105 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Dynamo Kyiv perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel13/12/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Dynamo Kyiv, e 1 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
112 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dynamo Kyiv perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
212 jogos ao longo de 12 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Hrodzinskyi, e o treinador deixou.
Avaliado com 8.01. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Dynamo Kyiv.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Savane Ousmane Savané está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
O bancoRuslan Neshcheret tornou-se um homem de confiança do treinador
120 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Dynamo Kyiv perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel29/11/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Pavlo Liusin, e o treinador deixou.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Posição 2, 42 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Jogo20/11/2027
Ninguém quer jogar contra o Dynamo Kyiv neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.10 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Dynamo Kyiv sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Três pontos para o Dynamo Kyiv: um 1‑0 diante do Polissia num duelo decidido por pormenores.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Kostiantyn Vivcharenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo13/11/2027
Ninguém quer jogar contra o Dynamo Kyiv neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Pavlo Liusin estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Jogo13/11/2027
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Dynamo Kyiv. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mykhailo Tymoschuk, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Um 9.49 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Andreiko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniil Yurchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Plantel01/11/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksym Diachuk e o Dynamo Kyiv acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 39. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Posição 2, 32 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Matvii Ponomarenko marcou ao minuto 89, o Oleksandriya já pensava na viagem de regresso, e o Dynamo Kyiv levou tudo.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Matvii Ponomarenko não precisou: 7.90, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Zakharchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 2‑0, Mykola Sirenko podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Andreiko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomasz Kędziora, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco11/10/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Mykola Sirenko não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Dynamo Kyiv também ninguém o escondia.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Dynamo Kyiv marcou aos 93, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Mykhailo Tymoschuk e o Dynamo Kyiv acertam mais 4 anos.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Eduardo Guerrero. 1‑0 sobre o Metalist, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores04/10/2027
Martin Cedidla jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.04. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
DireçãoO Dynamo Kyiv liberta $13.7M para o treinador
Dribles concretizados: 47. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Dynamo Kyiv podem fingir não ter ouvido.
Posição 2, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Zakharchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo25/09/2027
Mais uma trazida de fora
4 seguidas na estrada para o Dynamo Kyiv. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Patrick Dragovic quer futebol continental; se o Dynamo Kyiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Direção13/09/2027
O prazo passa com 5 contratações e 12 saídas
Está feito o negócio no Dynamo Kyiv até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Dynamo Kyiv vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Deportivo Cali pode já não estar a vender.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dynamo Kyiv a ouviu como outra coisa.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Em resumo
JogoAo fim de 8 jogos, o Dynamo Kyiv volta a perder
PlantelNazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
O Dynamo Kyiv e o Deportivo Cali acertaram em $4.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Dribles concretizados: 32. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Shakhtar fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Shola Ogundana produziu-o, e o 8.23 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 19 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Oleksandr Pikhalionok quer futebol continental; se o Dynamo Kyiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Andreiko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dynamo Kyiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Jogo21/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Dynamo Kyiv neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
$2.3M era o máximo que o clube pagaria, e o Shakhtar pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o Prykarpattia à espera com uma camisola. No Dynamo Kyiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Um 7.74 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 21. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
O Dynamo Kyiv foi ao Shakhtar com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dynamo Kyiv a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Jogo14/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Dynamo Kyiv neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Jogo14/08/2027
O Dynamo Kyiv torna a sua casa um sítio difícil de visitar
10 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Yaroslav Buravtsov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mykola Shaparenko. 1‑0 sobre o Polissia, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vladyslav Kabaiev e o Dynamo Kyiv acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Mais um nome na lista: o Nea Salamis fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Andrii Matkevych. A resposta do Dynamo Kyiv não mudou — para já.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zorya fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jogo31/07/2027
O Dynamo Kyiv torna a sua casa um sítio difícil de visitar
9 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O telefone voltou a tocar por causa de Oleksii Sych, e desta vez do outro lado está o Chornomorets. No Dynamo Kyiv ouvem com educação e não prometem nada.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Dynamo Kyiv perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dynamo Kyiv a ouviu como outra coisa.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Polissia fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel26/07/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O nome de Daniil Yurchenko apareceu em conversas de que o Dynamo Kyiv não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel26/07/2027
No Dynamo Kyiv ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Vladyslav Herych lesiona os ligamentos do joelho — 19 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 19 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dynamo Kyiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ivan Andreiko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maksym Hrodzinskyi, e o treinador deixou.
