Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel18/03/2030
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
6 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Brighton foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
28 jogos no Sheffield Wednesday e os golos deixaram de entrar. O Sunderland emprestou um guarda-redes e vê a época de outro clube melhorar todas as semanas.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/03/2030
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Perguntam tantas vezes aos futebolistas pelo clube da infância que ninguém ouve a resposta. Benjamín Portillo acabou de assinar pelo Sunderland e, por uma vez, a resposta importava.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Isto não é rotação. Léo Scienza está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Sunderland finge o contrário.
Jogo02/03/2030
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel04/03/2030
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Adam Webster, e o treinador deixou.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Jayden Ngwashi sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sunderland beneficiou de cada uma dessas tardes.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 6 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/02/2030
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Liverpool levou os pontos após um 0‑1 que será difícil de explicar nas bancadas.
O banco25/02/2030
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Daniel Johnson a uma sala que já as tinha ouvido.
Derrota por 0‑3 com o Manchester United, e derrota em tudo o que conta. O inquérito começa no relvado de treino segunda-feira de manhã.
Plantel18/02/2030
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Malick Fofana tem a sua resposta do Sunderland; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Nejc Viher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sunderland perguntou e o Tottenham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Emprestados18/02/2030
O empréstimo de Melker Ellborg mede-se pelo que não acontece
12 balizas a zeros em 28 jogos no Sheffield Wednesday. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Jack Whittaker lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
2 golos de vantagem e depois uma rendição lenta de tudo o que fora ganho. Emanuel Emegha não será o apontado, mas ninguém no Sunderland escapa à conversa que se segue a um colapso destes.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nejc Viher será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
O Sunderland perguntou e o Bournemouth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
As regras permitem-no e dói na mesma. Joe Neild acertou condições com o Huddersfield Town para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jacob Widell Zetterström, e o treinador deixou.
23 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sunderland perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O Sunderland foi ao Bournemouth com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Direção04/02/2030
Fecha o mercado: 5 entradas, 6 saídas no Sunderland
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 5, saíram 6, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Sunderland perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
PlantelJayden Ngwashi é o melhor jovem do mês na divisão
Notas dos jogadoresChemsdine Talbi passa por eles um de cada vez
183Edição
A Crónica de Sunderland
28/01/2030
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel28/01/2030
Jack Whittaker lesiona os ligamentos do joelho — 31 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 31 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
0‑3 frente ao Manchester City, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
A proposta do Huddersfield Town por Léo Scienza foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Malick Fofana produziu-o, e o 8.10 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Acabou 0-3. Uma eliminação na taça é uma desilusão; isto foi um desmantelamento público, e a diferença mede-se em quantas pessoas ainda falarão nisso em agosto.
38 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Sunderland perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A verba é $3.2M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Nottingham Forest negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
O Sunderland ofereceu $1.5M; o Coventry City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Emanuel Emegha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel21/01/2030
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O Sunderland perguntou e o Leicester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Simon Adingra parte para o Tottenham num negócio de $80.1M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Jogo12/01/2030
Emanuel Emegha ganha-o quando o apito já devia ter soado
Minuto 90. Emanuel Emegha encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Burnley passou do ponto ao nada num só movimento.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O negócio com o Nottingham Forest está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Simon Adingra era uma das razões por que as pessoas vinham, e $80.1M não substitui isso sozinho.
A proposta seguiu esta semana para o Coventry City, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Verba acordada, salário acordado, e o Bournemouth à espera com uma camisola. No Sunderland ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
O telefone voltou a tocar por causa de Nejc Viher, e desta vez do outro lado está o Burton Albion. No Sunderland ouvem com educação e não prometem nada.
Jogo05/01/2030
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sunderland sabe dizer em que semana.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Milan Aleksić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nejc Viher esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Nejc Viher foi informado de que não entra nos planos do treinador do Sunderland.
Emprestados31/12/2029
O empréstimo de Melker Ellborg mede-se pelo que não acontece
11 balizas a zeros em 23 jogos no Sheffield Wednesday. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
O banco31/12/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Daniel Johnson a uma sala que já as tinha ouvido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Uma nota de 7.70, e ninguém no estádio a contestaria. Esteve em tudo o que importava e em quase tudo o que não.
