70 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Slovan Bratislava perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não há pior forma de perder um futebolista. Esin Hakaj pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slovan Bratislava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slovan Bratislava sabem-no.
9 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rahim Ibrahim está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Dominik Takáč assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Slovan Bratislava fez saber ao mercado que Matej Oravec está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
87 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o MFK Skalica à espera com uma camisola. No Slovan Bratislava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Matej Oravec tem a sua resposta do Slovan Bratislava; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Em resumo
O bancoCavid Guseynov tornou-se um homem de confiança do treinador
97 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
104 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Spartak Myjava à espera com uma camisola. No Slovan Bratislava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Slovan Bratislava tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Independiente Rivadavia, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Lukáš Juliš agiu, no Slovan Bratislava, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Cavid Guseynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Lukáš Juliš do MSK Zilina por $750.0K, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.
111 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slovan Bratislava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O aperto de mão com o MSK Zilina está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
$2.8M em cima da mesa do Independiente Rivadavia. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Slovan Bratislava perguntou e o MSK Zilina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Cavid Guseynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoPeter Pokorný pede uma conversa com o treinador
MercadoA história de Dominik Takáč recusa-se a morrer
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Slovan Bratislava beneficiou disso.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Svetozar Marković estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Slovan Bratislava lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/05/2028
Dominik Takáč tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matej Oravec treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O Slovan Bratislava não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Slovan Bratislava gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/05/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Suleiman Camara assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Slovan Bratislava admitiria. Nota-se aos sábados.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Slovan Bratislava sabem-no.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
54 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco24/04/2028
Dominik Takáč tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Suleiman Camara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Slovan Bratislava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/04/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Svetozar Marković está nela.
Há um nível em que um futebolista deixa de ser posto à prova e passa apenas a ser contido, e ele chegou lá há algum tempo. No Slovan Bratislava sabem-no, e também todos os que o veem.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Suleiman Camara assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andraž Šporar apontou a data.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Slovan Bratislava gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/04/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco03/04/2028
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
54 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Rahim Ibrahim quer futebol continental; se o Slovan Bratislava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco27/03/2028
Dominik Takáč tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Dominik Takáč e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel20/03/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tigran Barseghyan está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Griger, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Kelvin Ofori e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/03/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Suleiman Camara assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slovan Bratislava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelAndraž Šporar treina como quem tem algo a provar
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kenan Bajrić e o Slovan Bratislava acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel06/03/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Slovan Bratislava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco28/02/2028
Dominik Takáč tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O Spartak Trnava está fora e o Slovan Bratislava segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.92 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Dominik Takáč e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/02/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
12 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Robert Hubocan sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/02/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Svetozar Marković está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Suleiman Camara assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Slovan Bratislava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mercado14/02/2028
O mercado disse que não: Esin Hakaj fica onde está
O Slovan Bratislava abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Esin Hakaj fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/02/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $5.2M passa a ser inteiramente problema dele.
O banco07/02/2028
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Cristian Martínez subiu nela.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Suleiman Camara está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Rahim Ibrahim assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kelvin Ofori apontou a data.
Os adeptos revoltam-se com a venda de Sharani Zuberu por $950.0K
Vai para o AS Trencin, o clube tem $950.0K que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dominik Takáč e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/01/2028
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Verba acordada, salário acordado, e o AS Trencin à espera com uma camisola. No Slovan Bratislava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
O MFK Ruzomberok queria mais do que $1.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
Cavid Guseynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O MSK Zilina pagou $390.0K e o Slovan Bratislava aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Sharani Zuberu não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O NK Domzale fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Cavid Guseynov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Rahim Ibrahim está nela.
