A verba é $8.8M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Huddersfield Town negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
Habib Diarra e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção21/08/2028
5 jogadores da formação sobem à equipa principal do Sunderland
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Benjamin Wood está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Mark Barnes é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Aji Alese, e o treinador deixou.
Em resumo
DireçãoUma promessa que a direção de Sunderland não cumpriu
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
$8.8M em cima da mesa do Huddersfield Town. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Enzo Le Fée esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Brighton fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Bournemouth fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Quando isto acontece nada se anuncia, e toda a gente sabe. É uma parte maior do plano do Sunderland do que era há um mês, e o centro de treinos percebeu-o antes de a ficha de jogo o dizer.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Habib Diarra e o Sunderland acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Pablo Lara e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Simon Adingra assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chemsdine Talbi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Uma conversa no gabinete do treinador, e um compromisso que saiu dela. Promessas assim são baratas de fazer e caras de quebrar, e Fotis Ioannidis apontou a data.
Em resumo
As bancadasOs rumores sobre Habib Diarra chegam às bancadas
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Reading fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A proposta do Tranmere Rovers por Niall Huggins foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Dan Neil e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel24/07/2028
No Sunderland ainda são estranhos uns para os outros
10 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Preston segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Mihailo Ivanović, o que é mais do que muitos recebem.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O West Bromwich Albion fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
O Sunderland ofereceu $78.0K; o Brighton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
O Sunderland já telefonou ao Mallorca. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Joseph Cowan e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Malick Fofana treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O Cardiff City pagou $6.3M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
A proposta seguiu esta semana para o Brighton, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Caleb Shakespeare e o Sunderland acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Montpellier HSC tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Sunderland ofereceu $9.4M; o Southampton disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Exequiel Palacios quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no Arsenal ninguém diz, e no Sunderland ninguém gosta de estar a adivinhar.
O Sunderland perguntou e o Bournemouth disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
O Arsenal aceitou o dinheiro. O que o Sunderland ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Norwich City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
A verba é $6.0M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Norwich City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Niall Huggins não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
$3.8M era o máximo que o clube pagaria, e o Arsenal pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Chris Rigg esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A verba é $56.7M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Wolverhampton negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A perseguição a Exequiel Palacios terminou com $24.7M a mudar de mãos e o Tottenham sem razões para dizer que não. Os adeptos julgarão o valor da única maneira que conta: aos sábados.
O Sunderland foi ao Norwich City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta seguiu esta semana para o Arsenal, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Os contabilistas vão chamar-lhe bom negócio e terão razão, o que não é o assunto de ninguém fora da administração. Brian Brobbey era uma das razões por que as pessoas vinham, e $59.4M não substitui isso sozinho.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $4.1M — um clube que quer Jérémy Jacquet ao ponto de perguntar duas vezes.
Exequiel Palacios esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
O Wolverhampton aceitou o dinheiro. O que o Sunderland ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Granit Xhaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sunderland sabem-no.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Habib Diarra que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A formação existe exatamente para esta manhã. Richard Williams passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
A formação existe exatamente para esta manhã. Paul Walker passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Simon Clark é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
A formação existe exatamente para esta manhã. Samuel Phillips passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Plantel29/05/2028
9 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Ninguém no Sunderland dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Um defesa no marcador, coisa rara o suficiente para que toda a gente no estádio se lembre de quem marcou o canto. 1 para ele e uma nota de 7.42 para o resto.
18 golos em 37 jogos no Sheffield United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
45 jogos a titular e uma média de 6.71. Foi para lá para jogar e está a jogar, que é a única coisa para que um empréstimo serve.
O banco22/05/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 1‑2 Daniel Johnson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O mais difícil de ter 20 anos numa equipa principal é que ninguém perdoa nada. Nejc Viher não precisou: 8.21, e parecia o homem mais à vontade no relvado.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 20 anos que sente como seu. Nejc Viher tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Plantel08/05/2028
Malick Fofana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Notas dos jogadores08/05/2028
Malick Fofana jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.13. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
12 golos em 39 jogos no Wigan Athletic — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nejc Viher, e o treinador deixou.
