Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 71 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 107 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 131 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no AS Roma coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No AS Roma estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de AS Roma ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Em resumo
MercadoLuigi Cherubini regressa de um empréstimo que resultou
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ricardo Mathias acabou de assinar pelo AS Roma e, por uma vez, a resposta importava.
Ricardo Mathias tem 20 anos, e o AS Roma contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Matías Soulé esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A forma vai e vem; esta não foi. Slim Bouaskar tem 18 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel28/06/2027
Mile Svilar melhorou aos 27, o que ninguém esperava
As carreiras devem estagnar e depois cair, e quem ignora isso é sempre quem estava a ouvir no treino. 3 pontos, ao longo de meses, numa idade em que a direção costuma ser só uma.
O Al-Hilal pagou $9.8M e o Al-Ahli aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Aos 28 a evolução devia ter acabado. Não acabou: 3 pontos acima da marca do início do ano, o que acontece aos jogadores que levam a sério as partes aborrecidas do ofício.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al-Ahli vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Galeno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
27 jogos e 27 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ahli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoAbdullah Abdo regressa de um empréstimo que não lhe deu nada
Ricardo Mathias tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no USM Khenchela dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bandile Dlamini treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Artem Bondarenko lesiona os ligamentos do joelho — 16 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 16 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valentin Atangana esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Abdulrahman Ghareeb, e o treinador deixou.
Plantel10/05/2027
Édouard Mendy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
MercadoA história de Merih Demiral recusa-se a morrer
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Abdullah Abdo
Uma média de 7.47 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O USM Khenchela sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel10/05/2027
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Artem Bondarenko lesiona os ligamentos do joelho — 25 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 25 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Galeno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Galeno esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
12 golos em 21 jogos no MC Alger — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Ahli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
16 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.47 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O USM Khenchela sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 38 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Alfie James não precisou: 7.74, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Plantel22/03/2027
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ammar Oukil
Uma média de 7.47 na época, com 25 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matheus Gonçalves não precisou: 8.31, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Jogo10/03/2027
O Al-Ahli torna a sua casa um sítio difícil de visitar
13 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 45 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.47 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O USM Khenchela sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no USM Khenchela sabem-no.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ricardo Mathias. 2‑0 sobre o JS Saoura, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoa Cervantes em notas de excelência
25 golos em 26 jogos no USM Khenchela — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Ahli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulrahman Ghareeb e o Al-Ahli acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USM Khenchela, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores08/03/2027
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.04
Um 8.04 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zakaria Mansouri e o USM Khenchela acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no USM Khenchela sabem-no.
Plantel08/03/2027
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Bodo/Glimt por Galeno foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/03/2027
5 caras novas e o Al-Ahli ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 59 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no USM Khenchela sabem-no.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Serge Badjo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ahli ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Al-Ahli e lutar pelo meu lugar.» 0 jogos em 6 no Pyunik dizem o resto.
Plantel22/02/2027
Édouard Mendy tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Al-Ahli sobre quem trabalha
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 66 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rudi Castro, e o treinador deixou.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 73 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Uma média de 7.36 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. USM Khenchela têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Dribles concretizados: 21. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 87 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USM Khenchela, e não vai ser retirado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ammar Oukil. 2‑1 sobre o ES Mostaganem, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marco Granados, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Ricardo Mathias
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ivan Toney produziu-o, e o 8.93 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A série sem derrotas chega aos 9 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Al-Ahli ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 94 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que USM Khenchela podem fingir não ter ouvido.
Mais um nome na lista: o Canon Yaounde fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Rudi Castro. A resposta do USM Khenchela não mudou — para já.
Plantel25/01/2027
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
102 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.35 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O USM Khenchela sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
O Inter pagou $59.2M e o Al-Ahli aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matheus Gonçalves não precisou: 8.04, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Vai para o Inter, o clube tem $59.2M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
109 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Medeama por Marco Granados foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ricardo Mathias não precisou: 7.93, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ricardo Mathias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ricardo Mathias. 1‑0 sobre o ES Ben Aknoun, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
116 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o USM Khenchela beneficiou disso.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O USM Khenchela pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o USM Khenchela lida com um homem que quer outro país.
