Aos 35 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.85, e ninguém melhor em campo.
Plantel29/10/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anastas Pemperski, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Disseram uma coisa a Martin Ruskov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Diogo Barbosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Petar Zovko, e o treinador deixou.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Lokomotiv Plovdiv e lutar pelo meu lugar.» 2 jogos em 6 no FC Bihor Oradea dizem o resto.
Plantel22/10/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco22/10/2029
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Interim Coach, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Anastas Pemperski foi informado de que não entra nos planos do treinador do Lokomotiv Plovdiv.
Plantel15/10/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Segue-se o Septemvri, e há um homem no balneário do Lokomotiv Plovdiv que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Lokomotiv Plovdiv ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
0 defesas não encerram a discussão sobre de quem foi a culpa, e a discussão vai durar a semana toda. Os guarda-redes carregam estes resultados, cause-os quem os causar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Plovdiv, mais uma semana sem a assinatura de Parvizjon Umarbaev.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
17 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Francesco Todor Calia e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikita Ponomarev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Lokomotiv Plovdiv sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Ruskov, e o treinador deixou.
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Beni Jetour e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco17/09/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Velevski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pedro Pereira estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Lokomotiv Plovdiv vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Plovdiv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco10/09/2029
Enes Mishev tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $2.2M do que o Lokomotiv Plovdiv pagou por Christian Makoun é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
O Ludogorets queria mais do que $3.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 17, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Patrick Luan e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 3 anos.
Plantel03/09/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
Georgi Nikolov lesiona os ligamentos do joelho — 21 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 21 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Plovdiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Ludogorets com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Leijten estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Ruskov, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Lokomotiv Plovdiv perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Filipe Silva agarrou este contra o Septemvri. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Lokomotiv Plovdiv.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Notas dos jogadores20/08/2029
Enes Mishev, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.08
Um 8.08 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
7.40, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Georgi Nikolov lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Plovdiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O telefone voltou a tocar por causa de Christian Makoun, e desta vez do outro lado está o Marek. No Lokomotiv Plovdiv ouvem com educação e não prometem nada.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Slavia Sofia queria mais do que $260.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel13/08/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Verba acordada, salário acordado, e o APOEL à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Botev Plovdiv fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
A proposta seguiu esta semana para o Slavia Sofia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Botev Plovdiv fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Anastas Pemperski e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta do Marek por Christian Makoun foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Plovdiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.17 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
$350.0K em cima da mesa do Lokomotiv Sofia. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Plantel23/07/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Tsvetan Paskov a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
“Não penso para lá de sábado, e não aconselharia ninguém a fazê-lo.” A primeira regra do interino é fingir que o trabalho é pequeno; Interim Coach recitou-a na perfeição.
O telefone voltou a tocar por causa de Christian Makoun, e desta vez do outro lado está o Marek. No Lokomotiv Plovdiv ouvem com educação e não prometem nada.
Direção16/07/2029
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Lokomotiv Plovdiv
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Aleksandar Malinov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Anastas Pemperski está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Plovdiv, mais uma semana sem a assinatura de Parvizjon Umarbaev.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Denis Kirashki e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos.
Perguntou-se ao Botev Plovdiv se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Zhulian Ivanov está em marcha
Verba acordada, salário acordado, e o AEL Larisa à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Todor Pavlov, e desta vez do outro lado está o Montana. No Lokomotiv Plovdiv ouvem com educação e não prometem nada.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Lokomotiv Sofia disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O negócio com o Pirin Blagoevgrad está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O telefone voltou a tocar por causa de Christian Makoun, e desta vez do outro lado está o Marek. No Lokomotiv Plovdiv ouvem com educação e não prometem nada.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Ludogorets disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel18/06/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Plovdiv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O banco18/06/2029
Gonçalo Águas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Plovdiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Pirin Blagoevgrad por Todor Pavlov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zapro Dinev e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o CSKA 1948 disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Ivan Vasilev, e desta vez do outro lado está o Etar. No Lokomotiv Plovdiv ouvem com educação e não prometem nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Plovdiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoMiha Trdan tornou-se um homem de confiança do treinador
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Lokomotiv Plovdiv toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
As regras permitem-no e dói na mesma. Daniel Ambartsumyan acertou condições com o Chernomorets Burgas para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Lokomotiv Plovdiv nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel04/06/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Ludogorets disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Plovdiv, mais uma semana sem a assinatura de Parvizjon Umarbaev.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel28/05/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Gonçalo Águas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/05/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ivaylo Markov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Makoun assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/05/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Anastas Pemperski apontou a data.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Lokomotiv Plovdiv já falam dele no passado.
