Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Hugo Camberos produziu-o, e o 8.34 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Richard Ledezma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Martín Nervo lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo17/11/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel19/11/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hugo Camberos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 39. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel12/11/2029
Martín Nervo lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Dorados vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Guadalajara foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.32, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo10/11/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel12/11/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1‑0 frente ao Club America, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Plantel05/11/2029
Martín Nervo lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
42 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Francisco González quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricardo Marín e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 18. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Antevisão29/10/2029
Os vizinhos são o próximo adversário do Guadalajara
Nada na semana que aí vem é normal. O Club America no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Guadalajara
Martín Nervo lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/10/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Carlos Acevedo, e o treinador deixou.
10 golos e uma média de 7.24 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores15/10/2029
Elias Manoel jogou uma tarde diferente da de toda a gente
10.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel15/10/2029
Richard Ledezma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Martín Nervo lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Christian Castillo está a viver essa versão no Guadalajara, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel08/10/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo29/09/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Posição 2, 28 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑0 frente ao Puebla, e podiam ter sido mais.
Jogo22/09/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Antonio Álvarez volta a ser jogador do Guadalajara, e a cidade tem a sua história do verão.
Em resumo
PlantelUma transferência que Antonio Álvarez teria feito de graça
PlantelUma zanga por causa do esforço no Guadalajara
Ricardo Marín lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Tijuana vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Guadalajara foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.18, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo15/09/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Guadalajara lida com um homem que quer outro país.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ricardo Marín esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Notas dos jogadoresBrian Gutiérrez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Ricardo Marín lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jogo08/09/2029
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mathías Tomás quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Guadalajara tem 4 vitórias seguidas dela.
Direção03/09/2029
Fecha o mercado: 23 entradas, 21 saídas no Guadalajara
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 23, saíram 21, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Oswaldo Virgen vem do Toluca exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Francisco González e o Guadalajara acertam mais 4 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o KV Mechelen à espera com uma camisola. No Guadalajara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 21 ações, 7.83, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Chiapas por Cade Cowell foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Francisco González quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Guadalajara ofereceu $5.4M; o Tigres disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
A proposta do Atlanta United FC por Gael Arturo Álvarez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Em resumo
PlantelJavier Marquez consegue a transferência que sempre quis
PlantelPalavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
55 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A proposta seguiu esta semana para o Tigres, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
A proposta do Chicago Fire por Mateo Levy foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Guadalajara foi ao Monterrey com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
62 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Guadalajara perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel06/08/2029
Miguel Ortega consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Miguel Ortega acabou de assinar pelo Guadalajara e, por uma vez, a resposta importava.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Everardo López não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
70 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Bruno Amione vem do Santos Laguna exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 26 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel30/07/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
80 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Santos Laguna aceitou o dinheiro. O que o Guadalajara ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Santos Laguna fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Toluca queria mais do que $78.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 2, 77 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Guadalajara sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Santiago Sandoval será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mathías Tomás quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Em resumo
O bancoCarlos Acevedo tornou-se um homem de confiança do treinador
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Chiapas à espera com uma camisola. No Guadalajara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
O Guadalajara perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Guadalajara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O aperto de mão com o Pumas UNAM está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O Guadalajara ofereceu $850.0K; o Tigres disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
115 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
A perseguição a Mathías Tomás terminou com $3.7M a mudar de mãos e o Veracruz sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Brian Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Guadalajara perguntou e o Toluca disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel25/06/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Guadalajara pagou $11.9M por Elias Manoel, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Posição 2, 77 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Guadalajara ofereceu $340.0K; o Tigres disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Guadalajara perguntou e o Monterrey disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
130 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Tijuana está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Aguirre será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Huachipato por Marco Guardado foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
138 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Guadalajara beneficiou disso.
A proposta do Cesar Vallejo por Santiago Sandoval foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Brian Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o Huachipato fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Marco Guardado. A resposta do Guadalajara não mudou — para já.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/05/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco28/05/2029
Carlos Acevedo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
3 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Guadalajara sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Posição 2, 77 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/05/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Romo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Richard Ledezma está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Levy, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ángel Sepúlveda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evander assinar alguma coisa — um contrato no Guadalajara ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Guadalajara. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Guadalajara pode pedir e sobe o salário que Ulises Rivas pode exigir.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Guadalajara sabem-no.
