Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
1‑2 frente ao LOSC Lille. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Fernando Tapia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel08/11/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Osman Bukari. 2‑0 sobre o Napredak, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
1‑0 frente ao Crvena Zvezda, e os cânticos continuaram muito depois do apito. As classificações vêm e vão; dias assim contam-se aos jantares de família durante anos.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mihajlo Petković agarrou este contra o OFK Vršac. 6‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Partizan.
32 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
Marcar a qualquer outro é um golo. Marcar-lhes a eles é uma história que leva o nome de quem marcou durante uma década, e os adeptos do Partizan já começaram a contá-la.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Radnicki 1923 vai querer esquecer isto depressa: 4‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Partizan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
0‑1 frente ao LOSC Lille. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Nihad Mujakić marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nihad Mujakić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Mateja Milovanović tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Marko Janković esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel11/10/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marko Milošević, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Partizan, mais uma semana sem a assinatura de Marko Milošević.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Marko Docić: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Partizan a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Marko Janković produziu-o, e o 8.51 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Vanja Dragojević não precisou: 8.27, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel04/10/2027
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Posição 2, 22 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Fernando Tapia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel27/09/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Uma média de 7.34 na época, com 9 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fernando Tapia, e o treinador deixou.
Plantel20/09/2027
Demba Seck desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O painel dos descontos já estava levantado, a vitória já estava dada, e então o IMT marcou. Não há pior minuto para sofrer, e o estádio esvaziou-se no silêncio que se segue a um desses.
“Vejo todos os jogos do Partizan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kabel segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Nikola Čumić.
O OFK Beograd vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Partizan foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Plantel13/09/2027
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nihad Mujakić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kazincbarcika tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel06/09/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Quatro semanas em que ninguém na divisão fez melhor o seu trabalho. O prémio vai para uma prateleira e o jogador volta para a equipa, que é a ordem que o Partizan prefere.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Minuto 101. Mihajlo Petković encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Kabel passou do ponto ao nada num só movimento.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Partizan, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Partizan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
4 vitórias seguidas fora de casa. Os adeptos que viajam são os mais verdadeiros, e esta época estão a ser pagos na única moeda que conta.
Plantel30/08/2027
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Partizan sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 jogos sem perder, e depois o Vojvodina. No estádio ninguém fingia que ia durar para sempre; também ninguém esperava que acabasse aqui.
Plantel23/08/2027
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Fernando Tapia e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/08/2027
Osman Bukari desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Jogo14/08/2027
Mais uma trazida de fora
3 seguidas na estrada para o Partizan. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.30, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo07/08/2027
Ninguém quer jogar contra o Partizan neste momento
6 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Partizan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Fernando Tapia esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marko Docić e o Partizan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o AEL Larisa fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Dimitrije Janković. A resposta do Partizan não mudou — para já.
Em resumo
Notas dos jogadoresNikola Čumić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Partizan
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo24/07/2027
Ninguém quer jogar contra o Partizan neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Direção26/07/2027
5 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Partizan
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Verba acordada, salário acordado, e o Ušće à espera com uma camisola. No Partizan ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nihad Mujakić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Abdulmalik Mohammed e o Partizan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do Partizan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Jedinstvo Ub segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haissem Hassan está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Partizan, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Partizan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel12/07/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Osman Bukari está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Zoran Alilović e o Partizan acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Partizan, e não vai ser retirado.
Posição 3, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Abdulmalik Mohammed regressa a Partizan com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Marko Janković e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Osman Bukari estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nashville SC fica com o seu homem, e o Partizan volta a uma lista com um nome riscado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ibrahim Zubariu e o Partizan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Partizan já se começa a dizer o nome dele no passado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais um nome na lista: o Borac Čačak fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Uroš Zdjelarić. A resposta do Partizan não mudou — para já.
Plantel28/06/2027
Demba Seck desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel28/06/2027
10 caras novas e o Partizan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A proposta do Grazer AK por Fernando Tapia foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kabel tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A perseguição a Danilo Knežević terminou com $360.0K a mudar de mãos e o Voždovac sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Danilo Knežević acabou de assinar pelo Partizan e, por uma vez, a resposta importava.
