Alberto Castillo

Meia Direito - Chicago Fire
17 Abr 2036
Quinta-feira
Processo

Marcado para Alberto Castillo

496 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Alberto Castillo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Franco Lino tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Samuel Pereda em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adem Sipić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Justin Njinmah bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Justin Njinmah treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Não há esconderijo para Julian Redrupp

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Julian Redrupp, e o treinador deixou.

Mercado

Chicago Fire e Sam Tillman falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Walker Pulisic

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

Edições anteriores
492 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Blake Gillingham

20 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Alberto Castillo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Franco Lino está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Szymon Włodarczyk assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Szymon Włodarczyk compromete-se com o Chicago Fire por mais 3 anos.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

George Marks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Justin Njinmah está a abrandar

Aos 35 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Chicago Fire e Justin Njinmah

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Chicago Fire, mais uma semana sem a assinatura de Justin Njinmah.

O banco

Matteo Rizzo ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Justin Bradley bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Justin Bradley treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

489 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Blake Gillingham lesiona os ligamentos do joelho — 41 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 41 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

George Marks em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Adem Sipić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Szymon Włodarczyk pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Conversas entre Chicago Fire e Franco Lino empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Gio Yedlin ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Mercado

A pergunta sobre Nimfasha Berchimas persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Nimfasha Berchimas. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Mercado

Franco Lino deixa correr o contrato

Faltam 3 meses e não há acordo à vista. Cada semana sem assinatura custa dinheiro ao Chicago Fire.

Mercado

Chicago Fire colocam Alberto Castillo no mercado

A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Alberto Castillo pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.

Em resumo

488 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/12/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Blake Gillingham lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Direção

Interim Coach tem até à próxima reunião da direção

O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Chicago Fire toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.

Direção

Reunião de crise no Chicago Fire

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Mercado

Alberto Castillo põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Franco Lino

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Franco Lino será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

George Marks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Donovan Suárez sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora

A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anton Salétros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

Conversas entre Chicago Fire e George Marks empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

Em resumo

484 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Blake Gillingham fora por 76 dias

76 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Direção

O Chicago Fire coloca Interim Coach em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Direção

A direção do Chicago Fire chama toda a gente

Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.

Mercado

Alberto Castillo põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Franco Lino tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

George Marks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Adem Sipić estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Szymon Włodarczyk ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

A saída do treinador deixa Szymon Włodarczyk exposto

Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. Szymon Włodarczyk está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.

Em resumo

482 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/10/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Blake Gillingham

90 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

Samuel Pereda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

O banco

Matteo Rizzo guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Christian Reyna tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

George Marks esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Miles Ferreira de fora 60 dias

A enfermaria confirma 60 dias de paragem para Miles Ferreira, e um plano construído à volta dele tem de ser refeito.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Anton Salétros estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Szymon Włodarczyk bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Sam Wright ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

468 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/07/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Só falta a fotografia para Sebastian Gomez

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sebastian Gomez será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Mercado

Julian Redrupp pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

$410.0K põem os clubes de acordo sobre Kayne Rizvanovich

O Inter Miami CF aceitou o dinheiro. O que o Chicago Fire ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.

O banco

Owen Steffen diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Alvos de mercado

Uma proposta de $400.0K por Logan Farrington

O Chicago Fire foi ao Orlando City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

George Marks em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

Porta fechada: Jacaré fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o Santa Fe disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do FC Cincinnati

O FC Cincinnati levou os pontos após um 1‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.

O banco

O treinador faz de George Marks um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

465 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/06/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Jogo

Chicago Fire atropela o New York City

5‑1, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Plantel

Um dia que Adem Sipić não vai esquecer

3 golos num só jogo. O primeiro foi bem apontado, o segundo com fome, e ao terceiro a bancada já só esperava que a bola lhe chegasse.

Mercado

Joaquín López Roig está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

George Marks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

6 golos com o Chicago Fire e o New York City de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chicago Fire e o New York City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

Notas dos jogadores

Adem Sipić jogou uma tarde diferente da de toda a gente

9.30. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauricio Pineda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Notas dos jogadores

Nimfasha Berchimas em notas de excelência

Uma exibição de 8.35 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Mauro Lulli no seu melhor

Avaliado com 8.31. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Chicago Fire.

Em resumo

  • Notas dos jogadores Alberto Castillo mandou no meio-campo — 7.85
  • Jogo A meio da época: o Chicago Fire está no 11.º lugar
  • O banco A vista do banco
456 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chicago Fire recusa o Columbus Crew por Adem Sipić

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

Sebastian Gomez entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Sebastian Gomez tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Kayne Rizvanovich

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o Inter Miami CF, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Direção

O Chicago Fire vai perder Sebastian Gomez de graça

Não há pior forma de perder um futebolista. Sebastian Gomez pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.

