Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Tomás Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Nashville SC vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Walker McKennie pré-acordou a mudança para o Chicago Fire, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
Plantel16/09/2041
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Louay Labidi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Ryan Johnson chega ao Chicago Fire com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Carlos Borda será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Chicago Fire as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel03/06/2041
Louay Labidi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel27/05/2041
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nazareno Kihm está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tomás Benardoni. 2‑1 sobre o DC United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 7.72. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A raiva no Chicago Fire transborda para fora do estádio
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Chicago Fire beneficiou disso.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 37 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.
Tomás Romero esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel14/05/2040
Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Nazareno Kihm está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
15 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.