A proposta do Deportes Quindio por Jefry Zapata foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $227.5K — um clube que quer Edwin Laszo ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta do Deportes Tolima por Mateo Zuleta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Once Caldas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Jogo03/06/2028
Ninguém quer jogar contra o Once Caldas neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Luis Palacios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
$180.0K em cima da mesa do Union Magdalena. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Once Caldas foi ao Barranquilla com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Dois golos e um 8.80 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Jogo27/05/2028
Ninguém quer jogar contra o Once Caldas neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Juan Murillo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco22/05/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Juan Murillo, sobre uma vitória por 3‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andrés Colorado quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Léyder Morán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/05/2028
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Juan Murillo, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Disseram uma coisa a Léyder Morán e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Em resumo
O bancoJáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
Eliminado, 2‑3 com o Deportivo Cali, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
Plantel08/05/2028
16 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrés Correa e o Once Caldas acertam mais 2 anos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 23 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Once Caldas daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Deportes Quindio segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um 1‑0 sobre o Deportes Tolima, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Notas dos jogadores01/05/2028
Jáder Quiñónes jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.17. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O banco01/05/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Juan Murillo foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.
O banco01/05/2028
Andrés Correa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Luis Palacios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Yoshan Valois tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
2 golos em vinte minutos com Jáder Quiñónes no meio de tudo, e o Envigado sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Felipe Castaño, e o treinador deixou.
O banco17/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Juan Murillo a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco17/04/2028
Mateo Zuleta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco17/04/2028
Neste momento há alguém melhor do que Luis Vásquez
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Once Caldas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel10/04/2028
46 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Luis Palacios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco10/04/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Juan Murillo a uma sala que já as tinha ouvido.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.05 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yoshan Valois quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 8.15. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Once Caldas.
O banco03/04/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Juan Murillo foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel27/03/2028
60 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Esteban Arias, e o treinador deixou.
O banco27/03/2028
Yoshan Valois tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Once Caldas disse a Hector Ospina que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Once Caldas vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Segue-se o Aguilas Doradas, e há um homem no balneário do Once Caldas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mauro Silveira apontou a data.
AntevisãoConforto de casa à vista para o Once Caldas
86Edição
A Sentinela de Once Caldas
20/03/2028
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel20/03/2028
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 37 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 37 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 9 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Yojhan Sánchez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mateo Zuleta está nela.
O banco20/03/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Juan Murillo escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Jaguares? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 75 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.23 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Terminou 1‑0, e a tarde foi de Andrés Roa: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Once Caldas.
Plantel13/03/2028
No Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
54 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Once Caldas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
O Deportivo Cali vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Once Caldas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Plantel06/03/2028
82 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.98, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Esteban Arias e o Once Caldas acertam mais 4 anos.
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 61 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 61 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Vitória por 2‑0 sobre o Leones, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 91 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.59, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Luis Palacios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Hector Ospina no seu melhor
69 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 98 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Once Caldas pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Jogo19/02/2028
Não se vê o fim da espera do Once Caldas por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Once Caldas tem de arrancar um resultado de algum lado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Once Caldas sabe dizer em que semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Léyder Morán, e o treinador deixou.
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 76 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 76 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel14/02/2028
107 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Juan Pablo Otálvaro pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
12 ações combinadas e 7.06. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Vásquez, e o treinador deixou.
Avaliado com 7.64. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
85 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel07/02/2028
114 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jaen Pineda e o Once Caldas acertam mais 3 anos.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 122 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O golo que pôs o Deportivo Pereira na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Once Caldas empatou, 3 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Plantel31/01/2028
10 caras novas e o Once Caldas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
99 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Once Caldas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Léyder Morán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Andrés Correa lesiona os ligamentos do joelho — 107 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel17/01/2028
136 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Luis Palacios e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Mauro Silveira quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Léyder Morán, e o treinador deixou.
Dilan Zárate tem 20 anos, e o Once Caldas contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
O banco17/01/2028
Jáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Once Caldas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jefry Zapata não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andrés Colorado quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olimpia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A camisola ainda lhe serve. Déinner Quiñónes está de volta ao Once Caldas, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Once Caldas vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Bogota pode já não estar a vender.
152 dias de fora para Ethan González depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A proposta do Independiente Medellin por Léyder Morán foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Jefry Zapata, e desta vez do outro lado está o Aguilas Doradas. No Once Caldas ouvem com educação e não prometem nada.