Plantel14/05/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
David Martins e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lévi Ntumba assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco14/05/2029
Gonçalo Águas tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Christian Makoun anda nisto há tempo suficiente para saber como se sente uma primavera que corre mal, e está a senti-lo. Um vestiário com medo joga como um vestiário com medo.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Plovdiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Lokomotiv Plovdiv terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Tsvetan Paskov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ryan Leijten e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lokomotiv Plovdiv sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anastas Pemperski, e o treinador deixou.
Plantel07/05/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
29 jogos no Botev Vratsa e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Plovdiv emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Lokomotiv Plovdiv está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 34 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco30/04/2029
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ivaylo Markov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Makoun assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/04/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel23/04/2029
Uma lesão muscular afasta Hristo Malinov durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Lokomotiv Plovdiv vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rui Areias treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Vasilev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Giannis Theodosoulakis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Lokomotiv Plovdiv é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nikita Ponomarev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gonçalo Águas, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lévi Ntumba assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gonçalo Águas está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mahmood Aliyu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Lokomotiv Plovdiv já falam dele no passado.
Plantel09/04/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Emprestados09/04/2029
O empréstimo de Petar Zovko mede-se pelo que não acontece
8 balizas a zeros em 29 jogos no Botev Vratsa. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Parvizjon Umarbaev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Tsvetan Paskov treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Lokomotiv Plovdiv está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Giannis Theodosoulakis foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrija Balić e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Plantel26/03/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lévi Ntumba assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Gonçalo Águas está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefan Iliev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Giannis Theodosoulakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/03/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Parvizjon Umarbaev. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Rui Areias treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/03/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Kauã Hinkel está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 0 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no Lokomotiv Plovdiv defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ruslan Maltsev, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Pavel Zhabov e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Posição 14 e 26 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
14.º lugar com 26 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryan Leijten está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Vasilev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryan Leijten estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Ludogorets disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefan Iliev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais um nome na lista: o Belasitsa fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Ivan Vasilev. A resposta do Lokomotiv Plovdiv não mudou — para já.
O Lokomotiv Plovdiv ficou sem tempo com o CSKA Sofia. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Notas dos jogadores12/02/2029
Zapro Dinev jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco12/02/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Tsvetan Paskov a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
PlantelNikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
PlantelNão há lugar para Kauã Hinkel no desenho novo
Emprestados8 balizas a zeros por empréstimo para Petar Zovko
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 7, saíram 4, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Lokomotiv Sofia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Plantel05/02/2029
David Martins consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. David Martins acabou de assinar pelo Lokomotiv Plovdiv e, por uma vez, a resposta importava.
Plantel05/02/2029
Ryan Leijten desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA 1948 fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
O relógio fez o que o Marek não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Plovdiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao CSKA Sofia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Tsvetan Paskov depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Faltavam 89 minutos e o Marek tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Lokomotiv Plovdiv não parou para dar explicações.
Giannis Theodosoulakis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Lokomotiv Plovdiv ofereceu $130.0K; o Spartak 1918 disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kostas Tsaknis e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 3 anos.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Hebar disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
17 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Plovdiv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Verba acordada, salário acordado, e o Bekescsaba à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel15/01/2029
Uma transferência que Kostas Tsaknis teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kostas Tsaknis está a viver essa versão no Lokomotiv Plovdiv, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lokomotiv Plovdiv tem de arrancar um resultado de algum lado.