O Slovan Bratislava perguntou e o Yokohama F. Marinos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Slovan Bratislava aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Sharani Zuberu pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/01/2028
Svetozar Marković desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O telefone voltou a tocar por causa de Artur Gajdoš, e desta vez do outro lado está o MSK Zilina. No Slovan Bratislava ouvem com educação e não prometem nada.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/12/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Slovan Bratislava ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Plantel27/12/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Slovan Bratislava
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Mykola Kukharevych foi o melhor de qualquer um deles.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Andraž Šporar apontou a data.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Adam Griger treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
MercadoSamuel Biek colocado na lista de transferências
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Robert Hubocan sobre uma tarde de 4‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
0‑2 frente ao Konyaspor. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cavid Guseynov produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel13/12/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Cavid Guseynov. 2‑0 sobre o AS Trencin, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Segue-se o DAC Dunajska Streda, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Slovan Bratislava disse a Dominik Takáč que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
0‑2 frente ao Djurgarden. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Cavid Guseynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/11/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Robert Hubocan depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
O banco29/11/2027
Dominik Takáč tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
26 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Andraž Šporar produziu-o, e o 9.74 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Cavid Guseynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel22/11/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Spartak Myjava vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Slovan Bratislava foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nino Marcelli produziu-o, e o 8.27 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.98 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo13/11/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Slovan Bratislava. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
1‑0 frente ao ADO Den Haag, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
40 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Slovan Bratislava podem fingir não ter ouvido.
Já são 10 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
22 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tigran Barseghyan está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykola Kukharevych, e o treinador deixou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Artur Gajdoš e o Slovan Bratislava acertam mais 4 anos.
Em resumo
MercadoKelvin Ofori está livre para procurar outro sítio
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cavid Guseynov produziu-o, e o 9.18 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Cavid Guseynov marcou ao minuto 87, o ADO Den Haag já pensava na viagem de regresso, e o Slovan Bratislava levou tudo.
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 89, e o MFK Ruzomberok passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
21 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Plantel18/10/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Dominik Takáč está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Griger, e o treinador deixou.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
32 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Cavid Guseynov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tigran Barseghyan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
1‑0 frente ao Konyaspor, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Sharani Zuberu está no centro dessa descrição.
Plantel04/10/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tigran Barseghyan e o Slovan Bratislava acertam mais 2 anos.
Cavid Guseynov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tigran Barseghyan estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
18 jogos sem derrota aqui. A cada treinador visitante perguntam-lhe por isso na semana anterior, que é exatamente a razão por que a série continua.
Plantel27/09/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 43 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 43 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um 3‑1 sobre o DAC Dunajska Streda, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
O golo que pôs o DAC Dunajska Streda na frente ainda passava nos ecrãs do corredor quando o Slovan Bratislava empatou, 2 minutos depois. Uma vantagem vale o que se fizer com ela.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
51 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
0‑1 perante o nível do Djurgarden. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Slovan Bratislava não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Slovan Bratislava lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.37 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Direção06/09/2027
O prazo passa com 12 contratações e 4 saídas
Está feito o negócio no Slovan Bratislava até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/09/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A série sem derrotas chega aos 29 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
75 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slovan Bratislava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Spartak Myjava vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Slovan Bratislava foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Suleiman Camara produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
A série sem derrotas chega aos 28 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel23/08/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 82 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 82 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Verba acordada, salário acordado, e o MSK Zilina à espera com uma camisola. No Slovan Bratislava ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
90 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Slovan Bratislava podem fingir não ter ouvido.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 12 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
A proposta do Haladas por Artur Gajdoš foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Cavid Guseynov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Martin Šulek e o Slovan Bratislava acertam mais 3 anos.
Já são 12 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel09/08/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Cavid Guseynov produziu-o, e o 9.09 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
15 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.18 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
11 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
106 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Kukharevych produziu-o, e o 9.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dominik Takáč e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/08/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 115 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 115 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
10 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Slovan Bratislava já se começa a dizer o nome dele no passado.
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Rahim Ibrahim quer futebol continental; se o Slovan Bratislava o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Jogo24/07/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Slovan Bratislava. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Suleiman Camara no seu melhor
O bancoA vista do banco
51Edição
O Diário de Slovan Bratislava
19/07/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel19/07/2027
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 123 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 123 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o MSK Zilina fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Matúš Macík. A resposta do Slovan Bratislava não mudou — para já.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco19/07/2027
Andraž Šporar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Slovan Bratislava terá de responder com minutos ou com uma transferência.
131 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Slovan Bratislava perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/07/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Denis Kucka está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Andrej Mak passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Ivan Mak passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Lukas Gyomber passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Suleiman Camara está nela.
