A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Santino Robles está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Santino Robles treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kauê Silva estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco08/11/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolás Rodríguez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Oriental ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Oriental dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oriental, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Braian Galván quer futebol continental; se o Oriental o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nahuel Soria treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martín Vallejo está nela.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/10/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Santiago Chávez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oriental, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Emiliano Bermúdez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Enzo Vlaeminch treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Plantel04/10/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ignacio Tinelli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Todos os verões é outro clube, outros colegas, mais um treinador para convencer. Já dei o que tinha a dar. Agora quero fazer a pré-época no Oriental e ser visto a sério.» Até ao fim do empréstimo continua a ser jogador do Deportivo Colonia, mas a discussão é com o clube que o detém.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
DireçãoOs salários engolem 92% das receitas do Oriental
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Oriental nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel27/09/2027
Nicolás Kozlovsky desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mathías Sosa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco27/09/2027
Martín Vallejo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oriental dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oriental, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
15 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Oriental perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Oriental nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oriental vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
22 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oriental perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Emiliano Bermúdez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Manuel Villalba, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel06/09/2027
Martín Vallejo lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Santiago Chávez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Oriental, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Oriental dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oriental falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel30/08/2027
Martín Vallejo lesiona os ligamentos do joelho — 36 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 36 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martín Vallejo está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 36 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Oriental perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Oriental lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Vallejo, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oriental vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel16/08/2027
Martín Vallejo lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
0‑1 para o Deportivo Maldonado, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kauê Silva está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oriental vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oriental vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 94. O La Luz vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Oriental ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Maicol Gularte pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Notas dos jogadores02/08/2027
Um golo e uma assistência para Nahuel Gómez — 7.82
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.82 ao lado do nome.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 64 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 2, saíram 7, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Juan Pablo Arregue agiu, no Oriental, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel26/07/2027
Kauê Silva desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Christian Paiva, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Oriental falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Emiliano Bermúdez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Argentinos Juniors se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Nicolás Rodríguez chama-lhe outra coisa em privado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Oriental vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Argentinos Juniors fica com o seu homem, e o Oriental volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ignacio Tinelli e o Oriental acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
7.50, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Montevideo City Torque fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Oriental perguntou e o Belgrano disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Perguntou-se ao Almirante Brown se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Alto Peru à espera com uma camisola. No Oriental ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O aperto de mão com o Wanderers está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.20 para o resto.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Braian Galván quer futebol continental; se o Oriental o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Oriental e do Colon por igual; os restantes divertiram-se imenso.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O Oriental perguntou e o Penarol disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ezequiel Navarro Montoya, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ángelo Gabrielli estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Ángelo Gabrielli tem a sua resposta do Oriental; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángelo Gabrielli, e o treinador deixou.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑1, Leonardo Cardozo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Christian Franco está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nicolás Rodríguez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Bruno Motta
Posição 3, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Emiliano Bermúdez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Cerro obrigou o Oriental a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kauê Silva está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.84 na ficha, e os adeptos do Oriental saíram a repetir um nome.
O banco24/05/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Leonardo Cardozo, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martín Vallejo, e o treinador deixou.
O banco24/05/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ignacio Tinelli
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Em resumo
O bancoSantino Robles tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores17/05/2027
Bruno Motta fez o trabalho que ninguém conta — 6.88
12 ações combinadas e 6.88. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
19 pontos à viragem. A primeira volta de uma época é uma promessa; a segunda é uma fatura, e a cidade está prestes a descobrir qual das duas foi esta.
O banco17/05/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Leonardo Cardozo escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Fenix foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Vlaeminch, e o treinador deixou.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Leonardo Cardozo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ángelo Gabrielli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Oriental, e 4 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Juan Manuel Villalba está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santino Robles, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
O bancoChristian Franco tornou-se um homem de confiança do treinador
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Martín Vallejo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco26/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ignacio Tinelli
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
O banco26/04/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Leonardo Cardozo escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Braian Galván quer futebol continental; se o Oriental o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Albion levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco19/04/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Leonardo Cardozo a uma sala que já as tinha ouvido.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
O banco19/04/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nahuel Gómez
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kauê Silva estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martín Vallejo está nela.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Christian Franco: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Oriental a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
PlantelOs selecionadores não conseguiram deixar Gabriel Chocobar de fora
36Edição
A Sentinela de Oriental
05/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo03/04/2027
Ninguém quer jogar contra o Oriental neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emiliano Bermúdez, e o treinador deixou.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Uma nota de 7.94, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco05/04/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Leonardo Cardozo foi breve depois da vitória por 3‑2, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gabriel Chocobar, e o treinador deixou.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ignacio Tinelli
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Oriental foi explícito quanto à situação de Adriel da Silva, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Segue-se, em casa, o Rentistas, que chega no 8.º lugar. O tipo de jogo sobre o qual uma época se constrói em silêncio, ou em que perde a forma em silêncio.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Juan Manuel Villalba joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
Em resumo
PlantelThiago Pereira treina como quem tem algo a provar
Vitória por 3‑0 sobre o Villa Teresa, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Juan Peinipil. 2‑1 sobre o Rocha, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ezequiel Navarro Montoya, e o treinador deixou.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Nahuel Gómez
PlantelKauê Silva desentende-se com um colega por causa das exigências
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Juan Manuel Villalba treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ezequiel Navarro Montoya e o Oriental acertam mais 4 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Juan Peinipil, e o treinador deixou.
