Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o BATE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O Dinamo Minsk levou os pontos após um 0‑2 que será difícil de explicar nas bancadas.
Plantel25/08/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
O aperto de mão com o Dinamo Brest está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noel Kocijančić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Segue-se o Dinamo Minsk, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Nikita Patsenko não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Torpedo-BelAZ sabem-no.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o Dinamo Brest disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Nikolay Borushnov, e desta vez do outro lado está o Naftan. No Torpedo-BelAZ ouvem com educação e não prometem nada.
Não há forma mais cruel de perder um jogo. O Torpedo-BelAZ marcou aos 100, o pontapé de saída mal chegou a acontecer, e a bancada visitante ainda estava de pé quando soou o apito.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Posição 3, 41 pontos, e o resultado que todos procuram primeiro agora é o deles. A palavra continua a não se dizer à volta do estádio — e é assim que se sabe que todos a pensam.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BATE fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Bogdan Reichman. 2‑1 sobre o Arsenal Dzerzhinsk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Avaliado com 8.16. Há carreiras inteiras sem uma única tarde assim, e ele acabou de ter uma à frente de todo o Torpedo-BelAZ.
Plantel21/07/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mikhail Klyakin está em marcha
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vitaliy Nekhaichik será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Dribles concretizados: 23. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O Dinamo Brest fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Daniil Kulikov produziu-o, e o 8.66 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Duje Reić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
O aperto de mão com o Dinamo Brest está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
Dribles concretizados: 24. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O negócio com o Slovan Bratislava está feito em todos os sentidos menos no que o põe em campo. Nesta fase nada corre mal, exceto nas vezes em que corre.
Jogo05/07/2036
Ninguém quer jogar contra o Torpedo-BelAZ neste momento
3 vitórias seguidas mudam a forma como o adversário aquece: mais calado, mais olhares de esguelha. As séries acabam, toda a gente o sabe — mas neste balneário ninguém conta com isso.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O NK Maribor fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel30/06/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo-BelAZ fez a parte difícil com o Dinamo Brest, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 20. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o Lokomotiv Moscow disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Três pontos para o Torpedo-BelAZ: um 1‑0 diante do Naftan num duelo decidido por pormenores.
Plantel23/06/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O telefone voltou a tocar por causa de Noel Kocijančić, e desta vez do outro lado está o Belshina. No Torpedo-BelAZ ouvem com educação e não prometem nada.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o BATE disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Nikolay Borushnov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Torpedo-BelAZ ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Um 2‑1 sobre o Lokomotiv Gomel, conquistado e não oferecido, e o tipo de tarde que manda toda a gente para casa a falar da próxima semana em vez desta.
Aos 22 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dribles concretizados: 18. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Avaliado com 7.67. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Os jogos da taça esperam que alguém os agarre, e Mikalai Skavysh agarrou este contra o Lida. 3‑2 no fim, e no sorteio da próxima ronda está o nome do Torpedo-BelAZ.
Minuto 90. Mikalai Skavysh encontrou a finalização num tempo que só existia por causa das paragens anteriores, e o Lida passou do ponto ao nada num só movimento.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Mikalai Skavysh produziu-o, e o 8.30 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores02/06/2036
Peter Posch não podia pedir mais na estreia — 7.47
As estreias sobrevivem-se, não se desfrutam. Esta desfrutou-se: 7.47, 0 golos, e um treinador a quem já perguntam se ele é titular outra vez para a semana.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Há um calor muito próprio que um estádio guarda para um jovem de 22 anos que sente como seu. Paul Peters tem-no agora, e tudo o que fizer no resto do tempo aqui será medido contra a boa vontade que lhe deram de graça.
Plantel02/06/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Bogdan Reichman está nela.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vadim Churilov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Todos os reforços esperam por ele e todas as conferências de imprensa perguntam por ele até chegar. Chegou, o Torpedo-BelAZ tem o seu homem a marcar, e o segundo é sempre mais fácil.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Daniel Kesonen será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniil Kulikov, e o treinador deixou.
