Mateus Castro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/10/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomoki Iwata está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ryuji Izumi, e o treinador deixou.
O banco08/10/2029
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Ritsu Mitoma foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Ken Masui está nela.
Eliminado, 2‑2 com o Kashiwa Reysol, e a longa discussão sobre qual dos pequenos momentos o decidiu. Agora só resta o campeonato, e toda a gente o sabe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.70 para o resto.
7.85, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Juan Pablo De la Reta quer futebol continental; se o Nagoya Grampus o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel01/10/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ken Masui está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yudai Kimura e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/09/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
0‑1 para o Gamba Osaka, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco24/09/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Ritsu Mitoma a uma sala que já as tinha ouvido.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Plantel24/09/2029
5 caras novas e o Nagoya Grampus ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Takuya Uchida, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Nagoya Grampus ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.72 para o resto.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tomoki Iwata estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Yudai Kimura
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel10/09/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kotaro Uchino produziu-o, e o 9.08 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Nagoya Grampus ofereceu $33.0K; o Kawasaki Frontale disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Notas dos jogadores03/09/2029
Ken Masui jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.09. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
O negócio que levaria Tomoya Koyamatsu para o FC Tokyo caiu na fase final e ele reapresenta-se no Nagoya Grampus com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
$50.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Avispa Fukuoka pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tomoki Iwata está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ritsu Mitoma depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Nagoya Grampus
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.16 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Nagoya Grampus já falam dele no passado.
Direção20/08/2029
Fecha o mercado: 18 entradas, 14 saídas no Nagoya Grampus
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 18, saíram 14, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
$200.0K em cima da mesa do Shonan Bellmare. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
A camisola ainda lhe serve. Sachiro Toshima está de volta ao Nagoya Grampus, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Plantel13/08/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 4 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Mateus Castro no jogo grande
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
O Gamba Osaka não queria vender e o número é a razão por que o fez. $1.3M por Lazar Romanic, e a expectativa que chega com ele não é suavizada por nenhum período de adaptação.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel06/08/2029
Tomoki Iwata desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma impotência muito própria em sofrer 2 vezes antes do minuto vinte. O FC Tokyo tentou reorganizar-se, o Nagoya Grampus não deixou, e o resultado estava escrito muito antes de ser confirmado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
PlantelNão há lugar para Tomoki Iwata no desenho novo
Vitória por 2‑1 sobre o Vissel Kobe, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
O Nagoya Grampus e o Gamba Osaka acertaram em $1.3M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo28/07/2029
Ninguém quer jogar contra o Nagoya Grampus neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
O Nagoya Grampus foi ao Shonan Bellmare com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nagoya Grampus lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Yohei Takaoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel23/07/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Kotaro Uchino. 2‑1 sobre o Jubilo Iwata, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Perguntou-se ao Birmingham se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Mateus Castro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/07/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tsuyoshi Ogashiwa, e o treinador deixou.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Nagoya Grampus disse a Kotaro Uchino que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Dribles concretizados: 35. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mateus Castro, e o treinador deixou.
Yuya Yamagishi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Disseram uma coisa a Ten Miyagi e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Akinari Kawazura.
Dribles concretizados: 28. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel02/07/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e Ryuji Izumi saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco02/07/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 1‑2, ditas por Ritsu Mitoma a uma sala que já as tinha ouvido.
Dribles concretizados: 31. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Ryonosuke Ohori será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Nagoya Grampus as despedidas começaram em silêncio.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel25/06/2029
Ten Miyagi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel25/06/2029
Uma lesão muscular afasta Yuya Yamagishi durante 15 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Nagoya Grampus vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
Um 1‑0 sobre o Albirex Niigata, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Ten Miyagi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel18/06/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Kouto Horio Pisano, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Ritsu Mitoma depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Yohei Takaoka
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/06/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan Cox, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
8 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ryuji Izumi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O Ventforet Kofu vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Nagoya Grampus foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Ken Masui produziu-o, e o 8.05 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Ten Miyagi.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Shintaro Kurumaya está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Alex Kouto Horio Pisano: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 28. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Shintaro Kurumaya esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Kouto Horio Pisano, e o treinador deixou.
Minuto 94, frente ao Kashima Antlers, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nagoya Grampus, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
6 jogos sem sofrer, e a contar. Os avançados costumavam acreditar aqui; agora rematam cedo demais, rematam ao lado, e procuram alguém a quem atribuir a culpa.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Avispa Fukuoka defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Mateus Castro compromete-se com o Nagoya Grampus por mais 2 anos.