Tem 20 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
O Al-Faisaly vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ahli foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ivan Toney produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.38 na época, com 20 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matheus Gonçalves não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
19 golos em 17 jogos no USM Khenchela — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Al-Ahli alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Al-Ahli vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
8 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
Notas dos jogadoresAli Majrashi jogou uma tarde diferente da de toda a gente
123 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Notas dos jogadores28/12/2026
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.96
Um 7.96 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel28/12/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
130 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Uma média de 7.34 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O USM Khenchela sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Merih Demiral esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Naif Masoud está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
137 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O USM Khenchela perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ricardo Mathias não precisou: 7.77, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Plantel14/12/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Al-Ra'ed vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Al-Ahli foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
3.º lugar e 37 pontos no marcador. No estádio ainda ninguém diz a palavra, e no estádio toda a gente pensa nela.
Notas dos jogadores07/12/2026
Matheus Gonçalves, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Uma média de 7.29 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ricardo Mathias não precisou: 10.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
6 golos num jogo, Ricardo Mathias na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao USM Khenchela nem ao ASO Chlef.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Ricardo Mathias. 4‑2 sobre o ASO Chlef, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Noa Cervantes no seu melhor
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Roger Ibañez quer futebol continental; se o Al-Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Uma média de 7.20 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Naif Masoud está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
MercadoA história de Ivan Toney recusa-se a morrer
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 9.62
Um 9.62 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Rudi Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ricardo Mathias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Plantel23/11/2026
Naif Masoud desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
9 jogos longe de casa e 8 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel23/11/2026
Feras Al-Brikan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.97
Um 7.97 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 20 anos, média de 7.13, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Serge Badjo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Chaurand, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 34. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Notas dos jogadores16/11/2026
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.18
Um 8.18 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Plantel16/11/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Noa Cervantes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Galeno produziu-o, e o 8.37 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Al-Ahli tem 6 vitórias seguidas dela.
Notas dos jogadores02/11/2026
Matheus Gonçalves, 21 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.99
Um 7.99 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Galeno. 3‑1 sobre o Al-Nassr, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Aos 21 anos passou um mês a ser melhor do que todos os da sua idade na liga, o que é diferente e mais difícil do que uma boa tarde. No Al-Ahli vão esforçar-se muito por não fazer disto um caso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 36. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores02/11/2026
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.92
Um 7.92 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdelhamid Dris e o USM Khenchela acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel02/11/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Ricardo Mathias tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 12 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Notas dos jogadores26/10/2026
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Tem 20 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Noa Cervantes tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Faik Amrane esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O CR Belouizdad segue em frente e o USM Khenchela vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Dribles concretizados: 28. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Notas dos jogadores12/10/2026
Ricardo Mathias, 20 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.77
Um 7.77 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 20. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
A forma vai e vem; esta não foi. Serge Badjo tem 23 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel12/10/2026
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Roger Ibañez quer futebol continental; se o Al-Ahli o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Matheus Gonçalves sai dessa comparação dentro da equipa, e o Al-Ahli beneficiou de cada uma dessas tardes.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ricardo Mathias
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do USM Khenchela, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ricardo Mathias não precisou: 7.83, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Wandile Bophela está a viver essa versão no USM Khenchela, e costuma notar-se no primeiro mês.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o USM Khenchela lida com um homem que quer outro país.
Plantel05/10/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um alívio muito próprio quando um clube trata exatamente daquilo por que a sua própria bancada anda a gritar. Wandile Bophela chega precisamente para esse trabalho, e agora tem de o fazer.
Direção05/10/2026
Em USM Khenchela, 87% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ivan Toney produziu-o, e o 8.65 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Al-Ahli coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Matheus Gonçalves tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ivan Toney. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Serge Badjo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel28/09/2026
Demasiada mudança demasiado depressa no USM Khenchela
12 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Roger Ibañez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Roger Ibañez assinar alguma coisa — um contrato no Al-Ahli ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Ninguém no Al-Ahli dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Al-Ahli, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Dribles concretizados: 25. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel21/09/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no USM Khenchela coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Ricardo Mathias não precisou: 7.80, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
A proposta do ASO Chlef por Christopher Samangwa foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do USM Khenchela sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Zakaria Mansouri está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Réda Boumechra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel24/08/2026
Zakaria Mansouri desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Faz aos sábados coisas a que ninguém à sua volta consegue responder: durante uma temporada é lisonjeiro e depois é um problema. O USM Khenchela não o segura a fingir o contrário.