Brian Gutiérrez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/05/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco14/05/2029
Evander tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brian Gutiérrez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Guadalajara, mais uma semana sem a assinatura de Diego Medina.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulises Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hugo Camberos está nela.
O treinador reorganizou as ideias e Cayetano Bolzán saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Martín Nervo tem a sua resposta do Guadalajara; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Vejo todos os jogos do Guadalajara daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Dallas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Miguel Ángel Tapias, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Richard Ledezma. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Confiança total, expressa na linguagem baça e deliberada que as direções reservam para quando falam a sério. A janela seguinte dirá se as palavras vinham com dinheiro anexado.
Brian Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Guadalajara lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel23/04/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Disseram uma coisa a Francisco González e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco23/04/2029
Richard Ledezma tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guadalajara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guadalajara, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/04/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Guadalajara foi explícito quanto à situação de Omar Govea, o que é mais do que muitos recebem.
O banco16/04/2029
Evander tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Guadalajara terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Cayetano Bolzán e o Guadalajara acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel09/04/2029
8 caras novas e o Guadalajara ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hugo Camberos está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Miguel Paul agiu, no Guadalajara, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel02/04/2029
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Roberto de la Rosa está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Carlos Acevedo está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guadalajara, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/03/2029
Uma transferência que Paolo Yrizar teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Paolo Yrizar está a viver essa versão no Guadalajara, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel26/03/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guadalajara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Guadalajara, e 3 jogos em 32 dizem que merece ser ouvido.
O banco19/03/2029
Evander tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Guadalajara dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guadalajara, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Dorados vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Guadalajara foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
2.º lugar com 77 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brian Gutiérrez produziu-o, e o 8.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulises Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Guadalajara lida com um homem que quer outro país.
Brian Gutiérrez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Richard Ledezma e o Guadalajara acertam mais 4 anos.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.21 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
DireçãoA direção do Guadalajara arranja $17.5M para o treinador
74 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Jogo24/02/2029
O Guadalajara torna a sua casa um sítio difícil de visitar
15 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A proposta do Colorado Rapids por Mateo Levy foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Francisco González quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luis Romo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑0 frente ao Toluca, e podiam ter sido mais.
Plantel19/02/2029
Bater Carlos Acevedo tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
22 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Guadalajara vai falar em 14 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.77. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Ledezma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulises Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Gutiérrez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hugo Camberos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pável Pérez. 2‑0 sobre o Chiapas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Hugo Camberos
Notas dos jogadoresPável Pérez jogou uma tarde diferente da de toda a gente
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Salvador Mariscal regressa a Guadalajara com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção05/02/2029
O prazo passa com 6 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Guadalajara até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$390.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Tigres pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
A série sem derrotas chega aos 24 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Posição 2, 62 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Verba acordada, salário acordado, e o Puebla à espera com uma camisola. No Guadalajara ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
13 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Brian Gutiérrez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/01/2029
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o River Plate fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Tigres pagou $15.9M e o Guadalajara aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A proposta do Tigres por Hugo Camberos foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Bryan González foi-se, as contas têm $15.9M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Mateo Levy não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Santiago Mele fica onde está
A série sem derrotas chega aos 22 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ulises Rivas será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
12 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel15/01/2029
Bater Carlos Acevedo tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
18 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pumas UNAM fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Alvos de mercadoUma proposta de $620.0K por Daniel Parra
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
0‑0 frente ao Cruz Azul, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Carlos Acevedo: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 8.07, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Cruz Azul pagou $2.3M e o Guadalajara aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Posição 2, 58 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Faltavam 87 minutos e o Monterrey tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Guadalajara não parou para dar explicações.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Guadalajara aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2029
Bater Carlos Acevedo tornou-se o trabalho mais difícil da divisão
16 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
13 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Hugo Camberos
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.16 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Guadalajara sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
12 golos e uma média de 7.32 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Richard Ledezma está nela.
A série sem derrotas chega aos 17 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A primeira derrota em 13 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Tigres; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Bryan González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
15 jogos sem sofrer e a contar. Os guarda-redes só se notam quando falham, e Carlos Acevedo não deu essa hipótese a ninguém.
