Hossam Ghanem lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Al Gaish continuou a vir porque nada o travou, e ao Haras El Hodoud vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Hossam Ghanem lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma exibição de 8.44 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel22/10/2029
Fawzi El Henawy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
31 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haras El Hodoud perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haras El Hodoud perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nasser Nasser e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Roqa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
46 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haras El Hodoud perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
8 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo29/09/2029
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahmoud El Zanfaly, e o treinador deixou.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco01/10/2029
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Markel Rojas não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Haras El Hodoud também ninguém o escondia.
Segue-se o El Dakhleya, e há um homem no balneário do Haras El Hodoud que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Haras El Hodoud sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fawzi El Henawy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Bertrand Konfor Ngafei e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco24/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Markel Rojas a uma sala que já as tinha ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Haras El Hodoud, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
0‑3 para o Arab Contractors, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Magli, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islam Abou Salima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco17/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Markel Rojas a uma sala que já as tinha ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Benfica fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco10/09/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Markel Rojas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém no Haras El Hodoud sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Ziad Tarek não conseguiu
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mohamed Khalifa regressa a Haras El Hodoud com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Direção03/09/2029
O prazo passa com 8 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Haras El Hodoud até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Chaves fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fawzi El Henawy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O telefone voltou a tocar por causa de Mohamed Khalifa, e desta vez do outro lado está o Petrojet. No Haras El Hodoud ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Smouha fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o Al Gaish, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Direção20/08/2029
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Haras El Hodoud
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ibrahim El Wensh passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mostafa El Wensh está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Shikabala Ghaly passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Haras El Hodoud sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresAhmed Nayel em notas de excelência
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Aziz Abid no seu melhor
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
Roqa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Emeke Eze e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos.
O banco13/08/2029
Yaw Annor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Haras El Hodoud pode pedir e sobe o salário que Mahmoud El Zanfaly pode exigir.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Fawzi El Henawy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Hossam Ghanem apontou a data.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Markel Rojas treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Fawzi El Henawy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 30 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Manchester United se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Petrojet para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Haras El Hodoud podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Haras El Hodoud ofereceu $130.0K; o Ghazl El Mahalla disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel30/07/2029
Ahmed Nayel melhorou aos 24, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 4 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Fawzi El Henawy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$110.0K em cima da mesa do Arab Contractors. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Haras El Hodoud perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel23/07/2029
Fawzi El Henawy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Aos 27 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Haras El Hodoud perguntou e o Red Bull Salzburg disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel16/07/2029
Islam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Haras El Hodoud já telefonou ao Al Ahly. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yaw Annor está nela.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Haras El Hodoud podem fingir não ter ouvido.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao Racing Club para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ahmed Sayed Gharib treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Haras El Hodoud sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Haras El Hodoud toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Haras El Hodoud podem fingir não ter ouvido.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
O aperto de mão com o Ghazl El Mahalla está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Abdel Ghany e o Haras El Hodoud acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Haras El Hodoud perguntou e o El Masry disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Haras El Hodoud tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Red Bull Salzburg, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
O Haras El Hodoud perguntou e o Zamalek disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma sondagem ao Arab Contractors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Haras El Hodoud, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fawzi El Henawy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Red Bull Salzburg se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Al Ahly para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yaw Annor está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Haras El Hodoud fez a parte difícil com o Chaves, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Haras El Hodoud joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Haras El Hodoud sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Haras El Hodoud toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Haras El Hodoud podem fingir não ter ouvido.
