O Diário de Chicago Fire
O banco16/11/2026
Anzor Mekvabishvili: não foi isto que me prometeram
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo16/11/2026
Ninguém acima do Chicago Fire
Primeiro, com 20 pontos. A tabela é um facto, e um facto pode ser apreciado, que é até onde alguém no clube está disposto a ir em público.
Plantel16/11/2026
Os ânimos aquecem no Chicago Fire
Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O banco16/11/2026
Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
O banco16/11/2026
Djé D'Avilla é escolhido quando conta
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Djé D'Avilla está nela.
Mercado16/11/2026
A pergunta sobre Chris Brady persegue o Chicago Fire
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Chris Brady. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
- O banco Prometeram minutos a Jack Elliott
- Plantel Uma questão de salários no Chicago Fire
- Plantel Bons relatos sobre Joel Waterman
- Emprestados Aproxima-se a hora de decidir sobre Viktor Radojević