Robin Lod

Meio-campista - Chicago Fire
2 Jul 2028
Domingo
Processo

Marcado para Robin Lod

98 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O Chicago Fire cumpre a palavra dada a Maren Haile-Selassie

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

O banco

Matthew Hoppe pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Quando importa, Robin Lod joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Não há esconderijo para Darius Lane

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Darius Lane, e o treinador deixou.

Mercado

A pergunta sobre Chris Brady persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Chris Brady. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Emprestados

Logan Farrington quer ficar no New York Red Bulls

«Aqui jogo todas as semanas e volto a sentir-me futebolista.» 13 jogos e 7 golos por empréstimo, e uma decisão à espera do verão.

Plantel

A seleção chama Chris Brady

Parte para ser jogador de outros durante quinze dias. O Chicago Fire perde-o durante a paragem e gostava que lho devolvessem no estado em que saiu.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi chamado pelo seu país

Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Chicago Fire que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.

Em resumo

Edições anteriores
97 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/06/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire despede-se da taça

O New York City segue em frente e o Chicago Fire vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 7.81

Aos 35 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.81, e ninguém melhor em campo.

Mercado

Anzor Mekvabishvili sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Jonathan Bamba um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Theo Corbeanu faz a diferença pelo Chicago Fire contra o DC United

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Theo Corbeanu. 1‑0 sobre o DC United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Notas dos jogadores

A tarde foi de Theo Corbeanu

Uma nota de 7.83, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.

Notas dos jogadores

O golo mais cruel, e é de Jonathan Bamba

Um toque que não queria, um ressalto impossível de ler e o seu nome na coluna errada. Depois disto não há consolo, e no Chicago Fire não o vão tentar esta noite.

Em resumo

96 Edição

O Diário de Chicago Fire

29/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 7.82

Aos 35 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.82, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Notas dos jogadores

Samuel Adeniran passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 22. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

O banco

Matthew Hoppe ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Jogo

Chicago Fire despacha o Columbus Crew

Três pontos para o Chicago Fire: um 1‑0 diante do Columbus Crew num duelo decidido por pormenores.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Emprestados

Logan Farrington continua a marcar em New York Red Bulls

11 jogos longe de casa e 7 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.

O banco

Djé D'Avilla é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Djé D'Avilla está nela.

Antevisão

Alex Bono regressa para defrontar o DC United

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Alex Bono: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Chicago Fire a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

95 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Nashville SC

0‑1 para o Nashville SC, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Plantel

6 caras novas e o Chicago Fire ainda se está a conhecer

Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.

O banco

Andreas Hanche-Olsen tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Notas dos jogadores

Ninguém conseguiu chegar a Robin Lod

Dribles concretizados: 12. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.

Antevisão

Um reencontro para Ronaldo Vieira

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Columbus Crew com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

O plano não tinha lugar para Jansen Miller

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

94 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Samuel Adeniran passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 32. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Jogo

O golo de Alex Harris não chega para o Chicago Fire

Alex Harris marcou, e pouco mais correu bem: 1‑3 para o Toronto FC, e um caminho silencioso até ao balneário.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 1‑3, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

O banco

Não há esconderijo para Jansen Miller

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jansen Miller, e o treinador deixou.

As bancadas

O foco aperta sobre Chris Brady

Agora pesa-se cada toque, nos jornais e fora deles. Há quem cresça com isso e há quem se parta em silêncio, e nunca se sabe qual antes de acontecer.

O banco

Quando importa, Robin Lod joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A pergunta sobre Mbekezeli Mbokazi persegue o Chicago Fire

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Mbekezeli Mbokazi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

93 Edição

O Diário de Chicago Fire

08/05/2028
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do Philadelphia Union

1‑3 para o Philadelphia Union, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Notas dos jogadores

Samuel Adeniran encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 19. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Jordan Yedlin a uma sala que já as tinha ouvido.

O banco

Maren Haile-Selassie tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Max Floriani continua a pagar por uma tarde no Chicago Fire

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

Alex Bono ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Antevisão

Theo Corbeanu regressa para defrontar o Toronto FC

Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Theo Corbeanu: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Chicago Fire a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.

Em resumo

90 Edição

O Diário de Chicago Fire

17/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

O joelho: Andreas Hanche-Olsen fora por 33 dias

33 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Alvos de mercado

Começam os papéis de Ronaldo Vieira

Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Chicago Fire fez a parte difícil com o San Jose Earthquakes, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Mercado

Anzor Mekvabishvili quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Jogo

Chicago Fire cumpre diante do New England Revolution

Um 2‑1 sobre o New England Revolution, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

O banco

Não há esconderijo para Chris Brady

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chris Brady, e o treinador deixou.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de André Franco no seu melhor

Avaliado com 8.00. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Chicago Fire.

Plantel

Chris Brady está farto do barulho

A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.

Em resumo

88 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/04/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Andreas Hanche-Olsen lesiona os ligamentos do joelho — 48 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 48 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Não vai: Samid Akanni fica no Chicago Fire

“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O FC Dallas tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.

