Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Kings Kangwa agarrou este contra o PAOK. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Panathinaikos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
«Disseram-me coisas antes de eu assinar. Não as vou repetir, mas lembro-me de todas.» Panathinaikos nada responderam, o que também é uma resposta.
Jogo14/03/2029
Ninguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Kristiyan Stoyanov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Notas dos jogadores19/03/2029
Kings Kangwa jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.23. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Panathinaikos sabem-no.
O último jogo do campeonato está jogado e a tabela parou de mexer: 58 pontos. O verão começa na segunda-feira, e com ele a discussão sobre o que tudo isto quis dizer.
Jogo10/03/2029
Mais uma trazida de fora
8 seguidas na estrada para o Panathinaikos. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Jogo10/03/2029
Ninguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Dimitris Chatsidis tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Já são 13 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kristiyan Stoyanov marcou, foi avaliado com 7.82 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Minuto 90. Adriano Jagušić encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Chania passou do ponto ao nada num só movimento.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Jogo24/02/2029
Mais uma trazida de fora
7 seguidas na estrada para o Panathinaikos. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.82 para o resto.
Stefan de Vrij e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
Já são 11 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Kings Kangwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um ponto arrancado aos 87 minutos vale exatamente um ponto e consideravelmente mais do que isso para um balneário. Esta equipa não para, e essa reputação vale mais do que o resultado.
Remates: 15, nenhum dentro. Um ponta de lança é pago por uma coisa e, à vista disto, esqueceu-se de qual.
Plantel19/02/2029
No Panathinaikos ainda são estranhos uns para os outros
6 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leon Bailey está nela.
A série sem derrotas chega aos 10 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
6 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kings Kangwa marcou, foi avaliado com 7.77 e voltou antes de alguém dar pela falta.
19 golos e uma média de 7.28 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
45 pontos, e o resto da divisão a olhar para cima. Todas as equipas que acabam em primeiro passam a época a fingir que não pensam nisso, e esta começou a fingir.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Panathinaikos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Contra qualquer outro seriam três pontos e pouco mais. Contra eles, e com o nome dele no golo, é um ano de conversa garantida para o Panathinaikos e uma história que vai sobreviver ao contrato dele.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 9 jogos sem derrota são uma base que o Panathinaikos não tinha no outono.
Direção05/02/2029
Fecha o mercado: 6 entradas, 1 saídas no Panathinaikos
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 6, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Asteras ninguém diz, e no Panathinaikos ninguém gosta de estar a adivinhar.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Ricardo Velho agiu, no Panathinaikos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $2.0M porque Ricardo Velho é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
O Panathinaikos foi ao Levadiakos com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Uma média de 7.21 na época, com 16 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Kristiyan Stoyanov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Panathinaikos já se começa a dizer o nome dele no passado.
A proposta do Moreirense por Leon Bailey foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Panathinaikos perguntou e o Fiorentina disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A verba é $1.9M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Anagennisi Karditsa negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. James Maxwell agiu, no Panathinaikos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
No Olympiacos não vão gostar das fotografias. Leon Bailey assinou pelo Panathinaikos, e todos os envolvidos percebem que este negócio nunca foi só sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Fluminense fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A verba é $4.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O OFI negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel15/01/2029
Uma transferência que Leon Bailey teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Leon Bailey está a viver essa versão no Panathinaikos, e costuma notar-se no primeiro mês.
O aperto de mão com o Olympiacos está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Panathinaikos fez a parte difícil com o OFI, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
O Panathinaikos foi ao Aris Thessaloniki com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Aris Thessaloniki por Dimitris Pelkas foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Panathinaikos beneficiou disso.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.07 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Tasos Bakasetas pôs o Panathinaikos de novo em igualdade em 2 minutos, e o Iraklis nunca chegou a jogar com vantagem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Yvann Maçon e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
3 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Andrews Tetteh. 1‑0 sobre o OFI, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Alguns jogos decidem-se num instante; este decidiu-se num homem. 7.93 na ficha, e os adeptos do Panathinaikos saíram a repetir um nome.
O banco25/12/2028
O veredicto do treinador
“Não me vou entusiasmar, e também não os deixo entusiasmar a eles. Foi um bom dia. Virão outros mais difíceis.” Vasileios Fortounis foi breve depois da vitória por 1‑0, que é o que os treinadores fazem quando estão contentes.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrews Tetteh está nela.