Segue-se o BATE, e as duas equipas para que a divisão olha encontram-se. A quem ganhar dirão que nada está decidido no mesmo fôlego em que lhe dão os parabéns.
Plantel19/05/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Hoje não fomos suficientemente bons e não vou enfeitar isto.” Interim Coach depois do 1‑4, no tom de quem sabe qual é a pergunta seguinte e não tenciona responder-lhe.
Em resumo
O bancoSemyon Zelenov tornou-se um homem de confiança do treinador
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
200 jogos com estas cores. Uma entrega assim é cada vez mais rara, e as bancadas sabem-no.
Plantel12/05/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bogdan Reichman, e o treinador deixou.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Alexey Zayats e o Torpedo-BelAZ acertam mais 2 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vladislav Melko e o Torpedo-BelAZ acertam mais 3 anos.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
O jogo que o resto da divisão espera com mais vontade do que qualquer das duas equipas envolvidas. Ambas sabem que uma vitória muda a época e uma derrota não a acaba, e é isso que o torna difícil de jogar.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel28/04/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodion Medvedev, e o treinador deixou.
Acabou 1‑1, e de certa forma sempre pareceu que ia acabar assim. Uma daquelas tardes em que a tabela mexe menos do que os nervos.
O banco28/04/2036
A vista do banco
“Não perdemos. Há semanas em que é só isso que se consegue, e prefiro ter o ponto a não o ter.” Interim Coach escolheu a versão do copo meio cheio do 1‑1; os adeptos saíram com a outra.
O banco28/04/2036
Bogdan Reichman tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel21/04/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
O banco21/04/2036
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Torpedo-BelAZ também ninguém o escondia.
Um golo de defesa dá a vitória ao Torpedo-BelAZ — 7.94
1 para Vadim Churilov, avaliado com 7.94, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 2‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Um amarelo a mais, e um jogo visto da bancada. A ausência mais evitável do futebol, e o Torpedo-BelAZ vai senti-la no sábado.
O banco14/04/2036
Matvey Pritsker tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Torpedo-BelAZ foi explícito quanto à situação de Daniel Kesonen, o que é mais do que muitos recebem.
Em resumo
Notas dos jogadoresA única coisa que Semyon Zelenov não conseguiu
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nikolay Borushnov
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Notas dos jogadores07/04/2036
Um golo de defesa dá a vitória ao Torpedo-BelAZ — 7.42
1 para Vladislav Melko, avaliado com 7.42, e o nome de um central na parte da crónica a que normalmente só chega por engano. No balneário não o vão deixar esquecer durante um mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noel Kocijančić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Torpedo-BelAZ lida com um homem que quer outro país.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Duje Reić.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel31/03/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikita Gordeichuk, e o treinador deixou.
O banco31/03/2036
Bogdan Reichman tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Faltam 7 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Torpedo-BelAZ pode pedir e sobe o salário que Duje Reić pode exigir.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torpedo-BelAZ sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
Nada por escrito e nada em público: uma palavra sobre minutos, dada cara a cara no Torpedo-BelAZ. As fichas de jogo do próximo mês dirão se valia a pena tê-la.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Colete de aquecimento, noventa minutos a ver, e um aperto de mão no fim que não enganou ninguém. Os jogos grandes dizem em quem o treinador confia; este disse-o a Rodion Medvedev.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
O banco24/03/2036
Semyon Zelenov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco24/03/2036
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 0‑0, e no balneário do Torpedo-BelAZ também ninguém o escondia.
Plantel24/03/2036
O melhor da divisão no último fim de semana foi um jogador do Torpedo-BelAZ
É uma honra pequena e não é coisa nenhuma: alguém viu todos os jogos da divisão e decidiu que Semyon Zelenov foi o melhor de qualquer um deles.
Já são 3 vitórias seguidas, e a pergunta deixou de ser se a série acaba para passar a ser quem a acaba. Confiança assim não se compra; ganha-se exatamente desta maneira.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 18. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Plantel17/03/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Noel Kocijančić será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Merecemos. Pedi-lhes uma reação e tive-a, e agora quero o mesmo outra vez no sábado.” Interim Coach sobre uma tarde de 1‑0 que lhe agradou mais do que estava disposto a mostrar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vadim Churilov está nela.