A primeira derrota em 10 jogos. O treinador dirá que tinha de chegar; o balneário dirá que não tinha de chegar contra o Hull City; os adeptos dirão as duas coisas, por essa ordem, a semana inteira.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Marcus Neill e o Sunderland acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
18 golos em 35 jogos no Sheffield United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Nejc Viher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Notas dos jogadores24/04/2028
Nejc Viher fez o trabalho que ninguém conta — 6.58
9 ações combinadas e 6.58. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
Empate aos 86 minutos, depois de uma tarde que o Sunderland tinha praticamente arrumada. O Leeds United vai chamar-lhe um ponto ganho; o balneário da casa vai chamar-lhe dois oferecidos, e ambos têm razão.
Isto não é rotação. Nilson Angulo está fora dos planos do treinador há algum tempo, e ninguém no Sunderland finge o contrário.
Plantel17/04/2028
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malick Fofana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sunderland sabem-no.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alan Browne e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Léo Scienza quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Ser difícil de bater não é o mesmo que ganhar, mas 8 jogos sem derrota são uma base que o Sunderland não tinha no outono.
Plantel10/04/2028
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malick Fofana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Caleb Shakespeare e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Stoke City vai querer esquecer isto depressa: 4‑1, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sunderland foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
Aos 35 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.19 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Plantel27/03/2028
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malick Fofana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nejc Viher e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Disseram uma coisa a Niall Huggins e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Jamaal Lascelles está nela.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
16 golos em 32 jogos no Sheffield United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 15. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O banco20/03/2028
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Brobbey. 1‑0 sobre o Aston Villa, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Sunderland, mais uma semana sem a assinatura de Matthew Young.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Daniel Johnson sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 8 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Matthew Young e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sunderland pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel28/02/2028
Malick Fofana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente no Sunderland viu antes de alguém o dizer, que é como isto vai sempre. Aos 38 o declínio é real e mensurável — 3 pontos — e só falta saber como o clube trata alguém a quem deve muitíssimo.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Caleb Shakespeare e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
«Agradeço os jogos, mas não me fiz futebolista para ser a peça sobresselente de alguém.» Quer estar em Sunderland, e 1 jogos em 5 dizem que merece ser ouvido.
29 jogos longe de casa e 10 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Plantel21/02/2028
Um clube mais pequeno assentaria agora a Robin Roefs
Já teve barulho que chegue. Se o Sunderland pode ser um sítio mais calmo para ele, ou se a única cura é sair para onde os programas de rádio são mais brandos, decide-se nos próximos meses.
A proposta do Burnley por Brian Brobbey foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Estava tudo acordado até deixar de estar, e Luke O'Nien regressa a Sunderland com um verão para esquecer. Nenhum dos clubes diz quem se levantou da mesa.
Habib Diarra esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Omar Alderete, e o treinador deixou.
O Sunderland perguntou e o Aston Villa disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
O Sunderland foi ao Leeds United com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Sunderland nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Direção07/02/2028
O Sunderland fecha o mercado com um plantel feito por si
1 entradas e 7 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Léo Scienza quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Stoke City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta ficou longe e foi recusada quase sem discussão. Se a segunda for recusada com a mesma rapidez já é outra conversa.
Plantel31/01/2028
Uma transferência que Nejc Viher teria feito de graça
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Nejc Viher está a viver essa versão no Sunderland, e costuma notar-se no primeiro mês.
Tem 19 anos, e os relatórios dos observadores concordam na única linha que importa: o teto. Contratações assim são bilhetes de lotaria preenchidos por profissionais.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Toda a gente deixou de fingir: o Dinamo Moscow vai fazer a chamada por Igoh Ogbu esta semana. O Sunderland tem um número em mente, e o número não é tímido.
