Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Modena falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Deixou de ser um ambiente nas bancadas e passou a ser algo organizado. As direções podem ignorar um mau ambiente durante muito tempo; esta fase não a conseguem ignorar por muito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Modena, e não vai ser retirado.
O Modena e o Virtus Entella acertaram em $620.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
A proposta do Arezzo por Giacomo Satalino foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Modena perguntou e o Inter disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Fabio Gerli e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Paulo Azzi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Posição 20 e 19 pontos, e nesta parte da cidade a classificação lê-se de baixo para cima. O calendário deixou de ser um programa e passou a ser uma contagem decrescente.
Verba acordada, salário acordado, e o Monza à espera com uma camisola. No Modena ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Vitinha foi-se, as contas têm $12.9M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Modena fez a parte difícil com o Juventus, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Thijs Dallinga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Thijs Dallinga era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $12.1M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
Verba acordada, salário acordado, e o Monopoli à espera com uma camisola. No Udinese ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Udinese ofereceu $14.0M; o Pisa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Modena pagou $12.1M e o Udinese aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
O Udinese perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $8.9M do que o Udinese pagou por Thijs Dallinga é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Arijanet Murić quer futebol continental; se o Udinese o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $22.8M — um clube que quer Ismaël Koné ao ponto de perguntar duas vezes.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Modena fez a parte difícil com o Udinese, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Modena perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Modena, e não vai ser retirado.
Francesco Zampano e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel11/06/2029
Kleis Bozhanaj desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Modena já telefonou ao Rosario Central. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Udinese já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Catanzaro fica com o seu homem, e o Udinese volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Federico Zuccon terminou com $3.8M a mudar de mãos e o Foggia sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $15.0M — um clube que quer Henrik Meister ao ponto de perguntar duas vezes.
Arijanet Murić e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Modena toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
O Modena foi ao Udinese com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Modena, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Héctor Fertoli será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Modena as despedidas começaram em silêncio.
Não há pior forma de perder um futebolista. Héctor Fertoli pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Francesco Zampano e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Modena foi explícito quanto à situação de Alessandro Sersanti, o que é mais do que muitos recebem.
O Foggia aceitou o dinheiro. O que o Udinese ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta seguiu esta semana para o Parma, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Udinese perguntou e o Pisa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Gabriele Piccinini está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Udinese sobre quem trabalha
PlantelNo Udinese ainda são estranhos uns para os outros
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
7.99, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Saba Goglichidze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thijs Dallinga tem a sua resposta do Udinese; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Thijs Dallinga e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Torino levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco23/04/2029
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Giorgio Calabrese saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thijs Dallinga treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Jonathan David assinar alguma coisa — um contrato no Udinese ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Pedro Mendes: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Udinese a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Agustín Álvarez quer futebol continental; se o Udinese o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Udinese ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Filip Stojilković esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Udinese foi explícito quanto à situação de Jesper Karlström, o que é mais do que muitos recebem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Udinese coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Lautaro Zotta tem a sua resposta do Udinese; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Um fim de semana, avaliado contra o de todos os outros. Thijs Dallinga ficou por cima, e para a maioria dos futebolistas um prémio semanal é o único troféu que uma carreira produz.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Oumar Solet assinar alguma coisa — um contrato no Udinese ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A bola do jogo é de Thijs Dallinga, cujos 3 golos transformaram uma tarde difícil num passeio.
Jogo03/03/2029
O Udinese torna a sua casa um sítio difícil de visitar
14 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Thijs Dallinga e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Davide Zappacosta regressa a Udinese com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
O Udinese ofereceu $1.7M; o Cagliari disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Emprestados12/02/2029
O empréstimo de Bartosz Mrozek mede-se pelo que não acontece
16 balizas a zeros em 21 jogos no Pro Vercelli. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Vejo todos os jogos do Udinese daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Cagliari segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Um negócio que à hora de almoço estava a um telefonema de fechar estava morto à meia-noite. O Udinese vai tentar outra vez quando o mercado abrir; nessa altura o Juventus pode já não estar a vender.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Udinese sobre quem trabalha
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
12 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
$1.7M em cima da mesa do Cagliari. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Direção05/02/2029
O Udinese fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O Udinese perguntou e o Atalanta disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Jonathan David produziu-o, e o 8.67 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
Minuto 93, frente ao Juventus, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Oumar Ngom está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
Saba Goglichidze e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel16/10/2028
Alfonso Pedraza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
7 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Thijs Dallinga tem a sua resposta do Udinese; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Thijs Dallinga, e o treinador deixou.
Segue-se a equipa do topo da tabela, e a medida honesta de onde esta equipa realmente está. Qualquer um ganha ao clube que tem abaixo; a pergunta é o que acontece contra o Juventus.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Udinese fica com o seu homem, e o Bologna volta a uma lista com um nome riscado.
As bancadas04/09/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Nicolò Cambiaghi por $26.7M
Vai para o Inter, o clube tem $26.7M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Direção04/09/2028
O Bologna fecha o mercado com um plantel feito por si
19 entradas e 42 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Bologna a ouviu como outra coisa.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
15 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bologna perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bologna, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bologna já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Bologna perguntou e o Udinese disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $2.5M — um clube que quer Ludovico Del Sorbo ao ponto de perguntar duas vezes.