0‑1 para o Basanez, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco08/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Leonardo Cardozo saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nahuel Soria. 2‑1 sobre o Atenas, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Martín Vallejo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Ángelo Gabrielli está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Leonardo Cardozo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
O banco01/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Ignacio Tinelli
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Faltavam 89 minutos e o Bella Vista tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Oriental não parou para dar explicações.
Emiliano Bermúdez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/02/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Juan Manuel Villalba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma nota de 7.74, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Leonardo Cardozo foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Oriental, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Oriental lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Juan Manuel Villalba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco15/02/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑3, ditas por Leonardo Cardozo a uma sala que já as tinha ouvido.
Plantel15/02/2027
6 caras novas e o Oriental ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresNahuel Gómez passa por eles um de cada vez
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/02/2027
Uma transferência que Axel Almeida teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Axel Almeida está a viver essa versão no Oriental, e costuma notar-se no primeiro mês.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Kozlovsky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Vlaeminch, e o treinador deixou.
Axel Almeida tem 19 anos, e o Oriental contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Oriental do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA história de Nahuel Soria recusa-se a morrer
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A enfermaria confirma 49 dias de paragem para Martín Vallejo, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.
Plantel25/01/2027
Nahuel Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Oriental fez saber ao mercado que Gabriel Chocobar está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Oriental sabe em que fase está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Oriental, mais uma semana sem a assinatura de Alberto Medina.
Emiliano Bermúdez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel04/01/2027
Nicolás Kozlovsky desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Miramar Misiones fica com o seu homem, e o Oriental volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Rodríguez, e o treinador deixou.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Oriental sabem-no, e também todos os que o veem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nahuel Soria assinar alguma coisa — um contrato no Oriental ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Oriental perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Gabriel Chocobar e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Kozlovsky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Oriental já telefonou ao Racing Club. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Oriental já telefonou ao Tigre. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel28/12/2026
No Oriental ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
DireçãoOs salários levam 87% do que Oriental recebem
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Oriental fez a parte difícil com o Estudiantes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Kozlovsky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Oriental perguntou e o Talleres disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta do Penarol por Brian Lapaz foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Montevideo City Torque ninguém diz, e no Oriental ninguém gosta de estar a adivinhar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel14/12/2026
Nahuel Gómez desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Oriental vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Oriental fez a parte difícil com o Colon, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Ángelo Gabrielli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Oriental perguntou e o Mar de Fondo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Kauê Silva subiu nela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martín Vallejo está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nahuel Soria assinar alguma coisa — um contrato no Oriental ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o Oriental entra no mercado
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Martín Vallejo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Palavras no treino do Oriental sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nicolás Kozlovsky está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emiliano Bermúdez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Thiago Pereira
Gabriel Chocobar esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martín Vallejo está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nahuel Soria assinar alguma coisa — um contrato no Oriental ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Julio Caballero não são bons
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Braian Galván e o Oriental acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel26/10/2026
No Oriental ainda são estranhos uns para os outros
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Toda a gente no Oriental viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 34 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ezequiel Navarro Montoya, e o treinador deixou.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Braian Galván quer futebol continental; se o Oriental o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nicolás Kozlovsky estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Emiliano Bermúdez, e o treinador deixou.
Martín Vallejo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nahuel Soria assinar alguma coisa — um contrato no Oriental ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel05/10/2026
Nicolás Kozlovsky desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Enzo Vlaeminch e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
14 caras novas e o Oriental ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Oriental a diferença vê-se da última fila.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco14/09/2026
Martín Vallejo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Oriental dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nahuel Soria assinar alguma coisa — um contrato no Oriental ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Nahuel Gómez sai dessa comparação dentro da equipa, e o Oriental beneficiou de cada uma dessas tardes.
Enzo Vlaeminch e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/08/2026
14 caras novas e o Oriental ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Enzo Vlaeminch esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Oriental
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Bruno Motta foi o melhor de qualquer um deles.
O Atenas segue em frente e o Oriental vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dois golos e um 8.30 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores17/08/2026
Um golo e uma assistência para Nahuel Gómez — 7.83
Participação em 2 golos, de um jogador que passou noventa minutos a fazer aquilo que um treinador quer mesmo: estar onde a bola ia acabar. 7.83 ao lado do nome.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ángelo Gabrielli, e o treinador deixou.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Leonardo Cardozo sobre uma tarde de 3‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Bruno Motta ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Oriental coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Kevin Rios passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Kevin Ramirez passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Maximiliano Sanchez está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Rodrigo Rodriguez é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Braian Galván e o Oriental acertam mais 3 anos.
Ángelo Gabrielli e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nahuel Gómez. 2‑1 sobre o Uruguay Montevideo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Continua sem haver proposta em cima da mesa, e o contrato de Ángelo Gabrielli continua a encolher. Na língua dos gabinetes, um silêncio tão longo deixa de ser esquecimento e passa a ser resposta.
Avaliado com 7.79. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
13 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Leonardo Cardozo podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Em resumo
AntevisãoO Oriental mede-se com a equipa que todos perseguem