Uma noite europeia para esquecer para o Torpedo-BelAZ
0‑3. O Slavia Prague joga este futebol todos os anos, e notou-se em todas as zonas do campo. A lição é cara e, para um clube nesta fase, provavelmente necessária.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Direção03/03/2036
6 jogadores da formação sobem à equipa principal do Torpedo-BelAZ
Números de equipa principal entregues a miúdos que os treinadores conhecem desde os doze anos. A maioria não vai lá chegar, e todos já fizeram a parte difícil.
Os clubes gastam fortunas à procura de jogadores e de vez em quando encontram um ao fundo do corredor. Andrei Hleb é isso, e a receção na sua primeira aparição será de outra natureza que a de qualquer reforço.
Não há verba, não há apresentação, não há empresário na escadaria. Uladzimir Stasevich está neste clube desde miúdo e faz agora parte, formalmente, do plantel principal — o que, para um leitor local, vale mais do que qualquer contratação.
A formação existe exatamente para esta manhã. Anton Hryshyn passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Direção25/02/2036
O prazo passa com 4 contratações e 5 saídas
Está feito o negócio no Torpedo-BelAZ até o mercado voltar a abrir. Se chegou, responde-se aos sábados e não numa coluna, e o primeiro sábado está perto.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel25/02/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo-BelAZ, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
O banco25/02/2036
Bogdan Reichman tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Mais uma semana, mais um rumor, mais um desmentido em que ninguém acredita bem. O Torpedo-BelAZ sabe que quem decide estas coisas é o mercado, não as páginas desportivas — mas as páginas desportivas fazem mais barulho.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O nome de Daniel Kesonen apareceu em conversas de que o Torpedo-BelAZ não fez parte. Nada formal, nada assinado — mas também nada de acidental.
Plantel18/02/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Toda a gente deixou de fingir: o Bumprom Gomel vai fazer a chamada por Noel Kocijančić esta semana. O Torpedo-BelAZ tem um número em mente, e o número não é tímido.
Uma sondagem ao BATE para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Vitaliy Rios e o Torpedo-BelAZ acertam mais 3 anos.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Verba acordada, salário acordado, e o Volna Pinsk à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Duje Reić.
Plantel11/02/2036
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Noel Kocijančić tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Timofey Tkachev está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 16 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A formação existe exatamente para esta manhã. Pavel Palitsevich passou por todos os escalões do clube e tem agora um número de equipa principal; os mais orgulhosos do edifício serão os que o treinaram aos doze anos.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Torpedo-BelAZ ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Mais um nome na lista: o Belshina fez a pergunta que todo o futebol anda a fazer sobre Noel Kocijančić. A resposta do Torpedo-BelAZ não mudou — para já.
A abordagem foi feita e a resposta veio numa frase. Não há número em cima da mesa porque não havia número que chegasse.
Plantel28/01/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O Torpedo-BelAZ já telefonou ao Flora. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Perguntou-se ao CSKA Moscow se o emprestaria. Os empréstimos acertam-se depressa ou não se acertam, e este será uma coisa ou outra até ao fim de semana.
Uma sondagem ao Banik Ostrava para um empréstimo: cobertura, ou uma vista de olhos a alguém que o clube ainda não pode comprar. De qualquer maneira, a resposta chega dentro de uma semana.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 30 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel21/01/2036
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco21/01/2036
Semyon Zelenov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
O banco21/01/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Reece Byrne
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Alexey Zayats.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bogdan Reichman assinar alguma coisa — um contrato no Torpedo-BelAZ ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
37 dias de fora para Lovro Dukić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel14/01/2036
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mikalai Skavysh e o Torpedo-BelAZ acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel07/01/2036
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«Há uma distância, e fingir que não há não ajuda ninguém.» Nenhuma das partes se mexeu, e o calendário trabalha para uma delas apenas.
O banco07/01/2036
Vadim Churilov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Duje Reić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Os clubes prometem constantemente e o jornal costuma só saber quando falham. Esta foi cumprida, e o balneário notou-o mais depressa do que qualquer adepto.