A proposta seguiu esta semana para o Bogota, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
$700.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Llaneros pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jefry Zapata será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
A proposta do Fortaleza CEIF por Ethan González foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vila Nova fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
Léyder Morán e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel27/12/2027
No Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Junior não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.9M por Mauro Silveira, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Once Caldas aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Mauro Silveira do Junior por $1.9M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Barranquilla fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Once Caldas já se começa a dizer o nome dele no passado.
1‑2 frente ao Universidad Catolica, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $2.5M porque Alejandro Rodríguez é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Once Caldas e o Santa Fe acertaram em $91.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Once Caldas foi ao Junior com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Toda a gente deixou de fingir: o Patriotas vai fazer a chamada por Jefry Zapata esta semana. O Once Caldas tem um número em mente, e o número não é tímido.
O telefone voltou a tocar por causa de Esteban Arias, e desta vez do outro lado está o Real Santander. No Once Caldas ouvem com educação e não prometem nada.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco06/12/2027
Yoshan Valois tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Mateo Zuleta pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
As notícias comerciais não têm cânticos e é com elas que se paga tudo o resto. A direção vai chamar-lhe parceria; a contabilidade vai chamar-lhe a diferença entre este plantel e um mais pequeno.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
2‑3 perante o nível do Sport Huancayo. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Juan Murillo depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Uma média de 7.26 na época, com 4 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Em resumo
O bancoJaime Alvarado tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelPalavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco22/11/2027
Mateo Zuleta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Johao González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Léyder Morán treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Once Caldas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Once Caldas pode pedir e sobe o salário que James Aguirre pode exigir.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Efraín Navarro assinar alguma coisa — um contrato no Once Caldas ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Once Caldas, mais uma semana sem a assinatura de Jéferson Medina.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Déinner Quiñónes apontou a data.
2‑2 frente ao Caracas, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Jogo03/11/2027
Não se vê o fim da espera do Once Caldas por uma vitória
Já são 10 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Once Caldas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Esteban Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Juan Pablo Otálvaro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Pablo Nieto, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Yoshan Valois está nela.
7.º lugar com 58 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jáder Quiñónes quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para James Aguirre, e o treinador deixou.
0‑0 frente ao Caracas, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Yojhan Sánchez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco25/10/2027
Mateo Zuleta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Juan Murillo depois do 1‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
4 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jáder Quiñónes está nela.
Em resumo
PlantelJuan Johao González desentende-se com um colega por causa das exigências
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Esteban Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Disseram uma coisa a Yoshan Valois e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Johao González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Juan Johao González tem a sua resposta do Once Caldas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Roa está nela.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Once Caldas terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
0‑1 frente ao Universidad Catolica, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Felipe Castaño, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Déinner Quiñónes, e o treinador deixou.
O banco27/09/2027
Mateo Zuleta tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Facundo Altamirano treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Once Caldas foi explícito quanto à situação de Duván Viáfara, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Once Caldas?
0‑1 perante o nível do Sport Huancayo. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Facundo Altamirano, e o treinador deixou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Jefry Zapata chama-lhe outra coisa em privado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Juan Murillo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoJáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Mateo Zuleta
Notas dos jogadoresJáder Quiñónes encarou-os todo o jogo
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
9 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Deportivo Pasto. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mateo Zuleta e o Once Caldas acertam mais 5 anos.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Notas dos jogadores13/09/2027
Mateo Zuleta jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ethan González está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Pablo Otálvaro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não se vê o fim da espera do Once Caldas por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Once Caldas tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Once Caldas sabe dizer em que semana.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Once Caldas foi explícito quanto à situação de James Aguirre, o que é mais do que muitos recebem.
Léyder Morán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Once Caldas, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Once Caldas sabe dizer em que semana.
O telefone voltou a tocar por causa de Frank Ruiz, e desta vez do outro lado está o Changchun Yatai. No Once Caldas ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco23/08/2027
Jáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
O bancoJames Aguirre pede uma conversa com o treinador
PlantelPalavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
PlantelMateo Zuleta vive a melhor forma da carreira
55Edição
A Sentinela de Once Caldas
16/08/2027
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo14/08/2027
Não se vê o fim da espera do Once Caldas por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Once Caldas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Esteban Arias será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Once Caldas sabe dizer em que semana.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Once Caldas foi explícito quanto à situação de Juan Felipe Castaño, o que é mais do que muitos recebem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Once Caldas disse a James Aguirre que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Em resumo
PlantelNo Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Déinner Quiñónes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a James Aguirre.
Avaliado com 7.58. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Once Caldas disse a Hassan Vergara que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Em resumo
PlantelJuan Johao González desentende-se com um colega por causa das exigências
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yoshan Valois quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O negócio que levaria Frank Ruiz para o Patriotas caiu na fase final e ele reapresenta-se no Once Caldas com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Aguilas Doradas queria mais do que $590.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Once Caldas perguntou e o Fluminense disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrés Colorado, e o treinador deixou.