Posição 2, 30 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco18/12/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Vasileios Fortounis escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Kristiyan Stoyanov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 5 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
O treinador prendeu-os no balneário e disse o que tinha a dizer. Espera-se resposta no sábado e, se não vier, as perguntas sobem um andar.
O banco11/12/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Vasileios Fortounis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Em resumo
Emprestados8 golos por empréstimo para Anass Zaroury
Notas dos jogadoresA tarde passou toda por Santino Andino
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.86 para o resto.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Davide Calabria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Santino Andino tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Baba Rahman e o Panathinaikos acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Em resumo
Notas dos jogadoresSantino Andino em notas de excelência
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Dimitris Pelkas agarrou este contra o PAS Giannina. 2‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Panathinaikos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adriano Jagušić produziu-o, e o 8.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
7.82, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
11 jogos sem perder em casa. As equipas visitantes chegam já a falar do ambiente, o que costuma ser sinal de que perderam meio jogo antes do pontapé de saída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Andrews Tetteh assinar alguma coisa — um contrato no Panathinaikos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Kelvin Ofori apontou a data.
Kings Kangwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
2 golos em vinte minutos com Andrews Tetteh no meio de tudo, e o Aris Thessaloniki sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Panathinaikos sabem-no.
O banco13/11/2028
Azzedine Ounahi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“É isto que quero todas as semanas. Não o resultado, a maneira como o fizeram.” O treinador, depois do 3‑0, já a falar do próximo.
Emprestados13/11/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Anass Zaroury
8 golos em 10 jogos no AEL Larisa — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Panathinaikos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Levadiakos vai querer esquecer isto depressa: 5‑2, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Panathinaikos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Adriano Jagušić quer futebol continental; se o Panathinaikos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 7 golos entre o Panathinaikos e o Levadiakos, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 15 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Há um número a partir do qual uma massa salarial deixa de ser ambiciosa e passa a ser a razão de mais nada ser possível, e este clube chegou lá. Não sobra nada para um reforço, para uma bancada ou para uma tarde de chuva.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Vasileios Fortounis depois do 1‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrews Tetteh está nela.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Ramiro Macagno
MercadoA conversa sobre Kings Kangwa não desaparece
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Antevisão23/10/2028
Os vizinhos são o próximo adversário do Panathinaikos
Nada na semana que aí vem é normal. O Olympiacos no sábado, uma cidade que já começou a falar disso, e um balneário a quem não é preciso explicar o que significa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco23/10/2028
Kings Kangwa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Davide Calabria e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Panathinaikos será julgado por uma única coisa.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Panathinaikos e lutar pelo meu lugar.» 6 jogos em 18 no Athens Kallithea dizem o resto.
O banco16/10/2028
Azzedine Ounahi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Azzedine Ounahi assinar alguma coisa — um contrato no Panathinaikos ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Segue-se o AEK, e há um homem no balneário do Panathinaikos que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Panathinaikos essa pergunta é mais difícil de responder.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Panathinaikos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Já são 14 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Kings Kangwa produziu-o, e o 8.17 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Stefan de Vrij e o Panathinaikos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
500 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
Davide Calabria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Panargiakos está fora e o Panathinaikos segue em frente, com um 2‑0 como palavra final. O quadro abre-se um pouco, e toda a gente se permite espreitá-lo.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Todas as séries acabam numa tarde que alguém tinha dado como rotina. Esta durou 8 jogos, o suficiente para uma cidade ter deixado de contar, e pouco o suficiente para se lembrar exatamente de quem a parou.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Stefan de Vrij e o Panathinaikos acertam mais 2 anos.
Stefan de Vrij esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 7 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.13 aos 35, e ninguém no campo esteve melhor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Tasos Bakasetas produziu-o, e o 8.26 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Já são 6 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
5 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Yvann Maçon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ramiro Macagno, e o treinador deixou.
«Não fui para ficar a ver. Quero voltar ao Panathinaikos e lutar pelo meu lugar.» 3 jogos em 12 no Niki Volos dizem o resto.
Plantel18/09/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Panathinaikos lida com um homem que quer outro país.