Plantel07/05/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yudai Kimura e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ethan Cox, e o treinador deixou.
A série chega a 4 e as perguntas em torno do Nagoya Grampus já não são delicadas.
Plantel30/04/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Vegalta Sendai vai continuar a utilizá-lo até junho e não receberá nada por ele depois. Masayuki Okuyama pré-acordou a mudança para o Nagoya Grampus, e os únicos que perdem nesse arranjo são os que deixaram o contrato correr.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Sho Inagaki, e o treinador deixou.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco30/04/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Ritsu Mitoma escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Um ponto arrancado aos 88 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi preciso Tsuyoshi Ogashiwa marcar para trazer alguma coisa para casa: 1‑1 com o Vegalta Sendai, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 1‑1, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Plantel16/04/2029
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yota Sato, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kotaro Uchino treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
O Nagoya Grampus entrevistou o mercado e nomeou o corredor: Ritsu Mitoma fica com o trabalho que já fazia em tudo menos no título. Às vezes as mãos mais seguras são as que já seguram o volante.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» KennedyEgbus Mikuni e o Nagoya Grampus acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel09/04/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
10 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Shonan Bellmare foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» KennedyEgbus Mikuni compromete-se com o Nagoya Grampus por mais 4 anos.
Plantel02/04/2029
Ten Miyagi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Ten Miyagi e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel19/03/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Shintaro Kurumaya e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 22. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Plantel12/03/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Shoya Nakajima acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Nagoya Grampus substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Nagoya Grampus vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Plantel12/03/2029
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O negócio que levaria Ten Miyagi para o FC Tokyo caiu na fase final e ele reapresenta-se no Nagoya Grampus com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Plantel05/03/2029
Kotaro Uchino consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Kotaro Uchino acabou de assinar pelo Nagoya Grampus e, por uma vez, a resposta importava.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Sho Inagaki e o Nagoya Grampus acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel05/03/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O fim chegou numa terça-feira, como costuma acontecer: uma reunião curta, um comunicado mais curto, e Junya Ueda a esvaziar o gabinete antes do meio-dia. O ritual mais cruel do futebol, cumprido a horas.
O Nagoya Grampus ofereceu $3.0M; o FC Tokyo disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 9, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
O Nagoya Grampus ofereceu $2.6M; o Sanfrecce Hiroshima disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Alvos de mercado19/02/2029
Os exames médicos acabam com o negócio de Yuji Ono
Estava tudo acordado com o outro clube, e então o médico falou. O Nagoya Grampus desistiu de uma contratação por conselho de alguém que nunca o viu jogar, que é exatamente como deve funcionar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nagoya Grampus, e não vai ser retirado.
O Nagoya Grampus perguntou e o FC Tokyo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel19/02/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Shosaku Yasumitsu acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Nagoya Grampus substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
A proposta seguiu esta semana para o Sanfrecce Hiroshima, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Nagoya Grampus tinha feito tudo menos convencer o próprio. Fica no Olimpia, e o treinador volta à estaca zero com o dinheiro ainda no banco.
Plantel12/02/2029
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Shintaro Kurumaya e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel12/02/2029
7 caras novas e o Nagoya Grampus ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Uma sondagem ao Wanderers para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A direcção disse em público o que já dizia em privado. Os resultados daqui até à próxima reunião decidem tudo, e no clube toda a gente sabe fazer as contas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nagoya Grampus, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Cerro Largo ninguém diz, e no Nagoya Grampus ninguém gosta de estar a adivinhar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nagoya Grampus perguntou e o Universitario disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Alex Kouto Horio Pisano.
O treinador reorganizou as ideias e Daiki Kaneko saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Botafogo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Wanderers fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Nagoya Grampus perguntou e o FC Tokyo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Cerro Largo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
A proposta do Albirex Niigata por Yuya Yamagishi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nagoya Grampus fez a parte difícil com o Wanderers, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nagoya Grampus lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Nagoya Grampus perguntou e o Kawasaki Frontale disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Flamengo. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao Kawasaki Frontale se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
A proposta do Gamba Osaka por Ten Miyagi foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nagoya Grampus, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Nagoya Grampus perguntou e o Botafogo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Urawa Reds se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Plantel15/01/2029
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nagoya Grampus, e não vai ser retirado.