Emprestados24/12/2029
O empréstimo de Melker Ellborg mede-se pelo que não acontece
10 balizas a zeros em 21 jogos no Sheffield Wednesday. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Daniel Johnson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Chemsdine Talbi que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Uma cláusula em que alguém insistiu há anos, numa negociação de que ninguém se lembra, acaba de pagar $8.6M ao Sunderland. Brian Brobbey saiu há muito tempo; o papel ficou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stanley Mills estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Vitória por 2‑1 sobre o Middlesbrough, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel10/12/2029
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emanuel Emegha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/12/2029
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Jacob Widell Zetterström que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Emanuel Emegha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/11/2029
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 40 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nathan Taylor e o Sunderland acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aidan Morris está nela.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os plantéis têm um jogo destes para alguém, todas as épocas. Este é o de Aji Alese: o clube que o conheceu primeiro, os adeptos que vão decidir no primeiro minuto se aplaudem, e o Sunderland a precisar que ele jogue como se nada disso importasse.
Vitória por 7‑1 sobre o Leicester City, um lugar na ronda seguinte e a aritmética silenciosa que todos os adeptos fazem a caminho de casa: quantos faltam até uma final?
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Matthew Young será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Defender era opcional e ninguém exerceu a opção. 8 golos entre o Sunderland e o Leicester City, e nem um dos que pagaram bilhete vai pedir o dinheiro de volta.
Plantel12/11/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 8 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Stanley Mills estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Stanley Mills, e o treinador deixou.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malick Fofana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Cabeceamentos, cortes, desarmes, interceções: 15 no total, e nem um golo às suas costas. Daquelas exibições que nunca entram nos melhores momentos e ganham jogos.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel29/10/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.91, e nenhuma delas entrará num resumo.
O banco29/10/2029
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Daniel Johnson a uma sala que já as tinha ouvido.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malick Fofana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Aidan Morris que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Emanuel Emegha. 1‑0 sobre o Everton, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Daniel Johnson podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Habib Diarra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoBertrand Traoré tornou-se um homem de confiança do treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel15/10/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanley Mills está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 6 jogos em 18 dizem que merece ser ouvido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Aidan Morris está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Simon Adingra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Emanuel Emegha esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
6 golos num jogo, Malick Fofana na ficha e um resultado que vai parecer uma gralha. Os neutros não podiam pedir mais ao Sunderland nem ao Liverpool.
Plantel08/10/2029
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bradley Manyama e o Sunderland acertam mais 4 anos.
Em resumo
Notas dos jogadoresOs dois trabalhos feitos por Enzo Le Fée — 7.74
O bancoLéo Scienza pede uma conversa com o treinador
Plantel6 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
0‑5 frente ao Manchester United, e nenhuma queixa que sobreviva ao replay. O treinador falou de carácter no final; a bancada usou palavras mais curtas.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel01/10/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Emanuel Emegha que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Se a responsabilidade foi do guarda-redes ou dos dez à frente dele é a discussão que vai encher as conversas da cidade esta semana. E 2 defesas não a resolvem para nenhum dos lados.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nejc Viher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Uma exibição de 8.15 não aparece com frequência e, quando aparece, o resto da equipa passa a cenário. Esteve magnífico.
Plantel24/09/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanley Mills está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Daniel Johnson podia dar-se ao luxo de ser generoso.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel17/09/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sunderland perguntou e o Nottingham Forest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Chemsdine Talbi, o que é mais do que muitos recebem.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sunderland, mais uma semana sem a assinatura de Malick Fofana.
Plantel10/09/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Stanley Mills está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel10/09/2029
No Sunderland ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Tottenham segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Chegou por uma verba e sai por uma fração dela. $1.5M do que o Sunderland pagou por Liam Cullen é dinheiro que o clube não volta a ver, e a direção será interpelada sobre isso durante duas épocas.
Bojan Radulović parte para o Crystal Palace num negócio de $6.6M. Os contabilistas estão satisfeitos; os adeptos, menos.