O aperto de mão com o NK Maribor está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
A proposta do LOSC Lille por Enzo Le Fée foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Mais um nome na lista: o Leeds United fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Brian Brobbey. A resposta do Sunderland não mudou — para já.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 17 ações combinadas e uma nota de 7.25, e nenhuma delas entrará num resumo.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Brobbey. 3‑1 sobre o Bournemouth, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
O Sunderland perguntou e o Tottenham disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O telefone voltou a tocar por causa de Nilson Angulo, e desta vez do outro lado está o Crewe Alexandra. No Sunderland ouvem com educação e não prometem nada.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
$6.1M em cima da mesa do Blackburn Rovers. O treinador queria-o, a direção acertou um número, e as únicas vozes que faltam ouvir são as do outro clube.
O Sunderland perguntou e o Everton disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Metade do calendário jogado, 10.º lugar, 25 pontos somados. Multiplicar por dois é a conta que todos os adeptos já fizeram e a única que ninguém no clube fará em voz alta.
A porta ficou fechada muito depois do apito final. O que ali se disse é com eles; se resultou, decide-se no sábado.
O banco10/01/2028
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑3 Daniel Johnson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Derrota por 0‑2, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel03/01/2028
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malick Fofana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A despromoção que um clube nunca anuncia e um balneário nota sempre. Chemsdine Talbi está mais longe da equipa do que estava, e a razão só lhe será dada quando perguntar.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sunderland falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Omar Alderete marcou, foi avaliado com 7.76 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcus Neill será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
Outro tem estado melhor, o treinador disse-o com uma ficha de jogo, e não há discussão possível. Vai recuperar a camisola da única maneira que ela se recupera.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Daniel Johnson sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ahmed Abdullahi
73Edição
A Crónica de Sunderland
20/12/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel20/12/2027
29 dias de fora para Granit Xhaka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sunderland vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Leeds United vai querer esquecer isto depressa: 3‑0, todos os duelos perdidos e uma viagem longa para casa. O Sunderland foi impiedoso como as boas equipas sabem ser.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dribles concretizados: 21. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chemsdine Talbi, e o treinador deixou.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
38 dias de fora para Granit Xhaka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sunderland vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
O Hull City segue em frente e o Sunderland vai para casa, com um 0‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Plantel13/12/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igoh Ogbu, e o treinador deixou.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sunderland ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
46 dias de fora para Granit Xhaka depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Sunderland vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Já são 9 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Dribles concretizados: 23. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel06/12/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Disseram uma coisa a Léo Scienza e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Sunderland falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A série sem derrotas chega aos 8 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Simon Adingra. 2‑1 sobre o Stoke City, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Matthew Young e o Sunderland acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Plantel22/11/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
200 jogos com esta camisola, através de treinadores, descidas e tudo o resto. Uma entrega assim está a desaparecer do futebol, e a bancada sabe o que está a ver.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco22/11/2027
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
O desenho queria outro perfil frente a este adversário, o que é uma resposta futebolística a sério e nenhum consolo para o visado. Não fez nada de errado e não jogou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brian Brobbey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Disseram uma coisa a Simon Adingra e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Trai Hume está nela.
Treina a sério, diz o que há a dizer e volta para um apartamento vazio. No Sunderland ninguém fez nada de mal, e é justamente isso que torna tudo tão difícil de resolver.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Lewis Campbell agarrou este contra o Millwall. 3‑1 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Sunderland.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Senne Lammens esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
“Fiz tudo o que me pediram nos treinos e ao sábado não mudou nada.” A queixa mais conhecida do futebol, e uma a que o Sunderland terá de responder com minutos ou com uma transferência.
16 ações defensivas e uma baliza a zero no fim delas. A tarde de um defesa só se pode contar pelo que não aconteceu, e é por isso que ninguém faz um resumo com ela e qualquer treinador da divisão a assinava.
MercadoA história de Enzo Le Fée recusa-se a morrer
65Edição
A Crónica de Sunderland
25/10/2027
Do nosso correspondente de futebolOtimismo
Jogo23/10/2027
Ninguém quer jogar contra o Sunderland neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Noah Sadiki tem a sua resposta do Sunderland; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Malick Fofana, e o treinador deixou.
Recuperou e depois fez alguma coisa com isso, que são dois trabalhos e a razão de o marcador ter o aspeto que tem. 9 ações combinadas e uma nota de 6.95, e nenhuma delas entrará num resumo.