“Vejo todos os jogos do Panathinaikos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Athens Kallithea segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Panathinaikos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Em resumo
MercadoO mercado fechou e Kings Kangwa continua cá
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Albirex Niigata fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $40.0K do que o Panathinaikos pagou por Nikos Melissas é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
Já são 5 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Direção04/09/2028
O prazo passa com 26 contratações e 29 saídas
Está feito o negócio no Panathinaikos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Santino Andino quer futebol continental; se o Panathinaikos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Simon Sluga agiu, no Panathinaikos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
A desvantagem de 2 golos foi real e a recuperação também. Davide Calabria esteve no centro, o PAOK no fim, e quem saiu cedo vai ouvir falar desta tarde durante anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
O Panathinaikos ofereceu $6.4M; o OFI disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
A proposta do Montana por Kristiyan Stoyanov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo26/08/2028
Ninguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
4 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.82 para o resto.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A proposta seguiu esta semana para o OFI, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $6.8M — um clube que quer Thiago Nuss ao ponto de perguntar duas vezes.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Davide Calabria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel21/08/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
14 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Panathinaikos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O Panathinaikos perguntou e o OFI disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A verba é $1.1M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Asteras negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Plantel14/08/2028
Uma transferência que Álex Méndez teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Álex Méndez está a viver essa versão no Panathinaikos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Stefan de Vrij esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Panathinaikos ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Panathinaikos, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Panathinaikos já se começa a dizer o nome dele no passado.
$230.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Anagennisi Karditsa pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Panathinaikos sabem-no.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Baba Rahman e o Panathinaikos acertam mais 1 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco07/08/2028
Davide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dimitris Pelkas tem a sua resposta do Panathinaikos; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 111 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
O Panathinaikos ofereceu $280.0K; o AEL Larisa disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Toda a gente deixou de fingir: o Zamalek vai fazer a chamada por Azzedine Ounahi esta semana. O Panathinaikos tem um número em mente, e o número não é tímido.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Panathinaikos sabem-no.
A formação existe exatamente para esta manhã. Andreas Manolas passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Stavros Vlachodimos é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Yvann Maçon esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Real Sociedad ninguém diz, e no Panathinaikos ninguém gosta de estar a adivinhar.
A perseguição a Diego Esteban terminou com $1.3M a mudar de mãos e o Makedonikos sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $300.4K — um clube que quer Andreas Makris ao ponto de perguntar duas vezes.
Plantel24/07/2028
Uma transferência que Diego Esteban teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Diego Esteban está a viver essa versão no Panathinaikos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Slavia Mozyr à espera com uma camisola. No Panathinaikos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
A perseguição a Kwadwo Opoku terminou com $1.4M a mudar de mãos e o Egaleo sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Atromitos queria mais do que $1.8M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Plantel17/07/2028
Uma transferência que Kwadwo Opoku teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kwadwo Opoku está a viver essa versão no Panathinaikos, e costuma notar-se no primeiro mês.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
$57.0M era o máximo que o clube pagaria, e o Newcastle United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Panathinaikos já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Panathinaikos fez a parte difícil com o Egaleo, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
A proposta do Torpedo-BelAZ por Giannis Apostolakis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.3M — um clube que quer Isidoros Koutsidis ao ponto de perguntar duas vezes.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Panathinaikos foi ao Newcastle United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $18.1M porque Figueiredo é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
Verba acordada, salário acordado, e o Torpedo-BelAZ à espera com uma camisola. No Panathinaikos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Derby County queria mais do que $14.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
Plantel03/07/2028
Figueiredo consegue a transferência que sempre quis
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Figueiredo acabou de assinar pelo Panathinaikos e, por uma vez, a resposta importava.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Ham United fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
Em resumo
Alvos de mercadoNão, obrigado: Jorge Fernandes rejeita a mudança
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Panathinaikos fez a parte difícil com o Académica, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Panathinaikos já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Panathinaikos foi ao Derby County com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
O Flamengo queria mais do que $7.6M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O aperto de mão com o AEL Larisa está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Santino Andino quer futebol continental; se o Panathinaikos o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Em resumo
PlantelDemasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Kelvin Ofori agiu, no Panathinaikos, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Kings Kangwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Em resumo
O bancoDavide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Azzedine Ounahi não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Verba acordada, salário acordado, e o Levadiakos à espera com uma camisola. No Panathinaikos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O Panathinaikos perguntou e o Juventude disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Ramiro Macagno acabou de assinar pelo Panathinaikos e, por uma vez, a resposta importava.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $350.0K — um clube que quer Baba Rahman ao ponto de perguntar duas vezes.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Panathinaikos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O AEL Larisa aceitou o dinheiro. O que o Panathinaikos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta seguiu esta semana para o Atromitos, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A proposta seguiu esta semana para o Aris Thessaloniki, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Asteras fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
Kings Kangwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Panathinaikos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
26 jogos e 15 golos longe daqui, e um homem que o treinador não tinha no verão passado. O empréstimo fez o que os empréstimos devem fazer e quase nunca fazem.
