2‑2 frente ao Sporting CP, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
O Zwolle vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSV foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
45 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.25, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Notas dos jogadores29/11/2027
Ivan Perišić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.43
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.43 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Zwolle tentou reorganizar-se, o PSV não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Mauro Júnior e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Valdemar Byskov agarrou este contra o Excelsior. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do PSV.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Valdemar Byskov produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.92 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
1‑0 frente ao Dynamo Kyiv, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Dois golos e um 9.01 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores08/11/2027
Wassim Bouziane, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.14
Um 8.14 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Barış Alper Yılmaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.52 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
19 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSV perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Barış Alper Yılmaz esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSV perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Kiliann Sildillia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Patati. 1‑0 sobre o De Graafschap, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nada na semana que aí vem é normal. O Ajax no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
36 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O PSV perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.26 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perr Schuurs lesiona os ligamentos do joelho — 45 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o FC Nordsjaelland passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Daouda Weidmann e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wassim Bouziane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco27/09/2027
Ivan Perišić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco27/09/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Memphis Gravenberch foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores20/09/2027
Ivan Perišić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.46
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.46 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Noé Lebreton tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Perišić. 2‑0 sobre o ADO Den Haag, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Noé Lebreton no seu melhor
AntevisãoOs vizinhos são o próximo adversário do PSV
Notas dos jogadoresMauro Júnior encarou-os todo o jogo
Verba acordada, salário acordado, e o Vitesse à espera com uma camisola. No PSV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Aschraf El Mahdioui acabou de assinar pelo PSV e, por uma vez, a resposta importava.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Barış Alper Yılmaz e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Olympique de Marseille não queria vender e o número é a razão por que o fez. $43.1M por Barış Alper Yılmaz, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Verba acordada, salário acordado, e o Roda à espera com uma camisola. No PSV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Barış Alper Yılmaz acabou de assinar pelo PSV e, por uma vez, a resposta importava.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.01 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 17, saíram 22, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O PSV fez a parte difícil com o Olympique de Marseille, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Verba acordada, salário acordado, e o Groningen à espera com uma camisola. No PSV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Kiliann Sildillia e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Guus Til. 1‑0 sobre o AZ, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ivan Perišić produziu-o, e o 8.57 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Cambuur tentou reorganizar-se, o PSV não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Em resumo
PlantelAdamo Nagalo melhorou aos 24, o que ninguém esperava
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Mauro Júnior no seu melhor
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do PSV já se começa a dizer o nome dele no passado.
O PSV perguntou e o Everton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Guus Til produziu-o, e o 9.12 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.30 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 22 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Daouda Weidmann e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do PSV daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Reading segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel09/08/2027
Sam van de Camp desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Guus Til. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no PSV sabem-no.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ryan Flamingo está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matisse Didden treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sam Lammers apontou a data.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jerdy Schouten será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PSV as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Wouter Goes agiu, no PSV, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Yarek Gąsiorowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O PSV vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam van de Camp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o AZ está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mercado19/07/2027
O PSV pode não conseguir dar a Patati o que ele quer
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Patati quer futebol continental; se o PSV o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Guus Til está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam van de Camp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSV sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Wassim Bouziane agiu, no PSV, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Wassim Bouziane tem 20 anos, e o PSV contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Kiliann Sildillia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco12/07/2027
Jerdy Schouten tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O PSV vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $5.8M — um clube que quer Wassim Bouziane ao ponto de perguntar duas vezes.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kiliann Sildillia e o PSV acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mercado05/07/2027
Adamo Nagalo regressa de um empréstimo que resultou
36 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sergiño Dest será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PSV as despedidas começaram em silêncio.
$5.6M era o máximo que o clube pagaria, e o AZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que PSV podem fingir não ter ouvido.
Plantel28/06/2027
Uma transferência que Julian Oerip teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Julian Oerip está a viver essa versão no PSV, e costuma notar-se no primeiro mês.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.1M — um clube que quer Wassim Bouziane ao ponto de perguntar duas vezes.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Besiktas fica com o seu homem, e o PSV volta a uma lista com um nome riscado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Patati está a viver essa versão no PSV, e costuma notar-se no primeiro mês.