O treinador reorganizou as ideias e Michael Barrios saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Direção26/07/2027
O Once Caldas fecha o mercado com um plantel feito por si
8 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Andrés Roa regressa a Once Caldas com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
A proposta seguiu esta semana para o Aguilas Doradas, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $628.5K — um clube que quer Andrés Álvarez ao ponto de perguntar duas vezes.
1‑4 frente ao Independiente Medellin, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigres fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Once Caldas joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Plantel19/07/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Once Caldas
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
1‑5 frente ao Atletico Nacional, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Felipe Cifuentes era uma das razões por que as pessoas vinham, e $2.4M não substitui isso sozinho.
Yoshan Valois esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Once Caldas e o Atletico Nacional, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Once Caldas já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Once Caldas foi ao Lanús com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
51 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.
Jogo26/06/2027
Ninguém quer jogar contra o Once Caldas neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Dribles concretizados: 21. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Aguilas Doradas fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan González, e o treinador deixou.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Déinner Quiñónes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Avaliado com 7.91. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O Once Caldas já telefonou ao Cruzeiro. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Once Caldas
Verba acordada, salário acordado, e o Fortaleza CEIF à espera com uma camisola. No Once Caldas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
7.98, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Efraín Navarro e o Once Caldas acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel14/06/2027
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
A perseguição a Jéferson Medina terminou com $360.0K a mudar de mãos e o Fortaleza CEIF sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Jéferson Medina do Fortaleza CEIF por $360.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
7.83, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jefry Zapata. 3‑1 sobre o America de Cali, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Once Caldas não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesús Camargo, e o treinador deixou.
Léyder Morán esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 2‑2, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
35 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Once Caldas já falam dele no passado.
Plantel17/05/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan González, e o treinador deixou.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.08, e nem uma objeção no estádio.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Juan Murillo foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Felipe Castaño, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jáder Quiñónes está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jaime Alvarado treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Murillo depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Dribles concretizados: 12. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Segue-se o Santa Fe, e há um homem no balneário do Once Caldas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Andrés Colorado marcou, foi avaliado com 7.69 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
500 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel03/05/2027
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jefry Zapata, e o treinador deixou.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Notas dos jogadores26/04/2027
Um golo de defesa dá a vitória ao Once Caldas — 7.94
1 para Daniel Londoño, avaliado com 7.94, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Ethan González esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel26/04/2027
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jáder Quiñónes. 2‑1 sobre o Deportivo Pasto, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Once Caldas não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
28 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jesús Camargo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Michael Barrios, e o treinador deixou.
Ninguém quer jogar contra o Once Caldas neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um 2‑1 sobre o Deportivo Pereira, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Frank Ruiz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Juan Murillo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
Dribles concretizados: 27. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Wilson Palacios tem a sua resposta do Once Caldas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Léyder Morán e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Federico Viñas está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Juan Murillo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Miguel Borja: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Once Caldas a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wilson Palacios treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco29/03/2027
Andrés Roa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Once Caldas terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Federico Viñas produziu-o, e o 8.83 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Terminou 3‑2, e a tarde foi de Federico Viñas: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Once Caldas.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Pablo Nieto, e o treinador deixou.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel15/03/2027
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Déinner Quiñónes e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco15/03/2027
Jesús Camargo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Murillo depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Michael Barrios e o Once Caldas acertam mais 2 anos.
Jesús Camargo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jaime Alvarado, e o treinador deixou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Déinner Quiñónes tem a sua resposta do Once Caldas; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Plantel08/03/2027
No Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Jáder Quiñónes está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoJáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Independiente Medellin como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Once Caldas goste de rever.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jefry Zapata produziu-o, e o 8.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Atletico Nacional vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Once Caldas foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andrés Colorado quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Jesús Camargo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Faltavam 87 minutos e o Union Magdalena tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Once Caldas não parou para dar explicações.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jefry Zapata. 1‑0 sobre o Union Magdalena, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wilson Palacios, e o treinador deixou.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 1‑0, já a falar do próximo.
O banco15/02/2027
Jesús Camargo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/02/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Juan Murillo, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o Union Magdalena, e há um homem no balneário do Once Caldas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresMateo Zuleta passa por eles um de cada vez
A primeira derrota em 6 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Deportes Quindio; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Juan Murillo depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Plantel01/02/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Once Caldas
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
4 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Johan Herrera está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Luis Ospina é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Duvan Rangel passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jesús Camargo está nela.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Once Caldas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Jesús Camargo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jaime Alvarado, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Esteban Gallego está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O passado entrou à frente dele. Os jogadores que estiveram onde ele esteve são ouvidos num balneário antes de o merecerem, e ele será ouvido enquanto a forma durar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Once Caldas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O relógio fez o que o Mitre não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O Once Caldas perguntou e o Kashima Antlers disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Léyder Morán e o Once Caldas acertam mais 4 anos.
