Jonathan Bamba

Meia Atacante (D) - Chicago Fire
1 Ago 2027
Domingo
Processo

Marcado para Jonathan Bamba

49 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 24. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateo Peralta está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

Não há esconderijo para Jason Shokalook

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jason Shokalook, e o treinador deixou.

Emprestados

Dean Boltz quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Chicago Fire e lutar pelo meu lugar.» 5 jogos em 15 no Nashville SC dizem o resto.

Direção

Dia de entradas na formação do Chicago Fire

7 chegadas, uma média de idades que ninguém chamaria plantel, e pais a quem mostram um edifício onde os filhos passarão mais tempo do que em casa. A prospeção já aconteceu; hoje é só papelada.

Jogo

Chicago Fire e Orlando City levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

O banco

Jack Musah: “Temos de ser melhores”

“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.

O banco

Não há lugar no plano para Chris Brady

O treinador queria outro perfil para este adversário, o que é uma razão de futebol a sério e nenhuma consolação. Não fez nada de errado, e não jogou.

Em resumo

Edições anteriores
48 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Andreas Hanche-Olsen desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Jogo

O boletim de meio de época do Chicago Fire

5.º lugar, 22 pontos, e todos os resultados até aqui reduzidos a uma linha. A segunda volta começa com o mesmo plantel e outras expectativas.

O banco

O Chicago Fire cumpre a palavra dada a Matías Córdoba

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

Não há esconderijo para Sam Rogers

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sam Rogers, e o treinador deixou.

O banco

Meio satisfeito: Jack Musah sobre o empate

“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.

O banco

Quando importa, David Martínez joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Jogo

Chicago Fire e New York City anulam-se

Zero a zero e quase nenhuma ocasião digna desse nome. O New York City veio defender e levou exatamente aquilo que veio buscar.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

47 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

O banco

Josh Cohen guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Evolução real de Mateo Peralta no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Mateo Peralta tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Mercado

Jonathan Bamba quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 22. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Hanche-Olsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Inter Miami CF

0‑2 para o Inter Miami CF, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Plantel

David Poreba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Jack Musah responde por isto

“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.

Em resumo

45 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

André Franco passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 37. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Chicago Fire

Eliminado, 1‑0 com o DC United, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

O banco

David Martínez guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Anton Salétros e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Emprestados

Dean Boltz conta os dias

“Vejo todos os jogos do Chicago Fire daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Nashville SC segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.

O banco

Não há esconderijo para Mateo Peralta

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateo Peralta, e o treinador deixou.

Plantel

André Franco tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Em resumo

44 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Jack Elliott guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 24. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Mercado

David Martínez quer noites europeias

A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

As bancadas

Um dos seus: David Martínez

Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo Columbus Crew

O Columbus Crew obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 1‑0 e a tabela não pergunta como.

Mercado

Não há lugar para Jack Elliott no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Jack Elliott tem a sua resposta do Chicago Fire; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

O treinador faz de Maki Tall um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

43 Edição

O Diário de Chicago Fire

24/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Nelson Palacio quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateo Peralta estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Jogo

Nashville SC leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Plantel

Jogo número 200 para Mauricio Pineda

200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

Maki Tall está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Maki Tall, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

Jack Musah: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑2, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Em resumo

42 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jack Elliott põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Hanche-Olsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Jogo

Em cima do apito, um ponto para o Chicago Fire

Minuto 95, frente ao Toronto FC, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.

Emprestados

Christopher Cupps já viu o suficiente de New York City

«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Chicago Fire, e 3 jogos em 10 dizem que merece ser ouvido.

Jogo

Jonathan Bamba salva um ponto para o Chicago Fire

Foi preciso Jonathan Bamba marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Toronto FC, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.

Plantel

Chris Brady está farto do barulho

A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.

O banco

A vista do banco

“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Jack Musah escolheu a versão do copo meio cheio do 2‑2; os adeptos saíram com a outra.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Chicago Fire atropela o Atlanta United FC

3‑0, e a margem não enganou ninguém — aguentava mais um golo ou dois sem protesto. É por tardes assim que as pessoas continuam a vir.