Plantel18/12/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto de la Rosa, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Richard Ledezma
Já são 13 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Richard Ledezma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma média de 7.30 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Gutiérrez. 2‑1 sobre o Atlas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresBryan González em notas de excelência
Já são 12 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
2.º lugar e 50 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Notas dos jogadores04/12/2028
Hugo Camberos, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.13
Um 8.13 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ángel Sepúlveda e o Guadalajara acertam mais 2 anos.
Plantel04/12/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brian Gutiérrez produziu-o, e o 8.16 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Notas dos jogadores27/11/2028
Hugo Camberos, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.20
Um 8.20 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Bryan González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.10 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Guadalajara têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo25/11/2028
O Guadalajara torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Já são 10 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Richard Ledezma estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Gutiérrez. 3‑2 sobre o Queretaro, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 8.25, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel13/11/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto de la Rosa, e o treinador deixou.
Jogo11/11/2028
O Guadalajara torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Uma média de 7.21 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os dérbis fazem nomes, e Pável Pérez fez o seu contra o Club America. 1‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jonathan Pérez agarrou este contra o Tijuana. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Guadalajara.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Posição 2, 38 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
7.88, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Guadalajara têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Hugo Camberos
118Edição
O Diário de Guadalajara
30/10/2028
Do nosso correspondente de futebolTriunfo
Jogo28/10/2028
Ninguém quer jogar contra o Guadalajara neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.00 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Guadalajara têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Plantel30/10/2028
Richard Ledezma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo28/10/2028
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Guadalajara. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ricardo Marín. 1‑0 sobre o Leon, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores30/10/2028
Ricardo Marín jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
AntevisãoTodos os caminhos vão dar ao Club America
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Hugo Camberos tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Bryan González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/10/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
O Morelia vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Guadalajara foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/10/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Richard Ledezma está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Roberto de la Rosa, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pedro Aquino e o Guadalajara acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pedro Aquino e o Guadalajara acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fabrizio Sartori, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 8.08, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Bryan González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/09/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bryan González. 2‑1 sobre o Puebla, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Evander e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luis Romo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Castañeda, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roberto de la Rosa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evander. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Bryan González
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier Güemez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Guadalajara daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no FC Dallas segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Santiago Sandoval não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Guadalajara nada responderam, o que também é uma resposta.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 30 contratações e 22 saídas
Está feito o negócio no Guadalajara até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Guadalajara sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Evander e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/08/2028
Richard Ledezma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O telefone voltou a tocar por causa de Santiago Sandoval, e desta vez do outro lado está o Puebla. No Guadalajara ouvem com educação e não prometem nada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Nervo, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel28/08/2028
9 caras novas e o Guadalajara ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Dribles concretizados: 21. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel21/08/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Castañeda, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Guadalajara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Guadalajara tem 5 vitórias seguidas dela.
Alvos de mercado14/08/2028
Verba fechada, faltam as condições de Pedro Aquino
O Guadalajara e o Santos Laguna acertaram em $420.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier Güemez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Bryan González e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. David Shrem agiu, no Guadalajara, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Guadalajara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Acevedo e o Guadalajara acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Evander e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leon fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Evander, e o treinador deixou.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bryan González produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A proposta do Cruz Azul por Jonathan Pérez foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Plantel31/07/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leon fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Hugo Camberos não precisou: 7.76, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Bryan González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Guadalajara lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel24/07/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Direção5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Guadalajara
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Guadalajara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Veracruz fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 16 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel17/07/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ángel Sepúlveda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 114 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jordan García quer futebol continental; se o Guadalajara o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel10/07/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Guadalajara está a esgotar-se.
O Monterrey queria mais do que $3.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pumas UNAM fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Guadalajara sabem-no.
Bryan González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Guadalajara perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Guadalajara foi ao Monterrey com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javier Güemez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Evander esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/06/2028
Richard Ledezma desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Mozo, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Guadalajara
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Atletico Bucaramanga tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Alan Pulido será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tijuana fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/06/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» José David Ramírez e o Guadalajara acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Alan Pulido
98Edição
O Diário de Guadalajara
12/06/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel12/06/2028
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
O aperto de mão com o Leon está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Toluca fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Qualquer balneário sabe ler uma contratação destas. Carlos Adrián Sánchez não veio esperar indefinidamente, e o homem cujo lugar ele foi comprado para ocupar sabe-o melhor do que ninguém.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/06/2028
Uma transferência que Víctor Milke teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Víctor Milke está a viver essa versão no Guadalajara, e costuma notar-se no primeiro mês.