Thomas Meunier e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
O bancoNeste momento há alguém melhor do que Chemsdine Talbi
O bancoEnzo Le Fée pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chemsdine Talbi, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Brobbey. 1‑0 sobre o Fulham, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Daniel Johnson podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Sunderland sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Nilson Angulo está nela.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Chemsdine Talbi tem a sua resposta do Sunderland; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luis Vázquez, e o treinador deixou.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sunderland. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Em resumo
EmprestadosOs golos continuam a chegar do exílio de Ahmed Abdullahi
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcus Neill será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
Plantel04/10/2027
Chemsdine Talbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sunderland sabe dizer em que semana.
Matthew Young esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
A história da ambição ao contrário, e a que ninguém conta: um futebolista que quer um estádio mais pequeno, menos câmaras e uma bancada que não se vira. Não é fraqueza, e raramente é noticiada como outra coisa.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel20/09/2027
Chemsdine Talbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Senne Lammens, e o treinador deixou.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 37 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Sunderland é como lidar com um homem a quem deve muito.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Milan Aleksić e o Sunderland acertam mais 4 anos.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Sunderland ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Habib Diarra e o Sunderland acertam mais 5 anos.
Plantel13/09/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Chemsdine Talbi está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Leicester City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
O banco13/09/2027
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Daniel Johnson a uma sala que já as tinha ouvido.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Direção06/09/2027
O Sunderland fecha o mercado com um plantel feito por si
14 entradas e 21 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Granit Xhaka e o Sunderland acertam mais 2 anos.
Mercado06/09/2027
Tão perto: a transferência de Luke O'Nien morre em cima da hora
O valor estava acertado e o voo já tinha sido visto — e então o telefone deixou de tocar. O Fleetwood Town seguiu em frente, Luke O'Nien apresenta-se de volta no Sunderland, e todos fingem que segunda-feira é só uma segunda-feira.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Marcus Neill será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Sunderland as despedidas começaram em silêncio.
O Sunderland perguntou e o Manchester United disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Verba acordada, salário acordado, e o Sheffield United à espera com uma camisola. No Sunderland ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.95 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Aos 18 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Luis Vázquez quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Já são 50 pelo clube, cada um arquivado na memória de alguém com uma data e um resultado. É sobre números assim que os adeptos vão discutir daqui a vinte anos.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Hajduk Split tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Spezia queria mais do que $40.3M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O Sunderland perguntou e o Union Berlin disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Verba acordada, salário acordado, e o Tranmere Rovers à espera com uma camisola. No Sunderland ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
5 miúdos sobem, e algures no edifício as pessoas que os treinaram aos doze anos estão a ter, em silêncio, a melhor manhã do seu ano de trabalho. Nada disto aparece num resultado, e é para isto que a formação existe.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sunderland ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
“Vejo todos os jogos do Sunderland daqui. Isso diz tudo sobre onde está a minha cabeça.” O empréstimo no Derby County segue o seu curso, mas o coração nunca fez a viagem.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Timur Tutierov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Brian Brobbey assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Em resumo
O bancoNilson Angulo tornou-se um homem de confiança do treinador
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Southampton fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
A verba é $3.1M, o contrato está assinado, e a discussão sobre se ele vale o preço pode começar. O Swansea City negociou duro; o tempo dirá quem ganhou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Léo Scienza e o Sunderland acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Senne Lammens e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
O Sunderland foi ao Swansea City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
A proposta do Fleetwood Town por Luke O'Nien foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
Habib Diarra e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Liverpool fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chemsdine Talbi, e o treinador deixou.
O interesse é real o suficiente para ter chegado aos jornais. O Sunderland nada diz, o que em pleno mercado também é uma resposta.
Plantel26/07/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Não vim para aqui aquecer à frente das pessoas.» O contrato acaba um dia, sabe contar as semanas, e o Sunderland terá de lhe dar um motivo para ficar ou uma saída.
Plantel26/07/2027
No Sunderland ainda são estranhos uns para os outros
14 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Marcus Neill está a chegar
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O Sunderland ofereceu $3.4M; o Swansea City disse que nem perto. Ao treinador dirão que o dinheiro continua lá para o jogador certo, que é o que se diz aos treinadores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Luis Ángel Mendoza está nela.
