Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Jaroszewicz será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Jogo19/02/2033
Não se vê o fim da espera do Once Caldas por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Once Caldas tem de arrancar um resultado de algum lado.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/02/2033
Joaquín Molina desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jairo Ditta, e o treinador deixou.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Jader Martínez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
O Deportivo Pasto e o Envigado acertaram em $1.1M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Union Magdalena por Jorman Mendoza foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Néstor Caicedo quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Yojhan Sánchez e o Deportivo Pasto acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
41 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Deportivo Pasto perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atletico Nacional fica com o seu homem, e o Deportivo Pasto volta a uma lista com um nome riscado.
O telefone voltou a tocar por causa de Sebastián Buitrago, e desta vez do outro lado está o Tigres. No Deportivo Pasto ouvem com educação e não prometem nada.
Agustín Pereira lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Deportivo Pasto está a esgotar-se.
Néstor Caicedo e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Benjamín Bosch quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Deportivo Pasto, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 1 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Deportivo Pasto pode pedir e sobe o salário que Jairo Ditta pode exigir.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jairo Ditta será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Deportivo Pasto as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mayer Gil, e o treinador deixou.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Johan Carbonero está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Felipe Bussio está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Deportivo Pasto, mais uma semana sem a assinatura de Stiven Muhlethaler.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Deportivo Pasto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Deportivo Pasto fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel11/10/2032
Uma transferência que Lucio Urquía teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Lucio Urquía está a viver essa versão no Deportivo Pasto, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Yojhan Sánchez quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Plantel11/10/2032
Alexis González desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Felipe Bussio treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 27 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Deportivo Pasto ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
Não há pior forma de perder um futebolista. Jairo Ditta pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Néstor Caicedo e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
Kilian Toscano lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Kevin Chacón será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.96, e ninguém melhor em campo.
Notas dos jogadores13/09/2032
Um golo de defesa dá a vitória ao Once Caldas — 7.46
1 para Gustavo Charrupi, avaliado com 7.46, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Joaquín Molina e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 16 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 34 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
John Méndez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Deportivo Pasto lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O novo treinador do Deportivo Pasto já trabalhou com Juan Camilo Castillo e correu bem. Chega com uma ideia formada do jogador, o que vale mais do que qualquer pré-época.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Deportivo Pasto foi explícito quanto à situação de Jairo Ditta, o que é mais do que muitos recebem.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
83 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Deportivo Pasto perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. José Cabrera quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ferlys García, e o treinador deixou.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alexis González estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑1, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Freddy Montero está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Hugo Murillo está em marcha
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 96 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Deportivo Pasto podem fingir não ter ouvido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Miguel Moreno quer futebol continental; se o Deportivo Pasto o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mayer Gil está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco29/03/2032
Yhormar Hurtado tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Deportivo Pasto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Deportivo Pasto, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel23/02/2032
Miguel Moreno desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tiago Peñalba, e o treinador deixou.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Pablo Arias depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Deportivo Pasto foi explícito quanto à situação de Sebastián Buitrago, o que é mais do que muitos recebem.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Deportivo Pasto perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Deportivo Pasto coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/01/2032
Miguel Moreno desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O sistema mudou e a posição dele não. Um futebolista pode melhorar a forma; não pode melhorar o sistema do treinador, e o problema é todo esse.
O banco19/01/2032
Johan Caicedo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Deportivo Pasto dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago Collares, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Joider Micolta treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Deportivo Pasto perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Mercado12/01/2032
Tão perto: a transferência de Brian Lemos morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Santa Fe seguiu em frente, Brian Lemos apresenta-se de volta no Deportivo Pasto, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Deportivo Pasto, e não vai ser retirado.
Brian Lemos esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mayer Gil estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giuliano Cerato, e o treinador deixou.
Em resumo
O bancoFelipe Bussio tornou-se um homem de confiança do treinador
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $344.7K do que o Fortaleza pagou por Jairo Ditta é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
$3.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Corinthians pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fortaleza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Fortaleza podem fingir não ter ouvido.
Adem Zorgane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Fortaleza perguntou e o Santos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel14/07/2031
Palavras no treino do Fortaleza sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Thiago Medeiros está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fortaleza, e não vai ser retirado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Gabriel Barbosa produziu-o, e o 8.14 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O Fortaleza foi ao Flamengo com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Adem Zorgane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
10 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
O Fortaleza ofereceu $31.0K; o Ferroviária disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta do São José por Jairo Ditta foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Fortaleza, e não vai ser retirado.
$270.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Santos pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Porto Velho está fora e o Fortaleza segue em frente, com um 3‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.47 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Luiz Júnior e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/05/2031
Thiago Medeiros desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
2 golos em vinte minutos com Brandão no meio de tudo, e o Porto Velho sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
Luan Freitas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Fortaleza foi explícito quanto à situação de Jairo Ditta, o que é mais do que muitos recebem.
O banco19/05/2031
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Luiz Júnior
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Luiz Júnior sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Fortaleza, e 5 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco19/05/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Rodrigo Teixeira não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Fortaleza também ninguém o escondia.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Marcos Paulo não desaparece
O bancoPaulo Baya tornou-se um homem de confiança do treinador
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Fortaleza ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Adem Zorgane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thiago Medeiros e o Fortaleza acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel12/05/2031
Thiago Medeiros desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Júlio César, e o treinador deixou.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Fortaleza joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
2‑2, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco12/05/2031
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Rodrigo Teixeira não o escondia depois do 2‑2, e no balneário do Fortaleza também ninguém o escondia.