Os adeptos organizam-se contra a direção do Omiya Ardija
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Jogo20/02/2027
Não se vê o fim da espera do Omiya Ardija por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Omiya Ardija tem de arrancar um resultado de algum lado.
7 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuta Toyokawa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Omiya Ardija perguntou e o Westerlo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Rikiya Motegi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Nagoya Grampus não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.7M por Takuya Uchida, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Plantel15/02/2027
Ryuya Nishio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Takuya Uchida era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $1.7M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Yuki Nogami e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma sondagem ao Gimnasia La Plata para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel15/02/2027
5 caras novas e o Omiya Ardija ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hijiri Kato. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Omiya Ardija, e não vai ser retirado.
A proposta ficou muito aquém e em Omiya Ardija não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel08/02/2027
Ryuya Nishio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Omiya Ardija perguntou e o Gamba Osaka disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Keisuke Honda passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Omiya Ardija está a esgotar-se.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel01/02/2027
Yuta Toyokawa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kashima Antlers fica com o seu homem, e o Omiya Ardija volta a uma lista com um nome riscado.
Yuki Nogami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Omiya Ardija já telefonou ao Boca Juniors. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os plantéis são metade jogadores que o treinador escolheu e metade jogadores que herdou. Ryuya Nishio foi escolhido, o homem que o escolheu foi-se, e ele recomeça do zero com o próximo.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Omiya Ardija
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Estudiantes fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel25/01/2027
Ryuya Nishio desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Avispa Fukuoka fica com o seu homem, e o Omiya Ardija volta a uma lista com um nome riscado.
Gabriel esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Omiya Ardija já telefonou ao Avispa Fukuoka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryuya Nishio assinar alguma coisa — um contrato no Omiya Ardija ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou-se ao Estudiantes se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Omiya Ardija já telefonou ao Avispa Fukuoka. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Hijiri Kato. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma época a olhar para o jogador de outro: Yuki Nogami chega do Sanfrecce Hiroshima com algo a provar e um bilhete de volta na gaveta. Os bons empréstimos enriquecem toda a gente; este começa no sábado.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Yosuke Murakami tem de reconquistar o que julgava seu. O Omiya Ardija não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta ficou muito aquém e em Omiya Ardija não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.
Plantel11/01/2027
Yuta Toyokawa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Rikiya Motegi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Ritsu Soma está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Perguntou-se ao Kashiwa Reysol se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Takuya Wada tem a sua resposta do Omiya Ardija; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Direção11/01/2027
Aberto para negócios: o Omiya Ardija entra no mercado
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuta Toyokawa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tsuyoshi Ogashiwa assinar alguma coisa — um contrato no Omiya Ardija ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Shosaku Yasumitsu treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Omiya Ardija. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Yuta Toyokawa
A raiva no Omiya Ardija transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Rikiya Motegi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryuya Nishio assinar alguma coisa — um contrato no Omiya Ardija ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Omiya Ardija, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yuta Toyokawa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Shosaku Yasumitsu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Omiya Ardija pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Yosuke Murakami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Wataru Tomiyasu está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Omiya Ardija sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Takamitsu Tomiyama treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tsuyoshi Ogashiwa assinar alguma coisa — um contrato no Omiya Ardija ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Omiya Ardija, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Toya Izumi apontou a data.
19 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As bancadas30/11/2026
Os adeptos organizam-se contra a direção do Omiya Ardija
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Rikiya Motegi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção30/11/2026
Os salários engolem 92% das receitas do Omiya Ardija
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ryuya Nishio assinar alguma coisa — um contrato no Omiya Ardija ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Caprini
17Edição
A Crónica de Omiya Ardija
23/11/2026
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel23/11/2026
26 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
33 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Rikiya Motegi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Omiya Ardija sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase. O Omiya Ardija gostava de o receber inteiro e sabe que não vai ser consultado.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Jogo09/11/2026
Para o Omiya Ardija, cada ponto é agora uma discussão
Posição 17 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 49 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As bancadas02/11/2026
A raiva no Omiya Ardija transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Shosaku Yasumitsu e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção02/11/2026
Os salários engolem 92% das receitas do Omiya Ardija
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Hajime Hidaka sai dessa comparação dentro da equipa, e o Omiya Ardija beneficiou de cada uma dessas tardes.
57 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Yosuke Murakami e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a Yosuke Murakami e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Omiya Ardija, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 69 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Yosuke Murakami esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/10/2026
No Omiya Ardija ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Omiya Ardija sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Osamu Henry Iyoha treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Kazushi Fujii
11Edição
A Crónica de Omiya Ardija
12/10/2026
Do nosso correspondente de futebolCrise
Plantel12/10/2026
78 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
0‑4 para o Kashiwa Reysol, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Jogo12/10/2026
Para o Omiya Ardija, cada ponto é agora uma discussão
Posição 17 e 5 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Jogo10/10/2026
Não se vê o fim da espera do Omiya Ardija por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Omiya Ardija tem de arrancar um resultado de algum lado.
6 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
A formação existe exatamente para esta manhã. Hajime Ito passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco12/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑4, ditas por Gaku Ito a uma sala que já as tinha ouvido.
87 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 5 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Rikiya Motegi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 127% das receitas do Omiya Ardija
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Gaku Ito não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Omiya Ardija também ninguém o escondia.
Em resumo
AntevisãoUm teste contra o melhor para o Omiya Ardija
96 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Jogo26/09/2026
Não se vê o fim da espera do Omiya Ardija por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Omiya Ardija tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gaku Ito depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takuya Wada, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Omiya Ardija falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Rikiya Motegi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Plantel21/09/2026
6 caras novas e o Omiya Ardija ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
111 dias de fora para Yuta Toyokawa depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Omiya Ardija vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Maya Soma passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Shosaku Yasumitsu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Gaku Ito depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Segue-se o Albirex Niigata, e há um homem no balneário do Omiya Ardija que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 118 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Omiya Ardija perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel07/09/2026
Palavras no treino do Omiya Ardija sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yuta Toyokawa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Mattersburg fica com o seu homem, e o Omiya Ardija volta a uma lista com um nome riscado.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Kawasaki Frontale com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Yuta Toyokawa não desaparece
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Caprini
26 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Omiya Ardija perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Ventforet Kofu vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel31/08/2026
Yuta Toyokawa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Sint-Truiden fica com o seu homem, e o Omiya Ardija volta a uma lista com um nome riscado.
Yosuke Murakami e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Takashi Kasahara lesiona os ligamentos do joelho — 34 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
6 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Jogo22/08/2026
Não se vê o fim da espera do Omiya Ardija por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Omiya Ardija tem de arrancar um resultado de algum lado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção24/08/2026
Fecha o mercado: 11 entradas, 0 saídas no Omiya Ardija
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 11, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Rikiya Motegi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
42 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Omiya Ardija perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A camisola ainda lhe serve. Tsuyoshi Ogashiwa está de volta ao Omiya Ardija, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Genk fica com o seu homem, e o Omiya Ardija volta a uma lista com um nome riscado.
49 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Omiya Ardija perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O FC Tokyo aceitou o dinheiro. O que o Omiya Ardija ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Omiya Ardija coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Genki Minamino é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Miki Soma está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Yosuke Nakamura passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Gaku Furuhashi é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Rikiya Motegi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Perguntou-se ao San Martín SJ se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
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