Giannis Theodosoulakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Spartak 1918 com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lokomotiv Plovdiv sabem-no.
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Lokomotiv Plovdiv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o CSKA Sofia, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Sofia fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Areias, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martin Ruskov e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lokomotiv Plovdiv foi explícito quanto à situação de Christian Makoun, o que é mais do que muitos recebem.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Plovdiv, e 0 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Empate aos 91 minutos, depois de uma tarde que o Lokomotiv Plovdiv tinha praticamente arrumada. O CSKA 1948 vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Plantel01/01/2029
Nikita Ponomarev desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Foi preciso Giannis Theodosoulakis marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o CSKA 1948, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Andrei Chindriş acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Lokomotiv Plovdiv substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Makoun, e o treinador deixou.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
O banco25/12/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ivaylo Markov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Plovdiv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lokomotiv Plovdiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mariyan Vangelov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Tsvetan Paskov sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoPatrick Luan pede uma conversa com o treinador
EmprestadosO empréstimo de Petar Zovko mede-se pelo que não acontece
Notas dos jogadoresRyan Leijten encarou-os todo o jogo
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Plovdiv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patrick Luan, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bálint Oláh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Lokomotiv Plovdiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Belasitsa segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco04/12/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Tsvetan Paskov saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
8 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Arda foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Giannis Theodosoulakis e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pedrinho. 2‑0 sobre o Arda, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
10 ações combinadas e 6.73. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Christian Makoun quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefan Iliev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Giannis Theodosoulakis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Pirin Blagoevgrad vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Pietro Battaglini pré-acordou a mudança para o Lokomotiv Plovdiv, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Owen Janssen, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bálint Oláh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Lokomotiv Plovdiv vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martin Ruskov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ivaylo Markov tem a sua resposta do Lokomotiv Plovdiv; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lokomotiv Plovdiv tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 36 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Axel Velev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Areias, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Pedrinho produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lokomotiv Plovdiv tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
O Dunav Ruse segue em frente e o Lokomotiv Plovdiv vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Plovdiv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Mariyan Vangelov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Bálint Oláh está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
1‑4 para o Beroe, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Plovdiv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Pedro Pereira acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Lokomotiv Plovdiv substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Makoun, e o treinador deixou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Areias, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Plovdiv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Lokomotiv Plovdiv gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bálint Oláh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Lokomotiv Plovdiv, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Lokomotiv Plovdiv foi explícito quanto à situação de David Veiga, o que é mais do que muitos recebem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bálint Oláh, e o treinador deixou.
Derrota por 1‑3, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel02/10/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco02/10/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Tsvetan Paskov a uma sala que já as tinha ouvido.
Gonçalo Águas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Lokomotiv Plovdiv do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Stefan Iliev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
David Veiga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luís Silva será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pedrinho. 1‑0 sobre o Botev Vratsa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores18/09/2028
Pedrinho jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luís Silva tem a sua resposta do Lokomotiv Plovdiv; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Bálint Oláh estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Tsvetan Paskov podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lokomotiv Plovdiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
$560.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Levski pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mariyan Vangelov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rui Areias, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Lokomotiv Plovdiv joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Lokomotiv Plovdiv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Botev Plovdiv vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Lokomotiv Plovdiv foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $111.5K do que o Lokomotiv Plovdiv pagou por Oktay Hamdiev é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
21 entradas e 12 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Christian Makoun quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Levski com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no AZ ninguém diz, e no Lokomotiv Plovdiv ninguém gosta de estar a adivinhar.
Giannis Theodosoulakis esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Minyor Pernik tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Beroe queria mais do que $920.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Bragantino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francisco Politino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francisco Politino, e o treinador deixou.