Mateus Castro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel08/01/2029
Ten Miyagi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Nagoya Grampus perguntou e o FC Tokyo disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Perguntou-se ao Vegalta Sendai se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Sanfrecce Hiroshima. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Jubilo Iwata. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Nagoya Grampus está a esgotar-se.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2029
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ken Masui está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
27 jogos longe daqui e 11 deles sem sofrer. O Nagoya Grampus emprestou um guarda-redes para que jogasse e recebeu de volta um problema de escolha: quem tem a camisola passa a ter atrás de si alguém que jogou uma época inteira.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Ten Miyagi.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Elbio Núñez e o Nagoya Grampus acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nagoya Grampus, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Nagoya Grampus vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ten Miyagi assinar alguma coisa — um contrato no Nagoya Grampus ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/12/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nagoya Grampus. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Ryuji Izumi
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/12/2028
Ten Miyagi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kazuki Nagasawa apontou a data.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
11 balizas a zeros em 27 jogos no Vancouver Whitecaps. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kazuki Nagasawa apontou a data.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Nagoya Grampus essa pergunta é mais difícil de responder.
Lá em cima ninguém disse nada, que é a coisa mais barulhenta que podiam fazer. Os resultados compram silêncio neste ofício; a conta do Nagoya Grampus está a esgotar-se.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Shintaro Kurumaya compromete-se com o Nagoya Grampus por mais 2 anos.
Plantel04/12/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Yudai Kimura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ten Miyagi assinar alguma coisa — um contrato no Nagoya Grampus ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Nagoya Grampus gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Aolin Zhang treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Nagoya Grampus e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ryonosuke Ohori acabou de assinar pelo Nagoya Grampus e, por uma vez, a resposta importava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Juan Pablo De la Reta quer futebol continental; se o Nagoya Grampus o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Plantel20/11/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Mateus Castro tem de reconquistar o que julgava seu. O Nagoya Grampus não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nagoya Grampus. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Nagoya Grampus nada responderam, o que também é uma resposta.
Plantel13/11/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
11 jogos sem sofrer em 27 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Alex Kouto Horio Pisano tem tido muitas.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Nagoya Grampus. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/11/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O treinador reorganizou as ideias e Yota Sato saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel30/10/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nagoya Grampus, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kazuki Nagasawa apontou a data.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Shintaro Kurumaya treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kazuki Nagasawa apontou a data.
Agora parece alguém que vive aqui e não alguém que vem trabalhar aqui. Levou quase uma temporada inteira, e no Nagoya Grampus a diferença vê-se da última fila.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Nagoya Grampus e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Mateus Castro e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel16/10/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
11 balizas a zeros em 26 jogos no Vancouver Whitecaps. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Dribles concretizados: 25. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Jogo07/10/2028
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel09/10/2028
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco09/10/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Junya Ueda não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Nagoya Grampus também ninguém o escondia.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Sagan Tosu? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Em resumo
MercadoA história de Ten Miyagi recusa-se a morrer
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Vestiu a outra camisola. No sábado joga contra o Ventforet Kofu com esta, e tudo o que disser esta semana sobre ser um jogo como os outros será mentira.
Plantel25/09/2028
Estreia na equipa principal aos 15 anos para Akira Haraguchi
Dos campos da formação para uma camisola de sénior, aos 15 anos. Os pais na bancada vão guardar o programa do jogo, e ele também.
Um ano depois a língua não chegou, a cidade não se abriu, e come sozinho mais vezes do que no Nagoya Grampus gostariam de admitir. Nota-se aos sábados.
