“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stoke City, e não vai ser retirado.
Jogo12/09/2026
Não se vê o fim da espera do Stoke City por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Stoke City tem de arrancar um resultado de algum lado.
5 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Portsmouth fica com o seu homem, e o Stoke City volta a uma lista com um nome riscado.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksym Talovierov e o Stoke City acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Michael Svoboda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Frank Fielding não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
Os papéis estão assinados: Ben Killip chega do Portsmouth num negócio de $1.6M. Agora vem a parte difícil.
Direção07/09/2026
Fecha o mercado: 6 entradas, 14 saídas no Stoke City
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
O Stoke City ficou sem tempo com o Southampton. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Justin Devenny está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O Stoke City já telefonou ao Brighton. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Stoke City perguntou e o Arsenal disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stoke City fez a parte difícil com o Southampton, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Stoke City podem fingir não ter ouvido.
$1.9M era o máximo que o clube pagaria, e o Burnley pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 4 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Stoke City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
$6.1M era o máximo que o clube pagaria, e o Watford pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A proposta seguiu esta semana para o Southampton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Everton pagou $5.3M e o Stoke City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Stoke City, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Stoke City fez a parte difícil com o Coventry City, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Stoke City perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta seguiu esta semana para o Watford, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
$7.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Liverpool pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Watford fica com o seu homem, e o Stoke City volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $7.8M — um clube que quer Trey Nyoni ao ponto de perguntar duas vezes.
3 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
O Norwich City pagou $7.1M e o Stoke City aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.6M — um clube que quer Fábio Carvalho ao ponto de perguntar duas vezes.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” George Hirst e o Stoke City acertam mais 4 anos.
Mais um nome na lista: o Oldham Athletic fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Nikola Jojić. A resposta do Stoke City não mudou — para já.
Million Manhoef e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Justin Devenny e o Stoke City acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Viktor Johansson quer futebol continental; se o Stoke City o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Stoke City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Plantel03/08/2026
7 caras novas e o Stoke City ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.