Yvon Mvogo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Montassar Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Arthur Avom Ebong assinar alguma coisa — um contrato no FC Lorient ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm dia para esquecer de Bamba Dieng
Dribles concretizados: 26. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Jogo14/11/2026
Não se vê o fim da espera do FC Lorient por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no FC Lorient tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Lorient coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yvon Mvogo assinar alguma coisa — um contrato no FC Lorient ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Mohamed Bamba não conseguiu
PlantelBamba Dieng passou a ter companhia no lugar
Montassar Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Lorient coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Arthur Avom Ebong treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Montassar Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Panos Katseris, e o treinador deixou.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Yvon Mvogo sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. FC Lorient têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Montassar Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do RC Lens por Arthur Avom Ebong foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Yvon Mvogo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que FC Lorient podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no FC Lorient coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Toda a gente deixou de fingir: o Valenciennes vai fazer a chamada por Baptiste Macon esta semana. O FC Lorient tem um número em mente, e o número não é tímido.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Yvon Mvogo assinar alguma coisa — um contrato no FC Lorient ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Montassar Talbi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os clubes de futebol endividam-se; isso não é notícia. Endividarem-se acima do que lhes foi concedido é, porque a partir daqui é o dinheiro do dono ou a decisão de outra pessoa, e nenhuma das duas coisas pertence à direção.
Tem 16 anos e ninguém em FC Lorient o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
Tem 16 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de FC Lorient foi explícito quanto à situação de Samir Haribou, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
PlantelAlguém anda atrás da camisola de Bamba Dieng