Um ano depois, a cidade não se abriu, a língua não chegou, e o almoço come-se sozinho mais vezes do que alguém no Sunderland admitiria. Nota-se aos sábados.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O Wrexham queria mais do que $6.2M e a direção não foi por aí. Levantou-se da mesa, por agora, o que em pleno mercado quer dizer até alguém pestanejar.
O West Ham United pagou $2.7M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Simon Adingra e o Sunderland acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Manchester United fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
A proposta do Arsenal por Granit Xhaka foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
A proposta seguiu esta semana para o Wrexham, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Nunca quis estar noutro sítio. Ainda há trabalho por acabar aqui.» Brian Brobbey compromete-se com o Sunderland por mais 5 anos.
Mercado05/07/2027
Jenson Seelt regressa de um empréstimo que resultou
43 jogos e 0 golos longe daqui, e um jogador que o treinador não tinha em agosto. Os empréstimos são feitos à espera exatamente disto e a maioria não o entrega.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Não é uma queixa nem uma exigência: quer jogar futebol europeu, e deixou de o esconder. Se o Sunderland lho pode dar é uma pergunta sobre o clube, não sobre ele.
Plantel05/07/2027
Fotis Ioannidis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
O bancoSimon Adingra pede uma conversa com o treinador
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Milton Keynes Dons tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Emprestados28/06/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Simon Adingra
12 golos em 26 jogos no Ajax — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Plantel28/06/2027
Demasiada mudança demasiado depressa no Sunderland
11 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Em resumo
O bancoTrai Hume tornou-se um homem de confiança do treinador
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Sunderland podem fingir não ter ouvido.
O Cardiff City pagou $4.5M e o Sunderland aceitou, o que é a história toda numa frase. A versão longa fala do orçamento salarial e vai ser contada a época inteira.
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
O Sunderland perguntou e o Manchester City disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Plantel21/06/2027
Fotis Ioannidis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Luis Vázquez e o Sunderland acertam mais 4 anos.
Uma sondagem ao Everton para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Sunderland perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Com 5 jogadores ao serviço das seleções, os treinos são pequenos e o treinador até consegue ouvir-se. É a única pausa da época, e nunca sabe bem a uma.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
O aperto de mão com o Middlesbrough está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Cardiff City tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
O Sunderland perguntou e o Leyton Orient disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Sunderland fez a parte difícil com o Manchester United, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel07/06/2027
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Léo Scienza quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 18 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel31/05/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
26 jogos no Ajax e os golos não param. No Sunderland acompanham isto mais de perto do que o clube que o tem gostaria.
Plantel31/05/2027
5 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco31/05/2027
Nilson Angulo tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sunderland dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
12.º lugar com 46 pontos. Todas as épocas são uma história e esta é a última linha dela, e agora o clube tem três meses para decidir de que fala a próxima.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Kevin Danso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Melker Ellborg e o Sunderland acertam mais 4 anos.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Chemsdine Talbi e o Sunderland acertam mais 5 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Granit Xhaka esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Trai Hume quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
O banco17/05/2027
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Daniel Johnson não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sunderland também ninguém o escondia.
14 vezes se meteu no caminho. Escreve-se sobre os centrais quando erram e ignoram-se quando não erram, por isso uma tarde destas tem de ser dita em voz alta: é ele a razão de o marcador dizer o que diz.
Dribles concretizados: 13. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Emprestados17/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Chris Rigg
7 golos em 43 jogos no Rotherham United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
MercadoA história de Brian Brobbey recusa-se a morrer
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Sunderland?
41Edição
A Crónica de Sunderland
10/05/2027
Do nosso correspondente de futebolEstável
Plantel10/05/2027
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Tem 22 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Mihailo Ivanović. 1‑0 sobre o Fulham, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Nordi Mukiele, o que é mais do que muitos recebem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Nordi Mukiele que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Sunderland pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Plantel03/05/2027
Chemsdine Talbi desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dayann Methalie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Emprestados03/05/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Simon Adingra
12 golos em 26 jogos no Ajax — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Kevin Danso.