Yota Sato lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel18/09/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
10 jogos sem sofrer em 23 partidas. O empréstimo de um guarda-redes julga-se pelas tardes em que não aconteceu nada, e Alex Kouto Horio Pisano tem tido muitas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Yota Sato lesiona os ligamentos do joelho — 23 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 23 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Avispa Fukuoka foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Plantel11/09/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Hiroto Noda tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dribles concretizados: 38. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel04/09/2028
Yota Sato lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Daiki Kaneko e o Nagoya Grampus acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Plantel04/09/2028
Ten Miyagi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
O banco04/09/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Junya Ueda não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Nagoya Grampus também ninguém o escondia.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nagoya Grampus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 14 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo26/08/2028
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Melbourne City fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Ten Miyagi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/08/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
45 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nagoya Grampus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 22 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Dribles concretizados: 34. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Já são 5 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Direção21/08/2028
O prazo passa com 18 contratações e 9 saídas
Está feito o negócio no Nagoya Grampus até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/08/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yota Sato lesiona os ligamentos do joelho — 53 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 53 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Plantel14/08/2028
30 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Nagoya Grampus fez a parte difícil com o Independiente, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Penarol fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Jogo12/08/2028
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
60 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nagoya Grampus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 38 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Vasco da Gama fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
O Nagoya Grampus ofereceu $41.0K; o Avispa Fukuoka disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Plantel07/08/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Nagoya Grampus perguntou e o Ventforet Kofu disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Yota Sato lesiona os ligamentos do joelho — 68 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 68 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 46 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Vissel Kobe aceitou o dinheiro. O que o Nagoya Grampus ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Nagoya Grampus podem fingir não ter ouvido.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Yokohama F. Marinos queria mais do que $40.0K e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel31/07/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
75 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Nagoya Grampus perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Plantel24/07/2028
55 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Nagoya Grampus, e não vai ser retirado.
$1.6M era o máximo que o clube pagaria, e o Kashiwa Reysol pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Yokohama F. Marinos fica com o seu homem, e o Nagoya Grampus volta a uma lista com um nome riscado.
82 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nagoya Grampus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nagoya Grampus falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Aos 33 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel17/07/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Takuto Kimura acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Nagoya Grampus substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
92 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nagoya Grampus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 72 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Yudai Kimura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
MercadoA história de Ten Miyagi recusa-se a morrer
101 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Nagoya Grampus perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 80 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A camisola ainda lhe serve. Kazuki Nagasawa está de volta ao Nagoya Grampus, e metade do estádio ainda o lembra com estas cores. Há contratações que é preciso vender à cidade; esta vendeu-se sozinha.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Ten Miyagi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daiki Kaneko, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Nagoya Grampus, mais uma semana sem a assinatura de Ten Miyagi.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Nagoya Grampus falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Faltavam 88 minutos e o Albirex Niigata tinha o ponto praticamente guardado. O futebol raramente lê o ambiente, e o Nagoya Grampus não parou para dar explicações.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.86 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel26/06/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
94 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 7 jogos sem vencer, e o estádio ganhou aquele silêncio especial de quem espera o pior. Um 1-0 feio curava quase tudo; é isso que enlouquece.
Plantel19/06/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Nagoya Grampus, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco19/06/2028
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Junya Ueda não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Nagoya Grampus também ninguém o escondia.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
101 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel05/06/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Nagoya Grampus disse a Yudai Kimura que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Junya Ueda depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 115 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O FC Tokyo segue em frente e o Nagoya Grampus vai para casa, com um 1‑3 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel29/05/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yohei Takaoka, e o treinador deixou.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 123 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel22/05/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. KennedyEgbus Mikuni está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yuya Yamagishi, e o treinador deixou.
131 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Nagoya Grampus lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel15/05/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A perder, e batido em qualquer leitura honesta, até ao minuto 88. O Avispa Fukuoka tinha os pontos no bolso e um canto do estádio ainda acreditava, que é geralmente quando acontece.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Marcus Vinicius, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 140 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sho Inagaki e o Nagoya Grampus acertam mais 2 anos.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 22. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
149 dias de fora para Ryuji Izumi depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Nagoya Grampus vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tomoya Koyamatsu produziu-o, e o 8.15 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Sota Yokoyama e o Nagoya Grampus acertam mais 4 anos.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 156 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 14 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Plantel24/04/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daiki Kaneko, e o treinador deixou.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Junya Ueda depois do empate por 1‑1, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Em resumo
AntevisãoO líder é o próximo adversário do Nagoya Grampus
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Junya Ueda sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
0‑3 para o FC Tokyo, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para KennedyEgbus Mikuni, e o treinador deixou.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Plantel10/04/2028
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
Notas dos jogadoresUm momento caríssimo de Hiroto Noda
Aos 36 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.35 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Notas dos jogadores03/04/2028
Musa Touré jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.61. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Plantel03/04/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
200 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Dribles concretizados: 25. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo25/03/2028
Não se vê o fim da espera do Nagoya Grampus por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Nagoya Grampus tem de arrancar um resultado de algum lado.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
O Jubilo Iwata levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel27/03/2028
Uma lesão muscular afasta Hajime Kubo durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Nagoya Grampus vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Ken Masui: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Nagoya Grampus a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Em resumo
MercadoA história de Ten Miyagi recusa-se a morrer
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Nagoya Grampus pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Musa Touré e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel13/03/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alex Kouto Horio Pisano, e o treinador deixou.