Aos 23 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel21/06/2027
Mauro Júnior melhorou aos 28, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Kevin van Ouytsel tem 19 anos, e o PSV contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Daouda Weidmann esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O PSV perguntou e o Twente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O aperto de mão com o AZ está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Porto fica com o seu homem, e o PSV volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta seguiu esta semana para o AZ, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Sami Bouhoudane não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O PSV foi ao Twente com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta do De Graafschap por Mikkel Bro Hansen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $32.3M — um clube que quer Patati ao ponto de perguntar duas vezes.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Em resumo
PlantelMatěj Kovář melhorou aos 27, o que ninguém esperava
Ivan Perišić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ivan Perišić está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em PSV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alassane Pléa. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sam Lammers apontou a data.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Guus Til está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em PSV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Plantel24/05/2027
Sam van de Camp desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSV sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 18 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o PSV beneficiou disso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sam van de Camp está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Guus Til. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em PSV, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PSV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Anass Salah-Eddine esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jerdy Schouten assinar alguma coisa — um contrato no PSV ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do PSV daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Utrecht segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O PSV disse a Mauro Júnior que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam van de Camp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Guus Til está nela.
Plantel26/04/2027
Sam van de Camp desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSV sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Matisse Didden apontou a data.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Disseram uma coisa a Victor Jensen e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O PSV sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Kiliann Sildillia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jerdy Schouten está nela.
9 golos em 31 jogos no Heerenveen — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No PSV alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matěj Kovář treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Sam van de Camp estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
4.º lugar com 77 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Tygo Land
5 golos em 24 jogos no Groningen — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No PSV alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.57 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Uma média de 7.34 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Perišić. 2‑0 sobre o Twente, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O PSV disse a Guus Til que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores29/03/2027
Sami Bouhoudane, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.42
Um 8.42 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O golo que pôs o Zwolle na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o PSV empatou, 1 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O NEC tentou reorganizar-se, o PSV não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Anass Salah-Eddine e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores22/03/2027
Mauro Júnior jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.08. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
3 defendidos dos onze metros, e um estádio que vai descrever cada um deles durante vinte anos. Um guarda-redes precisa de uma noite assim numa carreira, e foi esta.
2‑2 frente ao Charleroi, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Valdemar Byskov está no centro dessa descrição.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.89 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta do Sandefjord por Sami Bouhoudane foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
11 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no PSV sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No PSV ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 86. O Willem II tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Uma média de 7.36 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Disseram uma coisa a Lutsharel Geertruida e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Faltavam 87 minutos e o Charleroi tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o PSV não parou para dar explicações.
Notas dos jogadores22/02/2027
Sami Bouhoudane, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.03
Um 8.03 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O De Graafschap vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSV foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Posição 3, 63 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.84 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alassane Pléa e o PSV acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Jogo06/02/2027
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o PSV. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
O Utrecht vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSV foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do PSV já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alassane Pléa produziu-o, e o 8.35 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Chesterfield tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Notas dos jogadores01/02/2027
Ivan Perišić, 38 anos, faz recuar o relógio — 8.28
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.28 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
4 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Um dérbi nunca é só futebol, mas o futebol ajudou: 1‑0, e a bancada visitante esvaziou cedo. O direito de mandar bocas fica renovado por mais uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Heracles à espera com uma camisola. No PSV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A perseguição a Valdemar Byskov terminou com $3.1M a mudar de mãos e o AZ sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Valdemar Byskov acabou de assinar pelo PSV e, por uma vez, a resposta importava.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Alassane Pléa agarrou este contra o Heracles. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do PSV.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
$24.9M era o máximo que o clube pagaria, e o AZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do PSV já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 3, 51 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.69, e ninguém melhor em campo.
Notas dos jogadores18/01/2027
Paul Wanner, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.95
Um 7.95 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O PSV ofereceu $48.7M; o Porto disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Heerenveen vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O PSV foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Verba acordada, salário acordado, e o Roda à espera com uma camisola. No PSV ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A perseguição a Ro-Zangelo Daal terminou com $4.1M a mudar de mãos e o AZ sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ro-Zangelo Daal agiu, no PSV, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
O PSV perguntou e o Twente disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O PSV foi ao Porto com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O PSV foi ao AZ com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$14.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Twente pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 88, e o Vitesse passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
A primeira derrota em 11 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o AZ; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/12/2026
Alassane Pléa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma média de 7.31 na época, com 5 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Memphis Gravenberch depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Matisse Didden e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dennis Man, e o treinador deixou.
Uma média de 7.24 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PSV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 10 jogos sem derrota são uma base que o PSV não tinha no outono.
