Jack Elliott

Zagueiro - Chicago Fire
7 Nov 2027
Domingo
Processo

Marcado para Jack Elliott

66 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/11/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Mauricio Pineda lesiona os ligamentos do joelho — 35 dias de fora

As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 35 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.

Jogo

A época acaba aqui para o Chicago Fire

O Orlando City segue. A tabela disse durante meses que esta equipa era suficientemente boa, e ao formato não interessa o que a tabela disse: a discussão que todos os clubes eliminados têm consigo próprios desde que existem playoffs.

Mercado

Logan Farrington põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Jogo

Não se vê o fim da espera do Chicago Fire por uma vitória

Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Chicago Fire tem de arrancar um resultado de algum lado.

Mercado

Chris Brady quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Jogo

Ninguém conseguiu parar de marcar

7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Chicago Fire e do Orlando City por igual; os restantes divertiram-se imenso.

Jogo

O Chicago Fire faz água atrás

4 jogos, dois ou mais sofridos em todos eles. Equipas que criam tanto podem viver com isso durante algum tempo. Ninguém vive com isso para sempre.

Notas dos jogadores

Samid Akanni jogou uma tarde diferente da de toda a gente

8.10. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.

Em resumo

Edições anteriores
61 Edição

O Arauto de Columbus Crew

27/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Columbus Crew

Maurice Malone e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

A ficha de jogo disse tudo sobre Maurice Malone

Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Maurice Malone.

Jogo

Igualdade entre Columbus Crew e CF Montreal

1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.

O banco

O veredicto do treinador

“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” DeAndre Dempsey não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Columbus Crew também ninguém o escondia.

Direção

$610.0K chegam ao Columbus Crew graças a Dylan Chambost

Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $610.0K ao Columbus Crew. Dylan Chambost saiu há muito tempo; o papel ficou.

Notas dos jogadores

Tyler Wolff encarou-os todo o jogo

Dribles concretizados: 13. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.

O banco

Não há lugar no plano para Maurice Malone

O treinador queria outro perfil para este adversário, o que é uma razão de futebol a sério e nenhuma consolação. Não fez nada de errado, e não jogou.

Mercado

A pergunta sobre Patrick Schulte persegue o Columbus Crew

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Patrick Schulte. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Em resumo

59 Edição

O Arauto de Columbus Crew

13/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jamal Thiaré põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Columbus Crew, e não vai ser retirado.

O banco

Andrés Herrera afastado no Columbus Crew

Isto não é rotação. Andrés Herrera está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Columbus Crew finge o contrário.

Plantel

Patrick Schulte em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Columbus Crew coisas que levam mais de uma semana a retirar.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Columbus Crew

7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Não há lugar para Jack Elliott no jogo grande

Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Columbus Crew fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.

O banco

O treinador faz de Lukas MacNaughton um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

O Columbus Crew cumpre a palavra dada a Ronaldo Vieira

Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.

Jogo

Ponto ganho ou dois perdidos para o Columbus Crew?

Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o FC Cincinnati? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.

Mercado

Andrés Herrera apontado a uma saída

O nome de Andrés Herrera não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Columbus Crew nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

58 Edição

O Arauto de Columbus Crew

06/09/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Éric Bailly sobe a fasquia para o Columbus Crew

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Columbus Crew a ouviu como outra coisa.

Plantel

Jamal Thiaré quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Columbus Crew sabem-no.

Plantel

Um desentendimento no Columbus Crew

Jamal Thiaré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

Andrés Herrera no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrés Herrera está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

O banco

O treinador faz de Amar Sejdic um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Mercado

A pergunta sobre Brais Méndez persegue o Columbus Crew

Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brais Méndez. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.

Plantel

Jack Elliott sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Columbus Crew do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Garrison Tubbs ainda paga por um erro

Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.

O banco

André Gomes tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Columbus Crew dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Em resumo

56 Edição

O Arauto de Columbus Crew

23/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Notas dos jogadores

Tyler Wolff marca duas vezes — 8.50

Dois golos e um 8.50 a acompanhar. Os avançados são julgados por tardes como esta e recordados por muito menos delas do que se imagina.

Jogo

Columbus Crew sobe ao lugar 3

41 pontos somados e um lugar no grupo da frente. No estádio ainda ninguém diz a palavra em voz alta.

Jogo

Columbus Crew fica aquém diante do New York Red Bulls

O New York Red Bulls levou os pontos após um 2‑3 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Palavras no treino do Columbus Crew sobre quem trabalha

Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Maurice Malone está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.

