A proposta do Bnei Sakhnin por Gil Glazer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Tal Shechter lesiona os ligamentos do joelho — 30 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 30 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A proposta do Hapoel Kiryat Shmona por Gil Glazer foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Beitar Jerusalem pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Guy Shechter será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Beitar Jerusalem as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Guy Solomon lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O alvo é o treinador, a abordagem é real, e a cláusula de compensação é a conversa toda. Os clubes desmentem histórias destas até exatamente à fotografia.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Beitar Jerusalem, e não vai ser retirado.
Niv Vaknin esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Bandar Ismail e o Beitar Jerusalem acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Beitar Jerusalem está a esgotar-se.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Beitar Jerusalem coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel25/05/2043
Uma transferência que Ben Atzili teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Ben Atzili está a viver essa versão no Beitar Jerusalem, e costuma notar-se no primeiro mês.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 17 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Um 1‑0 sobre o Charlotte Football Club, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Plantel28/07/2042
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louay Labidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Joseph Sulemana e o Chicago Fire acertam mais 1 anos.
18 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
28 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Jogo28/06/2042
Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.
41 dias, diz o departamento médico, e os departamentos médicos são otimistas por profissão. A ficha de jogo vai parecer errada sem ele.
Plantel30/06/2042
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nazareno Kihm está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Steffen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.
14 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
393 jogos ao longo de 14 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Chicago Fire ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não há pior forma de perder um futebolista. Daniel Steffen pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.
Tomás Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel07/04/2042
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nazareno Kihm está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.