Vitória por 1‑0 sobre o Botev Vratsa, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Verba acordada, salário acordado, e o Fratria à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luís Silva será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Beroe com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Talleres ninguém diz, e no Lokomotiv Plovdiv ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Pirin Blagoevgrad à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Fratria por Lucas Ryan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Montana disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao OFI para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Plovdiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta seguiu esta semana para o Montana, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francisco Politino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma sondagem ao Cosenza para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Verba acordada, salário acordado, e o Chernomorets Burgas à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.15 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Cherno More foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Plantel31/07/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Tsvetan Paskov foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Verba acordada, salário acordado, e o Chernomorets Burgas à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lokomotiv Plovdiv tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lokomotiv Plovdiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kaloyan Krastev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Lokomotiv Plovdiv nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel24/07/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Ludogorets fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Lokomotiv Plovdiv pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Plovdiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Lokomotiv Plovdiv tem de arrancar um resultado de algum lado.
$1.2M era o máximo que o clube pagaria, e o Beroe pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
O Marek aceitou o dinheiro. O que o Lokomotiv Plovdiv ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Lokomotiv Plovdiv foi ao Beroe com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Christian Makoun quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A verba é $70.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Dunav Ruse negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel10/07/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o Spartak 1918 à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Budafoki MTE por Kaloyan Krastev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
As bancadas03/07/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Leandro Godoy por $12.8M
Vai para o Zurich, o clube tem $12.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
O Lokomotiv Plovdiv e o Dunav Ruse acertaram em $70.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Arda fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Lokomotiv Plovdiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
O Belasitsa queria mais do que $55.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Modestas Sernas e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 3 anos.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Plovdiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaloyan Krastev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Lokomotiv Plovdiv ofereceu $34.0K; o Montana disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Fratria disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Lokomotiv Plovdiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $44.5K — um clube que quer Nikolay Mikov ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$53.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Cherno More pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Godoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bálint Oláh e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A proposta do Budafoki MTE por Kaloyan Krastev foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Lokomotiv Plovdiv ofereceu $560.0K; o Minyor Pernik disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kaloyan Krastev e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Lokomotiv Plovdiv ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Plovdiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leandro Godoy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O banco29/05/2028
David Veiga tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Lévi Ntumba e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/05/2028
Leandro Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Ruskov, e o treinador deixou.
O banco22/05/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Makoun
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Lokomotiv Plovdiv vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryan Leijten assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Kristiyan Raychev está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Emprestados15/05/2028
13 balizas a zeros por empréstimo para Petar Zovko
31 jogos no Belasitsa e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Plovdiv emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Francisco Politino está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filipe Silva e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martin Ruskov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Lokomotiv Plovdiv joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kaloyan Krastev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leandro Godoy quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Antoni Kozubal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rui Areias e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Plovdiv, mais uma semana sem a assinatura de Kaloyan Krastev.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Veiga, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Makoun assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Lokomotiv Plovdiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Antoni Kozubal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/05/2028
Leandro Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leandro Godoy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Lokomotiv Plovdiv gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
O banco01/05/2028
David Veiga tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não há pior forma de perder um futebolista. Petar Krastev pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Antoni Kozubal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Godoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
29 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
O banco24/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Makoun
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oktay Hamdiev, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryan Leijten assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Lokomotiv Plovdiv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Lucas Ryan será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Lokomotiv Plovdiv as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Emprestados17/04/2028
O empréstimo de Petar Zovko mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 31 jogos no Belasitsa. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oktay Hamdiev está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Lokomotiv Plovdiv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adrián Cova e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Makoun assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Lokomotiv Plovdiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cyrus Christie e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francisco Politino estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francisco Politino, e o treinador deixou.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco03/04/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rui Areias
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Plovdiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Leandro Godoy. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Antoni Kozubal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Lokomotiv Plovdiv sabem-no.
