Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/11/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
San Luis vão explicá-lo como uma decisão de equipa, e talvez seja. Um balneário nunca leu isso assim, nem uma vez.
O banco01/11/2027
Lucas Mazieres tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Uma decisão que não decide nada em campo e decide tudo no balneário. O treinador disse, sem o dizer, que voz quer que se ouça quando a dele não está lá.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/10/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yerko González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que César Huanca está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Felipe Mora. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em San Luis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Luis. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Gonzalo Bustos
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/10/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
37 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
O banco04/10/2027
Lucas Mazieres tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
O bancoEdilson Pérez pede uma conversa com o treinador
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco27/09/2027
César Huanca tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Felipe Mora. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o San Luis terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
10.º lugar com 38 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco20/09/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Erick Sanchez foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Minuto 90, frente ao Antofagasta, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Gonzalo Laborda.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do San Luis daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Deportes Copiapó segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Plantel06/09/2027
12 caras novas e o San Luis ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joel Torres treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Luis. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel30/08/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco30/08/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Erick Sanchez não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do San Luis também ninguém o escondia.
Ninguém no San Luis sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 10 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Joel Torres. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresFelipe Mora encarou-os todo o jogo
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/08/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yerko González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Meza, e o treinador deixou.
O banco23/08/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Erick Sanchez a uma sala que já as tinha ouvido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O San Luis disse a Joel Torres que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que César Huanca está nela.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Felipe Mora não desaparece
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Felipe Mora
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/08/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Curicó Unido foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Erick Sanchez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yerko González, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Hormazábal e o San Luis acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Empate aos 92 minutos, depois de uma tarde que o San Luis tinha praticamente arrumada. O Deportes Temuco vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Plantel09/08/2027
12 caras novas e o San Luis ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Coquimbo Unido seguiu em frente, Luis Guillermo Madrigal apresenta-se de volta no San Luis, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Juan Francisco Martín está a viver essa versão no San Luis, e costuma notar-se no primeiro mês.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Carlos Hormazábal e o San Luis acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi preciso Martín Maturana marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Santiago Morning, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
O negócio que levaria Joel Torres para o Universidad de Chile caiu na fase final e ele reapresenta-se no San Luis com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Direção26/07/2027
Fecha o mercado: 10 entradas, 14 saídas no San Luis
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Colo-Colo ninguém diz, e no San Luis ninguém gosta de estar a adivinhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Erick Sanchez depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Felipe Mora tinha feito a sua parte na construção de um colchão de 3 golos. O que veio depois foi coletivo, e ao Rangers de Talca deixaram voltar a um jogo que estava arrumado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Luis Guillermo Madrigal será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Luis as despedidas começaram em silêncio.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cristian González, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Colo-Colo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao O'Higgins para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A proposta do Universidad de Chile por Joel Torres foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yerko González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Uma sondagem ao O'Higgins para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O San Luis perdeu-o em tudo menos nos papéis.
7 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Deportes Concepción. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Plantel05/07/2027
Uma transferência que Alejo Cicconi teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Alejo Cicconi está a viver essa versão no San Luis, e costuma notar-se no primeiro mês.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/07/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Deportes La Serena paga $170.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Gonzalo Bustos, e o treinador deixou.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
1‑4 para o Deportes Recoleta, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Iquique fica com o seu homem, e o San Luis volta a uma lista com um nome riscado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel21/06/2027
Yerko González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Sebastián Parada foi-se, as contas têm $510.0K a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Jogo12/06/2027
Não se vê o fim da espera do San Luis por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no San Luis tem de arrancar um resultado de algum lado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O San Luis fez a parte difícil com o O'Higgins, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Simón Guajardo volta a ser jogador do San Luis, e a cidade tem a sua história do verão.
O O'Higgins pagou $510.0K e o San Luis aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lautaro Vázquez agiu, no San Luis, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O San Luis perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel07/06/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O San Luis perguntou e o Envigado disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Minuto 92, frente ao Unión San Felipe, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no San Luis sabe dizer em que semana.