O banco

O treinador faz de Patrick Schulte um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Plantel

Os ânimos aquecem no Columbus Crew

Jamal Thiaré esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Emprestados

Tristan Brown quer voltar para casa

«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Columbus Crew e lutar pelo meu lugar.» 4 jogos em 20 no DC United dizem o resto.

O banco

A vista do banco

“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 2‑3, ditas por DeAndre Dempsey a uma sala que já as tinha ouvido.

Mercado

Jamal Thiaré avisado para procurar clube

«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Jamal Thiaré foi informado de que não entra nos planos do treinador do Columbus Crew.

Em resumo

54 Edição

O Arauto de Columbus Crew

09/08/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Os pequenos detalhes afastam o Columbus Crew

Eliminado, 0‑2 com o Chicago Fire, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.

Mercado

Wessam Abou Ali entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Columbus Crew podem fingir não ter ouvido.

Mercado

Inter Miami CF voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Columbus Crew não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Mercado

Negócios são negócios: Hugo Picard sai

O Vancouver Whitecaps pagou $6.8M e o Columbus Crew aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Direção

O Columbus Crew fecha o mercado com um plantel feito por si

14 entradas e 18 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.

Alvos de mercado

Jack Elliott vai a exames médicos no Columbus Crew

Tudo acordado com o Chicago Fire, tudo acordado com o jogador; só falta convencer um médico. A fotografia está a um dia ou dois.

Plantel

Um desentendimento no Columbus Crew

Maurice Malone e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Columbus Crew oferece $49.0K por Christian Ramírez

A proposta seguiu esta semana para o Austin FC, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Negócios são negócios: Nicholas Hagen sai

O Los Angeles Football Club pagou $660.0K e o Columbus Crew aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.

Em resumo

52 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/07/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jason Shokalook entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

O banco

Jack Elliott: não foi isto que me prometeram

«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Chicago Fire nada responderam, o que também é uma resposta.

Mercado

Austin FC entra na fila por Jack Elliott

Mais um nome na lista: o Austin FC fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jack Elliott. A resposta do Chicago Fire não mudou — para já.

Plantel

Logan Farrington desentende-se com um colega por causa das exigências

A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Chris Brady

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Chris Brady tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Jason Shokalook faz a diferença pelo Chicago Fire contra o CF Montreal

Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Jason Shokalook. 1‑0 sobre o CF Montreal, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.

Plantel

Golo número 50 para Jason Shokalook

Já são 50 golos com estas cores, cada um deles a memória de alguém. Há um adepto na bancada capaz de dizer onde estava na maioria deles.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Samid Akanni e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

A vista do banco

“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Jordan Yedlin, sobre uma vitória por 1‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.

Em resumo

45 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/06/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Jogo

Chicago Fire segue caminho na taça

O New York City está fora e o Chicago Fire segue em frente, com um 4‑2 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.

Plantel

Uma retaguarda de um homem só: Chris Brady

Houve 9 defesas pelo meio e pelo menos três que não tinham nada que ser defesas. Os dez jogadores de campo devem-lhe um copo, e sabem-no.

Notas dos jogadores

Nem sinal de nervos em Dylan Borso aos 21 — 8.00

O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Dylan Borso não precisou: 8.00, e parecia o homem mais à vontade no relvado.

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Jogo

6 golos com o Chicago Fire e o New York City de cara aberta

Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 6 golos entre o Chicago Fire e o New York City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.

O banco

Philip Zinckernagel ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

As bancadas

Os adeptos do Chicago Fire encontraram um ídolo em Sergio Oregel

Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Sergio Oregel tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.

Jogo

Tarde má para o Chicago Fire diante do DC United

0‑1 para o DC United, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.

Em resumo

39 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/04/2027
Do nosso correspondente de futebol Crise

Mercado

Jack Elliott pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Plantel

Chris Brady sozinho contra todos

7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.

Direção

O prazo passa com 10 contratações e 9 saídas

Está feito o negócio no Chicago Fire até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.

Plantel

Chris Brady em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Jason Shokalook um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Charlotte Football Club

O Charlotte Football Club levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Notas dos jogadores

Jonathan Bamba estava imparável

Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.