Plantel29/05/2028
No Panathinaikos ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
O banco29/05/2028
Stefan de Vrij tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giannis Apostolakis, e o treinador deixou.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Chiquinho pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Étienne Camara treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Panathinaikos admitiria. Nota-se aos sábados.
O tipo de ano que acaba com um nome a ser lido num salão. O Panathinaikos aproveitou-o todas as semanas e tem agora o problema de todos os outros saberem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Panathinaikos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Do centro de treinos dizem que foi o mais afiado da semana inteira. É a notícia mais silenciosa de um jornal e costuma sair na semana anterior a alguém entrar no onze.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Davide Calabria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O banco15/05/2028
Azzedine Ounahi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Azzedine Ounahi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Panathinaikos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Anass Zaroury apontou a data.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Panathinaikos não tem uma boa resposta.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Andrews Tetteh
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Tasos Bakasetas e o Panathinaikos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
26 jogos no Iraklis e os golos não param. No Panathinaikos acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco08/05/2028
Kings Kangwa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Giannis Apostolakis fez a conta e não gosta do resultado. Nada corrói um grupo mais depressa, e nenhum clube resolveu isto explicando a um futebolista a estrutura salarial.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Panathinaikos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Duas horas por semana com um professor, que é a coisa menos glamorosa do Panathinaikos e a que decide se um reforço estrangeiro ainda cá está daqui a dois anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Vejo todos os jogos do Panathinaikos daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Degerfors segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco01/05/2028
Stefan de Vrij tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Panathinaikos ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Ninguém faz um título sobre um explicador. Também não é preciso explicar a ninguém o que acontece a um reforço que passa dois anos a ser o homem com quem ninguém pode falar ao almoço.
Em resumo
O bancoO treinador crava a sua bandeira em Kings Kangwa
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Panathinaikos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Dimitris Pelkas e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco24/04/2028
Davide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Panathinaikos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Kristiyan Stoyanov treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Simos Mitoglou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
O banco17/04/2028
Azzedine Ounahi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Azzedine Ounahi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
6 golos em 28 jogos no Hradec Králové — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Panathinaikos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Panathinaikos não tem uma boa resposta.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Panathinaikos. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Kings Kangwa e o Panathinaikos acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
26 jogos no Iraklis e os golos não param. No Panathinaikos acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
O banco10/04/2028
Kings Kangwa tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Giorgos Kyriopoulos, e o treinador deixou.
Os números não ficam secretos num balneário. Não está a pedir mais do que vale; está a perguntar porque é que alguém ao lado dele vale mais, e o Panathinaikos não tem uma boa resposta.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Panathinaikos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O encolher de ombros desapareceu, a língua vai chegando, e discute nos treinos como alguém que conta estar aqui no próximo ano. Metade do valor de um reforço é isto, e nada disso aparece na verba.
Em resumo
DireçãoA formação do Panathinaikos continua a produzir
14 dias de fora para Ahmed Touba depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Tasos Bakasetas está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 24 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco27/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Miguel Tavares
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
4 convocatórias são um elogio ao plantel e uma dor de cabeça para quem o dirige. Vai recebê-los de volta daqui a quinze dias, cansados e em vários estados de conservação.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Azzedine Ounahi está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Fotis Pseftis, e o treinador deixou.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O banco20/03/2028
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Moussa Sissoko
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 42 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Aos 34 anos, todas as boas tardes são chamadas de regresso ao passado, e esta foi: 8.03, e ninguém melhor em campo.
Jogo11/03/2028
Ninguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
15 golos e uma média de 7.26 na época têm esse efeito. O espaço que ele costumava encontrar desapareceu; continua a marcar na mesma, que é a marca dos verdadeiros.
