107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Santa Fe perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A proposta do St. Louis CITY SC por Jacaré foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Alexander Aravena esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Luka Romero estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Santiago García Rossi, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o Huracán à espera com uma camisola. No Once Caldas ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Mais um nome na lista: o Santa Fe fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Gustavo Charrupi. A resposta do Once Caldas não mudou — para já.
Matheus Cunha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Once Caldas fez a parte difícil com o Santa Fe, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A primeira derrota em 8 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Atletico Nacional; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Once Caldas já se começa a dizer o nome dele no passado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nicolás Utrera será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Once Caldas coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matheus Cunha. 1‑0 sobre o Deportes Quindio, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Once Caldas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Mais um nome na lista: o Santa Fe fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Gustavo Charrupi. A resposta do Once Caldas não mudou — para já.
Brian Lemos e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há pior forma de perder um futebolista. Adama pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Em resumo
PlantelMatheus Cunha desentende-se com um colega por causa das exigências
22 dias de fora para Richard Torres depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.94 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Once Caldas lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Deportivo Cali segue em frente e o Once Caldas vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Plantel08/05/2034
46 dias de fora para Richard Torres depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Once Caldas vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Joaquín Molina será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Once Caldas as despedidas começaram em silêncio.
O Atletico Bucaramanga vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Edwin Mina pré-acordou a mudança para o Once Caldas, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brayan Medina, e o treinador deixou.
Plantel08/05/2034
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adama está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Once Caldas perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Once Caldas toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Once Caldas podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Once Caldas ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matheus Cunha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não há pior forma de perder um futebolista. Nicolás Siri pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
O nome de Bautista Farías apareceu em conversas de que o Once Caldas não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel02/01/2034
Palavras no treino do Once Caldas sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Joaquín Molina está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.