0‑2 para o Iquique, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel31/05/2027
Yerko González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Meza, e o treinador deixou.
Metade do calendário jogado, 6.º lugar, 22 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O banco31/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Erick Sanchez a uma sala que já as tinha ouvido.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/05/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco24/05/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Erick Sanchez a uma sala que já as tinha ouvido.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Segue-se o Iquique, e há um homem no balneário do San Luis que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
O banco24/05/2027
Lucas Mazieres tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel17/05/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vicente Reyes, e o treinador deixou.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em San Luis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Felipe Mora assinar alguma coisa — um contrato no San Luis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco17/05/2027
César Huanca tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Notas dos jogadoresJoel Torres passa a tarde a fazer faltas
41Edição
O Diário de San Luis
10/05/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel10/05/2027
14 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Gonzalo Bustos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Erick Sanchez sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Monardes, e o treinador deixou.
22 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.10 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel03/05/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no San Luis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Juárez. 2‑0 sobre o Deportes Temuco, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Deportes Temuco tentou reorganizar-se, o San Luis não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Guillermo Avello tem a sua resposta do San Luis; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco26/04/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Erick Sanchez, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
36 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 43 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel12/04/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franco Cortés, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que César Huanca está nela.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Santiago Morning com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Em resumo
Notas dos jogadoresYerko González encarou-os todo o jogo
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Facundo Juárez. 2‑0 sobre o Rangers de Talca, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Sebastián Parada está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
57 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/03/2027
Yerko González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o San Luis vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
O banco29/03/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Yerald Pinilla
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Mazieres está nela.
Segue-se o Rangers de Talca, e há um homem no balneário do San Luis que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 66 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Universidad Catolica segue em frente e o San Luis vai para casa, com um 3‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
7.60, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Gonzalo Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gonzalo Bustos. 1‑0 sobre o Magallanes, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
75 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dois golos e um 8.78 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑1, Erick Sanchez podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel15/03/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do San Luis
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Felipe Mora foi o melhor de qualquer um deles.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no San Luis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Felipe Mora e o San Luis acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Gonzalo Bustos. 1‑0 sobre o Deportes Santa Cruz, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
16 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Erick Sanchez sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 92 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/03/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
MercadoIgnacio Ponce está livre para procurar outro sítio
Notas dos jogadoresSebastián Parada passa por eles um de cada vez
30Edição
O Diário de San Luis
22/02/2027
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel22/02/2027
100 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel22/02/2027
Felipe Mora desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 89. O Santiago Wanderers tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
Foi preciso Miguel Ventos marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Santiago Wanderers, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Erick Sanchez depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. San Luis têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Em resumo
Notas dos jogadoresMartin Carreño ganha o jogo a partir do banco
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção15/02/2027
2 jogadores da formação sobem à equipa principal do San Luis
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Matias Meneses está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Pablo Valencia passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
O Unión San Felipe levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Yerko González está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 116 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco08/02/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Johan Caicedo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em San Luis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no San Luis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/02/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sebastián Parada treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de San Luis foi explícito quanto à situação de Mauro Iturra, o que é mais do que muitos recebem.
130 dias de fora para Edilson Pérez depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Plantel25/01/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sebastián Parada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ignacio Meza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 137 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/01/2027
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Felipe Mora está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco11/01/2027
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Johan Caicedo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Felipe Mora. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Luis. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Fernando Abarzúa regressa a San Luis com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Yerko González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Carreño, e o treinador deixou.
Uma sondagem ao Racing Club para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel04/01/2027
5 caras novas e o San Luis ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o San Luis joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Luis, mais uma semana sem a assinatura de Ramires.
