Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
40 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
47 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Monza entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Posição 20 e 13 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
54 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Filippo Calvo assinar alguma coisa — um contrato no Monza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rafael Melo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
61 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 10 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Carrarese levou os pontos após um 1‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel21/04/2042
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rafael Melo
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Jogo12/04/2042
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 12 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
68 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 148% do que Monza recebem
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
116 jogos ao longo de 17 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo29/03/2042
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
89 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.44 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Pescara por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rafael Melo
PlantelRafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
96 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dois ou mais sofridos em cada um dos últimos 5 jogos. Não é um erro a repetir-se, o que seria mais fácil de corrigir; é um diferente todas as semanas.
Jogo15/03/2042
Ninguém conseguiu parar de marcar
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Spezia por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Plantel17/03/2042
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
103 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Rafael Melo marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Venezia, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel10/03/2042
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
110 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
117 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Jogo22/02/2042
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 golos num jogo, Daniel Reine-Haraldseide na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Monza nem ao Südtirol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kledi Marinaj está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/02/2042
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
O clube procurou lá fora durante um mês, não encontrou nada de que gostasse mais e entregou o cargo a quem já o estava a fazer. Conhece a casa; falta provar que conhece o resto.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Cremonese por igual; os restantes divertiram-se imenso.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/01/2042
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Nyarko, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filippo Calvo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.82 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Daniel Reine-Haraldseide. 2‑1 sobre o Padova, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Francesco Corradini será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kledi Marinaj está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Monza está a esgotar-se.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Monza disse a Matteo Lucchini que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
MercadoA história de Filippo Calvo recusa-se a morrer
MercadoRafael Melo colocado na lista de transferências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kledi Marinaj está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 4 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.09 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para José De Almeida Reis, e o treinador deixou.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Pasquale Piscitelli e o Monza acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel09/12/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
0‑3 para o Cesena, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Pasquale Piscitelli e o Monza acertam mais 3 anos.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Plantel02/12/2041
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.02 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/11/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Posição 19 e 8 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo09/11/2041
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kledi Marinaj está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.73 para o resto.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Monza sabem-no.
0‑3 para o Venezia, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo26/10/2041
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/10/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kledi Marinaj, e o treinador deixou.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
42 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel21/10/2041
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/10/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Monza merecia melhor, e ele também.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Rafael Melo
1‑6 para o Bologna, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo05/10/2041
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos num jogo, Daniel Reine-Haraldseide na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Monza nem ao Bologna.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Lucchesi, e o treinador deixou.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Monza vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
2‑3 frente ao Triestina, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Andrea Lantignotti tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Triestina deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kledi Marinaj está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rafael Melo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/09/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filippo Calvo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.82 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Georgy Khanin pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Melo, e o treinador deixou.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 9.62 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
422 jogos ao longo de 15 épocas com estas cores. Carreiras assim já não se constroem, e o Monza sabe bem o que tem.
Plantel02/09/2041
Ivo Xhaka consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ivo Xhaka acabou de assinar pelo Monza e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Ivo Xhaka tem 19 anos, e o Monza contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção26/08/2041
10 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Monza
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel26/08/2041
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Giorgio Piccini está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Edoardo Donati está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mattia Mariani é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Bruno Cecconi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Corradini, e o treinador deixou.
Nada disto sairá num comunicado. Um plano subiu, voltou chumbado, e a versão do clube que existiria daqui a três anos deixou silenciosamente de ser possível.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filippo Calvo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Monza está a esgotar-se.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrey Yordanov, e o treinador deixou.
O Monza entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Interim Coach fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Monza foi explícito quanto à situação de Mattia Morreale, o que é mais do que muitos recebem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não há pior forma de perder um futebolista. Ruggero Barone pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Antonin Masopust será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
14 dias com a cadeira livre, uma lista de nomes que cresce e encolhe todos os dias, e nem uma assinatura. Cada semana que passa retira dela os melhores candidatos.
Plantel15/07/2041
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
Posição 18 e 31 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Francesco Corradini, e o treinador deixou.
Faltam 12 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Momchil Slavchev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
As regras permitem-no e dói na mesma. Nemanja Grujic acertou condições com o Foggia para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rafael Melo, e o treinador deixou.
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
Plantel17/06/2041
Enrico Conte lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Reine-Haraldseide, e o treinador deixou.
Enrico Conte lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Posição 18 e 31 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Armando Pugliese volta a ser jogador do Monza, e a cidade tem a sua história do verão.
Plantel10/06/2041
Rafael Melo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Enrico Conte lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lorenzo Lucchesi e o Monza acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
0‑3 para o Reggiana, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Antonin Masopust acertou condições com o Bologna para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 18 e 31 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Kledi Marinaj chama-lhe outra coisa em privado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Monza sabem-no.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Bradley Tagoe
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Momchil Slavchev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Daniel Reine-Haraldseide.
Avaliado com 7.97. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.79. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrea Lantignotti, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O golo que pôs o Carrarese na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Monza empatou, 4 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Houve 6 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Notas dos jogadores08/04/2041
Federico Corsini, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.80
Um 7.80 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Andrea Sergio Mazza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Momchil Slavchev será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pasquale Piscitelli marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Empoli, e um caminho silencioso até ao balneário.