Todo o departamento de futebol numa sala, numa manhã de dia de semana. Nada foi anunciado depois, que é o que uma direção anuncia quando a paciência acabou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Haras El Hodoud perguntou e o Wadi Degla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bertrand Konfor Ngafei e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fawzi El Henawy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Haras El Hodoud, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Yaw Annor não são bons
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Umar Yusuf tem a sua resposta do Haras El Hodoud; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Bayoumi e o Haras El Hodoud acertam mais 4 anos.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/05/2029
Islam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ahmed Nayel apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Umar Yusuf treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Khalifa e o Haras El Hodoud acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fawzi El Henawy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ahmed Nayel tem a sua resposta do Haras El Hodoud; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Hossam Ghanem, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Fawzi El Henawy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
PlantelIslam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/04/2029
Islam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco23/04/2029
Yaw Annor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ahmed Nayel apontou a data.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Umar Yusuf não são bons
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Roqa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 110 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
26 golos e uma média de 7.46 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
14.º lugar com 32 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.98 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Haras El Hodoud devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Em resumo
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ziad Tarek e o Haras El Hodoud acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Disseram uma coisa a Mohamed Magli e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 126 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco19/03/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ziad Tarek
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Markel Rojas depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
25 golos e uma média de 7.49 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ziad Tarek produziu-o, e o 8.82 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Haras El Hodoud e o El Masry, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Fawzi El Henawy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Markel Rojas treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahmoud El Zanfaly e o Haras El Hodoud acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Haras El Hodoud disse a Islam Abou Salima que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco05/03/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Markel Rojas escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islam Abou Salima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco26/02/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Markel Rojas saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
23 golos e uma média de 7.48 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Ahmed Nayel tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Anderlecht fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o Arab Contractors não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Roqa chama-lhe outra coisa em privado.
O banco12/02/2029
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Markel Rojas, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O El Dakhleya vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
20 golos e uma média de 7.41 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 2, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mohamed Magli e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos.
$110.0K em cima da mesa do Arab Contractors. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
0‑5 para o Al Ahly, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
Jogo27/01/2029
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Haras El Hodoud podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Wadi Degla fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islam Abou Salima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 20 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Uma média de 7.38 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Haras El Hodoud e o Ittihad, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Haras El Hodoud tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Al Ahly, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Jogo13/01/2029
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Military Production à espera com uma camisola. No Haras El Hodoud ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 16 e 14 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Haras El Hodoud, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.33 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Haras El Hodoud fez a parte difícil com o Zamalek, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Abdallah Hafez produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
15 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yaw Annor e o Haras El Hodoud acertam mais 4 anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Ismail Ashraf
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Military Production foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
12 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
2‑6 para o Smouha, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Haras El Hodoud e do Smouha por igual; os restantes divertiram-se imenso.
13 ações combinadas e 6.94. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Roqa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dois clubes atolados, um jogo entre eles, e um estádio que vai estar mais barulhento e mais assustado do que em qualquer outro momento da época. O Haras El Hodoud sabe o que está em jogo, e toda a gente na bancada visitante também.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
16.º lugar, 10 pontos e um calendário com menos jogos do que desculpas. As contas ainda não são cruéis, mas deixaram de ser simpáticas.
Jogo02/12/2028
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Abdel Ghany e o Haras El Hodoud acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Haras El Hodoud e do Wadi Degla por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Fawzi El Henawy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Magli, e o treinador deixou.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 11 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
1‑3 frente ao Arab Contractors, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Derrota por 0‑3 com o Zamalek, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Notas dos jogadores20/11/2028
Yaw Annor, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Haras El Hodoud e o El Masry, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Markel Rojas depois do 1‑5, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Zamalek chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
16 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Aswan foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Shikabala Kahraba está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco30/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Markel Rojas a uma sala que já as tinha ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Haras El Hodoud, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 121 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Police Union tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Acabou 3‑3, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco23/10/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Markel Rojas não o escondia depois do 3‑3, e no balneário do Haras El Hodoud também ninguém o escondia.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Haras El Hodoud têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 14 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Fawzi El Henawy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Segue-se o Police Union, e há um homem no balneário do Haras El Hodoud que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mahmoud El Zanfaly e o Haras El Hodoud acertam mais 1 anos.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Markel Rojas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Markel Rojas depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Haras El Hodoud e do Arab Contractors por igual; os restantes divertiram-se imenso.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ikenna Cooper e o Haras El Hodoud acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 83 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo09/09/2028
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Mohamed El Negely regressa a Haras El Hodoud com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Emeke Eze tem a sua resposta do Haras El Hodoud; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 90 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A série chega a 8 e as perguntas em torno do Haras El Hodoud já não são delicadas.