Faltam 36 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do San Luis, e não vai ser retirado.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Felipe Mora estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O San Luis perguntou e o Racing Club disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
O San Luis já telefonou ao Tigre. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O San Luis não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
30 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Luis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Sergio Vergara era uma das razões por que as pessoas vinham, e $310.0K não substitui isso sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O San Luis perguntou e o O'Higgins disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Gael Acosta, e desta vez do outro lado está o Deportes Copiapó. No San Luis ouvem com educação e não prometem nada.
Uma sondagem ao Boca Juniors para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
38 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O San Luis perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Diego González era uma das razões por que as pessoas vinham, e $2.0M não substitui isso sozinho.
Ignacio Meza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Perguntou-se ao Unión de Santa Fe se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vicente Durán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O San Luis perguntou e o All Boys disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Gael Acosta tem a sua resposta do San Luis; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Guillermo Avello treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
DireçãoAberto para negócios: o San Luis entra no mercado
As bancadasAs bancadas também ouviram falar de Sergio Vergara
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vicente Durán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Luis. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Sebastián Parada está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/11/2026
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco16/11/2026
Martin Carreño tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no San Luis dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/11/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vicente Durán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no San Luis falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A ordem veio de cima e não do banco, que é a versão desta conversa de que nenhum treinador gosta. Alguém daquele plantel está agora disponível, ache o homem que faz o onze o que achar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Monardes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Luis as despedidas começaram em silêncio.
Gonzalo Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Joel Torres, e o treinador deixou.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Cristian González está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Vicente Durán treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Plantel02/11/2026
Mateo Guerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
MercadoDiego González colocado na lista de transferências
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Gastón Ada e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vicente Durán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O San Luis vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Ignacio Meza esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/10/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vicente Durán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 33 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o San Luis é como lidar com um homem a quem deve muito.
O banco19/10/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Johan Caicedo
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 55 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel12/10/2026
Mateo Guerra desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o San Luis terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Facundo Juárez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Plantel05/10/2026
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Luis, mais uma semana sem a assinatura de Gastón Ada.
O treinador reorganizou as ideias e Yerald Pinilla saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do San Luis que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no San Luis. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vicente Durán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel28/09/2026
No San Luis ainda são estranhos uns para os outros
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Martin Carreño treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.00 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Cristian González e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Erick Sanchez, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Plantel21/09/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Guerra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Martin Carreño está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Felipe Mora. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Johan Caicedo
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Facundo Juárez
0‑1 para o Universidad de Concepcion, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel14/09/2026
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Sebastián Espinoza e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco14/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Erick Sanchez a uma sala que já as tinha ouvido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ignacio Meza: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o San Luis a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em San Luis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Sebastián Espinoza chegou com um passado num clube maior do que este, e o balneário tratou-o em conformidade. Os mais novos veem-no treinar; os mais velhos veem se aquilo dura.
Gonzalo Bustos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/09/2026
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Vicente Durán está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Universidad de Concepcion com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ignacio Meza, e o treinador deixou.
Plantel31/08/2026
No San Luis ainda são estranhos uns para os outros
17 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Erick Sanchez depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Plantel31/08/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Guerra está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
9 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Magallanes? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Ninguém no San Luis sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Facundo Juárez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Lucas Di Maio acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o San Luis substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
1‑2 para o Deportes Copiapó, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do San Luis sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vicente Durán está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Erick Sanchez depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Monardes, e o treinador deixou.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Facundo Juárez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Felipe Mora. 2‑0 sobre o Curicó Unido, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vicente Durán estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 6.89, e nenhuma delas entrará num resumo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no San Luis, mais uma semana sem a assinatura de Vicente Reyes.
Avaliado com 7.75. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Monardes será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no San Luis as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Nota de 7.88. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Ignacio Parada acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o San Luis substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Matias Sagal é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Rodrigo Sagal está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Sebastian Davila passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no San Luis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel03/08/2026
Vicente Durán desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
14 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Avaliado com 7.27. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
O banco03/08/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Erick Sanchez não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do San Luis também ninguém o escondia.