Kings Kangwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.98 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Dimitris Pelkas e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Panathinaikos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
14 golos em 24 jogos no Iraklis — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Panathinaikos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Uma média de 7.42 na época, com 6 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Posição 2, 52 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Giannis Apostolakis não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
7.77, 1 na ficha e a comédia muito própria de um jogador da linha defensiva a festejar como quem faz isto todas as semanas. Não faz, e é exatamente por isso que o estádio reagiu como reagiu.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Fotios Manolas é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Grigorios Fortounis está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Adriano Jagušić produziu-o, e o 8.38 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.87 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
6 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Panathinaikos e do Levadiakos por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Adriano Jagušić. 4‑2 sobre o Levadiakos, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Uma média de 7.22 na época, com 13 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Está feito o negócio no Panathinaikos até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Panionios fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Filip Đuričić regressa a Panathinaikos com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Jogo05/02/2028
Não se vê o fim da espera do Panathinaikos por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Panathinaikos tem de arrancar um resultado de algum lado.
Davide Calabria esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Minuto 89, frente ao Olympiacos, e um golo que soube a vitória a toda a gente que ficou. Foi um empate. Ninguém à saída do estádio o vai descrever assim.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O Panathinaikos perguntou e o Porto disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Panathinaikos ofereceu $5.7M; o Den Bosch disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Filip Đuričić, e desta vez do outro lado está o Kavala. No Panathinaikos ouvem com educação e não prometem nada.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma média de 7.21 na época, com 12 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
O jogo à volta do qual se organiza o calendário. A forma vai pela janela, a tabela não se consulta, e durante noventa minutos o Panathinaikos será julgado por uma única coisa.
O Kalamata segue em frente e o Panathinaikos vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
O Olympique de Marseille queria mais do que $14.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Den Bosch, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.95 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Stefan de Vrij e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
$14.7M em cima da mesa do Olympique de Marseille. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Panathinaikos perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Kings Kangwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Panathinaikos perguntou e o Atromitos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
A proposta do Iraklis por Cyriel Dessers foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.96 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
O Panathinaikos ofereceu $1.1M; o Chania disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $1.3M — um clube que quer Noam Emeran ao ponto de perguntar duas vezes.
Jogo08/01/2028
Mais uma trazida de fora
5 seguidas na estrada para o Panathinaikos. Os autocarros saem cedo, chegam de noite a estádios pouco simpáticos, e voltam sempre com três pontos.
Em resumo
JogoNinguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Panathinaikos beneficiou disso.
O Panathinaikos foi ao Asteras com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Panathinaikos foi ao Chania com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Panathinaikos perguntou e o Asteras disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.25 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
4 triunfos consecutivos como visitante. As equipas que ganham fora costumam saber defender e contra-atacar, e a tabela começou a refletir o que essas viagens renderam.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tasos Bakasetas. 3‑1 sobre o OFI, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Adriano Jagušić tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Azzedine Ounahi está nela.
O banco27/12/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Vasileios Fortounis, sobre uma vitória por 3‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Davide Calabria e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco20/12/2027
Andrews Tetteh tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O Panathinaikos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
24 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Duas equipas do topo da tabela, uma tarde, e um mês de conversa decidido em noventa minutos. O Panathinaikos não vai usar a palavra título esta semana e não vai deixar de a pensar.
100 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Moussa Sissoko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giorgos Kyriopoulos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Panathinaikos as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
O Panathinaikos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
23 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Vasilis Tsimopoulos: 3 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Vitória por 2‑2 sobre o Anagennisi Karditsa, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Giannis Apostolakis marcou, foi avaliado com 7.47 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 16 ações, 7.31, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Kings Kangwa e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.97 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tasos Bakasetas. 2‑0 sobre o Aris Thessaloniki, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Notas dos jogadores22/11/2027
Adriano Jagušić jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.25. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Kristiyan Stoyanov chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Simos Mitoglou esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davide Calabria está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Panagiotis Tsantilas, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Alguém viu todos os jogos da divisão no fim de semana e decidiu que ele foi o melhor que havia em qualquer deles. Uma honra pequena, e a maioria das carreiras acaba sem uma.
O Panathinaikos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
21 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.26 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Panathinaikos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
7 golos. Os dois bancos passaram a segunda parte a olhar um para o outro mais do que para o relvado. Os puristas vão queixar-se do Panathinaikos e do Levadiakos por igual; os restantes divertiram-se imenso.