O banco

O veredicto do treinador

“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Jordan Yedlin saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

Em resumo

31 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/03/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Sam Rogers disse que sim ao Inter Miami CF

A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Chicago Fire perdeu-o em tudo menos nos papéis.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $6.5M por George Bello

A proposta seguiu esta semana para o LASK, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Mercado

Como se nunca tivesse saído: Logan Farrington regressa

Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Logan Farrington volta a ser jogador do Chicago Fire, e a cidade tem a sua história do verão.

Mercado

Chicago Fire recusa o FC Dallas por Puso Dithejane

A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.

Alvos de mercado

Caro demais: o Chicago Fire desiste de Olwethu Makhanya

$3.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Philadelphia Union pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.

Direção

Chicago Fire volta à direção por Olwethu Makhanya

O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Olwethu Makhanya ao ponto de perguntar duas vezes.

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

As bancadas

A cidade pediu, e o Chicago Fire pagou $3.8M

Logan Farrington era o nome em todos os programas de rádio, e o clube foi buscá-lo por $3.8M. Durante uma semana a direção não faz nada de errado, e é uma semana que a maioria das direções nunca tem.

Em resumo

30 Edição

O Diário de Chicago Fire

22/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

Logan Farrington está a uns exames médicos do Chicago Fire

O negócio com o FC Dallas está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $2.3M por Olwethu Makhanya

A proposta seguiu esta semana para o Philadelphia Union, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Mercado

Todos os olhos outra vez em Sam Rogers

O telefone voltou a tocar por causa de Sam Rogers, e desta vez do outro lado está o Inter Miami CF. No Chicago Fire ouvem com educação e não prometem nada.

Alvos de mercado

Um empréstimo de Eddy Davis está em marcha

O Chicago Fire já telefonou ao Philadelphia Union. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.

Mercado

Joel Waterman está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Joel Waterman, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Em resumo

29 Edição

O Diário de Chicago Fire

15/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Alvos de mercado

O Chicago Fire avança para Logan Farrington

$3.5M em cima da mesa do FC Dallas. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.

Mercado

Jonathan Dean pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Alvos de mercado

O Chicago Fire oferece $480.0K por Gabe Segal

A proposta seguiu esta semana para o DC United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Alvos de mercado

O Chicago Fire leva uma nega por Jackson Hopkins

Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O DC United fica com o seu homem, e o Chicago Fire volta a uma lista com um nome riscado.

Mercado

DC United a seguir Chris Mueller

O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Chicago Fire nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.

Mercado

Andrew Gutman está livre para procurar outro sítio

«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Chicago Fire foi explícito quanto à situação de Andrew Gutman, o que é mais do que muitos recebem.

O banco

Puso Dithejane é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Puso Dithejane está nela.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

27 Edição

O Diário de Chicago Fire

01/02/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Jonathan Bamba sobe a fasquia para o Chicago Fire

“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Chicago Fire a ouviu como outra coisa.

Plantel

André Franco quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Sam Rogers esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Mbekezeli Mbokazi bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Plantel

Uma promoção para Jason Shokalook

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Jason Shokalook subiu nela.

Em resumo

26 Edição

O Diário de Chicago Fire

25/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

25 Edição

O Diário de Chicago Fire

18/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Maren Haile-Selassie põe tudo por escrito

“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Chicago Fire, e não vai ser retirado.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Chris Brady esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Plantel

Maren Haile-Selassie quer voltar para casa

«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Chicago Fire sabem-no.

O banco

Não há esconderijo para Anzor Mekvabishvili

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anzor Mekvabishvili, e o treinador deixou.

O banco

Puso Dithejane tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

O banco

Mauricio Pineda bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mauricio Pineda treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

24 Edição

O Diário de Chicago Fire

11/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

O Chicago Fire diz que não — desta vez

A proposta do Ipswich Town por Mbekezeli Mbokazi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Chris Brady e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Dean Boltz assina renovação

«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Dean Boltz compromete-se com o Chicago Fire por mais 5 anos.

O banco

Anzor Mekvabishvili pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

Plantel

Uma questão de salários no Chicago Fire

Josh Cohen fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.

Em resumo

23 Edição

O Diário de Chicago Fire

04/01/2027
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Jonathan Bamba tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Plantel

Evolução real de Puso Dithejane no Chicago Fire

A forma vai e vem; esta não foi. Puso Dithejane tem 22 anos, e a versão que treina agora não teria entrado na equipa em que estava há um ano.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Chris Mueller ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Uma promoção para Dean Boltz

Nem contrato novo nem número novo: um lugar novo na cabeça do treinador, que é a única promoção no futebol que conta de verdade. Dean Boltz subiu nela.