O NK Domzale aceitou o dinheiro. O que o Dynamo Kyiv ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
A perseguição a Danyil Alefirenko terminou com $2.7M a mudar de mãos e o Chornomorets sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Danyil Alefirenko agiu, no Dynamo Kyiv, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nazar Voloshyn quer futebol continental; se o Dynamo Kyiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Verba acordada, salário acordado, e o MSK Zilina à espera com uma camisola. No Dynamo Kyiv ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Chornomorets aceitou o dinheiro. O que o Dynamo Kyiv ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Zorya fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nazar Voloshyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Eduardo Guerrero e o Dynamo Kyiv acertam mais 5 anos.
Plantel14/06/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Kyiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Taras Mykhavko compromete-se com o Dynamo Kyiv por mais 5 anos.
Plantel07/06/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel31/05/2027
Nazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Yaroslav Buravtsov e o Dynamo Kyiv acertam mais 3 anos.
O banco31/05/2027
Nazar Voloshyn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Kyiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Vitaliy Buialskyi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oleksandr Pikhalionok assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Zakharchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A forma vai e vem; esta não foi. Ruslan Pichienko tem 19 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.
Plantel24/05/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Patrick Dragovic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel17/05/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniil Yurchenko e o Dynamo Kyiv acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Dynamo Kyiv. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pierre Mounguengue treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A língua vai chegando, as piadas acertam e há alguém no cabide ao lado com quem falar. Nada disto aparece num relatório de observação e tudo isto se vê em campo.
24 golos em 29 jogos no Epicentr — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/05/2027
Nazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel03/05/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Vejo todos os jogos do Dynamo Kyiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Fehervar segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oleksandr Pikhalionok assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Kyiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Emprestados03/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Vitalii Lobko
3 golos em 21 jogos no Rukh — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel26/04/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Patrick Dragovic. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
4 golos em 30 jogos no Karpaty — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Andrii Matkevych
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel19/04/2027
Nazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vladyslav Kabaiev está nela.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Kostiantyn Vivcharenko assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Dynamo Kyiv vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martin Cedidla assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Emprestados12/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Samba Diallo
5 golos em 29 jogos no Rukh — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
5.º lugar com 50 pontos, e os lugares que dão bilhete para a Europa estão perto o suficiente para se contarem. Épocas assim decidem-se em dois resultados em abril, e o clube sabe quais.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Mykola Mykhailenko apontou a data.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 31 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tomasz Kędziora, e o treinador deixou.
O banco05/04/2027
Nazar Voloshyn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 41 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Dynamo Kyiv ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Dynamo Kyiv sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
4 golos em 23 jogos no Obolon — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Dribles concretizados: 44. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Patrick Dragovic quer futebol continental; se o Dynamo Kyiv o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel22/03/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Jogo17/03/2027
O Dynamo Kyiv torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
24 golos em 29 jogos no Epicentr — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel15/03/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Oleksandr Tymchyk está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mykola Mykhailenko treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Martin Cedidla assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oleksandr Pikhalionok está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Fecha o mercado: 0 entradas, 1 saídas no Dynamo Kyiv
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 0, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
$1.7M era o máximo que o clube pagaria, e o LNZ pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladyslav Zakharchenko será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Dynamo Kyiv as despedidas começaram em silêncio.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel01/03/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Dynamo Kyiv perguntou e o Ferencvaros disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoUm ano no balneário errado para Artem Somka
5.º lugar com 50 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
O Dynamo Kyiv foi ao LNZ com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 10 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/02/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Heorhii Bushchan.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
24 golos em 29 jogos no Epicentr — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Kryvbas fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nazar Voloshyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresNazar Voloshyn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Shola Ogundana não precisou: 8.28, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
$1.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Bukovyna pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dynamo Kyiv
Dribles concretizados: 38. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A proposta seguiu esta semana para o Bukovyna, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
PlantelMykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 7 jogos sem derrota são uma base que o Dynamo Kyiv não tinha no outono.
Plantel25/01/2027
Nazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco25/01/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Mykola Sirenko escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Shaparenko produziu-o, e o 8.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Kyrylo Pashko pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel18/01/2027
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nota de 7.44. Há um tipo de avançado cujo valor só aparece quando se conta aquilo em que participou em vez daquilo que finalizou, e este é o dia em que esse argumento se demonstra sozinho.
Plantel11/01/2027
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.86 para o resto.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dynamo Kyiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 36. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Dynamo Kyiv sabe dizer em que semana.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Mykola Sirenko depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
19 golos em 21 jogos no Epicentr — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Dynamo Kyiv alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco21/12/2026
Nazar Voloshyn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Metalist? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nazar Voloshyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Oleksandr Pikhalionok, e o treinador deixou.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
O banco14/12/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Mykola Sirenko saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoMykola Shaparenko tornou-se um homem de confiança do treinador
Bohdan Redushko, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.86
Um 7.86 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Dynamo Kyiv ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Dynamo Kyiv a ouviu como outra coisa.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/11/2026
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O banco30/11/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Martin Cedidla
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Dynamo Kyiv, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco23/11/2026
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Mykola Sirenko a uma sala que já as tinha ouvido.