Em resumo
PlantelEvander desentende-se com um colega por causa das exigências
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O aperto de mão com o Leon está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do Tigres por Roberto de la Rosa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Guadalajara foi ao Santos Laguna com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Guadalajara fez a parte difícil com o Pachuca, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Santos Laguna fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Guadalajara estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Javier Marquez acabou de assinar pelo Guadalajara e, por uma vez, a resposta importava.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Gutiérrez assinar alguma coisa — um contrato no Guadalajara ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Guadalajara. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
48 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Guadalajara entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Efrain Ochoa fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada reinicia uma carreira como alguém que não escolheu a equipa na época passada. Evander percebeu a deixa, e o Guadalajara está a receber uma versão dele que o regime anterior tinha deixado de ver.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Fabrizio Sartori treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
57 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Javier Güemez acertou condições com o Club America para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/05/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alan Mozo, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“Vejo todos os jogos do Guadalajara daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Morelia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guadalajara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 66 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ángel Sepúlveda e o Guadalajara acertam mais 2 anos.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evander. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
73 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel01/05/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Gutiérrez assinar alguma coisa — um contrato no Guadalajara ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
81 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/04/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bryan González, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guadalajara, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
PlantelLuis Romo é a conversa do centro de treinos
90Edição
O Diário de Guadalajara
17/04/2028
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel17/04/2028
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 88 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 88 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Isaac Brizuela acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Guadalajara substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Guadalajara, e 7 jogos em 43 dizem que merece ser ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Guadalajara, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Guadalajara sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
96 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Guadalajara falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção10/04/2028
Continua sem nome por cima da porta no Guadalajara
Dia 9 da vaga. Candidatos foram avaliados, sondados e descartados em silêncio — e o registo do interino começa a ser um argumento por si só.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Andres Martin a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Plantel03/04/2028
34 dias de fora para Francisco Vega depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Guadalajara vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jordan Carrillo será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
120 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Jorge Torres Nilo acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Guadalajara substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 128 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 128 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.17 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
19 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel13/03/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Luan lesiona os ligamentos do joelho — 135 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 135 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/03/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángel Sepúlveda, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Disseram uma coisa a Roberto de la Rosa e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
145 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção28/02/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Guadalajara
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
0‑3 para o Leon, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Guadalajara ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelEvander desentende-se com um colega por causa das exigências
152 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Guadalajara perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Demasiada mudança demasiado depressa no Guadalajara
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Fernando González será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Guadalajara as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
As regras permitem-no e dói na mesma. Luis Ángel Mendoza acertou condições com o Leon para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/02/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 18 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Guadalajara toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Guadalajara já se começa a dizer o nome dele no passado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.31 para o resto.
Direção07/02/2028
Fecha o mercado: 10 entradas, 10 saídas no Guadalajara
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 10, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Plantel07/02/2028
Uma transferência que Diego Medina teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diego Medina está a viver essa versão no Guadalajara, e costuma notar-se no primeiro mês.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zenit fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel31/01/2028
Uma transferência que Omar Govea teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Omar Govea está a viver essa versão no Guadalajara, e costuma notar-se no primeiro mês.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Guadalajara coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Omar Govea volta a ser jogador do Guadalajara, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel31/01/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Fabrizio Sartori marcou ao minuto 85, o Puebla já pensava na viagem de regresso, e o Guadalajara levou tudo.
O Cruz Azul não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.9M por Carlos Acevedo, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Guadalajara podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Guadalajara ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Richard Ledezma e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Gerardo Vega está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O KAA Gent fica com o seu homem, e o Guadalajara volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
A perseguição a Héctor Holguín terminou com $860.0K a mudar de mãos e o Monterrey sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Richard Ledezma e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/01/2028
Evander desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Guadalajara sabem-no.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Evander estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Guadalajara perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Direção03/01/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Guadalajara
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Jogo01/01/2028
Não se vê o fim da espera do Guadalajara por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Guadalajara tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Guadalajara, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Tijuana, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Richard Ledezma esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do Guadalajara sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Evander está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.