Aaron Wright

Zagueiro - New York City
15 Abr 2036
Terça-feira
Processo

Marcado para Aaron Wright

494 Edição

O Diário de New York City

14/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Marvin Dills está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no New York City

Juan José Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Direção

O New York City acerta a chegada livre de Tyrique Mercera

Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.

Plantel

Kaique quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No New York City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Fred Emmings ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

O New York City faz as contas à perda de Aaron Wright

27 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.

Plantel

Owen Pleijsier desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Conversas entre New York City e Marvin Dills empancam

«Estamos muito longe um do outro, e fingir o contrário não ajuda ninguém.» Nada se moveu, e o calendário não joga a favor do clube.

O banco

Hunter Sulte é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hunter Sulte está nela.

Em resumo

Edições anteriores
493 Edição

O Diário de New York City

07/01/2036
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Boston Billups está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Juan José Mina em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no New York City coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Palavras no treino do New York City sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stiven Jimenez está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Plantel

David Douděra está a abrandar

Aos 37 anos, 3 pontos abaixo de onde esteve, e um corpo que começou a cobrar juros. Acontece a todos, e continua a ser o parágrafo mais difícil desta página.

Mercado

New York City e Juan José Mina falam para lados diferentes

«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.

O banco

Diego Luna tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no New York City dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Continua sem haver assinatura de Hunter Sulte

Faltam 1 meses e as duas partes estão longe. Cada semana que isto se arrasta tira dinheiro ao que New York City poderiam receber por ele.

O banco

Abre-se uma porta a Marvin Dills

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Mercado

A pergunta sobre Harvey Sarajian persegue o New York City

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Harvey Sarajian. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

486 Edição

O Diário de New York City

19/11/2035
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Fred Emmings guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O New York City pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Marvin Dills está de saída

Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No New York City ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.

Plantel

Os ânimos aquecem no New York City

Juan José Mina esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Stiven Jimenez desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Mercado

Não há lugar para Cooper Flax no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Cooper Flax tem a sua resposta do New York City; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

Não há esconderijo para Cooper Flax

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Cooper Flax, e o treinador deixou.

O banco

Hunter Sulte é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Hunter Sulte está nela.

Mercado

O relógio negoceia por Marvin Dills

Faltam 2 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o New York City pode pedir e sobe o salário que Marvin Dills pode exigir.

Mercado

Continua sem haver tinta entre New York City e Aaron Wright

“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no New York City, mais uma semana sem a assinatura de Aaron Wright.

Em resumo

426 Edição

O Diário de New York City

25/09/2034
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Santiago García tem um pé fora da porta

Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em New York City já falam dele no passado.

Plantel

Nahuel Arce quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No New York City ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Os ânimos aquecem no New York City

Duran Ferree esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o New York City diante do Philadelphia Union

0‑2 para o Philadelphia Union, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

Owen Pleijsier desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Daniel Brooks: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Uma promessa cumprida a Duran Ferree

Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O New York City disse a Duran Ferree que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.

O banco

Quando importa, Petar Musa joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Aaron Wright vai rever aquele lance muitas vezes

1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.

Em resumo