Em resumo

22 Edição

O Diário de Chicago Fire

28/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Mbekezeli Mbokazi é melhor futebolista do que era

Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Direção

Os salários engolem 157% das receitas do Chicago Fire

Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.

O banco

Não há esconderijo para Jack Elliott

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jack Elliott, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

21 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

Anton Salétros bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anton Salétros treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

O banco

Puso Dithejane tornou-se um homem de confiança do treinador

Ninguém no Chicago Fire dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

19 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/12/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Maren Haile-Selassie em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Mauricio Pineda um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Mbekezeli Mbokazi pede uma conversa com o treinador

«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Plantel

Puso Dithejane sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

Em resumo

17 Edição

O Diário de Chicago Fire

23/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

O banco

André Franco guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

O banco

O treinador faz de Jack Elliott um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

Em resumo

16 Edição

O Diário de Chicago Fire

16/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

19 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

Mercado

Maren Haile-Selassie entrega um pedido por escrito

«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Chicago Fire podem fingir não ter ouvido.

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

O banco

Prometeram minutos a Jack Elliott

Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Jack Elliott apontou a data.

O banco

André Franco bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e André Franco treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Mercado

Sergio Oregel apontado a uma saída

O nome de Sergio Oregel não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

15 Edição

O Diário de Chicago Fire

09/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Josh Cohen parte um osso — 28 dias de fora

Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 28 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.

Mercado

Jonathan Bamba quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski em bate-boca com um colega

Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Chicago Fire coisas que levam mais de uma semana a retirar.

O banco

O treinador faz de Sam Rogers um exemplo

«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Em resumo

14 Edição

O Diário de Chicago Fire

02/11/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

35 dias de fora para Josh Cohen depois de uma fratura

Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Chicago Fire vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.

O banco

Dean Boltz diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Direção

Em Chicago Fire, 170% das receitas vão para salários

Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.

Plantel

Mbekezeli Mbokazi sobe na hierarquia

Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Chicago Fire do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Mercado

Mbekezeli Mbokazi apontado a uma saída

O nome de Mbekezeli Mbokazi não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

O banco

O treinador faz uma promessa a Jack Elliott

Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Chicago Fire. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.

O banco

O treinador sai em defesa de Mbekezeli Mbokazi

Apoio público, e do género que sai caro a um treinador se ele estiver enganado. A Mbekezeli Mbokazi foi dito à frente de todos que o lugar é dele.

Em resumo

13 Edição

O Diário de Chicago Fire

26/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 43 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Jason Shokalook diz que o Chicago Fire não cumpriu a palavra

«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

O banco

Djé D'Avilla ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

Plantel

Jogador da semana: Robert Lewandowski

Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.

Mercado

Anton Salétros apontado a uma saída

O nome de Anton Salétros não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Chicago Fire nada diz, o que já diz muito.

Em resumo

11 Edição

O Diário de Chicago Fire

12/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 59 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

O banco

Mauricio Pineda guarda os recibos

“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Chicago Fire pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Chris Brady e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Plantel

O salto de Puso Dithejane é a sério

Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

O banco

Jack Elliott ouve do treinador

«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Anzor Mekvabishvili treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

10 Edição

O Diário de Chicago Fire

05/10/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Uma fratura deixa Josh Cohen de fora 67 dias

Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Chicago Fire falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.

Plantel

O salto de Mbekezeli Mbokazi é a sério

Aos 21 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.

Plantel

Anton Salétros quer voltar para casa

“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Chicago Fire ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.

Plantel

Um desentendimento no Chicago Fire

Andreas Hanche-Olsen e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.

Direção

Os salários levam 238% do que Chicago Fire recebem

Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.

O banco

Não há esconderijo para Anton Salétros

“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anton Salétros, e o treinador deixou.

O banco

André Franco é escolhido quando conta

Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que André Franco está nela.

O banco

Anzor Mekvabishvili bate à porta do treinador

«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Chicago Fire, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

Em resumo

8 Edição

O Diário de Chicago Fire

21/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Crise

Plantel

Os ânimos aquecem no Chicago Fire

Robert Lewandowski esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.

Jogo

Chicago Fire fica aquém diante do Columbus Crew

O Columbus Crew levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.

Plantel

Demasiada mudança demasiado depressa no Chicago Fire

9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.

O banco

Jordan Yedlin: “Sem desculpas”

“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.