Direção03/09/2029
O prazo passa com 20 contratações e 23 saídas
Está feito o negócio no Sunderland até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Mercado03/09/2029
Tão perto: a transferência de Jamaal Lascelles morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Wigan Athletic seguiu em frente, Jamaal Lascelles apresenta-se de volta no Sunderland, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Léo Scienza e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Sheffield United está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Emanuel Emegha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel27/08/2029
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Jogo25/08/2029
O Sunderland torna a sua casa um sítio difícil de visitar
8 sem derrota no seu relvado. O campo não mudou; a bancada sim — mais barulhenta mais cedo e mais rápida a perceber quando o adversário preferia estar noutro lado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O Sheffield United pagou $1.7M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Direção20/08/2029
6 jogadores da formação recebem número de equipa principal no Sunderland
A manhã em que o percurso deixa de ser um folheto e passa a ser uma ficha de jogo. A maioria não estará cá daqui a três anos; todos já fizeram a parte difícil, que era chegar a hoje.
Verba acordada, salário acordado, e o Stockport County à espera com uma camisola. No Sunderland ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A verba é $4.4M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Swindon Town negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Nottingham Forest fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 0 jogos em 9 dizem que merece ser ouvido.
O Sunderland já telefonou ao Newcastle United. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Plantel13/08/2029
Milan Aleksić desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A proposta do Manchester United por Habib Diarra foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Sunderland foi ao Swindon Town com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel06/08/2029
No Sunderland ainda são estranhos uns para os outros
13 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Nestory Irankunda estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Swindon Town fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
O negócio com o Newcastle United está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
O negócio que levaria Matthew Young para o Milton Keynes Dons caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sunderland com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel30/07/2029
Uma lesão muscular afasta Solly March durante 14 dias
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Sunderland vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
A proposta do Arsenal por Omar Alderete foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Mais um nome na lista: o Birmingham fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Jamaal Lascelles. A resposta do Sunderland não mudou — para já.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sunderland perguntou e o Newcastle United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 0 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
Plantel16/07/2029
Nestory Irankunda desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Não está a ser deixado de fora. Simplesmente não há, no sistema que o Sunderland joga, sítio onde pôr um homem que faz o que ele faz, o que é mais difícil de ouvir do que qualquer ficha de jogo.
Em resumo
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Liam Cullen
O aperto de mão com o Preston está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
$17.7M era o máximo que o clube pagaria, e o Cambridge United pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
A proposta do Birmingham por Jamaal Lascelles foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Emanuel Emegha e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Tottenham fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel09/07/2029
10 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
A proposta seguiu esta semana para o Cambridge United, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $19.1M — um clube que quer Jamal Jimoh-Aloba ao ponto de perguntar duas vezes.
Emanuel Emegha e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Sunderland perguntou e o Chelsea disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O treinador reorganizou as ideias e Exequiel Palacios saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
O Aston Villa pagou $18.2M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Dan Neil não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
A proposta do Rotherham United por Nordi Mukiele foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Arsenal queria mais do que $2.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sunderland já telefonou ao Wolverhampton. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Em resumo
O bancoEnzo Le Fée pede uma conversa com o treinador
DireçãoO Sunderland arrecada $1.0M de um negócio antigo
O Porto pagou $85.3M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Queens Park Rangers fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
André foi-se, as contas têm $85.3M a mais, e os adeptos ficaram com a sensação de que também lhes venderam alguma coisa. Um bom negócio e uma boa decisão nem sempre são a mesma coisa.
A proposta seguiu esta semana para o Arsenal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Leyton Orient aceitou o dinheiro. O que o Sunderland ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
A proposta do Newcastle United por Chris Rigg foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
29 dias, diz o exame, e os exames são mais simpáticos do que a realidade. Os jogos desse período acabaram de passar a ser trabalho de outro.
Plantel11/06/2029
7 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O Sunderland e o Queens Park Rangers acertaram em $4.4M. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
O Sunderland foi ao Stoke City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
O Sunderland foi ao Leyton Orient com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Exequiel Palacios e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bertrand Traoré, e o treinador deixou.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simon Adingra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Nejc Viher pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Simon Adingra produziu-o, e o 8.40 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mihailo Ivanović produziu-o, e o 8.00 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.39 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Simon Adingra. 4‑3 sobre o Burnley, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 10 ações combinadas e uma nota de 7.00, e nenhuma delas entrará num resumo.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 10 ações, 7.47, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Exequiel Palacios quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Granit Xhaka.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
43 jogos a titular e uma média de 6.68 na época. O empréstimo está a fazer exatamente aquilo para que foi combinado.