140 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Slovan Bratislava perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Slovan Bratislava perguntou e o Padova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Cavid Guseynov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 15 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Matúš Macík lesiona os ligamentos do joelho — 148 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 148 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel28/06/2027
19 dias de fora para Samuel Biek depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Slovan Bratislava, e não vai ser retirado.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Arouca fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 26 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Suleiman Camara e o Slovan Bratislava acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta seguiu esta semana para o Arouca, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no NK Domzale ninguém diz, e no Slovan Bratislava ninguém gosta de estar a adivinhar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slovan Bratislava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Plantel14/06/2027
Uma transferência que Cavid Guseynov teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Cavid Guseynov está a viver essa versão no Slovan Bratislava, e costuma notar-se no primeiro mês.
O AZAL não queria vender e o número é a razão por que o fez. $5.0M por Cavid Guseynov, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
O MSK Zilina paga $6.8M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
As bancadas14/06/2027
Os adeptos revoltam-se com a venda de Alasana Yirajang por $6.8M
Vai para o MSK Zilina, o clube tem $6.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O DAC Dunajska Streda fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O aperto de mão com o AZAL está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slovan Bratislava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o NK Domzale, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Toda a gente deixou de fingir: o AS Trencin vai fazer a chamada por Kevin Wimmer esta semana. O Slovan Bratislava tem um número em mente, e o número não é tímido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Slovan Bratislava falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Slovan Bratislava aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Alasana Yirajang está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco31/05/2027
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slovan Bratislava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vitória por 2‑1 sobre o MSK Zilina, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Slovan Bratislava marcou aos 101, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Plantel24/05/2027
57 dias de fora para Samuel Biek depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Rahim Ibrahim produziu-o, e o 8.29 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Danylo Ignatenko está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Suleiman Camara assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 25 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Matsuoka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kenan Bajrić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco10/05/2027
Andraž Šporar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Dominik Takáč. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Peter Pokorný apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Slovan Bratislava a diferença vê-se da última fila.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 32 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Slovan Bratislava pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Slovan Bratislava daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no CSKA Sofia segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mykola Kukharevych assinar alguma coisa — um contrato no Slovan Bratislava ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nino Marcelli apontou a data.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
56 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/04/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Danylo Ignatenko está nela.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Martin Šulek, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andraž Šporar está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Slovan Bratislava vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Uerdi Mara está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Danylo Ignatenko apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 77 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
56 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel29/03/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kenan Bajrić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco29/03/2027
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Slovan Bratislava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slovan Bratislava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Kenan Bajrić
PlantelSandro Cruz treina como quem tem algo a provar
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 85 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel22/03/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Peter Pokorný, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
O bancoNino Marcelli pede uma conversa com o treinador
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andraž Šporar está nela.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Slovan Bratislava vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Mykola Kukharevych está nela.
Saiu para defender uma baliza todas as semanas e voltou com 0 jogos, 0 deles sem sofrer. Alguém no Slovan Bratislava defendeu este empréstimo no verão passado; agora não o defende ninguém.
A proposta do IFK Norrkoping por Uerdi Mara foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dominik Takáč e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Slovan Bratislava vai falar em 17 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Plantel01/03/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Slovan Bratislava disse a Suleiman Camara que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
O banco01/03/2027
Rahim Ibrahim tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
0 jogos, 0 balizas a zeros e um guarda-redes que não está um passo à frente do dia em que saiu. Se isso é dele, do clube que o acolheu ou de quem tratou do negócio é a discussão que o Slovan Bratislava vai ter este mês.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Em resumo
O bancoAlbi Doka pede uma conversa com o treinador
O Spartak Trnava está fora e o Slovan Bratislava segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
8 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Jubilo Iwata tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Dinamo Minsk tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel15/02/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Albi Doka, e o treinador deixou.
O banco15/02/2027
Andraž Šporar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Slovan Bratislava admitiria. Nota-se aos sábados.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Mercado15/02/2027
O mercado disse que não: Kevin Wimmer fica onde está
O Slovan Bratislava abriu a porta e ninguém a atravessou. Por isso Kevin Wimmer fica — listado, treinado e disponível — enquanto ambos os lados riscam os dias até janeiro no mesmo calendário.
A proposta do BATE por Nino Marcelli foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Slovan Bratislava a ouviu como outra coisa.
Plantel08/02/2027
Daiki Matsuoka desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Uerdi Mara, e o treinador deixou.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Sharani Zuberu está nela.