O banco07/01/2036
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Nikolay Borushnov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vadim Churilov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 51 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel31/12/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Márió Zeke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Duje Reić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 58 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Semyon Zelenov está nela.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Bogdan Reichman assinar alguma coisa — um contrato no Torpedo-BelAZ ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo-BelAZ, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
A lista é um documento discreto com um significado ruidoso. Nikita Patsenko pode falar com quem perguntar, e no clube toda a gente sabe o que isso quer dizer.
3‑0 frente ao IA, e uma exibição que vai mudar a forma como o resto da competição fala deste clube. No futebol continental as reputações constroem-se em noites soltas, e esta foi uma.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 65 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel17/12/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Tentei. Tentei mesmo, e todos os dias acordo no sítio errado.” No Torpedo-BelAZ ninguém consegue treinar isso para fora de um homem, e ninguém lá finge que consegue.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 3‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
72 dias de fora para Lovro Dukić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Toda a gente o viu antes de alguém o dizer. Aos 35 anos, os números dizem 3 pontos abaixo do que foi, e a pergunta para o Torpedo-BelAZ é como lidar com um homem a quem deve muito.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Márió Zeke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noel Kocijančić, e o treinador deixou.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vadim Churilov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
1‑0 frente ao Hatayspor, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Bogdan Reichman está no centro dessa descrição.
Plantel03/12/2035
79 dias de fora para Lovro Dukić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Kirill Ihnatovich está a viver essa versão no Torpedo-BelAZ, e costuma notar-se no primeiro mês.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel03/12/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodion Medvedev, e o treinador deixou.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel26/11/2035
Demasiada mudança demasiado depressa no Torpedo-BelAZ
7 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Semyon Zelenov está nela.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 93 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel19/11/2035
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Timofey Tkachev está nela.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
0‑1 frente ao OB. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel12/11/2035
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Um erro de guarda-redes não tem defesa atrás que o limpe. Soube-o antes de a bola passar a linha, o estádio soube-o um segundo depois, e esta noite não há nada que alguém possa dizer.
“Podia falar de decisões e podia falar de sorte. Não vou. Perdemos.” O treinador, o 0‑1, e uma conferência de imprensa que durou quatro minutos.
Direção12/11/2035
Os salários engolem 85% das receitas do Torpedo-BelAZ
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vadim Churilov está nela.
Em resumo
Notas dos jogadoresTimofey Tkachev passa por eles um de cada vez
O bancoO treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Reece Byrne
107 dias de fora para Lovro Dukić depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Matvey Pritsker estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Duje Reić.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Duje Reić treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
O banco05/11/2035
Bogdan Reichman tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
A série sem derrotas chega aos 7 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel29/10/2035
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Plantel29/10/2035
7 caras novas e o Torpedo-BelAZ ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Soube como os outros, uma hora antes, por uma folha colada na parede. Ninguém em Torpedo-BelAZ fingiu que fosse outra coisa que não uma decisão sobre ele.
“Não é o fim do mundo e não chega. As duas coisas são verdade.” O treinador, depois de um empate por 0‑0, disse a coisa honesta e foi dizê-la outra vez lá dentro.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Todos os futebolistas têm uma resposta para a pergunta sobre o clube da infância, e a maioria nunca chega a agir sobre ela. Alexey Baranovskiy agiu, no Torpedo-BelAZ, e o primeiro mês vai mostrar o que isso faz a um homem.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
Plantel22/10/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Nikolay Mirskiy, e o treinador deixou.
«Foram honestos comigo, e prefiro saber.» Mikita Gordeichuk foi informado de que não entra nos planos do treinador do Torpedo-BelAZ.
O banco22/10/2035
Semyon Zelenov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel15/10/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Matvey Pritsker está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Rodion Medvedev, e o treinador deixou.
«Há manhãs em que acordas e tudo o que conheces continua longíssimo.» Não é o futebol e nunca foi: o Torpedo-BelAZ lida com um homem que quer outro país.