O banco23/04/2029
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Antevisão23/04/2029
O Sunderland mede-se com a equipa que todos perseguem
O Liverpool chega como líder. Uma equipa no topo perde mais ou menos uma vez por mês, e o clube que o consegue ganha uma semana de que se lembra durante um ano.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Simon Adingra. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Nottingham Forest; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Notas dos jogadores16/04/2029
Léo Scienza fez o trabalho que ninguém conta — 7.08
10 ações combinadas e 7.08. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 2‑4, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
James Barker e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bertrand Traoré está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Emprestados09/04/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Aidan Morris
15 golos em 41 jogos no Salford City — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Emprestados09/04/2029
O empréstimo de Melker Ellborg mede-se pelo que não acontece
15 balizas a zeros em 42 jogos no Swansea City. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Wolverhampton segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Mihailo Ivanović, o que é mais do que muitos recebem.
Quatro ou cinco jornadas de regularidade, medidas contra todos os da divisão que fazem o seu trabalho. Exequiel Palacios sai dessa comparação dentro da equipa, e o Sunderland beneficiou de cada uma dessas tardes.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Matthew Young está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Simon Adingra. 1‑0 sobre o Wolverhampton, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Com 4 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Daniel Johnson sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Já são 8 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Malick Fofana tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Habib Diarra. 1‑0 sobre o Aston Villa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
11 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Brighton foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Jacob Widell Zetterström e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bertrand Traoré, e o treinador deixou.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sunderland, mais uma semana sem a assinatura de Omar Alderete.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Emprestados26/02/2029
Os golos continuam a chegar do exílio de Liam Cullen
16 golos em 36 jogos no Rotherham United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Twente fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 0 jogos em 32 dizem que merece ser ouvido.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Habib Diarra marcou, foi avaliado com 7.98 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Enzo Le Fée, e o treinador deixou.
Dribles concretizados: 17. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 7.33, e nenhuma delas entrará num resumo.
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
A proposta do Bournemouth por Fotis Ioannidis foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Mercado05/02/2029
Tão perto: a transferência de Nordi Mukiele morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Reading seguiu em frente, Nordi Mukiele apresenta-se de volta no Sunderland, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo03/02/2029
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Mais um nome na lista: o Bournemouth fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Fotis Ioannidis. A resposta do Sunderland não mudou — para já.
Direção05/02/2029
Fecha o mercado: 3 entradas, 1 saídas no Sunderland
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 3, saíram 1, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Bertrand Traoré e o Sunderland acertam mais 2 anos.
O Sunderland perguntou e o Brighton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O Sunderland perguntou e o Tottenham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Toda a gente deixou de fingir: o Reading vai fazer a chamada por Nordi Mukiele esta semana. O Sunderland tem um número em mente, e o número não é tímido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Granit Xhaka, e o treinador deixou.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 0 jogos em 28 dizem que merece ser ouvido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Johnson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
Emprestados10 balizas a zeros por empréstimo para Melker Ellborg
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
0‑3 frente ao Liverpool, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Southampton tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
A verba é $7.5M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Derby County negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
0-3, e muito antes do fim a bancada visitante tinha passado do incentivo para algo bastante mais afiado. Ninguém liga para um programa de rádio por perder por pouco.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 19 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
A proposta do Reading por Nordi Mukiele foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Exequiel Palacios e o Sunderland acertam mais 3 anos.
Omar Alderete esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Sunderland perguntou e o Liverpool disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malick Fofana, e o treinador deixou.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sunderland ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Pablo Lara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Tottenham segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
O banco25/12/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Daniel Johnson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sunderland, mais uma semana sem a assinatura de Solly March.
Em resumo
Emprestados7 balizas a zeros por empréstimo para Melker Ellborg
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Aidan Morris
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e James Barker agarrou este contra o Crystal Palace. 2‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Sunderland.