Notas dos jogadores

Robin Lod, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.32

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.32 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $560.0K por Devin Padelford

A proposta seguiu esta semana para o Minnesota United FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Devin Padelford

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $598.2K — um clube que quer Devin Padelford ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Robin Lod fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robin Lod e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

As bancadas

$5.5M por Matthew Hoppe, e os adeptos do Chicago Fire aprovam

Às direções dizem-lhes durante anos o que fazem mal e não ouvem nada nos dias em que acertam. Este é um desses dias: Matthew Hoppe do Viborg por $5.5M, e uma bilheteira a ter uma manhã excelente.

Mercado

Philadelphia Union entra na fila por Chris Mueller

Mais um nome na lista: o Philadelphia Union fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Chris Mueller. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Em resumo

85 Edição

O Diário de Chicago Fire

13/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Andreas Hanche-Olsen

72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

Mercado

André Franco pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Samuel Adeniran

$7.5M em cima da mesa do Wolfsberger AC. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Alvos de mercado

O Chicago Fire recua perante o preço de Neil Pierre

O Philadelphia Union queria mais do que $1.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.

Jogo

Nenhuma baliza a zero à vista para o Chicago Fire

Já vão 6 jogos com pelo menos dois sofridos. A defesa foi reorganizada, o guarda-redes foi apoiado publicamente, e os golos continuam a entrar.

Mercado

Anzor Mekvabishvili quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Em resumo

84 Edição

O Diário de Chicago Fire

06/03/2028
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Uma lesão de joelho das piores para Andreas Hanche-Olsen

79 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Chicago Fire perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.

O banco

Philip Zinckernagel: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Mercado

Jack Elliott põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 7.95

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.95, e ninguém melhor em campo.

Alvos de mercado

Uma proposta de $1.6M por Neil Pierre

O Chicago Fire foi ao Philadelphia Union com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Neil Pierre

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.9M — um clube que quer Neil Pierre ao ponto de perguntar duas vezes.

Em resumo

80 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/02/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Andreas Hanche-Olsen lesiona os ligamentos do joelho — 110 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 110 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Jason Shokalook põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Direção

Cresce a pressão na direção do Chicago Fire

Os dirigentes deixaram de mostrar afeto público ao treinador. No futebol, isso costuma ser a fase anterior ao comunicado curto.

Mercado

Chris Brady sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Samid Akanni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

Anzor Mekvabishvili ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

Plantel

Jack Elliott já não é a primeira escolha

O treinador reorganizou as ideias e Jack Elliott saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.

O banco

Robin Lod é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Robin Lod está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

79 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

O joelho: Andreas Hanche-Olsen fora por 119 dias

119 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Chicago Fire perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.

Mercado

Maren Haile-Selassie pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Robin Lod ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Jason Shokalook bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jason Shokalook treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

76 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/01/2028
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Anton Salétros esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Viktor Radojević fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Viktor Radojević e o Chicago Fire acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

O banco

Mauricio Pineda ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Anzor Mekvabishvili continua a pagar por uma tarde no Chicago Fire

Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.

O banco

Robin Lod é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Robin Lod está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Christopher Cupps bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Christopher Cupps treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

72 Edição

O Diário de Chicago Fire

13/12/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Mercado

Anzor Mekvabishvili quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Evolução real de Darius Lane no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Darius Lane tem 20 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Anzor Mekvabishvili

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

O banco

Jason Shokalook pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Quando importa, Robin Lod joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Em resumo

68 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Plantel

Mauricio Pineda lesiona os ligamentos do joelho — 18 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 18 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Mbekezeli Mbokazi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Anzor Mekvabishvili ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Robin Lod tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

A conversa sobre Mbekezeli Mbokazi não desaparece

Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Chicago Fire sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.

Plantel

Uma temporada à margem para Philip Zinckernagel

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Chicago Fire ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

O banco

Prometeram minutos a Logan Farrington

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Logan Farrington apontou a data.

Em resumo

64 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Jogo

Chicago Fire eliminado da taça

O DC United fechou tudo por 0‑4. A época reduz-se ao campeonato, e no estádio já se sabia muito antes do apito final.

Mercado

Jason Shokalook pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

As bancadas

Uma goleada na taça no DC United deixa o Chicago Fire a explicar-se

0-4, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.

O banco

Cole Mrowka: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Os golos abandonaram o Chicago Fire

3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Chicago Fire sabe dizer em que semana.

Jogo

Inter Miami CF leva os pontos ao Chicago Fire

Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.

Notas dos jogadores

Robin Lod mandou no meio-campo — 6.90

Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.90, e nenhuma delas entrará num resumo.

Em resumo

62 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/10/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Anton Salétros e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Robin Lod no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Robin Lod está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Robin Lod tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Plantel

O Chicago Fire começou a construir à volta de Anzor Mekvabishvili

Era uma das opções. Agora é um dos homens à volta de quem as opções se escolhem, e a mudança foi tão silenciosa que no dia só o balneário reparou.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

59 Edição

O Diário de Chicago Fire

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Jogo

Chicago Fire arrasa o Nashville SC

Raras vezes este jogo viu exibição assim: 4‑1 frente ao Nashville SC, e podiam ter sido mais.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Jason Shokalook — 8.54

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jason Shokalook produziu-o, e o 8.54 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Robin Lod, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.50

Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.50 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.