Plantel

George Marks em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O Schalke 04 avisa o Chicago Fire: John Tolkin não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Plantel

Akil Watts já não é o jogador que era

Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 35 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.

Jogo

Igualdade entre Chicago Fire e Charlotte Football Club

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

Em resumo

453 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/04/2035
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Alvos de mercado

$1.5M põem os clubes de acordo sobre David Yedlin

O New York Red Bulls aceitou o dinheiro. O que o Chicago Fire ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.

Mercado

Joaquín López Roig tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Mercado

Alberto Castillo pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O CF Montreal avisa o Chicago Fire: Josh Acosta não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Konrad De la Fuente

$270.0K em cima da mesa do San Diego Football Club. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

George Marks e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

O Chicago Fire antecipa-se ao mercado e tira Christian Moore ao CF Montreal

O CF Montreal vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Christian Moore pré-acordou a mudança para o Chicago Fire, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.

O banco

O treinador faz de Adem Sipić um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

DC United entra na fila por Josh Sargent

Mais um nome na lista: o DC United fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Josh Sargent. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Em resumo

448 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/02/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Alberto Castillo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

Cabral Carter está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o LA Galaxy está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

George Marks em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Franco Lino consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Franco Lino acabou de assinar pelo Chicago Fire e, por uma vez, a resposta importava.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tyson Pearce estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Alex Borto

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O FC Dallas fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Jesús Lara assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jesús Lara e o Chicago Fire acertam mais 2 anos.

O banco

Não há esconderijo para Dominic Román

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dominic Román, e o treinador deixou.

O banco

Pol Lozano pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

442 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/01/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Chicago Fire

Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.

Mercado

Alberto Castillo põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Christian Reyna

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Reyna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Allan Tchaptchet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Tyson Pearce desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Allan Tchaptchet

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Chicago Fire poderiam receber por ele.

O banco

O treinador faz de James Aaronson um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Nimfasha Berchimas apontado a uma saída

O nome de Nimfasha Berchimas não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

441 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/01/2035
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

O Chicago Fire coloca Interim Coach em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Direção

A direção do Chicago Fire chama toda a gente

Nada foi anunciado e toda a gente percebe o que significa. Uma direção que convoca todo o departamento de futebol numa terça de manhã é uma direção que deixou de acreditar que o problema se resolve sozinho.

Mercado

Samuel Pereda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Xander Blomme tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Adem Sipić assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Adem Sipić e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Allan Tchaptchet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador faz de Garrison Tubbs um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Xander Blomme está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

A saída do treinador deixa George Marks exposto

Todo o plantel tem homens contratados por um treinador concreto e homens que foram simplesmente herdados. George Marks está no primeiro grupo, e quem o quis aqui já não está no edifício.

Em resumo

438 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/12/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Alberto Castillo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Só falta a fotografia para Christian Reyna

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Reyna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Allan Tchaptchet em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Xander Blomme estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Erik McCue

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Erik McCue, e o treinador deixou.

O banco

Dean Boltz pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Allan Tchaptchet

Faltam 2 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Chicago Fire poderiam receber por ele.

Mercado

A conversa sobre Nimfasha Berchimas não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

435 Edição

O Diário de Chicago Fire

27/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Allan Tchaptchet põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Só falta a fotografia para Allan Tchaptchet

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Allan Tchaptchet será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Allan Tchaptchet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tyson Pearce está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

David Sargent ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Mauricio Pineda pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Tyson Pearce recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Tyson Pearce assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Mercado

Alberto Castillo colocado na lista de transferências

O Chicago Fire colocou Alberto Castillo no mercado. A carreira no clube está acabada, salvo os papéis.

O banco

O treinador faz uma promessa a Walker Pulisic

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

434 Edição

O Diário de Chicago Fire

20/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Alberto Castillo pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Christian Reyna

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Christian Reyna será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Plantel

Allan Tchaptchet em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fernando Rodriguez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Pol Lozano

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pol Lozano, e o treinador deixou.

Plantel

6 caras novas e o Chicago Fire ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Allan Tchaptchet bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Allan Tchaptchet

Faltam 3 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Chicago Fire poderiam receber por ele.

Em resumo

432 Edição

O Diário de Chicago Fire

06/11/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

O Chicago Fire passa

1‑1 na noite, e a eliminatória é deles. A época de outros acabou nos mesmos noventa minutos, o que os festejos no Chicago Fire têm todo o direito de ignorar.

Plantel

Fernando Rodriguez é o herói dos onze metros

Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Fernando Rodriguez: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.

Direção

O Chicago Fire coloca Interim Coach em cima do arame

A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.

Mercado

Pol Lozano entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Direção

Reunião de crise no Chicago Fire

A versão oficial será que foi de rotina. Não foi, o momento diz isso, e toda a gente naquela sala sabe quanto custa o próximo mau resultado.