0‑3 para o Liverpool, e foi exatamente tão mau como o número sugere. Há derrotas que se discutem e derrotas pelas quais se pede desculpa; esta foi do segundo tipo.
Notas dos jogadores18/12/2028
James Barker não podia pedir mais na estreia — 7.39
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.39, 1 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 15 ações combinadas e uma nota de 7.35, e nenhuma delas entrará num resumo.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Um 4‑2 sobre o Nottingham Forest, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Em resumo
Emprestados11 golos por empréstimo para Liam Cullen
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Disseram uma coisa a Habib Diarra e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Emprestados04/12/2028
Matthew Young está cansado de ser jogador dos outros
«Outra época, outro emblema, outro balneário para convencer. Gostava de uma pré-época em Sunderland em que alguém olhasse mesmo para mim.» Pertence a Tottenham até ao fim do empréstimo; a discussão é com o clube que o detém.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Johnson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Fotis Ioannidis. 3‑1 sobre o Wolverhampton, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 0 jogos em 19 dizem que merece ser ouvido.
Emprestados27/11/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Liam Cullen
10 golos em 16 jogos no Rotherham United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 5 jogos em 15 dizem que merece ser ouvido.
O nome de Igoh Ogbu não para de aparecer nas páginas desportivas alheias. O Sunderland nada diz, o que já diz muito.
O banco20/11/2028
Dan Neil tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sunderland dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Segue-se o Wolverhampton, e há um homem no balneário do Sunderland que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
15 jogos longe de casa e 5 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados20/11/2028
O empréstimo de Melker Ellborg mede-se pelo que não acontece
5 balizas a zeros em 16 jogos no Swansea City. É o ofício inteiro de um guarda-redes bem cumprido, e está a ser cumprido muito longe do clube que o detém.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Empate aos 88 minutos, depois de uma tarde que o Sunderland tinha praticamente arrumada. O Aston Villa vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 1‑1, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simon Adingra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. André quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Granit Xhaka e o Sunderland acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco06/11/2028
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Daniel Johnson a uma sala que já as tinha ouvido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kendry Páez, e o treinador deixou.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Notas dos jogadores30/10/2028
Caleb Shakespeare, 19 anos, joga como se cá estivesse há anos — 8.09
Um 8.09 significa uma coisa ao lado do nome de um jogador de vinte e nove anos e algo completamente diferente ao lado do de um de 19. Ninguém no estádio precisou que lhe explicassem.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.45 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Exequiel Palacios quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Pablo Lara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Josh Coburn, e o treinador deixou.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Tottenham segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Aji Alese que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
Emprestados23/10/2028
Os golos continuam a chegar do exílio de Liam Cullen
9 golos em 11 jogos no Rotherham United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
O banco23/10/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Dribles concretizados: 13. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simon Adingra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
7 jogos sem vencer é o tipo de série que muda a forma como uma cidade fala do seu clube, e o Leeds United foi a tarde em que parou. Um resultado não resolve nada, e um resultado faz tudo parecer diferente.
2 golos em vinte minutos com Habib Diarra no meio de tudo, e o Leeds United sem conseguir chegar à bola tempo suficiente para mudar seja o que for. Há jogos que se ganham antes da primeira bebida.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Liam Cullen
114Edição
A Crónica de Sunderland
02/10/2028
Do nosso correspondente de futebolInquietação
Plantel02/10/2028
Finley Robertson lesiona os ligamentos do joelho — 15 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 15 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Jogo30/09/2028
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 7 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Pablo Lara tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
O treinador reorganizou as ideias e Granit Xhaka saiu delas mais abaixo. Vão dizer-lhe que é temporário, e os jogadores que já ouviram isso antes vão desviar o olhar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Newcastle United segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
22 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Sunderland perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
O Newcastle United segurou a vantagem 3 minutos, que não chega para a desfrutar. O Sunderland respondeu antes de o festejo terminar, e com isso mudou a forma da tarde.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo16/09/2028
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Pablo Lara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
«Prefiro dizer-lho na cara do que ler no jornal.» A reunião foi pedida pelo jogador, e isso diz quase tudo.