Notas dos jogadores

Robin Lod, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.30

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.30 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Mateo Peralta desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

O banco

Não há esconderijo para Felipe Senn

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Felipe Senn, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.49. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Jogo

Atlanta United FC varrido logo de início

Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O Atlanta United FC tentou reorganizar-se, o Chicago Fire não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.

Plantel

Robin Lod despede-se da seleção

“92 internacionalizações. Adorei todas, e agora é a vez de outro.” Aos 34 anos afastou-se da seleção e não vai a lado nenhum do Chicago Fire.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 25. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Direção

O prazo passa com 10 contratações e 11 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Alvos de mercado

O relógio ganha ao Chicago Fire a corrida por Hunter Sulte

O relógio fez o que o Portland Timbers não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Charlotte Football Club

O Charlotte Football Club levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Jack Musah enfrenta as perguntas

“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Jack Musah depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.

Plantel

O sistema deixou Felipe Senn para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Chicago Fire vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Em resumo

38 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Joel Waterman entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $1.4M por Hunter Sulte

A proposta seguiu esta semana para o Portland Timbers, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Jonathan Bamba tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Anton Salétros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Aconteça o que acontecer, o Chicago Fire não perde

Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.

Plantel

Palavras no treino do Chicago Fire sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Andreas Hanche-Olsen está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Felipe Senn

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Racing Club fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Plantel

Maren Haile-Selassie atinge as 200 presenças

200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.

Notas dos jogadores

Jason Shokalook estava imparável

Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Em resumo

37 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Philip Zinckernagel entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Jonathan Bamba leva a bola do jogo para casa

3 golos numa tarde, todos do mesmo homem. Os restantes jogadores também estiveram presentes, confirmou uma testemunha.

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

O banco

Jonathan Dean guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Alvos de mercado

Felipe Senn está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o Racing Club está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Alvos de mercado

Não, obrigado: Camilo Viganoni rejeita a mudança

O Chicago Fire tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Tigre, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo CF Montreal

O CF Montreal obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑2 e a tabela não pergunta como.

Notas dos jogadores

Um daqueles dias de Jonathan Bamba

Todos suspeitavam que havia esta versão dele lá dentro, e aqui está a prova. 9.48, e nem uma objeção no estádio.

Em resumo

35 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O DC United avisa o Chicago Fire: Silvan Hefti não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

O banco

Dylan Borso guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Uma zanga por causa do esforço no Chicago Fire

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Andreas Hanche-Olsen estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a David Martínez o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. David Martínez quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Elijah Wynder

Uma sondagem ao LA Galaxy para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Alvos de mercado

O Chicago Fire tenta Camilo Viganoni por empréstimo

Perguntou-se ao Tigre se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.

O banco

O treinador faz de André Franco um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O Chicago Fire cumpre a palavra dada a Philip Zinckernagel

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Plantel

O sistema deixou Nelson Palacio para trás

Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Chicago Fire vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.

Em resumo

34 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

O Chicago Fire consegue o seu homem

A perseguição a Nelson Palacio terminou com $5.1M a mudar de mãos e o Toronto FC sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Maren Haile-Selassie

Dribles concretizados: 28. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Alvos de mercado

O Portland Timbers avisa o Chicago Fire: Joao Ortiz não está à venda

A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.

Mercado

Sam Rogers põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

O banco

Sam Rogers guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

As bancadas

A cidade pediu, e o Chicago Fire pagou $5.1M

Nelson Palacio era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $5.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.

Mercado

Chicago Fire vende Jeff Gal por $220.0K

Jeff Gal parte para o Charlotte Football Club num negócio de $220.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.

Jogo

Chicago Fire despacha o New York Red Bulls

Três pontos para o Chicago Fire: um 2‑1 diante do New York Red Bulls num duelo decidido por pormenores.

