Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Demba Seck produziu-o, e o 8.43 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Milan Roganović não precisou: 7.68, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Rodrigão esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel08/02/2027
Bibars Natcho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Demba Seck. 2‑0 sobre o Napredak, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Erik Kojzek agarrou este contra o IMT. 1‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Partizan.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Erik Kojzek não precisou: 7.86, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Dribles concretizados: 24. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel24/08/2026
Bibars Natcho sofre uma lesão muscular — 14 dias de fora
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel24/08/2026
Bibars Natcho desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bogdan Markovic e o Partizan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.