Plantel18/09/2028
Demasiada mudança demasiado depressa no Sunderland
5 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco18/09/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
O negócio que levaria Nordi Mukiele para o Notts County caiu na fase final e ele reapresenta-se no Sunderland com um verão para esquecer e uma época inteira para jogar. Ninguém diz quem se levantou da mesa.
O Sunderland ficou sem tempo com o Derby County. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Pablo Lara esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para David Foster, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jamaal Lascelles está nela.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
A proposta seguiu esta semana para o Derby County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Direção04/09/2028
Fecha o mercado: 23 entradas, 33 saídas no Sunderland
O prazo passou e o plantel é o plantel. Chegaram 23, saíram 33, e tudo o resto que se imprimiu sobre este clube no último mês foi um rumor que ficou rumor.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Jogo02/09/2028
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Fotis Ioannidis tem a sua resposta do Sunderland; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
A proposta seguiu esta semana para o Derby County, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Southampton fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Notas dos jogadores28/08/2028
Um golo de defesa dá a vitória ao Sunderland — 7.71
1 para Habib Diarra, avaliado com 7.71, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
A proposta do Tranmere Rovers por Niall Huggins foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.8M — um clube que quer Dajaune Brown ao ponto de perguntar duas vezes.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A verba é $8.8M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Huddersfield Town negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção21/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Sunderland
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Benjamin Wood está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mark Barnes é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aji Alese, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoUma promessa que a direção de Sunderland não cumpriu
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$8.8M em cima da mesa do Huddersfield Town. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Enzo Le Fée esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Brighton fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bournemouth fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Sunderland do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Habib Diarra e o Sunderland acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Pablo Lara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simon Adingra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chemsdine Talbi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fotis Ioannidis apontou a data.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Habib Diarra chegam às bancadas
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Reading fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Tranmere Rovers por Niall Huggins foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dan Neil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/07/2028
No Sunderland ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Preston segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Mihailo Ivanović, o que é mais do que muitos recebem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Bromwich Albion fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Sunderland ofereceu $78.0K; o Brighton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Sunderland já telefonou ao Mallorca. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Joseph Cowan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malick Fofana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O Cardiff City pagou $6.3M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Brighton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Caleb Shakespeare e o Sunderland acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Montpellier HSC tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Sunderland ofereceu $9.4M; o Southampton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Exequiel Palacios quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Arsenal ninguém diz, e no Sunderland ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Sunderland perguntou e o Bournemouth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Arsenal aceitou o dinheiro. O que o Sunderland ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Norwich City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A verba é $6.0M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Norwich City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Niall Huggins não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Arsenal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Chris Rigg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A verba é $56.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Wolverhampton negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A perseguição a Exequiel Palacios terminou com $24.7M a mudar de mãos e o Tottenham sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Sunderland foi ao Norwich City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Arsenal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Brian Brobbey era uma das razões por que as pessoas vinham, e $59.4M não substitui isso sozinho.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.1M — um clube que quer Jérémy Jacquet ao ponto de perguntar duas vezes.
Exequiel Palacios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Wolverhampton aceitou o dinheiro. O que o Sunderland ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Granit Xhaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sunderland sabem-no.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Habib Diarra que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Richard Williams passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Paul Walker passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Simon Clark é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Samuel Phillips passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel29/05/2028
9 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no Sunderland dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.42 para o resto.
18 golos em 37 jogos no Sheffield United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
45 jogos a titular e uma média de 6.71. Foi para lá para jogar e está a jogar, que é a única coisa para que um empréstimo serve.
O banco22/05/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Daniel Johnson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nejc Viher não precisou: 8.21, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Nejc Viher tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel08/05/2028
Malick Fofana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores08/05/2028
Malick Fofana jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
12 golos em 39 jogos no Wigan Athletic — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nejc Viher, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Hull City; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marcus Neill e o Sunderland acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
18 golos em 35 jogos no Sheffield United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nejc Viher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores24/04/2028
Nejc Viher fez o trabalho que ninguém conta — 6.58
9 ações combinadas e 6.58. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Sunderland tinha praticamente arrumada. O Leeds United vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.