Plantel01/04/2041
Kledi Marinaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Valentin Antov.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Posição 18 e 25 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Pescara por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian Aloisio, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelDaniil Cherkasov desentende-se com um colega por causa das exigências
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pasquale Piscitelli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresRafael Melo podia ter feito três
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jogo02/03/2041
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
110 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não há pior forma de perder um futebolista. Momchil Slavchev pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo23/02/2041
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cesare Rizzi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Liam Matoh Horvat esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kledi Marinaj, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
1 para Lorenzo Lucchesi, avaliado com 7.60, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.66 para o resto.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Südtirol por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Rafael Melo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
DireçãoEm Monza, 163% das receitas vão para salários
Bradley Tagoe tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Bologna deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Bradley Tagoe produziu-o, e o 8.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
160 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Sergio Mazza e o Monza acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Monza está a esgotar-se.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cesare Rizzi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kledi Marinaj, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelLiam Matoh Horvat desentende-se com um colega por causa das exigências
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.76, e nenhuma delas entrará num resumo.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores07/01/2041
Federico Corsini, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.89
Um 7.89 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Rafael Melo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.91 aos 40, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valentin Antov ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 94. Valentin Antov encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Venezia passou do ponto ao nada num só movimento.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.80 aos 40, e ninguém no campo esteve melhor.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.92 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kledi Marinaj, e o treinador deixou.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Pasquale Piscitelli. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Monza, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Federico Corsini não precisou: 7.96, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Monza e do Bari por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
O comunicado da direção tinha três frases e uma delas mencionava resultados. Interim Coach treina há tempo suficiente para traduzir: ganhar depressa, ou o próximo comunicado será mais curto.
Jogo01/12/2040
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cesare Rizzi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Monza as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rafael Melo produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Foi preciso Daniel Reine-Haraldseide marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Avellino, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
1‑2 frente ao Empoli, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Plantel29/10/2040
Uma lesão muscular afasta Filippo Berti durante 17 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Monza vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Lorenzo Nyarko assinar alguma coisa — um contrato no Monza ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
29 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Monza perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Filippo Berti. 3‑1 sobre o Torino, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Liam Matoh Horvat está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Lorenzo Nyarko, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Filippo Calvo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daniel Reine-Haraldseide está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Filippo Berti tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 2 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Südtirol deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As regras permitem-no e dói na mesma. Cesare Rizzi acertou condições com o Cremonese para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kledi Marinaj, e o treinador deixou.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Pasquale Piscitelli. 2‑1 sobre o Bologna, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel01/10/2040
Liam Matoh Horvat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Matic Drobnič agarrou este contra o Altamura. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Monza.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.06 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
0‑4 para o Cremonese, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo15/09/2040
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O endividamento passou o que o banco tinha autorizado, e é aí que uma dívida deixa de ser a forma como o futebol se financia e passa a ser um problema. Todos os programas de adeptos desta cidade vão citar o número nos próximos cinco anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 21 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo08/09/2040
Não se vê o fim da espera do Monza por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Monza tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O treinador pode falar com quem quiser e não pode pagar a ninguém. Um plantel sobrevive a um mercado destes com empréstimos, com miúdos da casa e com a esperança de que as lesões caiam noutro sítio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Frédéric Renault tem a sua resposta do Monza; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É dinheiro que mantém as luzes acesas, não dinheiro que compra um central, e essa diferença é a história toda. Um clube que vive do dono e não do futebol tem apenas uma conversa pela frente.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Monza foi explícito quanto à situação de Mattia Morreale, o que é mais do que muitos recebem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
16 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Enrico Conte é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sebastiano Martini é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Mercado27/08/2040
Um dos nossos: Elia Monti junta-se à equipa principal do Monza
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Elia Monti é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Fabio Sala passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A camisola ainda lhe serve. Ludvig Øverland está de volta ao Monza, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Mercado20/08/2040
Como se nunca tivesse saído: Timothy Shaw regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Timothy Shaw volta a ser jogador do Monza, e a cidade tem a sua história do verão.
Em resumo
PlantelUma transferência que Ludvig Øverland teria feito de graça
PlantelPalavras no treino do Monza sobre quem trabalha
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
PlantelCesare Rizzi tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
389 jogos ao longo de 13 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
O buraco voltou a ser tapado lá de cima. Os adeptos têm direito a ficar aliviados e direito a perguntar o que acontece no mês em que não for tapado, e os dois sentimentos costumam chegar juntos.
Cristian Aloisio esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lorenzo Nyarko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Plantel30/07/2040
Filippo Berti tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Monza dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Solomon Loubao. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Monza está a esgotar-se.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Monza coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Andrea Sergio Mazza e o Monza acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Lorenzo Nyarko. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrea Sergio Mazza e o Monza acertam mais 2 anos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Monza falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel25/06/2040
Gabriele Bellini lesiona os ligamentos do joelho — 17 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 17 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Monza está a esgotar-se.
Plantel18/06/2040
Gabriele Bellini lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Lorenzo Lucchesi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Monza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
A proibição impede o pagamento de qualquer verba por um jogador, pense o treinador o que pensar. Cada rumor publicado sobre este clube até ela ser levantada é um rumor sobre um negócio impossível.
Plantel18/06/2040
Liam Matoh Horvat desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Monza sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.