O Austin FC vai querer esquecer isto depressa: 5‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Seattle Sounders foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ibrahim Aliyu produziu-o, e o 9.19 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Uma média de 7.49 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
David Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Seattle Sounders e o Austin FC, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
O Colorado Rapids vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Ollie Norburn pré-acordou a mudança para o Seattle Sounders, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 17 anos que sente como seu. Paul Howard tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Há golos que ganham jogos e golos que os tiram a alguém. Sam Sargent marcou ao minuto 86, o Real Salt Lake já pensava na viagem de regresso, e o Seattle Sounders levou tudo.
343 jogos ao longo de 16 épocas e uma só camisola. Já ninguém constrói uma carreira assim de propósito; acontece a certo tipo de jogador em certo tipo de clube.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Sam Sargent não precisou: 8.07, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
O Seattle Sounders não queria esta conversa e está a tê-la na mesma. Um treinador cobiçado lá fora é um treinador cuja próxima renovação acabou de ficar mais cara.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Seattle Sounders coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Albert Rusnák e o Seattle Sounders acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
5 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O negócio que levaria Sam Sargent para o Nashville SC caiu na fase final e ele reapresenta-se no Seattle Sounders com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Seattle Sounders ofereceu $600.0K; o Atlanta United FC disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Um 1‑0 sobre o Minnesota United FC, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Seattle Sounders, mais uma semana sem a assinatura de Matt Turner.
16 dias de fora para Alex Bono depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Seattle Sounders vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 14, saíram 17, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Seattle Sounders a ouviu como outra coisa.
O Seattle Sounders foi ao Atlanta United FC com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $621.4K — um clube que quer Simon Becher ao ponto de perguntar duas vezes.
$310.0K era o máximo que o clube pagaria, e o DC United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Orlando City pagou $270.0K e o Seattle Sounders aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Hassani Dotson esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Seattle Sounders falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O LA Galaxy queria mais do que $750.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
David Martínez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 20 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
A proposta seguiu esta semana para o Stockport County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Jonny Shore não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
David Martínez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Justin Moore e o Seattle Sounders acertam mais 4 anos.
Tem 19 anos e ninguém em Seattle Sounders o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
44 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O New York City perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Enea Mihaj acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o New York City substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Leonel Vega e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel10/02/2031
Wilder Cartagena desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco10/02/2031
Kimito Nono tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Leonel Vega.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Leonel Vega treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alonso Martínez assinar alguma coisa — um contrato no New York City ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.