Ninguém quer jogar contra o Textilschik neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Textilschik.
Plantel16/08/2027
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Arseniy Suslov sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O banco16/08/2027
Denis Sabusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Andrey Yevdokimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel09/08/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luca Bărbulescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Dribles concretizados: 16. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Direção09/08/2027
Em Textilschik, 94% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Textilschik já se começa a dizer o nome dele no passado.
Notas dos jogadores02/08/2027
Luca Bărbulescu, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.15
Um 8.15 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Andrey Yevdokimov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magomed Ramazanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Textilschik as despedidas começaram em silêncio.
Evgeny Tatarinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Textilschik ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco26/07/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Arseniy Suslov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Textilschik também ninguém o escondia.
Dribles concretizados: 13. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco26/07/2027
Maxim Kononov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Textilschik já se começa a dizer o nome dele no passado.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Direção19/07/2027
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Textilschik
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel19/07/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luca Bărbulescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Andrey Yevdokimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção12/07/2027
Os salários engolem 97% das receitas do Textilschik
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Denis Sabusov está nela.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Angusht tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Wojciech Szafranek tem a sua resposta do Textilschik; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nenhum deles será visto por quem quer que seja fora do centro de treinos durante três anos, a maioria nunca jogará um jogo sénior, e um deles pode mudar o clube. É toda a proposta, e é por isso que as academias existem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Textilschik já falam dele no passado.
Plantel28/06/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Artem Gavrilenko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Verba acordada, salário acordado, e o Torpedo Vladimir à espera com uma camisola. No Textilschik ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Artem Gavrilenko, e o treinador deixou.
O banco14/06/2027
Denis Sabusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Textilschik terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roman Yermolin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Evgeny Larionov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Jonathan Grech
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Textilschik aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Evgeny Tatarinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
8 jogos sem sofrer ao longo da época e o único prémio a que mais ninguém em campo pode aspirar. A maioria dos guarda-redes nunca vive um ano assim.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Luca Bărbulescu está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco07/06/2027
Roman Yermolin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Textilschik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O Textilschik fez saber ao mercado que Jonathan Grech está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Evgeny Tatarinov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Textilschik.
Plantel24/05/2027
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maxim Kononov está nela.
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Direção17/05/2027
Em Textilschik, 100% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Denis Sabusov está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roman Yermolin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wojciech Szafranek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
4.º lugar com 25 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Evgeny Tatarinov pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Textilschik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Evgeny Tatarinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel03/05/2027
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Gavrilenko está nela.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os salários ultrapassaram as receitas e a contabilidade começou a aparecer em reuniões a que antes mandava desculpas. Numa época destas, a ambição vem em segundo.
Plantel26/04/2027
Luca Bărbulescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco19/04/2027
Denis Sabusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Evgeny Tatarinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel12/04/2027
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco12/04/2027
Roman Yermolin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Maxim Kononov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Ryabinkin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Textilschik
PlantelOs relatórios de treino sobre Timur Alikberov não são bons
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Textilschik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrey Yevdokimov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/04/2027
Luca Bărbulescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Textilschik vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Artem Gavrilenko está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção22/03/2027
Os salários engolem 108% das receitas do Textilschik
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Evgeny Tatarinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/03/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Roman Yermolin está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Wojciech Szafranek pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Textilschik admitiria. Nota-se aos sábados.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Ryabinkin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
4.º lugar com 25 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Textilschik ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Andrey Yevdokimov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Evgeny Steshin e o Textilschik acertam mais 2 anos.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Textilschik sabem-no.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Ilja Klementjev pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrey Yevdokimov assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Tão perto: a transferência de Evgeny Tatarinov morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Torpedo Vladimir seguiu em frente, Evgeny Tatarinov apresenta-se de volta no Textilschik, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Fecha o mercado: 0 entradas, 0 saídas no Textilschik
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 0, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Textilschik ofereceu $25.0K; o Nosta disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Textilschik vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Veles pode já não estar a vender.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Textilschik lida com um homem que quer outro país.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta seguiu esta semana para o Nosta, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Bărbulescu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Direção22/02/2027
Em Textilschik, 118% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Denis Sabusov está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luca Bărbulescu. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O que era uma notícia de última página virou cântico, e o cântico não é simpático. O Textilschik preferia resolver isto em silêncio, e o silêncio acabou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Artem Gavrilenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Makar Dulov lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Veles está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Ryabinkin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
4.º lugar, 25 pontos, e uma reta final que decide se a próxima época tem noites de quinta-feira. Ninguém lhe chama ainda uma corrida, que é o que se diz durante uma.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Textilschik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Textilschik perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Textilschik já falam dele no passado.
Plantel08/02/2027
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Textilschik terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrey Yevdokimov assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
28 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Textilschik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Evgeny Tatarinov não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Veles fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Plantel01/02/2027
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
As contas são de leitura incómoda. Primeiro os salários, depois a ambição: é essa a ordem no Textilschik.
O banco01/02/2027
Maxim Kononov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Textilschik terá de responder com minutos ou com uma transferência.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Textilschik perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Evgeny Tatarinov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Direção25/01/2027
Em Textilschik, 131% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Amir Khairulin, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Evgeny Tatarinov assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Makar Dulov lesiona os ligamentos do joelho — 42 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 42 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Evgeny Tatarinov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco18/01/2027
Roman Yermolin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Ryabinkin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magomed Ramazanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Textilschik as despedidas começaram em silêncio.