Direção15/10/2035
Os salários engolem 89% das receitas do Torpedo-BelAZ
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Timofey Tkachev está nela.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Bogdan Reichman.
Ninguém o confirma e as fichas de jogo confirmam-no todas as semanas. Um erro comprou-lhe um período como segunda opção que já é mais longo do que o erro merecia.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Há uma idade a partir da qual toda a boa tarde é descrita como uma recordação do passado, o que é injusto e também exato. 7.85 aos 33, e ninguém no campo esteve melhor.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Elio Landi será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Já são 6 jogos sem perder. Uns foram conquistados, outros sobrevividos, mas está a formar-se um hábito — e hábitos são a coisa mais difícil de defrontar no futebol.
2 à frente e em controlo total, e acabou com o Arsenal Dzerzhinsk como a equipa mais feliz. Não há versão desta tarde que o Torpedo-BelAZ goste de rever.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 39 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidjani Thiam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel01/10/2035
Matvey Pritsker desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Mikita Palitsevich e o Torpedo-BelAZ acertam mais 3 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Daniil Kulikov.
1‑0 frente ao Hatayspor, e uma exibição que será descrita durante o resto da época a quem não esteve lá. Semyon Zelenov está no centro dessa descrição.
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O Torpedo-BelAZ ficou sem tempo com o Dinamo Brest. Os papéis estavam abertos quando o prazo passou, e uma transferência que estava quase feita é agora uma transferência que nunca aconteceu.
«Dei tudo a isto, mas a minha família não está aqui — e eu também não, na verdade.» A um futebolista corrige-se a má fase. Disto nunca ninguém foi corrigido, e no Torpedo-BelAZ sabem-no.
Nota 7.82 numa tarde que correu do primeiro ao último apito. Falhasse o que falhasse ao Torpedo-BelAZ, o melhor em campo era deles.
O banco24/09/2035
Semyon Zelenov tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 53 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 7 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$45.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Dinamo Minsk pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
Em resumo
PlantelPeter Posch consegue a transferência que sempre quis
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Direção10/09/2035
O Torpedo-BelAZ fecha o mercado com um plantel feito por si
15 entradas e 20 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Nikolay Mirskiy e o Torpedo-BelAZ acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Não acontece nada durante meses e depois ele simplesmente chega, a custo zero, tendo assinado um pré-contrato enquanto ainda jogava por outro. É a forma menos dramática de contratar um futebolista e muitas vezes a mais esperta.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A proposta seguiu esta semana para o Dinamo Minsk, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o Minsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
O telefone voltou a tocar por causa de Nikita Patsenko, e desta vez do outro lado está o Naftan. No Torpedo-BelAZ ouvem com educação e não prometem nada.
Verba acordada, salário acordado, e o Uni-X Labs à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o Dinamo Minsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Dribles concretizados: 17. Cada vez que recebia, alguém tinha de decidir, e todas as vezes a decisão foi a errada.
Notas dos jogadores27/08/2035
Maxim Gaevoy fez o trabalho que ninguém conta — 7.08
9 ações combinadas e 7.08. O trabalho dele aparece sob a forma de outros parecerem bons, e a única maneira fiável de o notar é ver o que acontece nas tardes em que ele falta.
“Sei o que as pessoas vão dizer. Sei o que quero, e é aqui.” O Belshina tinha a verba acordada e a camisola pronta; não tinha o jogador, e agora não o vai ter.
Verba acordada, salário acordado, e o Naftan à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo-BelAZ fez a parte difícil com o Dinamo Minsk, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$43.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Dinamo Minsk pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
O Torpedo-BelAZ perguntou e o Dinamo Minsk disse que não sem discutir um valor. É a resposta menos ambígua do futebol, e a que os clubes mais vezes voltam para testar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Timofey Tkachev, e o treinador deixou.
Há um silêncio muito próprio numa bancada visitante a ver um homem marcar duas vezes. Nikolay Mirskiy produziu-o, e o 8.32 ao lado do seu nome é até generoso para todos os outros.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém faz um documentário sobre um isquiotibial e toda a gente nisto o teme. No Torpedo-BelAZ vão ter cuidado com a data de regresso, porque a segunda é sempre pior do que a primeira.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Niklas Pertlwieser, e o treinador deixou.