O banco23/11/2026
Nazar Voloshyn tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Dynamo Kyiv dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Patrick Dragovic assinar alguma coisa — um contrato no Dynamo Kyiv ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o Kryvbas, e há um homem no balneário do Dynamo Kyiv que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Em resumo
JogoO futebol europeu está ao alcance do Dynamo Kyiv
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Dynamo Kyiv disse a Martin Cedidla que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Vejo todos os jogos do Dynamo Kyiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Inhulets segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Vladyslav Kabaiev agarrou este contra o Prykarpattia. 5‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Dynamo Kyiv.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Shola Ogundana produziu-o, e o 8.20 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Dynamo Kyiv e o Prykarpattia, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dynamo Kyiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel02/11/2026
Nazar Voloshyn desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Dynamo Kyiv sabe dizer em que semana.
0‑2 para o Zorya, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Antevisão02/11/2026
Os vizinhos são o próximo adversário do Dynamo Kyiv
Nada na semana que aí vem é normal. O Shakhtar no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel26/10/2026
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Vejo todos os jogos do Dynamo Kyiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Inhulets segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A série sem derrotas chega aos 11 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nazar Voloshyn estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Segue-se o LNZ, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Uma nota de 7.97, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
Plantel12/10/2026
4 jogadores do Dynamo Kyiv ao serviço das seleções
O centro de treinos fica sossegado durante quinze dias. 4 homens partiram para serem jogadores de outros, e o treinador fica com os que ninguém chamou.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel05/10/2026
Mykola Shaparenko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores05/10/2026
Nazar Voloshyn jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.41. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Empate aos 90 minutos, depois de uma tarde que o Dynamo Kyiv tinha praticamente arrumada. O Rukh vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
A direção respondeu com dinheiro em vez de incentivo, que é a única resposta que um treinador quer ouvir. Gastá-lo bem passa a ser problema exclusivamente dele.
Plantel05/10/2026
10 caras novas e o Dynamo Kyiv ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Em resumo
Notas dos jogadoresO golo mais cruel, e é de Shola Ogundana
O Kudrivka vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Dynamo Kyiv foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Posição 2, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mykola Shaparenko produziu-o, e o 8.04 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Patrick Dragovic e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 92. O Kolos vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
Não há pior forma de perder um futebolista. Oleksii Rybak pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Dynamo Kyiv daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Inhulets segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Em resumo
O bancoO veredicto do treinador
PlantelUma zanga por causa do esforço no Dynamo Kyiv
7.62, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Direção14/09/2026
Fecha o mercado: 10 entradas, 5 saídas no Dynamo Kyiv
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 10, saíram 5, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Patrick Dragovic esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Kostiantyn Vivcharenko e o Dynamo Kyiv acertam mais 4 anos.
Plantel14/09/2026
Palavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mykola Shaparenko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Volodymyr Brazhko marcou, foi avaliado com 7.80 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Três pontos para o Dynamo Kyiv: um 1‑0 diante do Metalist num duelo decidido por pormenores.
Plantel07/09/2026
10 caras novas e o Dynamo Kyiv ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 8.45, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Illia Olkhovyi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Heorhii Bushchan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Dynamo Kyiv lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $8.3M porque Martin Cedidla é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Martin Cedidla agiu, no Dynamo Kyiv, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Dynamo Kyiv coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mykola Shaparenko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Atlanta United FC fica com o seu homem, e o Dynamo Kyiv volta a uma lista com um nome riscado.
Tem 19 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Mattersburg não queria vender e o número é a razão por que o fez. $10.4M por Patrick Dragovic, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Dynamo Kyiv já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Dynamo Kyiv e o Spezia acertaram em $2.8M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Jean Pedroso agiu, no Dynamo Kyiv, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Nazar Voloshyn esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Dynamo Kyiv nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
As bancadas17/08/2026
O Dynamo Kyiv gasta $10.4M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $10.4M por Patrick Dragovic, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Dynamo Kyiv sobre quem trabalha
Alvos de mercadoPorta fechada: Jerry St. Juste fica onde está
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Mattersburg já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Michael Lienhart não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Houve 7 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.
Alvos de mercado17/08/2026
$580.0K põem os clubes de acordo sobre Erkin Yalcin
O Altach aceitou o dinheiro. O que o Mattersburg ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Patrick Dragovic era uma das razões por que as pessoas vinham, e $10.4M não substitui isso sozinho.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Rapid Wien fica com o seu homem, e o Mattersburg volta a uma lista com um nome riscado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Mattersburg a ouviu como outra coisa.
Patrick Dragovic e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Florian Ilsanker e o Mattersburg acertam mais 2 anos.