Andrey Yevdokimov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Maxim Noskov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Textilschik aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. August Bryld está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
O banco04/01/2027
Maxim Kononov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roman Yermolin assinar alguma coisa — um contrato no Textilschik ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Textilschik, mais uma semana sem a assinatura de Alexandr Grin.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Evgeny Tatarinov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
O banco28/12/2026
Denis Sabusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Luca Bărbulescu. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/12/2026
Roman Yermolin tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nazar Skvortsov, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evgeny Tatarinov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4.º lugar com 25 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magomed Ramazanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Textilschik as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Evgeny Tatarinov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Em resumo
O bancoArtem Gavrilenko tornou-se um homem de confiança do treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Artem Gavrilenko está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Bărbulescu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Wojciech Szafranek, e o treinador deixou.
Disseram uma coisa a Wojciech Szafranek e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
O banco30/11/2026
Denis Sabusov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Textilschik dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Textilschik sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
PlantelOs relatórios de treino sobre Luca Bărbulescu não são bons
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Roman Yermolin está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Wojciech Szafranek treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Evgeny Tatarinov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magomed Ramazanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Textilschik as despedidas começaram em silêncio.
Evgeny Tatarinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel16/11/2026
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Evgeny Tatarinov. 1‑0 sobre o Dinamo Kirov, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.78. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Arseniy Suslov sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Textilschik fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Andrey Yevdokimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luca Bărbulescu estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 92. O Veles tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Arseniy Suslov depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Maxim Kononov está nela.
Dmitry Usov, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.25
Um 8.25 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Textilschik, e não vai ser retirado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Dmitry Usov tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Um 2‑0 sobre o Dinamo Moscow 2, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Ilja Klementjev está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel26/10/2026
No Textilschik ainda são estranhos uns para os outros
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco26/10/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Arseniy Suslov a uma sala que já as tinha ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Roman Yermolin está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Textilschik, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Roman Yermolin: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Textilschik a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Um golo de defesa dá a vitória ao Textilschik — 7.77
1 para Victor Demjanov, avaliado com 7.77, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Textilschik sabem-no.
Evgeny Tatarinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel19/10/2026
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Victor Demjanov. 1‑0 sobre o Tyumen, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O banco19/10/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Arseniy Suslov foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Andrey Yevdokimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Textilschik sabem-no.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Maksim Cheryshev é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Nikolay Nekrasov é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Textilschik foi explícito quanto à situação de Vladislav Kuznetsov, o que é mais do que muitos recebem.
O banco12/10/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Arseniy Suslov não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Textilschik também ninguém o escondia.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O Zenit segue em frente e o Textilschik vai para casa, com um 2‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Evgeny Tatarinov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/10/2026
Andrey Yevdokimov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Terminou 2‑1, e a tarde foi de Evgeny Tatarinov: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Textilschik.
Direção05/10/2026
Os salários engolem 436% das receitas do Textilschik
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Roman Yermolin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Textilschik lida com um homem que quer outro país.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Victor Demjanov está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Luca Bărbulescu não precisou: 7.91, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/09/2026
Luca Bărbulescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no Textilschik
15 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Magomed Ramazanov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Textilschik as despedidas começaram em silêncio.
Andrey Yevdokimov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A formação existe exatamente para esta manhã. Roman Zyuganov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dmitri Muratov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco21/09/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por Arseniy Suslov a uma sala que já as tinha ouvido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dmitry Usov não precisou: 8.16, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Direção14/09/2026
O prazo passa com 23 contratações e 1 saídas
Está feito o negócio no Textilschik até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andrey Yevdokimov estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para August Bryld, e o treinador deixou.
O banco14/09/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Arseniy Suslov foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Textilschik perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
Andrey Yevdokimov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel07/09/2026
Luca Bărbulescu desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Textilschik podem fingir não ter ouvido.
A proposta do Spartak Kostroma por Evgeny Tatarinov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Salyut fica com o seu homem, e o Textilschik volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Wojciech Szafranek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Grin, e o treinador deixou.
Plantel31/08/2026
13 caras novas e o Textilschik ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Textilschik já telefonou ao Chernomorets. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Artem Gavrilenko produziu-o, e o 8.13 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Evgeny Tatarinov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bumprom Gomel fica com o seu homem, e o Textilschik volta a uma lista com um nome riscado.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Alexandr Ryabinkin tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maxim Kononov e o Textilschik acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Andrey Yevdokimov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Textilschik ofereceu $270.0K; o KDV Tomsk disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Faz o seu trabalho e não se está a instalar. O Textilschik devia ser um passo em frente nas contas dele, e as contas dele foram revistas desde que chegou.
Plantel17/08/2026
Maxim Noskov desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Wojciech Szafranek e o Textilschik acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Textilschik coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o KDV Tomsk, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Textilschik perguntou e o Kuban disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel10/08/2026
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Wojciech Szafranek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Foma Efimov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Dmitri Novikov está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Evgeny Larionov passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Andrey Yevdokimov e o Textilschik acertam mais 4 anos.
Evgeny Tatarinov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Textilschik sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andrey Yevdokimov está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco03/08/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Arseniy Suslov a uma sala que já as tinha ouvido.
Faltam 49 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.