Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Radnicki Nis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Radnicki Nis daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Radnik Surdulica segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Milijan Ilić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Radnicki Nis as despedidas começaram em silêncio.
Uma média de 7.06 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Radnicki Nis sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Merwan Zeghdane e o Radnicki Nis acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Shestyuk assinar alguma coisa — um contrato no Radnicki Nis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os melhores negócios são aqueles em que os contabilistas nem reparam. Merwan Zeghdane chega ao Radnicki Nis com o ordenado como único custo e algo a provar como única cláusula.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Radnicki Nis fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Babacar Mboup, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 11 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Uma média de 7.07 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Radnicki Nis sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Uroš Vitas e o Radnicki Nis acertam mais 2 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Miles Obodo volta a ser jogador do Radnicki Nis, e a cidade tem a sua história do verão.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Em resumo
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Vasilije Kostov
Notas dos jogadoresUm daqueles dias de Miloš Spasić
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Srećković, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 13 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Napredak defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Radnicki Nis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ezequiel treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Alexandr Shestyuk assinar alguma coisa — um contrato no Radnicki Nis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.03 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Radnicki Nis sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Matěj Chaluš. 2‑1 sobre o Cukaricki, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miloš Spasić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 27 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Tem 19 anos, média de 7.03, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 20 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Radnicki Nis, e 7 jogos em 29 dizem que merece ser ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kayode Saliman, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Um prémio individual é coisa estranha num desporto de equipa, e os melhores não se discutem. Teve o tipo de ano que acaba com o seu nome lido em voz alta, e o Radnicki Nis beneficiou disso.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Matěj Chaluš, e o treinador deixou.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Radnicki Nis pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Anchor, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Babacar Mboup. 1‑0 sobre o Zeleznicar Pancevo, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Radnicki Nis lida com um homem que quer outro país.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 10 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Tem 19 anos, média de 7.00, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Vasilije Kostov. 1‑0 sobre o Partizan, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 3 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Radnicki Nis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 26 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Anchor, e o treinador deixou.
As bancadas esperaram por um golo que nunca chegou. O Mladost Lucani defendeu com muita gente e levou aquilo que veio buscar, e as duas equipas podiam ainda estar a jogar sem incomodar o marcador.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Strahinja Manojlović assinar alguma coisa — um contrato no Radnicki Nis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Lamonth Rochester e o Radnicki Nis acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Vejo todos os jogos do Radnicki Nis daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Radnik Surdulica segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bubacar Djaló treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Radnicki Nis lida com um homem que quer outro país.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bubacar Djaló treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 7 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Strahinja Manojlović assinar alguma coisa — um contrato no Radnicki Nis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
PlantelAntónio Gomes pede uma conversa com o treinador
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. João Cesco será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Radnicki Nis as despedidas começaram em silêncio.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Radnicki Nis podem fingir não ter ouvido.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Radnicki Nis, e 4 jogos em 17 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Strahinja Manojlović, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Matěj Chaluš treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A história preferida de qualquer jornal e a menos preferida de qualquer treinador. O sucedido «está a ser tratado internamente», expressão que os clubes usam quando preferiam que ninguém voltasse a perguntar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 27 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Anchor, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 19 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Radnicki Nis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Radnicki Nis daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Radnik Surdulica segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Radnicki Nis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Alexandr Shestyuk não conseguiu
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Oleg Nikiforenko. 2‑1 sobre o IMT, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 18 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Radnicki Nis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mercado06/09/2027
Como se nunca tivesse saído: Yonatan Brun regressa