Perguntou-se ao River Plate se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel04/01/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Once Caldas
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O aperto de mão com o Mitre está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Déinner Quiñónes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Once Caldas perguntou e o Atlas disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 48 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Once Caldas ofereceu $1.0M; o Fortaleza CEIF disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Jesús Camargo está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Once Caldas já telefonou ao Newell's Old Boys. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Once Caldas foi explícito quanto à situação de Jorge Cardona, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Once Caldas vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Once Caldas já se começa a dizer o nome dele no passado.
A camisola ainda lhe serve. Duván Viáfara está de volta ao Once Caldas, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
A camisola ainda lhe serve. Santiago Cubides está de volta ao Once Caldas, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Plantel14/12/2026
Duván Viáfara consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Duván Viáfara acabou de assinar pelo Once Caldas e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tigres fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
O Once Caldas já telefonou ao Atlas. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 63 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O aperto de mão com o Tigres está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Real Cartagena fica com o seu homem, e o Once Caldas volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Felipe Cifuentes, e desta vez do outro lado está o Envigado. No Once Caldas ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Déinner Quiñónes esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Posição 3, 26 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Plantel30/11/2026
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Juan Pablo Otálvaro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Déinner Quiñónes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jaime Alvarado treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Once Caldas. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 33 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Once Caldas perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Plantel09/11/2026
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Andrés Correa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jorge Cardona, e o treinador deixou.
O banco09/11/2026
Jáder Quiñónes tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 40 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel02/11/2026
Hian Rincón lesiona os ligamentos do joelho — 22 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 22 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Luis Sánchez. 2‑0 sobre o Aguilas Doradas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel26/10/2026
Hian Rincón lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andrés Colorado quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Once Caldas perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Jogo17/10/2026
Ninguém quer jogar contra o Once Caldas neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Plantel19/10/2026
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Felipe Cifuentes e o Once Caldas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Juan Pablo Otálvaro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrés Roa está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Felipe Cifuentes treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua chegou, o encolher de ombros foi-se, e discute nos treinos como um homem que conta estar cá para o ano. Nada disto aparece num valor de transferência, e tudo isto aparece no relvado.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Jefry Zapata
10Edição
A Sentinela de Once Caldas
05/10/2026
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel05/10/2026
73 dias de fora para Jefry Zapata depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Michael Barrios. 2‑1 sobre o Santa Fe, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Déinner Quiñónes e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.79 na ficha, e os adeptos do Once Caldas saíram a repetir um nome.
Plantel05/10/2026
12 caras novas e o Once Caldas ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco05/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Juan Murillo, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Millonarios vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Once Caldas, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Michael Barrios. 2‑1 sobre o Millonarios, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jaime Alvarado, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Once Caldas falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco21/09/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Juan Murillo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ninguém no Once Caldas sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há um silêncio muito próprio: o de um estádio a ver dissolver-se uma posição vencedora. O Envigado continuou a vir porque nada o travou, e ao Once Caldas vão perguntar pela última meia hora a semana inteira.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesús Camargo, e o treinador deixou.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Juan Murillo depois do empate por 2‑2, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador reorganizou as ideias e Juan Pablo Nieto saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Plantel07/09/2026
No Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Andrés Correa subiu nela.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se o Envigado, e há um homem no balneário do Once Caldas que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan González, e o treinador deixou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O banco31/08/2026
Jesús Camargo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Once Caldas dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco31/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Juan Murillo não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Once Caldas também ninguém o escondia.
Ninguém no Once Caldas sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Once Caldas que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
O Deportes Tolima segue em frente e o Once Caldas vai para casa, com um 2‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
1 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.32 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Andrés Colorado quer futebol continental; se o Once Caldas o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jesús Camargo estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Jesús Camargo: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Frank Ruiz não precisou: 7.63, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Tigres marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mateo Zuleta e o Once Caldas acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Rafael Caicedo passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Nicolas Hurtado passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Javier Mina é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Juan Cardona é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Plantel10/08/2026
No Once Caldas ainda são estranhos uns para os outros
11 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Michael Barrios compromete-se com o Once Caldas por mais 2 anos.
Plantel03/08/2026
Jesús Camargo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.