7 defesas, e um resultado a que os dez à frente dele não tinham direito. Nos guarda-redes só se repara nos dias maus; este foi dos outros.
Plantel26/04/2027
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Johnson depois do 0‑2, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Ninguém no Sunderland sugere que esteja em má fase. O treinador quis simplesmente outras qualidades para noventa minutos concretos, e contra isso um jogador não pode treinar nada.
Emprestados26/04/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Nilson Angulo
7 golos em 15 jogos no Doncaster Rovers — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Granit Xhaka produziu-o, e o 8.42 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Noah Sadiki tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Dayann Methalie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel12/04/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Brian Brobbey não desaparece
Aos 22 anos faz esta época coisas que não conseguia fazer na época passada, e fá-las todas as semanas. A forma vai e vem; isto já ficou tempo suficiente para se lhe chamar outra coisa.
Plantel05/04/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Kevin Danso esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noah Sadiki, e o treinador deixou.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Sunderland foi explícito quanto à situação de Wilson Isidor, o que é mais do que muitos recebem.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel29/03/2027
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Igoh Ogbu assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
O banco29/03/2027
Wilson Isidor tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Sunderland dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
11 jogos longe de casa e 6 golos de colheita. Cada um deles torna a conversa do próximo verão um pouco mais cara.
Emprestados29/03/2027
Os golos continuam a chegar do exílio de Chris Rigg
6 golos em 37 jogos no Rotherham United — números que viajam para casa mais depressa do que ele. No Sunderland alguém atualiza uma folha de cálculo todas as segundas, e cada semana lê-se melhor.
«Dei tudo aqui e preciso de um desafio novo.» O pedido é formal, e a relação nunca mais vai ser exatamente a mesma.
Jogo20/03/2027
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Sunderland ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Em resumo
Emprestados10 golos por empréstimo para Simon Adingra
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sunderland sabem-no.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
As ocasiões aparecem e algo acontece entre criá-las e finalizá-las. Já vão 3 jogos, e a inquietação nas bancadas chega um pouco mais cedo a cada semana.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Robin Roefs, e o treinador deixou.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Fotis Ioannidis e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Daniel Johnson depois do 0‑1, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Sunderland sabem-no.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Nordi Mukiele quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Léo Scienza estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
100 vezes com estas cores, com qualquer tempo e sob quatro ou cinco treinadores diferentes. Este tipo de serviço está a desaparecer do futebol sem fazer barulho.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Daniel Johnson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Omar Alderete esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Ações defensivas: 17. Chegou primeiro a tudo e tarde a nada, e por isso o guarda-redes teve um dia tranquilo.
Plantel01/03/2027
Fotis Ioannidis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Daniel Johnson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
Não dá grande título e é a razão por que os jogadores acreditam na promessa seguinte. O Sunderland disse a Trai Hume que algo iria acontecer e aconteceu, o que nesta indústria já passa por notável.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
«Disseram-me qual seria o meu papel e assinei por causa disso. Não aconteceu.» Uma queixa com data marcada é a mais difícil de resolver.
Notas dos jogadores22/02/2027
Granit Xhaka, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.14
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.14 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Plantel22/02/2027
Léo Scienza desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Daniel Johnson podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Brian Brobbey produziu-o, e o 8.31 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Quero ganhar coisas e gostava de o fazer aqui.» Não se exigiu nada nem se ameaçou nada, mas uma direção como a de Sunderland ouve uma frase destas exatamente como foi construída.
Plantel15/02/2027
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Léo Scienza está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Sofrer é uma coisa; a resposta é o que fala de um balneário. Brian Brobbey pôs o Sunderland de novo em igualdade em 2 minutos, e o Newcastle United nunca chegou a jogar com vantagem.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Oxford United tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Granit Xhaka e o Sunderland acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Igoh Ogbu, e o treinador deixou.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Brobbey. 2‑1 sobre o Bournemouth, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Aos 21 anos foi melhor do que todos da sua idade na divisão durante quatro semanas seguidas, o que é mais difícil do que uma boa tarde. O Sunderland vai tentar não fazer disso um caso.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Sunderland
Notas dos jogadoresNinguém conseguiu chegar a Brian Brobbey
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
O relógio fez o que o Middlesbrough não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
Nota 8.09 aos 21 anos, numa equipa que não faz concessões à idade. Não precisou de nenhuma, e parecia o homem menos nervoso em campo.