Osman Bukari esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Partizan perguntou e o LA Galaxy disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/06/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Partizan sabe em que fase está.
O banco21/06/2027
Haissem Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Partizan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Partizan e o Voždovac acertaram em $360.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $980.0K porque Fernando Tapia é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Voždovac ninguém diz, e no Partizan ninguém gosta de estar a adivinhar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Živković será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Partizan as despedidas começaram em silêncio.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Vladimir Rakić agiu, no Partizan, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Osman Bukari era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $14.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O aperto de mão com o Widzew Łódź está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Partizan perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O negócio que levaria Nikola Simić para o Javor-Matis caiu na fase final e ele reapresenta-se no Partizan com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Partizan fez a parte difícil com o Club America, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A qualificação está garantida, e para a época que vem as grandes noites de holofotes são continentais. Para os jogadores é um palco; para as contas, uma tábua de salvação; para os adeptos, passaportes.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Partizan beneficiou disso.
Bogdan Kostić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stefan Milić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
18 jogos e 0 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco31/05/2027
Marko Janković tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Stefan Milić pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nemanja Trifunović treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Vitória por 1‑0 sobre o TSC, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Noventa minutos de muito pouco e depois tudo de uma vez. O golo chegou aos 85, e o TSC passou o resto do jogo a reclamar com o árbitro em vez de perseguir a bola.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há futebolistas que fazem uma boa temporada e futebolistas por quem uma temporada é recordada; aos segundos leem-lhes o nome num salão no verão. No Partizan estarão discretamente encantados e, em privado, nervosos.
Stefan Mitrović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 21 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Erik Kojzek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Notas dos jogadores24/05/2027
Haissem Hassan jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.15. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Em resumo
PlantelAs defesas já dobram a marcação a Milan Vukotić
“Vejo todos os jogos do Partizan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kabel segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Haissem Hassan está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luís Carlos, e o treinador deixou.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vanja Dragojević. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Marko Docić lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Živković será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Partizan as despedidas começaram em silêncio.
Plantel10/05/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erik Kojzek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Demba Seck está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mateja Milovanović. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Partizan terá de responder com minutos ou com uma transferência.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matija Malekinušić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
EmprestadosAproxima-se a hora de decidir sobre Milan Lazarević
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Marko Živković
Marko Docić lesiona os ligamentos do joelho — 24 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 24 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel03/05/2027
Erik Kojzek desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Marko Lekić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco03/05/2027
Milan Vukotić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Demba Seck. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Saša Zdjelar
39Edição
O Correio de Partizan
26/04/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Plantel26/04/2027
Marko Docić lesiona os ligamentos do joelho — 32 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 32 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mateja Milovanović e o Partizan acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Stefan Mitrović e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco26/04/2027
Marko Janković tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Partizan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Milan Aleksić apontou a data.
40 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Partizan perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Nikola Čumić e o Partizan acertam mais 5 anos.
Plantel19/04/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erik Kojzek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco19/04/2027
Haissem Hassan tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Partizan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sebastian Polter treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Marko Docić lesiona os ligamentos do joelho — 49 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 49 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marko Živković será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Partizan as despedidas começaram em silêncio.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Milan Vukotić e o Partizan acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Erik Kojzek está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Haissem Hassan e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Sebastian Polter esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marko Janković e o Partizan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Stefan Mitrović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O treinador reorganizou as ideias e Bibars Natcho saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Milan Vukotić está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Partizan sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Lekić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Milan Vukotić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
3 golos em 5 jogos no Kabel — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Partizan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
3 golos em 28 jogos no Novi Pazar — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Partizan alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Partizan a diferença vê-se da última fila.
Vitória por 2‑0 sobre o Zeleznicar Pancevo, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 21 anos que sente como seu. Erik Kojzek tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Erik Kojzek estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
7 golos e uma média de 7.30 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel22/03/2027
5 caras novas e o Partizan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Marko Lekić compromete-se com o Partizan por mais 4 anos.
