Os adeptos organizam-se contra a direção do DC United
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Plantel28/12/2026
44 dias de fora para Garrison Tubbs depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O DC United vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no DC United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel28/12/2026
Palavras no treino do DC United sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Silvan Hefti está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sean Nealis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nathan Ordaz assinar alguma coisa — um contrato no DC United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Sean Nealis será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no DC United as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no DC United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/11/2026
Silvan Hefti desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nathan Ordaz assinar alguma coisa — um contrato no DC United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Sean Davis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No DC United ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Louis Munteanu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Lucas Bartlett está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Tai Baribo. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no DC United coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel05/10/2026
Tai Baribo desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jordan Farr, e o treinador deixou.
Uma cara nova na posição dele e uma camisola que julgava sua de repente em discussão. O DC United não prometeu nada, que é o que os clubes prometem nesta fase.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Nathan Ordaz assinar alguma coisa — um contrato no DC United ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o DC United pode pedir e sobe o salário que Garrison Tubbs pode exigir.