Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Simon Ramabu. 4‑2 sobre o SuperSport United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Kermit Billiat sobre uma tarde de 4‑2 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Em resumo
Notas dos jogadoresEugene Ikutwa encarou-os todo o jogo
Uma média de 7.42 na época, com 15 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sibusiso Tshabalala e o Polokwane City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Brian Bwire, e o treinador deixou.
Notas dos jogadores06/03/2034
Eugene Ikutwa jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.53. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o Bidvest Wits marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Tlou Nkwe está nela.
O banco27/02/2034
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Kermit Billiat não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Polokwane City também ninguém o escondia.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Polokwane City perguntou e o Vicenza disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
5 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Free State Stars foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
Notas dos jogadoresEugene Ikutwa jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Dribles concretizados: 28. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo11/02/2034
Não se vê o fim da espera do Polokwane City por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Polokwane City tem de arrancar um resultado de algum lado.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Polokwane City perguntou e o Wolverhampton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Lebogang Mphela lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
314 jogos ao longo de 10 épocas com uma só camisola. Carreiras assim já não se constroem de propósito, e o Polokwane City sabe exatamente o que tem.
Direção06/02/2034
O Polokwane City fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 8 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Polokwane City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thabang Matuludi e o Polokwane City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PSV fica com o seu homem, e o Polokwane City volta a uma lista com um nome riscado.
29 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Polokwane City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Vicenza fica com o seu homem, e o Polokwane City volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Uma média de 7.40 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Avaliado com 8.13. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Polokwane City.
O banco23/01/2034
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Kermit Billiat a uma sala que já as tinha ouvido.
Em resumo
O bancoThabang Matuludi tornou-se um homem de confiança do treinador
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Polokwane City e do Bloemfontein Celtic por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Em resumo
PlantelSimon Ramabu vive a melhor forma da carreira
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o Black Aces passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Polokwane City perguntou e o PSV disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A carreira de um guarda-redes conta-se pelos jogos em que ninguém lhe marcou, e Brian Bwire tem agora 50 deles em 242 partidas. Nada naquele número foi sorte.
Dribles concretizados: 41. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel26/12/2033
Ramahlwe Mkhize lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.30 na época, com 3 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Polokwane City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.51 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sibusiso Tshabalala. 3‑1 sobre o University of Pretoria, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para André Oliveira, e o treinador deixou.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Polokwane City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.23 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Oliveira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Ajax Cape Town? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
37 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Polokwane City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.99 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Tlou Nkwe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mpho Mvundlela e o Polokwane City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco05/12/2033
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kermit Billiat, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
44 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Polokwane City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Ramabu produziu-o, e o 8.69 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
8 golos e uma média de 7.21 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
O banco28/11/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 2‑3 Kermit Billiat saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ramahlwe Mkhize lesiona os ligamentos do joelho — 51 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 51 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Ramabu produziu-o, e o 8.25 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Tlou Nkwe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Simon Ramabu na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Polokwane City nem ao Bidvest Wits.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Morgan Hlatshwayo e o Polokwane City acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tlou Nkwe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Ramabu produziu-o, e o 8.28 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Kermit Billiat sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
O banco31/10/2033
Tlou Nkwe tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Polokwane City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Tlou Nkwe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma exibição de 8.23 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
O banco24/10/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kermit Billiat foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Oliveira treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 20. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
O banco17/10/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Kermit Billiat saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Ramahlwe Mkhize foi informado de que não entra nos planos do treinador do Polokwane City.
O banco17/10/2033
Ramahlwe Mkhize tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Polokwane City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Tlou Nkwe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Chippa United com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Gbenga Opamoye treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Polokwane City vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.
3.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Polokwane City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Polokwane City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Sibusiso Tshabalala. 2‑0 sobre o Jomo Cosmos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores19/09/2033
Tlou Nkwe jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.02. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” André Oliveira tem a sua resposta do Polokwane City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
O banco19/09/2033
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Kermit Billiat foi breve depois da vitória por 2‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Brian Bwire treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 10 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
1‑2 frente ao Bloemfontein Celtic, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ramahlwe Mkhize não precisou: 7.97, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.91 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
O banco12/09/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Kermit Billiat saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
As bancadasOs holofotes estão em cima de Brian Bwire
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Polokwane City marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
6 jogos sem vencer, e depois isto, frente ao Maritzburg United. O alívio é um barulho estranho num estádio de futebol, e foi o único que se ouviu no fim.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zamalek fica com o seu homem, e o Polokwane City volta a uma lista com um nome riscado.
Um 2‑1 sobre o Maritzburg United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Minuto 85, frente ao University of Pretoria, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 27. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Polokwane City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
291 jogos ao longo de 10 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Polokwane City podem fingir não ter ouvido.
Jogo06/08/2033
Não se vê o fim da espera do Polokwane City por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Polokwane City tem de arrancar um resultado de algum lado.
O Polokwane City mexeu-se antes que outro pudesse: novo contrato para Kermit Billiat, acertado em silêncio e anunciado em voz alta. As direções renovam com treinadores por muitas razões; a boa é aquela com que esta se parece.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sibusiso Tshabalala e o Polokwane City acertam mais 2 anos.