Plantel15/03/2027
Lesão muscular e 15 dias de fora para Iddrisu Baba
A lesão mais comum do futebol e aquela de que mais se volta à pressa. O Partizan vai falar em 15 dias e vai ter cuidado, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Marko Lekić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Partizan ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
O banco15/03/2027
Nikola Čumić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Marko Milošević e o Partizan acertam mais 2 anos.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Partizan ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Bibars Natcho e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/03/2027
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Marko Lekić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Nenad Djuricic podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Partizan sabem-no.
Bibars Natcho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Uma média de 7.28 na época, com 7 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco01/03/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nenad Djuricic saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
7.88, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 golos e uma média de 7.31 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
12 jogos sem sofrer em 18 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Miloš Krunić tem tido muitas.
O banco22/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Nenad Djuricic saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Marko Docić chama-lhe outra coisa em privado.
O banco22/02/2027
Milan Vukotić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Posição 3, 54 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Partizan ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Sinisa Kostic é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vanja Dragojević não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Jogo06/02/2027
Milan Vukotić ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 91. Milan Vukotić encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Mladost Lucani passou do ponto ao nada num só movimento.
Verba acordada, salário acordado, e o El-Kanemi Warriors à espera com uma camisola. No Partizan ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Uma média de 7.30 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
PlantelPalavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
27Edição
O Correio de Partizan
01/02/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Direção01/02/2027
O Partizan fecha o mercado com um plantel feito por si
3 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco01/02/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Nenad Djuricic saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Haissem Hassan ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 90. Haissem Hassan encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Novi Pazar passou do ponto ao nada num só movimento.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Partizan já se começa a dizer o nome dele no passado.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.22, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo23/01/2027
Ninguém quer jogar contra o Partizan neste momento
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Verba acordada, salário acordado, e o Tekstilac Odžaci à espera com uma camisola. No Partizan ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nemanja Trifunović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Haissem Hassan agiu, no Partizan, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Jogo16/01/2027
Ninguém quer jogar contra o Partizan neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A verba é $670.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Spartak Subotica negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Vanja Dragojević não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Partizan já se começa a dizer o nome dele no passado.
Dois golos e um 8.55 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.
Notas dos jogadores11/01/2027
Bogdan Kostić, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 7.79
Um 7.79 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.31 aos 38, e ninguém no campo esteve melhor.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $405.0K — um clube que quer Andrej Todoroski ao ponto de perguntar duas vezes.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o Partizan neste momento
A proposta seguiu esta semana para o Bloemfontein Celtic, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Partizan beneficiou disso.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
O Partizan foi ao Spartak Subotica com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Partizan perguntou e o Cukaricki disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Bibars Natcho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Vojvodina levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel28/12/2026
Iddrisu Baba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nenad Djuricic depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Emprestados28/12/2026
10 balizas a zeros por empréstimo para Miloš Krunić
15 jogos no Iraklis e os golos deixaram de entrar. O Partizan emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Demba Seck está nela.
Um 2‑0 sobre o Cukaricki, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Nenad Djuricic sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco21/12/2026
Nikola Čumić tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Partizan dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
14 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
0‑3. O Feyenoord joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Iddrisu Baba, e o treinador deixou.
Matija Malekinušić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Avaliado com 7.43. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marko Janković está nela.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Nenad Djuricic depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Um 1‑0 sobre o Radnik Surdulica, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel07/12/2026
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Nikola Čumić está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco07/12/2026
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Nenad Djuricic foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
1‑0 frente ao CSKA 1948, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Demba Seck está no centro dessa descrição.
Plantel30/11/2026
28 dias de fora para Saša Zdjelar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Partizan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Vanja Dragojević não precisou: 7.61, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Já são 4 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Terminou 2‑0, e a tarde foi de Marko Janković: marcou quando era preciso, e é a razão de os pontos ficarem com o Partizan.
Plantel30/11/2026
Iddrisu Baba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores30/11/2026
Marko Janković jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.16. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Metade do calendário jogado, 2.º lugar, 29 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
Disseram uma coisa a Marko Janković e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Bibars Natcho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
Disseram uma coisa a Milan Aleksić e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Milan Aleksić
O bancoStefan Mitrović tornou-se um homem de confiança do treinador
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iddrisu Baba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Marko Janković está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 20 anos está a ser medido contra os restantes jovens da divisão e sai à frente. A versão sénior deste prémio é onde o clube gostaria que isto levasse.