A perseguição a Pedro Mendes terminou com $18.4M a mudar de mãos e o Modena sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
Verba acordada, salário acordado, e o Bellinzona à espera com uma camisola. No Udinese ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Hellas Verona por Saba Goglichidze foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Udinese ofereceu $4.8M; o Südtirol disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Udinese perguntou e o AC Milan disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Damián Pizarro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Alfonso Pedraza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $6.9M porque Giacomo Olzer é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Modena fez a parte difícil com o Juventus, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o AC Milan fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Modena coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Modena foi ao Juve Stabia com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
As bancadas19/06/2028
O Modena gasta $6.9M na contratação que a cidade queria
É a sequência mais rara do futebol: os adeptos pedem uma coisa e o clube vai e fá-la. $6.9M por Giacomo Olzer, e durante uma semana ninguém se queixa de nada.
78 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Udinese perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
17 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Udinese lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
102 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Udinese perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Jakub Piotrowski será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Udinese as despedidas começaram em silêncio.
Saba Goglichidze esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Thijs Dallinga chama-lhe outra coisa em privado.
Unai Gómez esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Thijs Dallinga treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Udinese ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Arijanet Murić e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Udinese, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Emprestados27/03/2028
O empréstimo de Edoardo Piana mede-se pelo que não acontece
9 balizas a zeros em 17 jogos no HNK Gorica. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nicolò Zaniolo assinar alguma coisa — um contrato no Udinese ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Nicolò Zaniolo: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Udinese a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
11 jogos sem sofrer em 30 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Pierluigi Gollini tem tido muitas.
Noventa minutos concretos pediam outro tipo de jogador, e o treinador escolheu um. Não está em má forma e não está na equipa, e as duas coisas são verdade.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Elia Caprile, e o treinador deixou.
Gastón Brugman e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
10 jogos sem sofrer em 28 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Pierluigi Gollini tem tido muitas.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Unai Gómez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Unai Gómez e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel14/02/2028
Dejvi Bregu consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Dejvi Bregu acabou de assinar pelo Udinese e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Juventus fica com o seu homem, e o Udinese volta a uma lista com um nome riscado.
A perseguição a Thijs Dallinga terminou com $24.8M a mudar de mãos e o Bologna sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Reggiana aceitou o dinheiro. O que o Udinese ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Torino por James Abankwah foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Thijs Dallinga era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $24.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.
9 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Em resumo
Alvos de mercadoPorta fechada: Mario Pašalić fica onde está
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
As bancadas31/01/2028
Os adeptos revoltam-se com a venda de Thijs Dallinga por $24.8M
Vai para o Udinese, o clube tem $24.8M que não tinha na sexta-feira, e os programas de rádio já decidiram como se sentem quanto a isso. Vender bem e vender alguém que amavam não são a mesma competência.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Bologna fez a parte difícil com o Sassuolo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bologna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Bologna perguntou e o Padova disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Bologna aceitou o dinheiro. O que o Udinese ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
O Lazio segue em frente e o Udinese vai para casa, com um 1‑2 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Udinese já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Unai Gómez e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bologna, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Bologna já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Monza fica com o seu homem, e o Bologna volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Udinese, e não vai ser retirado.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Udinese perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Udinese perguntou e o Bologna disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Bologna, e não vai ser retirado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Nadir Zortea tem a sua resposta do Bologna; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Vejo todos os jogos do Bologna daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Arzignano segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
19 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Bologna perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
A proposta do Palermo por Matvey Kislyak foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Bologna foi explícito quanto à situação de Martin Vitík, o que é mais do que muitos recebem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Pisa fica com o seu homem, e o Bologna volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nadir Zortea, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoNinguém saiu depressa do balneário de Bologna
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nicolò Cambiaghi
26 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Bologna perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Jesper Karlsson agarrou este contra o Pro Vercelli. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Bologna.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nota 8.01 — daquelas que um cronista aponta duas vezes para ter a certeza. Saiu-lhe tudo o que tentou, e o que não tentou não valia a pena.
O banco08/11/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑3, ditas por Davide Altieri a uma sala que já as tinha ouvido.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Tommaso Pobega sai dessa comparação dentro da equipa, e o Bologna beneficiou de cada uma dessas tardes.
Plantel08/11/2027
Tomás Orqueida desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bologna ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Matvey Kislyak tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A primeira derrota em 9 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Atalanta; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Łukasz Skorupski está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Francesco Cassata estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
1 para Tommaso Pobega, avaliado com 7.81, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Bologna coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Bologna daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Arzignano segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco18/10/2027
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Davide Altieri foi breve depois da vitória por 2‑1, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Łukasz Skorupski e o Bologna acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Riccardo Orsolini e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Vejo todos os jogos do Bologna daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Como segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
A direcção pôs dinheiro em cima da mesa em vez de uma palavra de incentivo. O que lhe acontece a partir de agora é problema de outro, e trabalho de outro.
Em resumo
O bancoA vista do banco
PlantelPalavras no treino do Bologna sobre quem trabalha
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Bologna ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Thijs Dallinga. 2‑1 sobre o Lecce, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Niklas Pyyhtiä e o Bologna acertam mais 5 anos.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.22, e nenhuma delas entrará num resumo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Moro, e o treinador deixou.