fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Romo, e o treinador deixou.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
$3.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Slavia Prague pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.80 para o resto.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Fabrizio Sartori vem do Independiente Rivadavia exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan González, e o treinador deixou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Guadalajara joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Plantel17/08/2026
7 caras novas e o Guadalajara ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O aperto de mão com o Independiente Rivadavia está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $3.1M porque Renato Tapia é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Guadalajara foi ao Slavia Prague com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.2M — um clube que quer Gerardo Herrera ao ponto de perguntar duas vezes.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Romo e o Guadalajara acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Guadalajara foi ao Al Wasl com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Guadalajara perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Independiente Rivadavia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.