“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jaloliddin Sodiqov e o Navbahor acertam mais 3 anos.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Navbahor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Javohir Abdujabborov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navbahor as despedidas começaram em silêncio.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Navbahor daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Metallurg segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sherzod G'ulomjonov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navbahor as despedidas começaram em silêncio.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dilshod Saitov, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Muhammadali Usmonov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navbahor as despedidas começaram em silêncio.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Isroiljon Tursunboyev, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Husain Norchayev assinar alguma coisa — um contrato no Navbahor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Ibrohim Najimov deixa o Navbahor pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Deslocado, substituído antes da hora, a correr o que é dos outros: Giorgi Jgerenaia está farto de ser útil e gostava de ser titular. Em Navbahor sabem, e sabem há semanas.
O Navbahor fez saber ao mercado que Shoxmalik Komilov está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Navbahor, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Navbahor, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Islombek Mamatkazin, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Husain Norchayev assinar alguma coisa — um contrato no Navbahor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Navbahor, e não vai ser retirado.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Shukron Yo'ldoshev e o Navbahor acertam mais 3 anos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anri Chichinadze, e o treinador deixou.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Navbahor que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Navbahor, mais uma semana sem a assinatura de Shukron Yo'ldoshev.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Navbahor, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Umar Adhamzoda, e o treinador deixou.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Muhammadali G'iyosov tem a sua resposta do Navbahor; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Isroiljon Tursunboyev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Vitória por 1‑0 sobre o Lokomotiv, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Vitória por 0‑0 sobre o Lokomotiv, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joyce Katulondi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Navbahor as despedidas começaram em silêncio.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Navbahor, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Navbahor têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Umar Adhamzoda. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Muslimbek Habibullayev agarrou este contra o Bukhara. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Navbahor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Navbahor têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Husain Norchayev assinar alguma coisa — um contrato no Navbahor ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Navbahor ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
O telefone voltou a tocar por causa de Shukron Yo'ldoshev, e desta vez do outro lado está o Zhetysu. No Navbahor ouvem com educação e não prometem nada.
Faltam 48 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Navbahor têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Agora vejo os treinos de outra maneira. Dou por mim a pensar porque estamos a fazer aquele exercício.» Aos 35, foi assim que quase todos os que hoje estão num banco começaram.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” O'tkir Yusupov e o Navbahor acertam mais 2 anos.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.