Verba acordada, salário acordado, e o BATE à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Jogo04/08/2035
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BATE fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel06/08/2035
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Thomas Nainggolan não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BATE fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O Torpedo-BelAZ já telefonou ao Dinamo Minsk. Sem verba, uma parte do salário, e uma camisola a mais na posição em que o plantel esteve mais curto a época inteira.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
O Torpedo-BelAZ e o Dinamo Brest acertaram em $180.0K. O resto pertence ao jogador e ao empresário, e um adepto que já viu uma destas sabe que ainda não é altura de comprar a camisola.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
$43.0K era o máximo que o clube pagaria, e o Dinamo Minsk pedia mais. Negócios destes ressuscitam na última semana do mercado mais ou menos metade das vezes, e todos os envolvidos o sabem.
0‑2 para o BATE, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel23/07/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niklas Pertlwieser está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Mikita Gordeichuk, e o treinador deixou.
O banco23/07/2035
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑2 Interim Coach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 17 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Verba acordada, salário acordado, e o Naftan à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A proposta seguiu esta semana para o Dinamo Minsk, e a resposta é deles. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
200 jogos com a camisola. Ninguém se propõe construir um registo assim; acontece a um certo tipo de jogador num certo tipo de clube, e esta cidade sabe o que tem.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Plantel09/07/2035
24 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
As condições foram oferecidas e recusadas. Se foi o salário, a função ou a cidade, no BATE ninguém diz, e no Torpedo-BelAZ ninguém gosta de estar a adivinhar.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
O telefone voltou a tocar por causa de Artur Zablotskiy, e desta vez do outro lado está o Uni-X Labs. No Torpedo-BelAZ ouvem com educação e não prometem nada.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Vladislav Stepanov tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Não era o certo para mim. Não vou explicar porquê a ninguém, a não ser às pessoas a quem devo uma explicação.” Um negócio acordado entre dois clubes, e um jogador que se recusou a fazer parte dele.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
A proposta do Belshina por Vladislav Stepanov foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
O Neman aceitou o dinheiro. O que o Torpedo-BelAZ ainda não tem é o homem, e entre aqui e a fotografia há uma conversa sobre salários que os dois lados temem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Os clubes tinham acordado e o jogador não. Uma nega, e pública: o CSKA Moscow fica com ele, e os adeptos daqui ficam a perguntar-se o que lhe terão dito sobre esta casa.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Verba acordada, salário acordado, e o Belshina à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
A proposta do Baranovichi por Thomas Nainggolan foi ouvida e devolvida no próprio dia. As primeiras propostas raramente são para vingar; são para descobrir com que força a porta se fecha.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Exames médicos, uma assinatura, uma camisola levantada à frente de um painel de patrocinadores. O Torpedo-BelAZ fez a parte difícil com o Dinamo Brest, e a parte que falta é a única que os adeptos veem.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BATE fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 45 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Vladislav Rybak será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Aos 23 anos é cantado por pessoas com o dobro da idade, um carinho que um reforço demora anos a merecer e que um miúdo da casa recebe por aparecer. É também a coisa mais difícil de corresponder no futebol.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidjani Thiam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
1‑1 frente ao Dnepr Mogilev, e a estrada acaba aqui. As eliminações da taça são mortes rápidas — sem segunda mão, sem próxima semana, só o campeonato daqui até maio.
Plantel04/06/2035
59 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Márió Zeke estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
66 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Entre clubes está tudo fechado e o que falta são papéis e uma fotografia. Em Torpedo-BelAZ já falam dele no passado.
Jogo26/05/2035
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 4 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
4 jogos sem golo. Os avançados deixam de levantar a cabeça, os médios dão o toque a mais, e cada remate que passa por cima é seguido de um lamento que se acumula desde o último golo.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 73 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Torpedo-BelAZ sabe dizer em que semana.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco21/05/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑2, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
80 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Derrota por 0‑1, e justa. O treinador foi curto nas palavras no final, o que provavelmente foi sensato.