Notas dos jogadores01/02/2027
Granit Xhaka, 34 anos, faz recuar o relógio — 8.24
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 8.24 aos 34, e ninguém no campo esteve melhor.
Direção01/02/2027
O Sunderland fecha o mercado com um plantel feito por si
4 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Igoh Ogbu e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
PlantelPalavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alvos de mercadoPorta fechada: Sergi Domínguez fica onde está
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Jamaal Lascelles e o Sunderland acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O aperto de mão com o Leicester City está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Chemsdine Talbi estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Cardiff City fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
Isto não é profundidade de plantel e ninguém finge que seja. Pagaram-se $36.0M porque Léo Scienza é simplesmente melhor do que o que já cá estava, e o clube decidiu deixar de esperar.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Stoke City tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Sunderland já se começa a dizer o nome dele no passado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Millwall fica com o seu homem, e o Sunderland volta a uma lista com um nome riscado.
O valor aprovado não chegava. A direção foi consultada de novo e subiu a sua própria proposta para $3.3M — um clube que quer Viktor Johansson ao ponto de perguntar duas vezes.
As regras permitem-no e dói na mesma. Abdoullah Ba acertou condições com o Coventry City para o verão e, até lá, veste esta camisola como quem já escolheu a seguinte.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Sunderland foi ao Millwall com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Sunderland, e não vai ser retirado.
O Sunderland foi ao Stoke City com uma proposta, e os adeptos foram à internet com uma opinião sobre ela. Se alguma das duas muda alguma coisa, decide o clube vendedor.
Não se vê o fim da espera do Sunderland por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Sunderland tem de arrancar um resultado de algum lado.
Os centrais têm licença para subir duas vezes por época e são julgados pelo que fazem quando lá chegam. Igoh Ogbu marcou, foi avaliado com 7.81 e voltou antes de alguém dar pela falta.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel28/12/2026
Malick Fofana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Kevin Danso e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
O banco28/12/2026
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Noah Sadiki
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
4 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Sunderland sabe dizer em que semana.
Plantel21/12/2026
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Malick Fofana está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Dayann Methalie e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Plantel14/12/2026
Fotis Ioannidis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Chemsdine Talbi treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Igoh Ogbu. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
O Leeds United segue em frente e o Sunderland vai para casa, com um 1‑1 a decidir tudo. O balneário vai agora dizer que a prioridade é o campeonato, porque é isso que os balneários dizem.
«Tenho ambições e gostava que o clube as partilhasse.» Ninguém pediu para sair nem foi mandado embora — mas um jogador escolhe essa frase com cuidado, e uma administração ouve-a exactamente como foi pensada.
Brian Brobbey e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Um médio mede-se por saber se a equipa funciona quando ele está em campo, algo quase impossível de ver e completamente óbvio em retrospetiva. 14 ações, 7.36, e um treinador que não o vai substituir tão cedo.
Plantel07/12/2026
Malick Fofana desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Malick Fofana estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Kevin Danso, e o treinador deixou.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Dribles concretizados: 14. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
O banco30/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Daniel Johnson não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sunderland também ninguém o escondia.
Omar Alderete e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Chemsdine Talbi, e o treinador deixou.
Plantel23/11/2026
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
O banco23/11/2026
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Daniel Johnson não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Sunderland também ninguém o escondia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Trai Hume está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Robin Roefs. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
A versão geral desta queixa é que um jogador quer mais. A versão concreta dá-lhe nome: quer entrar sob os holofotes contra clubes de outros países, e deixou de fingir o contrário.
