68 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mjondalen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jonas Bruusgaard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Mjondalen já telefonou ao Aalborg. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Mjondalen, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mjondalen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Magnus Bjorkan treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mjondalen, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Mjondalen fez a parte difícil com o Lillestrom, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O IFK Norrkoping fica com o seu homem, e o Mjondalen volta a uma lista com um nome riscado.
Øyvind Alseth esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kweku Kekeli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jesper Solberg e o Mjondalen acertam mais 4 anos.
Øyvind Alseth lesiona os ligamentos do joelho — 83 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 83 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Mjondalen está a esgotar-se.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mjondalen, e não vai ser retirado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Reuben Amissah acabou de assinar pelo Mjondalen e, por uma vez, a resposta importava.
Anders Hiim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tobias Bjørnebye estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Reuben Amissah está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.
92 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mjondalen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco25/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oliver Rotihaug
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nickolay Årsbog treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Mjondalen perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo18/01/2027
Para o Mjondalen, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jonas Bruusgaard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kweku Kekeli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Mjondalen terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Kweku Kekeli chegam às bancadas
MercadoA bancada continua a encher-se por Kweku Kekeli
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Øyvind Alseth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Magnus Bjorkan treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Mjondalen está a esgotar-se.
Sondre Rossbach esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexander Nathan e o Mjondalen acertam mais 3 anos.
Alexander Nathan tem 20 anos, e o Mjondalen contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jonas Bruusgaard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Mjondalen
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oliver Rotihaug
Para o Mjondalen, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Kweku Kekeli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/12/2026
Tobias Bjørnebye desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sander Marthinussen treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kweku Kekeli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Mjondalen. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Anders Hiim
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Kristian Bjorkan passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jonas Odegaard está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Direção07/12/2026
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Mjondalen
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Anders Hiim esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mathias Bringaker e o Mjondalen acertam mais 3 anos.
Plantel07/12/2026
Kweku Kekeli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Tobias Flem está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Mjondalen fez saber ao mercado que Jonas Bruusgaard está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Mjondalen
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Jonas Bruusgaard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tobias Bjørnebye está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco30/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oliver Rotihaug
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Keerat Singh Mann treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Para o Mjondalen, cada ponto é agora uma discussão
Posição 15 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Sondre Rossbach e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mathias Riise e o Mjondalen acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Tobias Flem apontou a data.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Kweku Kekeli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Bringaker será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mjondalen as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kweku Kekeli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mathias Bringaker, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Mjondalen sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Oliver Rotihaug treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Mathias Riise está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Plantel09/11/2026
Kweku Kekeli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Mjondalen fez saber ao mercado que Jonas Bruusgaard está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Brinder Singh apontou a data.
A raiva no Mjondalen transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Kweku Kekeli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel02/11/2026
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Øyvind Alseth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Anders Hiim e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Mjondalen e do Sarpsborg 08 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kweku Kekeli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mjondalen, e não vai ser retirado.
12 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Haugesund foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Haugesund passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Mjondalen ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 1‑0 sobre o Haugesund, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel19/10/2026
Kweku Kekeli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Mjondalen, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Martin Linnes passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Birger Thorsby é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Øyvind Alseth estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tobias Flem, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Oliver Rotihaug
Sondre Rossbach e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kweku Kekeli está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Sander Marthinussen está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Linus Alperud sai dessa comparação dentro da equipa, e o Mjondalen beneficiou de cada uma dessas tardes.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oliver Rotihaug, e o treinador deixou.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
As regras permitem-no e dói na mesma. Mathias Bringaker acertou condições com o Bodo/Glimt para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Sondre Rossbach e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Øyvind Alseth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel28/09/2026
19 caras novas e o Mjondalen ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
O bancoA vista do banco
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Oliver Rotihaug
Dribles concretizados: 44. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo19/09/2026
Não se vê o fim da espera do Mjondalen por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mjondalen tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Mathias Bringaker será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Mjondalen as despedidas começaram em silêncio.
Jonas Bruusgaard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel21/09/2026
Øyvind Alseth desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Mjondalen podem fingir não ter ouvido.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Mjondalen coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Erling Ryerson está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Jonas Riise é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kweku Kekeli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A série chega a 7 e as perguntas em torno do Mjondalen já não são delicadas.
Notas dos jogadores07/09/2026
Linus Alperud, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.00
Um 8.00 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Mjondalen
Jonas Bruusgaard e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sondre Rossbach, e o treinador deixou.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do Mjondalen sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Øyvind Alseth está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel31/08/2026
No Mjondalen ainda são estranhos uns para os outros
19 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco31/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Magnus Bjorkan a uma sala que já as tinha ouvido.
Não se vê o fim da espera do Mjondalen por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Mjondalen tem de arrancar um resultado de algum lado.
Jonas Bruusgaard esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O relógio fez o que o Stabaek não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Plantel24/08/2026
Oliver Rotihaug desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
0‑4 para o Molde, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
0‑2 frente ao Rosenborg, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Sondre Rossbach esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$120.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Molde pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Leo Östman fica onde está
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o outro clube fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Sondre Rossbach e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Mjondalen foi ao Molde com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Linus Alperud do Lillestrom por $610.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Markus Ottesen e o Mjondalen acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Birger King é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A proposta seguiu esta semana para o Lillestrom, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sander Marthinussen e o Mjondalen acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jonas Bruusgaard e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel03/08/2026
Kweku Kekeli desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Peder Klausen continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Plantel03/08/2026
No Mjondalen ainda são estranhos uns para os outros
16 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Notas dos jogadoresKweku Kekeli fica com as honras