Direção04/09/2028
O Haras El Hodoud fecha o mercado com um plantel feito por si
9 entradas e 6 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Zamalek fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Haras El Hodoud foi ao Al Gaish com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Saviola e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Haras El Hodoud perguntou e o Wadi Degla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ziad Tarek tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Petrojet deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jayson Nettey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Haras El Hodoud as despedidas começaram em silêncio.
Aos 20 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
6 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Haras El Hodoud sabe dizer em que semana.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 26 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Direção21/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Haras El Hodoud
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Haras El Hodoud já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Haras El Hodoud perguntou e o Atlético Tucumán disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Haras El Hodoud já telefonou ao Leones. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Haras El Hodoud vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Karim Fathy treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O Haras El Hodoud foi ao Al Gaish com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 35 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
O Haras El Hodoud perguntou e o Wadi Degla disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Haras El Hodoud falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Al Ahly ninguém diz, e no Haras El Hodoud ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jayson Nettey será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Haras El Hodoud as despedidas começaram em silêncio.
O Haras El Hodoud perguntou e o Santa Cruz disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Haras El Hodoud perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 29 anos a evolução devia estar terminada, e não está: 3 pontos melhor do que há um ano. Acontece aos que levam a sério as partes aborrecidas.
Plantel17/07/2028
Mohamed Magli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zamalek fica com o seu homem, e o Haras El Hodoud volta a uma lista com um nome riscado.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma sondagem ao ENPPI para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba fechada, faltam as condições de Ahmed Khaled
O Haras El Hodoud e o Al Gaish acertaram em $220.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Fawzi El Henawy e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Umar Yusuf tem 20 anos, e o Haras El Hodoud contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Haras El Hodoud não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Haras El Hodoud está a esgotar-se.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Haras El Hodoud fez a parte difícil com o Zamalek, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mohamed Magli e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Haras El Hodoud ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Ikenna Cooper sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Toda a gente deixou de fingir: o Petrojet vai fazer a chamada por Mohamed El Negely esta semana. O Haras El Hodoud tem um número em mente, e o número não é tímido.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Haras El Hodoud perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Haras El Hodoud perguntou e o Al Gaish disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Magli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahmoud Ouka e o Haras El Hodoud acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O Haras El Hodoud já telefonou ao ENPPI. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Wadi Degla à espera com uma camisola. No Haras El Hodoud ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Ismaily fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/06/2028
Mohamed Magli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Haras El Hodoud já telefonou ao Al Gaish. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O banco19/06/2028
Abdallah Hafez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Ahmed El Sheikh apontou a data.
A proposta seguiu esta semana para o Al Gaish, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Zamalek para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As regras permitem-no e dói na mesma. Jayson Nettey acertou condições com o Wadi Degla para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Haras El Hodoud ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Roqa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Magli, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel22/05/2028
Mohamed Magli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ismail Ashraf está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed Khalifa, e o treinador deixou.
O banco01/05/2028
Ahmed Nayel tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/04/2028
Abdallah Hafez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
PlantelOs relatórios de treino sobre Mohamed Marazik não são bons
90Edição
O Correio de Haras El Hodoud
17/04/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel17/04/2028
Mohamed Magli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed El Sheikh, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mohamed El Negely treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um treinador perdoa um mau sábado muito mais depressa do que uma má terça, porque um explica-se e o outro escolheu-o. Os relatos desta semana não foram bons.
0‑3 para o Smouha, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 40 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Haras El Hodoud sabe dizer em que semana.