Notas dos jogadores

Maren Haile-Selassie passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 15. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen castigado

Um amarelo a mais e Andreas Hanche-Olsen fica de fora. O Chicago Fire perde-o pelo tipo de motivo evitável que faz a semana de um treinador render menos.

O banco

Philip Zinckernagel fica de fora por razões táticas no Chicago Fire

O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.

O banco

Abre-se uma porta a Jack Elliott

Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.

O banco

Philip Zinckernagel não está a gostar da sua função

A jogar fora da posição, substituído à hora de jogo, obrigado a ser alguém que não é — os detalhes variam e o humor não. O Chicago Fire tem um jogador a fazer o seu trabalho sob protesto.

Em resumo

7 Edição

O Diário de Chicago Fire

14/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Otimismo

Notas dos jogadores

Os dois de Robert Lewandowski — 8.98

2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.98, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.

Jogo

Chicago Fire despacha o Nashville SC

Três pontos para o Chicago Fire: um 2‑1 diante do Nashville SC num duelo decidido por pormenores.

As bancadas

Um dos seus: Djé D'Avilla

Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.

O banco

Uma promessa cumprida no Chicago Fire

Disseram uma coisa a Jonathan Bamba e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 2‑1 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Mercado

A história de Chris Brady recusa-se a morrer

Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Chris Brady assinar alguma coisa — um contrato no Chicago Fire ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.

Antevisão

Um reencontro para Taha Habroune

Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Columbus Crew com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.

O banco

O plano não tinha lugar para Jack Elliott

Ninguém no Chicago Fire sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.

O banco

Quando importa, Puso Dithejane joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Em resumo

6 Edição

O Diário de Chicago Fire

07/09/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Mauricio Pineda e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

Robin Lod desce na hierarquia

A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Robin Lod está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.

Plantel

Andrew Gutman no onze do mês

Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Andrew Gutman está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.

Plantel

Andreas Hanche-Olsen perde a braçadeira

A capitania foi retirada a Andreas Hanche-Olsen. O Chicago Fire vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.

O banco

Quando importa, Dean Boltz joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

O banco

Jason Shokalook bate à porta do treinador

“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Jason Shokalook treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.

Em resumo

5 Edição

O Diário de Chicago Fire

31/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Estável

Mercado

Andrew Gutman pede para sair do Chicago Fire

«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.

Jogo

Chicago Fire cumpre diante do Toronto FC

Um 1‑0 sobre o Toronto FC, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Maren Haile-Selassie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Notas dos jogadores

Ninguém em campo chegou perto de Robin Lod

7.75, e nenhuma discussão séria de quem lá esteve. O Chicago Fire tinha onze homens em campo e um deles decidiu como aquilo correu.

O banco

Jordan Yedlin diz de sua justiça

“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Jordan Yedlin sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.

Plantel

Robin Lod estreia-se finalmente a marcar

Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Chicago Fire têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.

O banco

Quando importa, André Franco joga

Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel passa por eles um de cada vez

Dribles concretizados: 12. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.

Plantel

Uma temporada à margem para Anton Salétros

Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Chicago Fire ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.

Em resumo

1 Edição

O Diário de Chicago Fire

03/08/2026
Do nosso correspondente de futebol Inquietação

Mercado

Sporting Kansas City voltam de mãos a abanar

A proposta ficou muito aquém e em Chicago Fire não precisaram de pensar muito. Ninguém neste negócio lê uma primeira recusa como um fim.

Plantel

Robert Lewandowski despede-se da seleção

«167 internacionalizações são 167 mais do que o miúdo do início alguma vez esperou.» Aos 37 acabou com o seu país e não acabou nada com Chicago Fire.

Mercado

Robert Lewandowski quer saber onde isto vai dar

«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Chicago Fire ouve uma frase destas exatamente como foi construída.

Plantel

Robert Lewandowski fica onde está

«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Robert Lewandowski e o Chicago Fire acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.

Plantel

Troca de palavras no Chicago Fire

Philip Zinckernagel e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.

Plantel

André Franco tem a cabeça em casa

«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Chicago Fire lida com um homem que quer outro país.

Notas dos jogadores

Philip Zinckernagel acima de tudo

Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.89 na ficha, e os adeptos do Chicago Fire saíram a repetir um nome.

Alvos de mercado

O Chicago Fire pergunta por Taha Habroune

Uma sondagem ao Columbus Crew para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.

Jogo

Chicago Fire divide pontos com o New England Revolution

Um 1‑1 com o New England Revolution deixa o balneário entre o alívio e a frustração.

Em resumo