Plantel

Jonathan Bamba chega aos 50 golos

50 golos pelo clube, cada um arquivado na memória de algum adepto.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Atlanta United FC por Maren Haile-Selassie foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Alvos de mercado

Uma proposta de $5.6M por David Martínez

O Chicago Fire foi ao Los Angeles Football Club com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Tiago Souza

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Orlando City fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

Chris Mueller segue caminho

O Sporting Kansas City paga $1.9M, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Luis Otávio

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $111.2K — um clube que quer Luis Otávio ao ponto de perguntar duas vezes.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Dean Boltz

O telefone voltou a tocar por causa de Dean Boltz, e desta vez do outro lado está o Orlando City. No Chicago Fire ouvem com educação e não prometem nada.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire recua perante o preço de Efrain Morales

O CF Montreal queria mais do que $290.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Chicago Fire recusa o Houston Dynamo por Andrew Gutman

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Jonathan Bamba o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jonathan Bamba quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Nicholas Hagen

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $122.4K — um clube que quer Nicholas Hagen ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $76.0K por Luis Otávio

A proposta seguiu esta semana para o Orlando City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Colorado Rapids entra na fila por Puso Dithejane

Mais um nome na lista: o Colorado Rapids fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Puso Dithejane. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Mercado

Não há lugar para Maren Haile-Selassie no plano

“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Maren Haile-Selassie tem a sua resposta do Chicago Fire; o que fizer com ela é a história da próxima janela.

O banco

Não há esconderijo para Anzor Mekvabishvili

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anzor Mekvabishvili, e o treinador deixou.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Em resumo

27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Mauricio Pineda ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Sam Rogers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Quando importa, Djé D'Avilla joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Jack Elliott bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jack Elliott treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Plantel

Jonathan Bamba continua a ser um estranho

Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Chicago Fire admitiria. Nota-se aos sábados.

Plantel

«Quero jogar»: fala Dylan Borso

«Respeito o treinador e não vou ficar aqui a fingir que estou contente.» É a frase mais repetida do futebol e nunca foi o fim de uma história.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para David Poreba

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Poreba, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

A pergunta sobre Jonathan Bamba persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonathan Bamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Jack Elliott bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jack Elliott treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Plantel

David Poreba quer sair do banco

“Não assinei para ver. Ninguém assina.” A queixa mais antiga do futebol, e o Chicago Fire vai ter de lhe responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Evolução real de Puso Dithejane no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Puso Dithejane tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Mercado

Um ano fora bem aproveitado por Philip Zinckernagel

20 jogos, 1 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Chicago Fire já não é se joga, mas quem desloca.

Plantel

Um passo atrás para Philip Zinckernagel no Chicago Fire

Alguém lhe passou à frente. Não é ficar de fora, e é pior do que isso, porque ficar de fora é sobre um sábado e isto é sobre o lugar que ocupa.

O banco

Mbekezeli Mbokazi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 141% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Mercado

Um ano fora bem aproveitado por Philip Zinckernagel

20 jogos, 1 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Chicago Fire já não é se joga, mas quem desloca.

O banco

Não há esconderijo para Sam Rogers

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sam Rogers, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

A pergunta sobre Jonathan Bamba persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonathan Bamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Direção

O Chicago Fire garante o lugar na Europa

Está feito, e ainda com jogos por disputar. A próxima época vai ter noites de holofotes contra clubes de outros países, e as contas ganham uma linha que no ano passado não tinham.

Mercado

Jonathan Bamba tem os olhos postos na Europa

Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Chicago Fire lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.

Plantel

David Poreba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Mauricio Pineda pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Mercado

A história de Anton Salétros recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Anton Salétros assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

O banco

Deandre Kerr é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Deandre Kerr está nela.

O banco

Abre-se uma porta a Djé D'Avilla

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

O treinador sai em defesa de Robin Lod

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Robin Lod foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Plantel

Robin Lod é a conversa do centro de treinos

O homem mais afiado por lá a semana inteira, segundo todos os relatos. É a linha mais discreta desta página, e costuma sair na semana anterior ao início de uma série de jogos de alguém na equipa.