Notas dos jogadores08/11/2027
Andrews Tetteh jogou uma tarde diferente da de toda a gente
9.91. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Chiquinho esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Há golos, e depois há golos àquele adversário em concreto. Os adeptos do Panathinaikos têm um ano de conversa garantida e sabem muito bem de quem é o nome.
Davide Calabria e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Panathinaikos disse a Santino Andino que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Azzedine Ounahi está nela.
«47 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Panathinaikos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Andrews Tetteh, e o treinador deixou.
Segue-se o Olympiacos, o que significa uma semana que começa na segunda-feira. Tudo o resto nesta página estará esquecido até sábado; este jogo não se esquece durante um ano.
O banco25/10/2027
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Vasileios Fortounis saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Panathinaikos disse a Ahmed Touba que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Plantel25/10/2027
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Panathinaikos
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Andrews Tetteh foi o melhor de qualquer um deles.
O Atromitos vai querer esquecer isto depressa: 5‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Panathinaikos foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Stefan de Vrij esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Giorgos Kyriopoulos será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Panathinaikos as despedidas começaram em silêncio.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Anass Zaroury, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Panathinaikos, e 5 jogos em 16 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Davide Calabria está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Panathinaikos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Filip Đuričić agarrou este contra o Hellas Syros. 3‑0 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Panathinaikos.
Dribles concretizados: 29. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Azzedine Ounahi marcou, foi avaliado com 7.90 e voltou antes de alguém dar pela falta.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Tasos Bakasetas e o Panathinaikos acertam mais 2 anos.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.83 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Kings Kangwa marcou, foi avaliado com 7.99 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Jogo25/09/2027
Ninguém quer jogar contra o Panathinaikos neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Tasos Bakasetas. 2‑1 sobre o Volos NPS, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Avaliado com 8.06. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Panathinaikos.
O banco27/09/2027
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Vasileios Fortounis, sobre uma vitória por 2‑1 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Panathinaikos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
17 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
A série sem derrotas chega aos 13 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.15 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Panathinaikos ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Panathinaikos lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O PSV tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
O relógio fez o que o Racing Genk não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
O Panathinaikos perguntou e o Agropecuario Argentino disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O AEL Larisa aceitou o dinheiro. O que o Panathinaikos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
Direção06/09/2027
O Panathinaikos fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 29 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O bancoDavide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
AntevisãoO líder é o próximo adversário do Panathinaikos
57Edição
O Diário de Panathinaikos
30/08/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Jogo28/08/2027
O Panathinaikos torna a sua casa um sítio difícil de visitar
16 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
O Panathinaikos foi ao Racing Genk com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Já são 12 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
O Stockport County queria mais do que $10.4M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Panathinaikos perguntou e o Leyton Orient disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O mais difícil de ter 21 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Santino Andino não precisou: 8.19, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
A direção prendeu por mais tempo o homem do banco, e isso diz mais do que qualquer comunicado de apoio. A estabilidade promete-se com facilidade e mantém-se a peso de ouro.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o Blau-Weiß Linz fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Verba acordada, salário acordado, e o Mladost Lucani à espera com uma camisola. No Panathinaikos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta seguiu esta semana para o Stockport County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Spartak Subotica tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Kampaniakos seguiu em frente, Giorgos Kyriopoulos apresenta-se de volta no Panathinaikos, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Kings Kangwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Panathinaikos perguntou e o Levadiakos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel23/08/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
16 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
A proposta seguiu esta semana para o Blau-Weiß Linz, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Uma média de 7.32 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Panathinaikos sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Simos Mitoglou e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Azzedine Ounahi está nela.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Sverrir Ingi Ingason apontou a data.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Filip Đuričić e o Panathinaikos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco09/08/2027
Davide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Panathinaikos essa pergunta é mais difícil de responder.
19 dias de fora para Filip Đuričić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Verba acordada, salário acordado, e o Kavala à espera com uma camisola. No Panathinaikos ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Posição 3, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Chiquinho e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«74 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Panathinaikos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Panathinaikos, e 0 jogos em 6 dizem que merece ser ouvido.