Mercado

Jonathan Bamba quer mais do que o Chicago Fire oferece

«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.

Plantel

Cole Mrowka é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

O banco

Chris Brady ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Samid Akanni e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Chris Brady

Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.

Plantel

Erro caro de Chris Brady

Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Chris Brady sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.

Em resumo

58 Edição

O Diário de Chicago Fire

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Mercado

Jonathan Bamba pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Robin Lod assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Robin Lod e o Chicago Fire acertam mais 2 anos.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

Emprestados

Dean Boltz quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Chicago Fire e lutar pelo meu lugar.» 10 jogos em 20 no Orlando City dizem o resto.

O banco

O treinador faz de Jansen Miller um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Robin Lod joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

56 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Mercado

Jason Shokalook põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Austin FC por Dylan Borso foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 7.80

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 7.80, e ninguém melhor em campo.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo Philadelphia Union

O Philadelphia Union obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 3‑1 e a tabela não pergunta como.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Jeremías Heidenreich

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Jeremías Heidenreich tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

O Chicago Fire resolve em vinte minutos

2 golos antes de o estádio acabar de chegar. O Philadelphia Union passou o resto da tarde a jogar um jogo já decidido, e toda a gente nas bancadas sabia disso.

Notas dos jogadores

Noventa minutos de Jason Shokalook no seu melhor

Avaliado com 8.16. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Chicago Fire.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jordan Yedlin, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

54 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Triunfo

Jogo

Robin Lod põe o Chicago Fire na próxima eliminatória

Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Robin Lod agarrou este contra o Columbus Crew. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Chicago Fire.

Jogo

Final cruel para o Charlotte Football Club com a estocada do Chicago Fire

Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Chicago Fire marcou aos 90, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Heracles por Logan Farrington foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Notas dos jogadores

Bis, e a tarde é de Robin Lod — 8.53

Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Robin Lod produziu-o, e o 8.53 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.

Notas dos jogadores

Os dois de Jonathan Bamba — 8.03

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.03, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Mercado

Djé D'Avilla entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Mercado

CF Montreal a seguir Jason Shokalook

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Jogo

Chicago Fire soma 4 vitórias seguidas

A dinâmica não se compra e perde-se depressa; neste momento o Chicago Fire tem 4 vitórias seguidas dela.

Direção

Fecha o mercado: 13 entradas, 14 saídas no Chicago Fire

O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 13, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.

Em resumo

41 Edição

O Diário de Chicago Fire

10/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

Chris Brady segura o Chicago Fire sozinho

Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.

Notas dos jogadores

Robin Lod dos velhos tempos — 8.12

Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.12, e ninguém melhor em campo.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

Plantel

Djé D'Avilla fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Djé D'Avilla e o Chicago Fire acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Jogo

Chicago Fire encontra maneira de passar pelo Philadelphia Union

O Philadelphia Union obrigou o Chicago Fire a suar, mas no fim o marcador dizia 2‑0 e a tabela não pergunta como.

O banco

Jordan Yedlin: “É esta a fasquia”

“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 2‑0, já a falar do próximo.

O banco

Philip Zinckernagel pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz de Josh Cohen um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Logan Farrington estreia-se finalmente a marcar

Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Chicago Fire têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.

Em resumo

40 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/05/2027
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Plantel

3 golos de Jeremías Heidenreich

A bola do jogo é de Jeremías Heidenreich, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.

Notas dos jogadores

A idade ainda não apanhou Robin Lod — 8.03

Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.03 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.

Mercado

Josh Cohen põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Jonathan Bamba quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Mbekezeli Mbokazi esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire despacha o Atlanta United FC

Três pontos para o Chicago Fire: um 3‑2 diante do Atlanta United FC num duelo decidido por pormenores.

Notas dos jogadores

Jeremías Heidenreich em notas de excelência

Uma exibição de 9.08 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.

Plantel

Robin Lod despede-se da seleção

“92 internacionalizações. Adorei todas, e agora é a vez de outro.” Aos 34 anos afastou-se da seleção e não vai a lado nenhum do Chicago Fire.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

20 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Puso Dithejane assina por mais

“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Puso Dithejane e o Chicago Fire acertam mais 4 anos.

O banco

Jason Shokalook ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Sam Rogers em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Prometeram minutos a Sam Rogers

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sam Rogers apontou a data.

Plantel

Uma questão de salários no Chicago Fire

Josh Cohen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Josh Cohen parte um osso — 28 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Robin Lod desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Robin Lod está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

Andrew Gutman no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrew Gutman está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Jason Shokalook bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jason Shokalook treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Chicago Fire cumpre diante do Toronto FC

Um 1‑0 sobre o Toronto FC, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Robin Lod

7.75, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Chicago Fire tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Plantel

Robin Lod estreia-se finalmente a marcar

Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Chicago Fire têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma temporada à margem para Anton Salétros

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Chicago Fire ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Em resumo