Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/02/2027
Amir Rrahmani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.23 na época, com 8 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
11 golos em 20 jogos no Galatasaray — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Já teve barulho que chegue. Se o Napoli pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matteo Politano e o Napoli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nuno Mendes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André-Franck Zambo Anguissa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Scott McTominay. 3‑2 sobre o Torino, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores08/02/2027
Rasmus Højlund jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.74. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Napoli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.32 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Direção01/02/2027
O prazo passa com 2 contratações e 2 saídas
Está feito o negócio no Napoli até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Napoli a ouviu como outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Neres quer futebol continental; se o Napoli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nuno Mendes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Michele Barbella regressa a Napoli com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Scott McTominay está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Sassuolo marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Chega um momento em que um clube apoia a sua ambição ou admite que não a tem. O Napoli pagou $92.5M por Nuno Mendes, que é a forma mais barulhenta de dizer qual das duas escolheu.
Verba acordada, salário acordado, e o Siracusa à espera com uma camisola. No Napoli ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
24 golos em 19 jogos no Sambenedettese — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelLuca Lezzerini consegue a transferência que sempre quis
PlantelPalavras no treino do Napoli sobre quem trabalha
As bancadasO Napoli gasta $92.5M na contratação que a cidade queria
O aperto de mão com o Paris Saint-Germain está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O Napoli perguntou e o Hull City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Napoli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do Bra por Milton Pereyra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Napoli perguntou e o Paris Saint-Germain disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Napoli ofereceu $28.9M; o Juventus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta seguiu esta semana para o Hull City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.49 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Napoli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Scott McTominay e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Vanja Milinković-Savić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André-Franck Zambo Anguissa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
500 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vanja Milinković-Savić, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores28/12/2026
Rasmus Højlund jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sergio Busquets e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Juventus levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco21/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Salvatore Ferri saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
20 golos em 14 jogos no Sambenedettese — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jesús Rodríguez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Napoli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
17 golos em 13 jogos no Sambenedettese — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André-Franck Zambo Anguissa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Rasmus Højlund tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Napoli lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Dribles concretizados: 53. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
16 golos em 12 jogos no Sambenedettese — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Giovanni Di Lorenzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Culpa de ninguém e inteiramente sua: um golo que entra na ficha com o seu nome sem que nada nele fosse intencional. O Napoli merecia melhor, e ele também.
Minuto 85, meio estádio já a caminho da saída, e André-Franck Zambo Anguissa decidiu que ninguém ia a lado nenhum. O Pisa não teve tempo para responder.
Vanja Milinković-Savić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Pisa obrigou o Napoli a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.
Emprestados23/11/2026
Os golos continuam a chegar do exílio de Cyril Ngonge
14 golos em 13 jogos no Monza — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Napoli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Rrahmani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Napoli ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Scott McTominay e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. André-Franck Zambo Anguissa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Salvatore Ferri depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Milton Pereyra será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Napoli as despedidas começaram em silêncio.
Vanja Milinković-Savić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Napoli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel02/11/2026
Amir Rrahmani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
32 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jesús Rodríguez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Um ponto arrancado aos 94 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 39 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 39 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Michele Barbella será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Napoli as despedidas começaram em silêncio.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Sergio Busquets esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 47 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 47 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Napoli vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Milton Pereyra será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Napoli as despedidas começaram em silêncio.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Napoli ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
56 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Vanja Milinković-Savić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André-Franck Zambo Anguissa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 64 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 64 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Neres quer futebol continental; se o Napoli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Scott McTominay esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
74 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Napoli perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Michele Barbella será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Napoli as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Napoli vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Rrahmani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Napoli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
82 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
1 para Stanislav Lobotka, avaliado com 7.79, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Napoli a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» David Neres e o Napoli acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel14/09/2026
Uma transferência que Reverson teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Reverson está a viver essa versão no Napoli, e costuma notar-se no primeiro mês.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e André-Franck Zambo Anguissa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Patric, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoDavid Neres pede uma conversa com o treinador
89 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Dinis Rodrigues não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Napoli ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Sergio Busquets e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Amir Rrahmani está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
PlantelA paragem para as seleções esvazia o Napoli
5Edição
O Correio de Napoli
31/08/2026
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel31/08/2026
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 97 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 97 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Dribles concretizados: 45. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Napoli perguntou e o Como disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Víctor Meseguer agiu, no Napoli, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Plantel31/08/2026
Amir Rrahmani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Stanislav Lobotka — 6.78
105 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Napoli volta a uma lista com um nome riscado.
$13.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Paris Saint-Germain pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Napoli já se começa a dizer o nome dele no passado.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Patric acabou de assinar pelo Napoli e, por uma vez, a resposta importava.
Giovanni Di Lorenzo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
Direção4 jogadores da formação sobem à equipa principal do Napoli
Scott McTominay lesiona os ligamentos do joelho — 113 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 113 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O Napoli perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Napoli ofereceu $35.9M; o Juventus disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Verba acordada, salário acordado, e o Campobasso à espera com uma camisola. No Napoli ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Rasmus Højlund, e desta vez do outro lado está o TSG Hoffenheim. No Napoli ouvem com educação e não prometem nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Napoli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Amir Rrahmani estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Plantel5 caras novas e o Napoli ainda se está a conhecer
As bancadasOs adeptos dizem o que pensam sobre Rasmus Højlund
122 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Napoli perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Tottenham à espera com uma camisola. No Napoli ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Como fica com o seu homem, e o Napoli volta a uma lista com um nome riscado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Wycombe Wanderers tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jesús Rodríguez agiu, no Napoli, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
$11.5M em cima da mesa do Paris Saint-Germain. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Sergio Busquets agiu, no Napoli, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A proposta do Red Bull Salzburg por Alex Meret foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel03/08/2026
Scott McTominay desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Giovanni Di Lorenzo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Paris Saint-Germain fica com o seu homem, e o Napoli volta a uma lista com um nome riscado.