“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Toluca, e 5 jogos em 13 dizem que merece ser ouvido.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Tigres? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Uma média de 7.39 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesús Ricardo Angulo, e o treinador deixou.
6 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Toluca sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Toluca, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoHelinho colocado na lista de transferências
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A série sem derrotas chega aos 12 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
4 golos e uma média de 7.37 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
6 golos em 11 jogos no Pumas UNAM — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Toluca alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Everardo López assinar alguma coisa — um contrato no Toluca ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
As bancadasA imprensa encontrou o seu homem em Nicolás Castro
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Paulinho, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Toluca daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Viktoria Plzen segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
4 golos e uma média de 7.22 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Toluca, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Vitória por 2‑1 sobre o Pumas UNAM, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Hugo González sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jesús Ricardo Angulo, e o treinador deixou.
Uma média de 7.21 na época, com 4 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Erick Sandoval, 21 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Toluca que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Toluca que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Toluca, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Eros García deixa o Toluca pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Santiago García deixa o Toluca pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nicolás Castro, e o treinador deixou.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Toluca sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kevin Martínez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Colocado numa posição que não é a sua, ou substituído antes da hora uma vez de mais: Luan deixou claro que não gosta da forma como o Toluca o está a utilizar. Os treinadores sabem destas coisas muito antes da imprensa.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Carlos Garduño deixa o Toluca pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
Contrato liquidado, apertos de mão, nenhuma verba a mudar de mãos. Joaquín Torres deixa o Toluca pela porta discreta, e a folha salarial respira um pouco melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcel Ruiz, e o treinador deixou.
6 golos em 6 jogos no Pumas UNAM — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Toluca alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Antonio Briseño, e o treinador deixou.
A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Toluca tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Toluca sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
O Toluca passou o mercado a tentar colocar Helinho e não apareceu ninguém. Treina com um plantel que já lhe disse que não conta com ele, e ambas as partes esperam agora pela próxima janela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
A proposta do Puebla por Carlos Garduño foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sebastián Córdova. 1‑0 sobre o Tijuana, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Heber Velázquez, 18 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
A proposta do Santos Laguna por Sebastián Córdova foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Toluca sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A proposta do Viktoria Plzen por Oswaldo Virgen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Kevin Martínez tem a sua resposta do Toluca; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Toluca, e não vai ser retirado.
Toda a gente deixou de fingir: o CF Montreal vai fazer a chamada por Oswaldo Virgen esta semana. O Toluca tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do Bournemouth por Oswaldo Virgen foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Toluca a ouviu como outra coisa.