Mercado

Dean Boltz tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Jogo

A espera do Chicago Fire continua

Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.

Plantel

Allan Tchaptchet quer acabar onde começou

Toda a carreira longa chega à semana em que o jogador começa a pensar na última. Gostaria que fosse no clube que o pôs pela primeira vez num campo, e no Chicago Fire já sabem disso.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Allan Tchaptchet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

430 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/10/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Plantel

24 dias de fora para Anton Salétros depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Alberto Castillo pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

O banco

Brenden Weah guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Christian Reyna tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

Plantel

Allan Tchaptchet em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fernando Rodriguez estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Não há esconderijo para Xander Blomme

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Xander Blomme, e o treinador deixou.

Em resumo

428 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/10/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma fratura deixa Anton Salétros de fora 38 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Mercado

Dean Boltz está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

O banco

Christian Reyna diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Allan Tchaptchet e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Sebastian Gomez consegue a transferência que sempre quis

Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Sebastian Gomez acabou de assinar pelo Chicago Fire e, por uma vez, a resposta importava.

Jogo

O Chicago Fire torna a sua casa um sítio difícil de visitar

9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.

Plantel

Fernando Rodriguez desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Inter Miami CF

0‑1 para o Inter Miami CF, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

O treinador faz de Pol Lozano um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

426 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/09/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma fratura deixa Anton Salétros de fora 52 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Alberto Castillo entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

O banco

Samuel Pereda guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Christian Reyna está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Allan Tchaptchet em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tyson Pearce está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑1 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

417 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Mauricio Pineda põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Cielo Tschantret tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Chicago Fire já falam dele no passado.

O banco

Erik McCue diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

DC United voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Allan Tchaptchet esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Alvos de mercado

Uma proposta de $110.0K por Miles Reyna

O Chicago Fire foi ao Minnesota United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tyson Pearce estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Chicago Fire despacha o CF Montreal

Três pontos para o Chicago Fire: um 1‑0 diante do CF Montreal num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Alberto Castillo acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.84 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

Em resumo

415 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/07/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Fernando Rodriguez lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Dylan Sargent

$1.4M em cima da mesa do Seattle Sounders. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Alvos de mercado

Porta fechada: Zavier Gozo fica onde está

O Chicago Fire perguntou e o San Jose Earthquakes disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mauricio Pineda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Alberto Castillo esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do New York Red Bulls

O New York Red Bulls levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Andreas Hanche-Olsen foi informado de que não entra nos planos do treinador do Chicago Fire.

O banco

Não há esconderijo para Samuel Pereda

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Samuel Pereda, e o treinador deixou.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Em resumo

411 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/06/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Fernando Rodriguez lesiona os ligamentos do joelho — 52 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 52 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Allan Tchaptchet e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauricio Pineda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen está a abrandar

Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

O banco

Não há esconderijo para Chris Rindov

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Rindov, e o treinador deixou.

O banco

O Chicago Fire cumpre a palavra dada a Alberto Castillo

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Mercado

Continua sem haver tinta entre Chicago Fire e Chris Rindov

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Chicago Fire, mais uma semana sem a assinatura de Chris Rindov.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Kevin Pierre

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que Chicago Fire poderiam receber por ele.

Antevisão

Adem Sipić regressa para defrontar o Inter Miami CF

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Adem Sipić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Chicago Fire a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

409 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/05/2034
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Mauricio Pineda pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Só falta a fotografia para Cielo Tschantret

Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Cielo Tschantret será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.

Jogo

O Chicago Fire acaba com a espera diante do Columbus Crew

Já ia em 11 jogos. Os jogadores não festejaram como quem ganhou um jogo; festejaram como quem acabou de ser libertado de alguma coisa.

Plantel

Mauricio Pineda desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Samuel Pereda esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Nimfasha Berchimas faz a diferença pelo Chicago Fire contra o Columbus Crew

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Nimfasha Berchimas. 1‑0 sobre o Columbus Crew, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

O declínio de Carlos Carranza começou

Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 34 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Chicago Fire é como lidar com um homem a quem deve muito.

O banco

Não há esconderijo para Andreas Hanche-Olsen

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andreas Hanche-Olsen, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Nimfasha Berchimas

Uma nota de 7.84, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Em resumo

408 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/05/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

11 jogos sem vencer para o Chicago Fire

A série chega a 11 e as perguntas em torno do Chicago Fire já não são delicadas.

O banco

Daniel Howard diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

O declínio de Mauricio Pineda começou

Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 36 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Chicago Fire é como lidar com um homem a quem deve muito.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mauricio Pineda está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Nashville SC

1‑2 para o Nashville SC, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Alberto Castillo em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Allan Tchaptchet

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Allan Tchaptchet, e o treinador deixou.

Plantel

12 caras novas e o Chicago Fire ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Interim Coach responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Em resumo