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Yonatan Brun volta a ser jogador do Radnicki Nis, e a cidade tem a sua história do verão.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bubacar Djaló, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Shestyuk. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Strahinja Manojlović: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 28 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Radnicki Nis ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franck Kanouté e o Radnicki Nis acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Festejou como quem andava com aquilo às costas há meses, porque andava. Radnicki Nis têm o reforço desbloqueado e uma pergunta a menos em cada conferência.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Strahinja Manojlović e o Radnicki Nis acertam mais 4 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A perseguição a António Gomes terminou com $180.0K a mudar de mãos e o Radnicki 1923 sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Franck Kanouté. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Uma cara nova na sua posição e, de repente, Miloš Spasić tem de reconquistar o que julgava seu. O Radnicki Nis não prometeu nada — nesta fase raramente promete.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 27 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Radnicki Nis sabem-no.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 18 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Algumas transferências precisam de uma campanha de imprensa. Esta precisava de uma camisola com o número antigo. Lazar Bogdanovic volta a ser jogador do Radnicki Nis, e a cidade tem a sua história do verão.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Saiu miúdo e regressa a saber ainda onde fica a bancada dos visitantes. A maioria dos reforços tem de ser explicada à cidade; a este bastou uma fotografia.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Stefan Nikolić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Radnicki Nis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Matěj Chaluš esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Radnicki Nis ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Radnicki Nis podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Radnicki Nis pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.02 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Radnicki Nis têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Radnicki Nis podem fingir não ter ouvido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ranko Jokić e o Radnicki Nis acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Bubacar Djaló treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Miloš Spasić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.02 numa idade em que quase todos os da sua geração ainda jogam nos juniores. O Radnicki Nis sabe o que tem, e a esta altura já toda a gente sabe.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bubacar Djaló, e o treinador deixou.
O Partizan segue em frente e o Radnicki Nis vai para casa, com um 3‑4 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Uroš Vitas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Radnicki Nis sabem-no.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Radnicki Nis podem fingir não ter ouvido.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Carlos Carrillo tem 20 anos, e o Radnicki Nis contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Franck Kanouté assinar alguma coisa — um contrato no Radnicki Nis ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Max Anchor, e o treinador deixou.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Radnicki Nis daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Mladost Lucani segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Radnicki Nis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 21 anos, média de 7.02, e os profissionais mais velhos começaram a dar-lhe a bola nos minutos difíceis. Essa última parte é o verdadeiro relatório de observação.
Uroš Vitas esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Radnicki Nis, e 3 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Radnicki Nis sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Radnicki Nis lida com um homem que quer outro país.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bubacar Djaló, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelMax Anchor pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Uroš Vitas e o Radnicki Nis acertam mais 2 anos.
Aleksandar Katai esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Zečević, e o treinador deixou.
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Strahinja Manojlović: 1 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 27 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 25 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Jogo17/02/2027
Aconteça o que acontecer, o Radnicki Nis não perde
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Radnicki Nis podem fingir não ter ouvido.
Jogo13/02/2027
Aconteça o que acontecer, o Radnicki Nis não perde
Já são 7 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Uma média de 7.20 na época, com 14 golos a sustentá-la. Os adversários começaram a planear jogos a pensar nele, que é o elogio mais sincero que o futebol faz.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Radnicki Nis lida com um homem que quer outro país.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Max Anchor esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Uma média de 7.01 numa equipa principal para a qual lhe sobram vários anos de juventude. Radnicki Nis têm alguma coisa, e a esta altura o escalão inteiro já reparou.
Jogo06/02/2027
Aconteça o que acontecer, o Radnicki Nis não perde
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Jokūbaz Mažionis, 20 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Adana Demirspor por Alexandr Shestyuk foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Jogo16/01/2027
Não se vê o fim da espera do Radnicki Nis por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Radnicki Nis tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Ranko Jokić e o Radnicki Nis acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Noventa minutos, zero golos, e a discussão começou antes de o parque de estacionamento esvaziar: um ponto somado ou dois deitados fora contra o Cukaricki? Na quinta-feira ainda vai haver quem discuta.
Dribles concretizados: 30. Pelo minuto setenta aparece no rosto de um lateral um desespero muito próprio, e ali estava ele.
Jogo09/01/2027
Não se vê o fim da espera do Radnicki Nis por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Radnicki Nis tem de arrancar um resultado de algum lado.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Strahinja Manojlović e o Radnicki Nis acertam mais 3 anos.