Plantel16/11/2026
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Dan Ballard tem a sua resposta do Sunderland; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Wilson Isidor está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Brian Brobbey. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Segue-se o Aston Villa, e há um homem no balneário do Sunderland que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Chemsdine Talbi e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
É a ambição mais legítima do desporto e a mais difícil de satisfazer para a maioria dos clubes. Fotis Ioannidis quer futebol continental; se o Sunderland o consegue oferecer é uma pergunta sobre as próximas duas épocas, não sobre ele.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 23 anos que sente como seu. Abdoullah Ba tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Ángel Mendoza e o Sunderland acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
O banco09/11/2026
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Daniel Johnson saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
“Quero jogar por troféus enquanto as pernas mo permitirem.” Nada nessa frase é um pedido de transferência, e ninguém no Sunderland a ouviu como outra coisa.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Luis Ángel Mendoza e o Sunderland acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Disseram uma coisa a Granit Xhaka e depois aconteceu. Neste meio, isso passa por notável, e o balneário reparou mais depressa do que qualquer adepto podia.
Aqui não há queixa possível e todos os envolvidos sabem, o que não encurta o caminho até ao banco. A forma é a única moeda do futebol sobre a qual não se pode pedir emprestado.
Um mês é longo o suficiente para ninguém entrar por acaso. Chemsdine Talbi está no melhor onze da divisão, o que é um elogio mais discreto do que um prémio e mais fiável.
O banco02/11/2026
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Daniel Johnson escolheu a versão do copo meio cheio do 0‑0; os adeptos saíram com a outra.
Em resumo
MercadoExperiência a entrar pela porta do Sunderland
Igoh Ogbu esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 20. Havia sempre um defesa à frente dele, e nunca houve um defesa à frente dele por muito tempo.
Plantel26/10/2026
Palavras no treino do Sunderland sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Fotis Ioannidis está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
100 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel26/10/2026
8 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
“Um ponto é um ponto e fico com ele, mas devíamos ter levado os três.” Daniel Johnson depois do empate por 0‑0, e a frase que todos os treinadores do país disseram a certa altura deste fim de semana.
A única versão de ficar de fora contra a qual um jogador não pode argumentar, e a que pior aceita. Outro tem estado melhor e a ficha de jogo di-lo, em público, todas as semanas até mudar.
7 tentativas, nenhuma lá dentro. Esteve nos sítios certos a tarde toda, que é a parte difícil, e fez mal a parte fácil: com isso um treinador consegue viver.
Em resumo
MercadoA conversa sobre Enzo Le Fée não desaparece
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 7.85 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 17 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Tem 21 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Brian Brobbey. 2‑0 sobre o Leeds United, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
A ficha de jogo di-lo em público todas as semanas até mudar. A única versão de ficar de fora que um futebolista não consegue contestar, e a que lhe custa mais.
O banco19/10/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Daniel Johnson, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Sunderland, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 21 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Plantel12/10/2026
Fotis Ioannidis desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Dayann Methalie e o Sunderland acertam mais 5 anos.
Dayann Methalie esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Jocelin Ta Bi, e o treinador deixou.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Igoh Ogbu assinar alguma coisa — um contrato no Sunderland ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Sunderland. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
«152 internacionalizações são mais do que alguma vez esperei, e está na hora de serem de outro.» Aos 34 acabou com a selecção e está longe de acabar com o Sunderland.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Fotis Ioannidis estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Dayann Methalie e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Aos 34 devia estar a gerir os seus minutos. Em vez disso foi avaliado com 8.14 e pareceu, durante noventa minutos, exatamente o jogador de que toda a gente se lembra.
Não é uma fase — é um salto a sério, mantido durante meses. Aos 20 anos faz a este nível coisas que não fazia no início da época, e a equipa técnica dir-lhe-á exatamente quais.
Um 2‑0 sobre o Newcastle United, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Sunderland coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel28/09/2026
8 caras novas e o Sunderland ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
O banco28/09/2026
A vista do banco
“Controlámos o jogo. Houve períodos de que não gostei e vamos vê-los, mas o grupo mostrou-me alguma coisa.” Daniel Johnson, sobre uma vitória por 2‑0 que já ia a desmontar a caminho da sala de imprensa.
Dribles concretizados: 14. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Cada toque pesado, cada frase dissecada, cada erro repetido. Há jogadores que crescem com isso; há outros que acabam com isso, sem alarido; e só depois se sabe quais.