Notas dos jogadores14/12/2026
Ivan Perišić, 37 anos, faz recuar o relógio — 8.50
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo12/12/2026
O PSV torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no PSV falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Ivan Perišić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Metade do calendário jogado, 4.º lugar, 36 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alassane Pléa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
2‑0 frente ao KV Kortrijk, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresMauro Júnior jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo21/11/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o PSV. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Nota 8.05 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco23/11/2026
Ivan Perišić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Victor Jensen agarrou este contra o Excelsior. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do PSV.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
4‑0 frente ao Gornik Zabrze, numa noite que vai ser revista neste clube durante uma geração. As reputações europeias fazem-se em noites soltas, e esta foi a noite.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.54 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Gornik Zabrze tentou reorganizar-se, o PSV não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
Em resumo
Notas dos jogadoresDennis Man jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Notas dos jogadoresMauro Júnior jogou uma tarde diferente da de toda a gente
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de PSV ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O PSV disse a Ivan Perišić que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel02/11/2026
Victor Jensen desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Os dérbis fazem nomes, e Alassane Pléa fez o seu contra o Ajax. 2‑0, o orgulho está seguro — e a outra metade da cidade vai estar farta de ouvir falar dele já na terça-feira.
3‑0. É por noites destas que os clubes passam décadas a tentar qualificar-se para esta competição, e elas chegam talvez duas vezes nesse período. Quem esteve no estádio vai descrevê-la mal durante anos.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Paul Wanner não precisou: 8.20, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No PSV ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o PSV e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Já são 100 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Kiliann Sildillia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3‑0, e Jerdy Schouten ficou com os títulos numa tarde em que tudo correu bem ao PSV. Tardes assim contam-se o inverno inteiro.
Notas dos jogadores19/10/2026
Ivan Perišić, 37 anos, faz recuar o relógio — 8.36
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.36 aos 37, e ninguém no campo esteve melhor.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
As bancadas19/10/2026
Os adeptos do PSV encontraram um ídolo em Kodai Sano
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Kodai Sano tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Jogo17/10/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o PSV. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Notas dos jogadores19/10/2026
Dennis Man jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.30. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o PSV será julgado por uma única coisa.
Gino Verhulst lesiona os ligamentos do joelho — 20 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 20 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Victor Jensen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco12/10/2026
Ivan Perišić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no PSV dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
2‑1 frente ao Hajduk Split, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Dennis Man está no centro dessa descrição.
Plantel05/10/2026
Gino Verhulst lesiona os ligamentos do joelho — 29 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 29 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.48 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ivan Perišić. 1‑0 sobre o Utrecht, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Perder por 0‑1 é uma coisa; perder com o Feyenoord num dérbi é uma ferida que leva meses a sarar.
Plantel28/09/2026
Gino Verhulst lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sam Lammers será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no PSV as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Victor Jensen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Memphis Gravenberch depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Victor Jensen, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoGuus Til tornou-se um homem de confiança do treinador
1‑0 frente ao KV Kortrijk, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Paul Wanner produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Guus Til e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Segue-se o Feyenoord, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
Em resumo
O bancoA ficha de jogo disse tudo sobre Matěj Kovář
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do PSV, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/09/2026
Kodai Sano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Memphis Gravenberch depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A perseguição a Matisse Didden terminou com $9.1M a mudar de mãos e o Utrecht sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 3 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no PSV até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Matisse Didden acabou de assinar pelo PSV e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Benevento tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Kodai Sano esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Victor Jensen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A proposta seguiu esta semana para o Utrecht, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Notas dos jogadores24/08/2026
Paul Wanner, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.46
Um 8.46 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $10.0M — um clube que quer Matisse Didden ao ponto de perguntar duas vezes.
Jerdy Schouten e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O PSV perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Arsenal pagou $15.4M e o PSV aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Twente fica com o seu homem, e o PSV volta a uma lista com um nome riscado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Paul Wanner não precisou: 8.25, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A perseguição a Victor Jensen terminou com $3.7M a mudar de mãos e o Utrecht sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Aos 37 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel17/08/2026
Victor Jensen consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Victor Jensen acabou de assinar pelo PSV e, por uma vez, a resposta importava.
Jerdy Schouten e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O aperto de mão com o AZ está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
O PSV perguntou e o Benfica disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta seguiu esta semana para o Utrecht, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A proposta do Heerenveen por Ruben van Bommel foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel10/08/2026
Uma transferência que Perr Schuurs teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Perr Schuurs está a viver essa versão no PSV, e costuma notar-se no primeiro mês.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.1M — um clube que quer Victor Jensen ao ponto de perguntar duas vezes.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no PSV coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jerdy Schouten esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/08/2026
Kodai Sano desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.