O banco27/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Makoun
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lucas Ryan, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Lokomotiv Plovdiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 18 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Emprestados20/03/2028
O empréstimo de Petar Zovko mede-se pelo que não acontece
13 balizas a zeros em 30 jogos no Belasitsa. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mario Mladenov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Antoni Kozubal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Godoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bálint Oláh, e o treinador deixou.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Christian Makoun assinar alguma coisa — um contrato no Lokomotiv Plovdiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Lokomotiv Plovdiv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Leandro Godoy quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Antoni Kozubal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel06/03/2028
Aleks Mestov sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.
O banco06/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Rui Areias
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
4 jogos e 0 golos não são uma época fora, são um ano perdido. Está de volta ao Lokomotiv Plovdiv sem ter avançado um passo, e todos os envolvidos vão explicar por que razão a culpa não foi deles.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Cyrus Christie subiu nela.
7.º lugar com 39 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Antoni Kozubal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/02/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco28/02/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Christian Makoun
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não há pior forma de perder um futebolista. Stanimir Prazov pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Plantel21/02/2028
Leandro Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Parvizjon Umarbaev, e o treinador deixou.
Emprestados21/02/2028
13 balizas a zeros por empréstimo para Petar Zovko
27 jogos no Belasitsa e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Plovdiv emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
As regras permitem-no e dói na mesma. Kaloyan Krastev acertou condições com o Pirin Blagoevgrad para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Lévi Ntumba esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
18 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel14/02/2028
Leandro Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Ruskov, e o treinador deixou.
Emprestados14/02/2028
12 balizas a zeros por empréstimo para Petar Zovko
26 jogos no Belasitsa e os golos deixaram de entrar. O Lokomotiv Plovdiv emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Lokomotiv Plovdiv perguntou e o Minyor Pernik disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Lokomotiv Plovdiv a ouviu como outra coisa.
Antoni Kozubal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/02/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cyrus Christie e o Lokomotiv Plovdiv acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Yantra vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Verba acordada, salário acordado, e o Fratria à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Lokomotiv Plovdiv podem fingir não ter ouvido.
Antoni Kozubal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Leandro Godoy estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Leandro Godoy. 2‑1 sobre o Yantra, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Antoni Kozubal tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel24/01/2028
Leandro Godoy desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Makoun, e o treinador deixou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Lokomotiv Plovdiv lida com um homem que quer outro país.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A perseguição a Ivan Vasilev terminou com $230.0K a mudar de mãos e o Pirin Blagoevgrad sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Antoni Kozubal esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Martin Ruskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Verba acordada, salário acordado, e o Minyor Pernik à espera com uma camisola. No Lokomotiv Plovdiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Plantel10/01/2028
Uma transferência que Ruslan Maltsev teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ruslan Maltsev está a viver essa versão no Lokomotiv Plovdiv, e costuma notar-se no primeiro mês.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Lokomotiv Plovdiv fez a parte difícil com o Levski, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Antoni Kozubal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Levski fica com o seu homem, e o Lokomotiv Plovdiv volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Efe Ali, e o treinador deixou.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Lokomotiv Plovdiv aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Lokomotiv Plovdiv, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Lokomotiv Plovdiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Lokomotiv Plovdiv nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel03/01/2028
Martin Ruskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Antoni Kozubal tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kaloyan Krastev. 1‑0 sobre o Levski, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
1 para Parvizjon Umarbaev, avaliado com 7.71, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Christian Makoun quer futebol continental; se o Lokomotiv Plovdiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zapro Dinev está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Lokomotiv Plovdiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Dunav Ruse segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Leandro Godoy produziu-o, e o 8.89 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Lokomotiv Plovdiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.89 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Antoni Kozubal e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Leandro Godoy está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mario Mladenov, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Antoni Kozubal e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Martin Ruskov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores06/12/2027
Leandro Godoy jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.00. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Lokomotiv Plovdiv que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Lokomotiv Plovdiv, mais uma semana sem a assinatura de Kaloyan Krastev.