«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Thomas Johansen e o Daugavpils acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jeisson e o Daugavpils acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daniil Kamenev e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Arseniy Galushko tem de reconquistar o que julgava seu. O Daugavpils não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Daniil Kamenev chega ao Daugavpils com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As bancadas04/06/2029
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 7 dos 31 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 37 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Metta/LU defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 36 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Skonto defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um erro na defesa é um momento; um erro na baliza é um golo. Martin Emilov sabe-o, a bancada percebeu-o de imediato, e não havia mais ninguém atrás dele para o transformar noutra coisa.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Shunsuke Murakami tem de reconquistar o que julgava seu. O Daugavpils não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelPrimeira camisola de sénior para Pavels Gabovs
PlantelYusuf Şaş pede uma conversa com o treinador
MercadoPavels Gabovs colocado na lista de transferências
139Edição
A Gazeta de Daugavpils
02/04/2029
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Jogo31/03/2029
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 30 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 29 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alvis Bulvitis e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Daugavpils têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Elijah Addai e o Daugavpils acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Ceti Junior Tchibinda joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Faltam 11 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A mensagem era tanto para as bancadas como para o balneário: Ceti Junior Tchibinda joga, e a discussão fica encerrada até o treinador decidir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Maksims Bērziņš e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Daugavpils toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Tem 19 anos e ninguém em Daugavpils o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelFilip Cerin pede uma conversa com o treinador
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Uma paragem ao serviço da seleção, e uma camisola do Daugavpils que por uns dias também faz de anúncio. Uma convocatória elogia o jogador e o clube que o formou na mesma frase.
O que se dizia à porta fechada passou a dizer-se diante de um microfone. Em Daugavpils toda a gente sabe fazer a conta, incluindo o homem a quem se dirige.
Direção02/10/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Daugavpils
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
DireçãoA formação do Daugavpils continua a produzir
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Simas Venckevičius e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
MercadoContinua sem haver assinatura de Filip Cerin
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Simon Svane tem 20 anos, e o Daugavpils contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 27 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Rinolds Baikovs e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Tem 19 anos e ninguém em Daugavpils o contratou para esta época. Negócios destes julgam-se daqui a quatro anos, por gente que talvez já não esteja na casa.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Liepaja defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 26 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Dāvis Cucurs chama-lhe outra coisa em privado.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 25 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 24 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
PlantelElijah Addai estreia-se finalmente a marcar
As bancadasA imprensa não se farta de Elijah Addai
93Edição
A Gazeta de Daugavpils
15/05/2028
Do nosso correspondente de futebolCrise
Jogo13/05/2028
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 23 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
As bancadas15/05/2028
As bancadas já chegaram ao limite
«Andamos atrás de vocês por todo o lado e recebemos isto.» 6 dos 30 jogadores do plantel principal ouviram-no ao sair, e quem não ouviu é porque não jogou.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jeisson e o Daugavpils acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Jelgava defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Robert Mevlja, 21 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Faltam 12 meses e lá de cima só silêncio — sem proposta, sem conversas, nada a que os representantes possam responder. Os clubes que deixam o calendário negociar por eles acabam quase sempre a negociar com o calendário.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 17 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não se vê o fim da espera do Daugavpils por uma vitória
Já são 16 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Daugavpils tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
As bancadas13/03/2028
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 7 dos 31 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Arseniy Galushko e o Daugavpils acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A camisola ainda lhe serve. Arturs Tarasovs está de volta ao Daugavpils, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
A camisola ainda lhe serve. Pavels Ciganovs está de volta ao Daugavpils, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Direção06/03/2028
A direcção do Daugavpils volta atrás com a palavra
Prometeu-se alguma coisa, passou o prazo e não chegou. A confiança dentro de um clube constrói-se em anos e gasta-se numa tarde.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Daugavpils ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Filip Cerin tem 33 e já não tem nada a provar. O que lhe resta é saber onde se colocar, quando baixar o ritmo e o que dizer ao intervalo, e nada disso aparece num gráfico físico.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Direção03/01/2028
O silêncio lá de cima começa a ouvir-se em Daugavpils
Ninguém na direção disse nada contra o treinador — e é esse o problema: também já não dizem nada a favor.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Daugavpils foi explícito quanto à situação de Maksims Kopilovs, o que é mais do que muitos recebem.
Richard Jafarov tem 17 anos, e o Daugavpils contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marlind Bahaj e o Daugavpils acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Ziad Ouled-Haj-M'hand tem de reconquistar o que julgava seu. O Daugavpils não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Marlind Bahaj chega ao Daugavpils com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Daugavpils podem fingir não ter ouvido.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Robert Mevlja chega ao Daugavpils com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Daugavpils, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Daugavpils sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.