Miloš Spasić esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bubacar Djaló, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Radnicki Nis, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Jokūbaz Mažionis tem 20 anos, e o Radnicki Nis contratou-o pelo jogador que virá a ser, não pelo que já é. A equipa principal pode esperar; o sentido de um negócio destes são os anos que compra.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Strahinja Manojlović, e o treinador deixou.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Radnicki Nis sabem-no.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marko Mijailović e o Radnicki Nis acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo28/11/2026
Não se vê o fim da espera do Radnicki Nis por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Radnicki Nis tem de arrancar um resultado de algum lado.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 23 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Srećković, e o treinador deixou.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Direção30/11/2026
Em Radnicki Nis, 89% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Um jogador que contava ser titular assistiu de fora. O treinador vai chamar-lhe uma decisão pela equipa; Miloš Spasić chama-lhe outra coisa em privado.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Radnicki Nis?
Notas dos jogadoresA única coisa que Alexandr Shestyuk não conseguiu
Notas dos jogadoresBabacar Mboup nunca entrou no jogo
Um desempate por grandes penalidades fica na memória pelo fim, e este acaba em Strahinja Manojlović: 2 travadas, e uma bancada que vai descrever cada uma delas nos próximos vinte anos.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 30 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Babacar Mboup. 1‑0 sobre o TSC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Shestyuk, e o treinador deixou.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Radnicki Nis fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Marko Mijailović esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ações defensivas: 18, e a baliza a zero no final. As melhores tardes de um central parecem não ter nada dentro, e é exatamente esse o ponto.
Direção02/11/2026
Em Radnicki Nis, 89% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikola Zečević, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Ranko Jokić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Stefan Nikolić. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Em resumo
PlantelStefan Nikolić quer um papel a sério nesta equipa
Notas dos jogadoresUma tarde de defesa para Ranko Jokić
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 21 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Franck Kanouté, e o treinador deixou.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 24 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É o nome de todas as colunas e de todos os programas, e isso pesa em qualquer idade. Há futebolistas que crescem ali dentro e outros que se apagam sem ruído.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A série chega a 9 e as perguntas em torno do Radnicki Nis já não são delicadas.
As bancadas05/10/2026
Os assobios descem de três lados
«Pagamos isto de quinze em quinze dias. O mínimo é alguém a quem se note que lhe importa.» 7 dos 22 do plantel principal saíram para aquilo; os outros não jogaram.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Direção05/10/2026
Em Radnicki Nis, 137% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Não se vê o fim da espera do Radnicki Nis por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Radnicki Nis tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Cada estreia é uma pequena história sobre o futuro: Darko Nikolić, 19 anos, saído dos campos da formação para a equipa principal. Os pais, na bancada, vão guardar o programa do jogo.
Alexandr Shestyuk esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi preciso Alexandr Shestyuk marcar para trazer alguma coisa para casa: 2‑2 com o Radnik Surdulica, e metade do balneário vai chamar-lhe um ponto ganho.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Miloš Spasić.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Radnicki Nis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Ranko Jokić, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Alexandr Shestyuk. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Marko Petković esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
0‑2 para o Zeleznicar Pancevo, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Direção07/09/2026
Em Radnicki Nis, 121% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
A capitania foi retirada a Radomir Milosavljević. O Radnicki Nis vai chamar-lhe uma decisão de equipa; um balneário lê-a como um veredicto sobre um homem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tadeo Suárez treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
A proposta do TSC por Marko Mijailović foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Spartak Subotica paga $82.0K, e o negócio está fechado. O número lê-se bem num balanço; se se lê bem dentro de campo é pergunta para a próxima época.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Nikola Srećković treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mateja Radonjić agarrou este contra o Novi Pazar. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Radnicki Nis.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A proposta do Vojvodina por Stefan Nikolić foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A proposta do Novi Pazar por Babacar Mboup foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Alexandr Shestyuk e o Radnicki Nis acertam mais 3 anos.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Radnicki Nis coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Milijan Ilić, e o treinador deixou.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Franck Kanouté e o Radnicki Nis acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Franck Kanouté esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Alexandr Shestyuk. 2‑1 sobre o TSC, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Radnicki Nis, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.