56 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
2 entradas e 1 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/02/2027
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Cincinnati fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Slovan Bratislava daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no SuperSport United segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O nome de Aleksandar Popović apareceu em conversas de que o Slovan Bratislava não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Cesar Blackman e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fakel fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O Slovan Bratislava não o segura a fingir o contrário.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Slovan Bratislava foi explícito quanto à situação de Kevin Wimmer, o que é mais do que muitos recebem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O AFC Wimbledon fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
O Slovan Bratislava já telefonou ao Orenburg. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao AS Trencin se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andraž Šporar está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Nino Marcelli apontou a data.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O DAC Dunajska Streda tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao FC Cincinnati se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Slovan Bratislava joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Slovan Bratislava terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Slovan Bratislava, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Slovan Bratislava aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Nino Marcelli esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rodina fica com o seu homem, e o Slovan Bratislava volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Kenan Bajrić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Daiki Matsuoka estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/12/2026
Kevin Wimmer tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Rahim Ibrahim. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Slovan Bratislava. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Suleiman Camara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/12/2026
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco21/12/2026
Andraž Šporar tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Slovan Bratislava dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Slovan Bratislava vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Slovan Bratislava sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
7 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Jogo12/12/2026
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Slovan Bratislava. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andraž Šporar e o Slovan Bratislava acertam mais 3 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Daiki Matsuoka está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Niko Janković. 2‑0 sobre o MFK Skalica, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/12/2026
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Vejo todos os jogos do Slovan Bratislava daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no SuperSport United segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Jogo05/12/2026
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Slovan Bratislava. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
O prémio de melhor jovem do mês vai para um jogador de 21 anos do Slovan Bratislava que pareceu um produto acabado durante quatro jornadas seguidas. As quatro seguintes é que decidem se é.
Em resumo
Notas dos jogadoresNiko Janković encarou-os todo o jogo
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/11/2026
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Vitória por 4‑1 sobre o Podbrezova, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Podbrezova está fora e o Slovan Bratislava segue em frente, com um 1‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tigran Barseghyan produziu-o, e o 8.59 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nino Marcelli não precisou: 7.84, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Dominik Takáč esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.32 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
A série sem derrotas chega aos 16 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Nino Marcelli tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Em resumo
Notas dos jogadoresNiko Janković em notas de excelência
A série sem derrotas chega aos 15 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
41 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mykola Kukharevych e o Slovan Bratislava acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
13 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Jan Bozenik está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Tem 21 anos, média de 7.28, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel02/11/2026
Suleiman Camara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Slovan Bratislava vai tentar não fazer disso um caso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Martin Šulek e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nino Marcelli, e o treinador deixou.
O banco26/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Robert Hubocan foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 11 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Suleiman Camara e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Minuto 87, frente ao MFK Ruzomberok, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Já são 11 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel12/10/2026
Suleiman Camara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Slovan Bratislava, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Uma média de 7.21 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Slovan Bratislava sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Daiki Matsuoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rahim Ibrahim estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Já são 9 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Daiki Matsuoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel28/09/2026
Esin Hakaj consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Esin Hakaj acabou de assinar pelo Slovan Bratislava e, por uma vez, a resposta importava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Robert Hubocan, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Já são 8 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/09/2026
Suleiman Camara desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
8 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andraž Šporar, e o treinador deixou.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Alasana Yirajang produziu-o, e o 8.98 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Slovan Bratislava ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rahim Ibrahim está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Podbrezova vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Slovan Bratislava foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Notas dos jogadores07/09/2026
Alasana Yirajang, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.88
Um 9.88 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O aperto de mão com o Ikorodu City está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
16 entradas e 2 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Uma média de 7.11 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Slovan Bratislava sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Slovan Bratislava já se começa a dizer o nome dele no passado.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
7.92, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
O Slovan Bratislava foi ao Ikorodu City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
$760.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Spartak Trnava pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daiki Matsuoka produziu-o, e o 8.24 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Albi Doka agiu, no Slovan Bratislava, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
A proposta seguiu esta semana para o Spartak Trnava, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Slovan Bratislava coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Danylo Ignatenko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
O Slovan Bratislava ofereceu $840.0K; o MSK Zilina disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Daiki Matsuoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/08/2026
Rahim Ibrahim desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.