Roqa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Saviola está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ahmed Nayel e o Haras El Hodoud acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Magli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Fawzi El Henawy esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/03/2028
Mohamed Magli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco27/03/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Karim Fathy saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Abdallah Hafez está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Haras El Hodoud fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco20/03/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑5 Karim Fathy saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Em resumo
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mohamed Magli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ziad Tarek produziu-o, e o 8.92 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mahmoud El Zanfaly e o Haras El Hodoud acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma média de 7.24 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mohamed Magli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco06/03/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Karim Fathy, sobre uma vitória por 3‑2 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ahmed Nayel, e o treinador deixou.
Roqa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mohamed El Negely, e o treinador deixou.
Ninguém no Haras El Hodoud sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Mahmoud El Zanfaly: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Haras El Hodoud a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
17 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haras El Hodoud perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
10 golos num jogo, Ziad Tarek na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Haras El Hodoud nem ao Police Union.
25 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Haras El Hodoud perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Adham Seha regressa a Haras El Hodoud com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Fawzi El Henawy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Haras El Hodoud perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.93 aos 36, e ninguém no campo esteve melhor.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Direção07/02/2028
O prazo passa com 0 contratações e 3 saídas
Está feito o negócio no Haras El Hodoud até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Mercado07/02/2028
Tão perto: a transferência de Mohamed El Negely morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Wadi Degla seguiu em frente, Mohamed El Negely apresenta-se de volta no Haras El Hodoud, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Haras El Hodoud perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um 0‑3 imposto pelo Al Ahly é o tipo de resultado que esvazia o estádio muito antes do apito final.
Jogo29/01/2028
Não se vê o fim da espera do Haras El Hodoud por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Haras El Hodoud tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mahmoud El Zanfaly, e o treinador deixou.
Plantel31/01/2028
Islam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
Em resumo
MercadoWadi Degla estão prestes a pegar no telefone
O bancoO veredicto do treinador
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
78Edição
O Correio de Haras El Hodoud
24/01/2028
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel24/01/2028
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Haras El Hodoud perguntou e o Al Ahly disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel24/01/2028
Islam Abou Salima desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Haras El Hodoud disse a Ziad Tarek que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Uma sondagem ao ENPPI para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O banco24/01/2028
Abdallah Hafez tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Haras El Hodoud dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Notas dos jogadoresAziz Abid encarou-os todo o jogo
77Edição
O Correio de Haras El Hodoud
17/01/2028
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel17/01/2028
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 55 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 55 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Haras El Hodoud perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.06 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Zamalek ninguém diz, e no Haras El Hodoud ninguém gosta de estar a adivinhar.
63 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Haras El Hodoud perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Ismaily ninguém diz, e no Haras El Hodoud ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Islam Abou Salima estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco10/01/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Karim Fathy a uma sala que já as tinha ouvido.
Uma sondagem ao Zamalek para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Ziad Tarek
O bancoIsmail Ashraf tornou-se um homem de confiança do treinador
75Edição
O Correio de Haras El Hodoud
03/01/2028
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel03/01/2028
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 71 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Haras El Hodoud, e não vai ser retirado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Islam Abou Salima está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Al Gaish para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Ismaily para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 78 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 78 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Fawzi El Henawy e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um 1‑0 sobre o Petrojet, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
O banco27/12/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Karim Fathy foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 86 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 86 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ziad Tarek produziu-o, e o 8.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.70 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Haras El Hodoud pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Ziad Tarek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Haras El Hodoud e o Military Production, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Mohamed Magli lesiona os ligamentos do joelho — 94 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Jogo11/12/2027
Amr Gamal ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Amr Gamal encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Smouha passou do ponto ao nada num só movimento.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Haras El Hodoud coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Aziz Abid e o Haras El Hodoud acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
104 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Haras El Hodoud perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Ziad Tarek esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Empate aos 94 minutos, depois de uma tarde que o Haras El Hodoud tinha praticamente arrumada. O Wadi Degla vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.