Plantel14/05/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Márió Zeke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
O banco14/05/2035
A vista do banco
“Vamos analisar, vamos aprender com isto, e vamos outra vez.” As três frases que todos os treinadores guardam para uma derrota por 0‑1, ditas por Interim Coach a uma sala que já as tinha ouvido.
1 erro, um golo e uma noite à frente dos mesmos três segundos. Vai vê-lo hoje, amanhã e provavelmente em fevereiro, e quem já jogou sabe em que fotograma ele para.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Maxim Bachinskiy, e o treinador deixou.
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
87 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
0‑2 para o Gomel, e nenhuma queixa que valha a pena imprimir. A exibição não pediu mais do que aquilo que recebeu.
Plantel07/05/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niklas Pertlwieser está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 0‑2, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Alexandr Lomovitskiy, e o treinador deixou.
Os ossos colam. É a única coisa clemente desta lesão e a razão por que no Torpedo-BelAZ falarão dela mais abertamente do que de um joelho. Ele vai voltar, e mais ou menos quando disserem.
Vai jogar aqui até ao verão e depois sair pela porta de graça, tendo já assinado noutro lado. Os adeptos aguentam a primeira parte desta frase; é com a segunda que vão ter dificuldade.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Pergunte a qualquer um à saída o que separou as equipas e ouvirá um nome: Semyon Zelenov. 1‑0 sobre o Minsk, e os aplausos no apito final foram sobretudo para ele.
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 101 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladislav Melko e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
A série sem derrotas chega aos 6 jogos. Uns foram vitórias e outros fugas, mas uma equipa que se recusa a perder é uma equipa de que os outros balneários falam.
Tem 23 anos e o estádio já canta o nome dele, coisa que acontece aos miúdos da terra e quase nunca aos reforços. Tudo a partir daqui se mede contra um carinho que não fez nada para merecer, a não ser ser daqui.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Bogdan Reichman, e o treinador deixou.
Em resumo
PlantelUma zanga por causa do esforço no Torpedo-BelAZ
Brutal, inequívoco e, apesar do horror do momento, normalmente menos determinante para uma carreira do que o ligamento que todos temem mais. 108 dias, um calendário limpo e uma data de regresso com que se pode mesmo planear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Artur Zablotskiy tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Segue-se o Slonim, e há um homem no balneário do Torpedo-BelAZ que conhece o centro de treinos deles melhor do que o seu. A receção vai dizer-lhe o que pensavam dele.
Foi desmentida duas vezes e impressa três, que é a aritmética do costume. Até Vadim Churilov assinar alguma coisa — um contrato no Torpedo-BelAZ ou noutro lado qualquer —, esta coluna é dele.
Os números não ficam em segredo num vestiário e nunca ficaram. Não pede mais do que vale: pergunta por que o do lado vale mais, e no Torpedo-BelAZ essa pergunta é mais difícil de responder.
115 dias de fora para Reece Byrne depois de uma fratura
Um osso, que é a única lesão que vem com calendário. O Torpedo-BelAZ vai anunciar uma data de regresso e, o que é raro neste negócio, provavelmente vai acertar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Artur Zablotskiy será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Maxim Bachinskiy tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
“Há coisas de que gostei e coisas que vamos repetir na terça-feira até saírem bem.” 0‑0, e um treinador que já tinha decidido como seria a terça-feira.
Plantel09/04/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Kocijančić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Em resumo
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Torpedo-BelAZ?
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 34 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Torpedo-BelAZ foi explícito quanto à situação de Márió Zeke, o que é mais do que muitos recebem.
16 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A lesão que volta sempre, de que se regressa sempre à pressa e que em silêncio custa mais carreiras do que as dramáticas. 15 dias é a estimativa; o número honesto depende de haver paciência.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Notas dos jogadores26/03/2035
Semyon Zelenov jogou uma tarde diferente da de toda a gente
8.22. Há exibições que um adepto descreve a quem não esteve lá e não consegue transmitir; esta foi uma, e o número também não ajuda.