Emprestados16/11/2026
O empréstimo de Miloš Krunić mede-se pelo que não acontece
6 balizas a zeros em 9 jogos no Iraklis. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Milan Vukotić assinar alguma coisa — um contrato no Partizan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 50 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Bibars Natcho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Vejo todos os jogos do Partizan daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Kabel segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel09/11/2026
Iddrisu Baba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vitória por 1‑0 sobre o Mladost Lucani, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 57 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O painel já tinha subido, os protestos já tinham começado, e então a bola entrou ao minuto 91. O Mladost Lucani vai rever cada segundo do tempo extra durante uma semana.
O mais difícil de ter 19 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Bogdan Kostić não precisou: 7.78, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
1 para Marko Janković, avaliado com 7.91, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Aos 20 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
0‑0 frente ao Shakhtar, sob os holofotes, contra gente que não fala a mesma língua que a bancada. É nestas noites que um clube mede a sua década, e nunca são tantas quantas se espera.
Plantel26/10/2026
66 dias de fora para Saša Zdjelar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Partizan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Partizan e do Radnicki 1923 por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Iddrisu Baba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.08 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Erik Kojzek. 3‑1 sobre o Mladost Lucani, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Plantel19/10/2026
Iddrisu Baba desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Avaliado com 8.09. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Partizan.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Nenad Djuricic, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 82 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Plantel12/10/2026
No Partizan ainda são estranhos uns para os outros
9 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Mateja Milovanović assinar alguma coisa — um contrato no Partizan ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
15.º lugar para os anfitriões, uma viagem longa para a bancada visitante, e um jogo que vai parecer banal no papel até ao momento em que deixar de o ser.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑1 frente ao Feyenoord. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Partizan ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco05/10/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Nenad Djuricic saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Bibars Natcho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores28/09/2026
Milan Vukotić fez o trabalho que ninguém conta — 7.43
11 ações combinadas e 7.43. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Plantel28/09/2026
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Nenad Djuricic depois do 2‑3, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
2‑0 frente ao CSKA 1948, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Marko Janković está no centro dessa descrição.
Plantel21/09/2026
107 dias de fora para Saša Zdjelar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Partizan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
7.80, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nemanja Trifunović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mateja Milovanović e o Partizan acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iddrisu Baba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A música estava desligada e os duches correram até tarde. O que se disse naquele balneário fica lá, mas o sábado publicará a ata.
Plantel14/09/2026
9 caras novas e o Partizan ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O ZTE tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Partizan, e não vai ser retirado.
Direção07/09/2026
O prazo passa com 13 contratações e 7 saídas
Está feito o negócio no Partizan até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Partizan a ouviu como outra coisa.
O relógio fez o que o Radnicki Nis não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Iddrisu Baba estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 131 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Marko Janković volta a ser jogador do Partizan, e a cidade tem a sua história do verão.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $400.0K — um clube que quer Marko Mijailović ao ponto de perguntar duas vezes.
A proposta seguiu esta semana para o Radnicki Nis, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A verba é $310.0K, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Novi Pazar negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
140 dias de fora para Saša Zdjelar depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Partizan vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vitória por 6‑1 sobre o Kabel, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Partizan e o Qarabag acertaram em $6.2M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Al Shabab fica com o seu homem, e o Partizan volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores24/08/2026
Bogdan Kostić, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Partizan falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Erik Kojzek não precisou: 7.75, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Partizan perguntou e o Al-Ettifaq disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Bibars Natcho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O nome de Mario Jurčevič apareceu em conversas de que o Partizan não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel17/08/2026
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Em resumo
Notas dos jogadoresNoventa minutos de Nikola Čumić no seu melhor
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Mateja Milovanović não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Bibars Natcho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bibars Natcho e o Partizan acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Partizan coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/08/2026
Palavras no treino do Partizan sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Iddrisu Baba está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Partizan, mais uma semana sem a assinatura de Marko Milošević.
Faltam 36 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Milan Vukotić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Em resumo
Notas dos jogadoresAs ocasiões vieram e foram-se para Sebastian Polter