Toda a gente deixou de fingir: o Hellas Syros vai fazer a chamada por Filip Đuričić esta semana. O Panathinaikos tem um número em mente, e o número não é tímido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 27 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Bohemians 1905 tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Ninguém no clube vai dizer em voz alta para quem é esta contratação, que é exatamente como se percebe para quem é. Giannis Apostolakis chegou para ficar com uma camisola que alguém ainda veste.
Kings Kangwa esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Panathinaikos perguntou e o Levadiakos disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel26/07/2027
No Panathinaikos ainda são estranhos uns para os outros
16 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Panathinaikos, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 35 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Kavala tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A proposta do Ilioupoli por Sverrir Ingi Ingason foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Uma média de 7.32 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Panathinaikos têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
O Panathinaikos perguntou e o Asteras disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Giorgos Kyriopoulos, e desta vez do outro lado está o Asteras. No Panathinaikos ouvem com educação e não prometem nada.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
43 dias de fora para Filip Đuričić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Stefan de Vrij e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Dimitris Pelkas e o Panathinaikos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Panathinaikos terá de responder com minutos ou com uma transferência.
Uma sondagem ao Asteras para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 52 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Posição 3, 57 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
A proposta do Central Coast Mariners por Simos Mitoglou foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Panathinaikos podem fingir não ter ouvido.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O PAOK fica com o seu homem, e o Panathinaikos volta a uma lista com um nome riscado.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Panathinaikos fez a parte difícil com o Panetolikos, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Cyriel Dessers e o Panathinaikos acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O PAOK aceitou o dinheiro. O que o Panathinaikos ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Panathinaikos a ouviu como outra coisa.
Sverrir Ingi Ingason esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel28/06/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
6 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Andrews Tetteh está nela.
69 dias de fora para Filip Đuričić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
A proposta do Makedonikos por Sverrir Ingi Ingason foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Atromitos queria mais do que $1.7M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Uma média de 7.32 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Panathinaikos têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O negócio mais incómodo que um clube faz é contratar a resposta de amanhã enquanto a de hoje ainda está no edifício. Simos Mitoglou vem do Atromitos exatamente para isso, e da passagem de testemunho ninguém falará em público.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Há contratações e há contratações que vêm com uma segunda dose de satisfação. O Panathinaikos tirou Chiquinho a um clube com que se mede, e esse prazer vai durar mais do que o mercado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hellas Syros tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Panathinaikos, e não vai ser retirado.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
O banco14/06/2027
Davide Calabria tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Panathinaikos já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
O Panathinaikos e o Olympiacos acertaram em $2.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não há pior forma de perder um futebolista. Markos Spatharis pré-acordou a saída, o que significa que cada jogo daqui até junho é feito por um homem que o clube já não pode vender, e alguém lá em cima vai ter de explicar como se chegou aqui.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Stefan de Vrij esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
17 jogos, 6 golos e uma opção de plantel que chegou sem verba associada. A pergunta interessante no Panathinaikos já não é se joga, mas quem desloca.
Plantel31/05/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Panathinaikos
9 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco31/05/2027
Cyriel Dessers tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Pavlos Pantelidis treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O apuramento está feito e na próxima época os holofotes acendem-se para algo maior. Um palco para os jogadores, oxigénio para as contas e um passaporte para os restantes.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não um mês, não uma série — uma época inteira a ser o melhor futebolista de 21 anos que alguém nesta divisão podia pôr em campo. Este é o galardão que será referido durante o resto da sua carreira.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Panathinaikos beneficiou disso.
Tem 21 anos, média de 7.32, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Panathinaikos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
106 dias de fora para Filip Đuričić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Panathinaikos vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 113 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Panathinaikos ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Panathinaikos coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Azzedine Ounahi. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Pedro Chirivella apontou a data.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Panathinaikos falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Panathinaikos, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
6 golos em 14 jogos no Las Palmas — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Panathinaikos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
3 golos em 8 jogos no Dinamo Brest — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Panathinaikos alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O Panathinaikos fez saber ao mercado que Labros Delibeis está disponível. O anúncio não traz preço, mas toda a gente do ramo sabe mais ou menos o que lá diz.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 130 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Panathinaikos pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Uma média de 7.32 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Panathinaikos sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Moussa Sissoko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O banco26/04/2027
Azzedine Ounahi tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Panathinaikos dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Levi Garcia treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Panathinaikos sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.