Sho Inagaki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Teruki Hara está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nagoya Grampus sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Sho Inagaki e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Yudai Kimura não desaparece
Sho Inagaki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Louis Yamaguchi, e o treinador deixou.
O Kawasaki Frontale levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel02/11/2026
Teruki Hara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco02/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Koji Hasebe saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Disseram uma coisa a Yuya Yamagishi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryuji Izumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ken Krolicki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Koji Hasebe podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Mateus Castro ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Louis Yamaguchi: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nagoya Grampus a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Nagoya Grampus sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Ryuji Izumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Teruki Hara: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nagoya Grampus a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nagoya Grampus. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Nagoya Grampus vai falar em 17 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Nagoya Grampus lida com um homem que quer outro país.
Yuya Yamagishi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel12/10/2026
Teruki Hara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Ventforet Kofu com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nagoya Grampus. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
0‑3 para o Gamba Osaka, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/10/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nagoya Grampus ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Em resumo
Notas dos jogadoresTeruki Hara vai rever aquele lance muitas vezes
O bancoYota Sato pede uma conversa com o treinador
9Edição
A Sentinela de Nagoya Grampus
28/09/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel28/09/2026
Shungo Sugiura lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Sho Inagaki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Koji Hasebe escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
Shungo Sugiura lesiona os ligamentos do joelho — 27 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Avispa Fukuoka vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Teruki Hara estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.01, e nem uma objeção no estádio.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Koji Hasebe foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel14/09/2026
Ryuji Izumi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Louis Yamaguchi.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Shuhei Tokumoto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryuji Izumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel07/09/2026
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nagoya Grampus, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Yokohama F. Marinos seguiu em frente, Alex Kouto Horio Pisano apresenta-se de volta no Nagoya Grampus, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
O Nagoya Grampus perguntou e o Shonan Bellmare disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Yuya Yamagishi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Louis Yamaguchi, e o treinador deixou.
0‑3 frente ao Sanfrecce Hiroshima, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
O Nagoya Grampus perguntou e o GAIS disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Direção24/08/2026
Fecha o mercado: 16 entradas, 3 saídas no Nagoya Grampus
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 16, saíram 3, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Jubilo Iwata queria mais do que $97.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O Yokohama F. Marinos não queria vender e o número é a razão por que o fez. $4.3M por Dean David, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Nagoya Grampus pagou $770.0K por Everton Galdino, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $99.9K — um clube que quer Riku Morioka ao ponto de perguntar duas vezes.
Sho Inagaki e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Nagoya Grampus foi ao Jubilo Iwata com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Omiya Ardija levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.
As bancadas17/08/2026
O Nagoya Grampus gasta $4.3M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $4.3M por Dean David, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ryuji Izumi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresTakuya Uchida mandou no meio-campo — 6.92
O Yokohama F. Marinos aceitou o dinheiro. O que o Nagoya Grampus ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Louis Yamaguchi agiu, no Nagoya Grampus, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Sho Inagaki esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Hotaru Kawashima está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Daichi Minamino passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ritsu Miyoshi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sho Maeda é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Notas dos jogadoresMateus Castro jogou uma tarde diferente da de toda a gente
O Nagoya Grampus foi ao Yokohama F. Marinos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Newcastle Jets por Alex Kouto Horio Pisano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nagoya Grampus lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sho Inagaki e o Nagoya Grampus acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ryuji Izumi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.