Em resumo

18 Edição

O Diário de Chicago Fire

30/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

André Franco: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Direção

Em Chicago Fire, 153% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

O banco

Não há esconderijo para Dylan Borso

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Dylan Borso, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Jonathan Bamba persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonathan Bamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Maki Tall pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

Plantel

Dylan Borso: “Não sou um suplente”

“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Chicago Fire terá de responder com minutos ou com uma transferência.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Não há esconderijo para Jonathan Dean

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jonathan Dean, e o treinador deixou.

O banco

Djé D'Avilla tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Andreas Hanche-Olsen apontado a uma saída

O nome de Andreas Hanche-Olsen não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Plantel

A seleção chama Robin Lod

Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Chicago Fire perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Dean Boltz diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Em Chicago Fire, 153% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Não há esconderijo para Sam Rogers

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sam Rogers, e o treinador deixou.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Jonathan Bamba persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonathan Bamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Em resumo

12 Edição

O Diário de Chicago Fire

19/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Chicago Fire pode não conseguir dar a Jonathan Bamba o que ele quer

É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Jonathan Bamba quer futebol continental; se o Chicago Fire o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

David Poreba é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 23 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Jogo

Continua sem haver quem bata o Chicago Fire

A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie estava imparável

Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

Não há esconderijo para Maki Tall

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maki Tall, e o treinador deixou.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

10 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Andrew Gutman

Uma nota de 7.66, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Jack Musah não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Chicago Fire também ninguém o escondia.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Evolução real de Puso Dithejane no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Puso Dithejane tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Anton Salétros quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 218% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

Plantel

Andrew Gutman no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrew Gutman está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

A pergunta sobre Jonathan Bamba persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Jonathan Bamba. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

O banco

O treinador faz uma promessa a Anzor Mekvabishvili

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Robert Lewandowski — 8.03

Aos 38 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Robert Lewandowski vive a melhor forma da carreira

Uma média de 7.31 na época, com 11 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.

Jogo

O Chicago Fire salva um ponto aos 85 minutos

A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 85. O Columbus Crew tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.

O banco

Anzor Mekvabishvili ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

No Chicago Fire ainda são estranhos uns para os outros

10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Jack Elliott e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

Jogo

Chicago Fire e Columbus Crew levam um ponto cada

Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Robin Lod desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Robin Lod está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

O mês é de Robert Lewandowski

O prémio é pouca coisa com um significado pesado: durante quatro semanas ninguém neste escalão fez melhor o seu trabalho. Chicago Fire têm o troféu numa prateleira e o jogador na equipa.

Plantel

Um lugar no onze do mês para Robert Lewandowski

Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Robert Lewandowski sai dessa comparação dentro da equipa, e o Chicago Fire beneficiou de cada uma dessas tardes.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

Antevisão

O Chicago Fire mede-se com a equipa que todos perseguem

O Nashville SC chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.

O banco

Josh Cohen ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Em resumo

2 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Chris Brady acerta condições com o Sporting Kansas City

Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Chicago Fire já se começa a dizer o nome dele no passado.

Mercado

Chicago Fire recusa o Brondby por Philip Zinckernagel

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

Uma proposta de $7.9M por Samuel Adeniran

O Chicago Fire foi ao LASK com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski dos velhos tempos — 8.07

Aos 37 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.07, e ninguém melhor em campo.

Direção

O Chicago Fire fecha o mercado com um plantel feito por si

14 entradas e 0 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Alvos de mercado

Deandre Kerr está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o Toronto FC está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Andreas Hanche-Olsen compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Robert Lewandowski e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Philip Zinckernagel entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Jogo

O Chicago Fire deita fora uma vantagem de 4 golos

4 à frente e em controlo total, e acabou com o New England Revolution como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Chicago Fire goste de rever.

Notas dos jogadores

Robert Lewandowski marca duas vezes — 8.86

Dois golos e um 8.86 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Jonathan Bamba assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Jonathan Bamba e o Chicago Fire acertam mais 3 anos.

Plantel

Philip Zinckernagel tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

Um dos seus: Jason Shokalook

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

Em resumo