Em resumo
Direção6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Polokwane City
Palavras no treino do Polokwane City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Monty Batlhabane está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Evidence Dala e o Polokwane City acertam mais 3 anos.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Polokwane City sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
25 golos e uma média de 7.44 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo19/03/2033
Não se vê o fim da espera do Polokwane City por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Polokwane City tem de arrancar um resultado de algum lado.
Plantel21/03/2033
Monty Batlhabane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tlou Nkwe e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Ninguém no Polokwane City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Kermit Billiat depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Polokwane City podem fingir não ter ouvido.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Morgan Hlatshwayo não precisou: 7.89, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco14/03/2033
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑3 Kermit Billiat saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
5 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Giovanni Philander: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Polokwane City a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Brian Bwire não desaparece
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.93 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Eugene Ikutwa compromete-se com o Polokwane City por mais 4 anos.
Plantel07/03/2033
Monty Batlhabane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tlou Nkwe esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Polokwane City têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.
Direção07/03/2033
A direção do Polokwane City arranja $1.9M para o treinador
Dinheiro, não palavras, e é a única resposta que um treinador quer alguma vez ouvir. Gastar bem $1.9M passa a ser inteiramente problema dele.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.03 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polokwane City, e não vai ser retirado.
Já são 100 golos com estas cores, cada um deles a memória de alguém. Há um adepto na bancada capaz de dizer onde estava na maioria deles.
Plantel14/02/2033
Monty Batlhabane desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 37. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Polokwane City marcou aos 96, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
Uma média de 7.40 na época, com 18 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Direção07/02/2033
O prazo passa com 0 contratações e 6 saídas
Está feito o negócio no Polokwane City até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Brian Bwire e o Polokwane City acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Gbenga Opamoye lesiona os ligamentos do joelho — 14 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 14 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.40 na época, com 17 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
As regras permitem-no e dói na mesma. Ahmed Family acertou condições com o Ajax Cape Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Polokwane City perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
21 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Polokwane City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polokwane City, e não vai ser retirado.
Uma média de 7.38 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Monty Batlhabane e o Polokwane City acertam mais 4 anos.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Utrecht fica com o seu homem, e o Polokwane City volta a uma lista com um nome riscado.
Gbenga Opamoye lesiona os ligamentos do joelho — 28 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 28 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Sibusiso Tshabalala não será o apontado, mas ninguém no Polokwane City escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.97 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
15 golos e uma média de 7.36 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
35 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Polokwane City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Uma média de 7.35 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Rivaldo Vilakazi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rivaldo Vilakazi, e o treinador deixou.
Gbenga Opamoye lesiona os ligamentos do joelho — 63 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 63 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polokwane City, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Polokwane City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
13 golos e uma média de 7.35 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
77 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Polokwane City perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
12 golos e uma média de 7.32 na época. Uma forma destas nota-se muito para lá desta cidade.
Jogo06/11/2032
O Polokwane City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Gbenga Opamoye lesiona os ligamentos do joelho — 91 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 91 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 90. O Platinum Stars vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polokwane City, e não vai ser retirado.
Posição 3, 20 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo23/10/2032
O Polokwane City torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Simon Ramabu. 1‑0 sobre o Platinum Stars, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Gbenga Opamoye lesiona os ligamentos do joelho — 98 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 98 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Polokwane City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Polokwane City, mais uma semana sem a assinatura de Brian Bwire.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Polokwane City prefere.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rivaldo Mahlangu e o Polokwane City acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco04/10/2032
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑5, ditas por Kermit Billiat a uma sala que já as tinha ouvido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Polokwane City podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Polokwane City coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Palavras no treino do Polokwane City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rivaldo Vilakazi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Siyabonga Ngcobo compromete-se com o Polokwane City por mais 3 anos.
O banco27/09/2032
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Kermit Billiat, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Everton fica com o seu homem, e o Polokwane City volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dean Zungu, e o treinador deixou.
Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 8.16, e nem uma objeção no estádio.
Plantel20/09/2032
Palavras no treino do Polokwane City sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Rivaldo Vilakazi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Kermit Billiat depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoThabang Matuludi tornou-se um homem de confiança do treinador
PlantelO melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Polokwane City
O Chippa United segue em frente e o Polokwane City vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Polokwane City, e não vai ser retirado.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Polokwane City e o Bloemfontein Celtic, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Polokwane City perguntou e o Mamelodi Sundowns disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel13/09/2032
Brian Bwire desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Polokwane City já se começa a dizer o nome dele no passado.
1 para Collins Nwoburuoke, avaliado com 7.94, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Monty Batlhabane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Polokwane City e o Maritzburg United, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel23/08/2032
Brian Bwire desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Bradley Khune fica onde está
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Polokwane City vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Polokwane City aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Monty Batlhabane e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bulelane Nikani e o Polokwane City acertam mais 1 anos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Thabang Matuludi está nela.
Monty Batlhabane e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Brian Bwire estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Keabetswe Kungwane está nela.