0‑1 para o Sanfrecce Hiroshima, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
O banco13/03/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Junya Ueda a uma sala que já as tinha ouvido.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Nagoya Grampus terá de responder com minutos ou com uma transferência.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Kawasaki Frontale seguiu em frente, Alex Kouto Horio Pisano apresenta-se de volta no Nagoya Grampus, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Nagoya Grampus fecha o mercado com um plantel feito por si
9 entradas e 5 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
O negócio com o Kawasaki Frontale está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A papelada fica pronta muito antes do jogador. Ken Krolicki acertou vir quando o contrato atual terminar, o que significa que o Nagoya Grampus substituiu um orçamento de verão por um telefonema.
O Nagoya Grampus perguntou e o Juventud disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um 1‑0 sobre o Albirex Niigata, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
A proposta do Kawasaki Frontale por Alex Kouto Horio Pisano foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Yohei Takaoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção21/02/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Nagoya Grampus
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Plantel21/02/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Nagoya Grampus perguntou e o Universitario disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Akira Haraguchi está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Ko Ueda é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há pior forma de perder um futebolista. Harumu Kubo pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Yohei Takaoka e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel14/02/2028
Mateus Castro desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Nagoya Grampus sabem-no.
Uma sondagem ao Plaza Colonia para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Plantel14/02/2028
No Nagoya Grampus ainda são estranhos uns para os outros
5 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ten Miyagi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Olimpia fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Shintaro Kurumaya e o Nagoya Grampus acertam mais 1 anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Perguntou-se ao Albirex Niigata se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Macarthur FC. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Nagoya Grampus vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Yohei Takaoka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Mateus Castro estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Nagoya Grampus joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Uma sondagem ao Union Magdalena para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Shungo Sugiura parte para o Jubilo Iwata num negócio de $220.0K. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Plantel24/01/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Yudai Kimura esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Olimpia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Uma sondagem ao Flamengo para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Nagoya Grampus perguntou e o Universitario disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Nagoya Grampus já telefonou ao Plaza Colonia. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Alex Kouto Horio Pisano tem a sua resposta do Nagoya Grampus; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Ten Miyagi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Nagoya Grampus essa pergunta é mais difícil de responder.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel10/01/2028
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Ryoga Kida e o Nagoya Grampus acertam mais 4 anos.
Perguntou-se ao Universitario se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Albirex Niigata para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Uma sondagem ao Brondby para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
O período de inscrições está aberto e o telefone já começou. Daqui até ao fecho, este clube vai ser associado a quarenta jogadores e contratar três, que é a proporção do costume.
Os adeptos organizam-se contra a direção do Nagoya Grampus
Um ambiente mau espera-se que passe. Um grupo de pessoas a reunir-se depois do jogo para decidir o que fazer não passa à espera, e toda a gente no clube sabe em que fase isto está.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mateus Castro e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel20/12/2027
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Ten Miyagi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Yota Sato, e o treinador deixou.
Em resumo
MercadoA história de Ten Miyagi recusa-se a morrer
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Sho Inagaki
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Nagoya Grampus ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Adeptos que cantam quando corre mal são adeptos. Adeptos que se juntam à saída são um problema, e dentro do edifício toda a gente sabe qual das duas coisas isto é agora.
Mateus Castro esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Shuhei Tokumoto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Sho Suzuki pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
A coisa menos glamorosa que um reforço estrangeiro faz e a que decide a maioria deles. Um jogador que percebe o grito que vem atrás dele é outro futebolista diferente daquele que não percebe.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Yuya Yamagishi
Yohei Takaoka e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Nagoya Grampus sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Mateus Castro está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Ten Miyagi assinar alguma coisa — um contrato no Nagoya Grampus ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Shuhei Tokumoto treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Nagoya Grampus coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e KennedyEgbus Mikuni estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Juan Pablo De la Reta fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Nagoya Grampus admitiria. Nota-se aos sábados.