Dribles concretizados: 16. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel26/03/2035
Márió Zeke desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
1‑1, e os dois balneários vão falar de dois pontos perdidos. Um empate que fez muitas perguntas e não respondeu a nenhuma.
O banco26/03/2035
O veredicto do treinador
“Estou frustrado, sinceramente. Fizemos o suficiente para ganhar e não ganhámos.” Interim Coach não o escondia depois do 1‑1, e no balneário do Torpedo-BelAZ também ninguém o escondia.
23 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidjani Thiam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Avaliado com 7.91. Pergunte a qualquer pessoa à saída do estádio o que decidiu aquilo e receberá um nome, que é o único prémio que alguma vez contou a sério.
Plantel19/03/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Noel Kocijančić está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“O mérito é dos jogadores. Hoje o meu trabalho foi fácil.” Não foi, e toda a gente na sala o sabia; depois do 1‑0, Interim Coach podia dar-se ao luxo de ser generoso.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
30 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Plantel12/03/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Márió Zeke está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Em resumo
O bancoMeio satisfeito: Interim Coach sobre o empate
JogoPonto ganho ou dois perdidos para o Torpedo-BelAZ?
Quatro parágrafos no site do clube, nenhum deles sobre futebol. A direção agradeceu, desejou-lhe felicidades e já tinha a procura em marcha antes de a página ir para o ar.
37 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
A equipa técnica esvaziou-se por completo e não havia ninguém internamente para promover, por isso o clube nomeou um nome que quase nenhum adepto reconhecerá. Recupera-se disto; ninguém gosta de o explicar.
Verba acordada, salário acordado, e o Osipovichi à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Alguém tem de fazer a equipa no sábado. Esta semana sou eu, e não pensei mais longe do que isso.» Não houve promessas de parte a parte, que é como estas coisas costumam começar.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
34 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Verba acordada, salário acordado, e o Osipovichi à espera com uma camisola. No Torpedo-BelAZ ninguém finge o contrário, e os adeptos deixaram de perguntar se e passaram a perguntar quando.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Direção26/02/2035
O Torpedo-BelAZ fecha o mercado com um plantel feito por si
0 entradas e 4 saídas, e nenhuma mudança durante meses. O treinador tem o que tem, os adeptos têm a sua opinião sobre isso, e a tabela terá a última palavra.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O relógio fez o que o Dinamo Minsk não quis fazer, e acabou com aquilo. Os adeptos que seguiram a contagem decrescente vão passar o próximo mercado a fazê-lo outra vez.
41 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O BATE fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vladislav Melko está nela.
48 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo-BelAZ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Acontece a todos e continua a ser o parágrafo mais difícil que um jornal local tem de escrever. 37 anos, 3 pontos abaixo do que era, e um corpo que começou a cobrar juros sobre uma carreira.
Nem agora, nem a nenhum preço que o clube estivesse disposto a dizer em voz alta. O CSKA Moscow fica com o seu homem, e o Torpedo-BelAZ volta a uma lista com um nome riscado.
Plantel12/02/2035
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Tyron Rutijanwa está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Ninguém confirmará isto e nada mais explica as escolhas do último mês. Um erro caro compra a um jogador um período de suplência que dura sempre mais do que o erro.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 65 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
A última coisa numa transferência que ainda depende do jogador é a assinatura nas suas próprias condições, e está lá. O Torpedo-BelAZ perdeu-o em tudo menos nos papéis.
“Ouvi, pensei, e fico. É essa a história toda.” Os clubes tinham acordado uma verba. Maxim Gaevoy não tinha acordado ir, e afinal era essa a parte que contava.
O aperto de mão com o Gomel está dado; o do jogador ainda não. Seguem-se as condições pessoais, e é nas condições pessoais que morrem mais negócios do que alguém imprime.
«Não tenho nada de mau a dizer deste sítio. Só preciso de estar noutro.» Já está escrito, e isso muda aquilo que Torpedo-BelAZ podem fingir não ter ouvido.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
72 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo-BelAZ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Os clubes acertaram a verba e ele acertou o salário. Faltam os exames médicos e uma fotografia, e à volta do Torpedo-BelAZ já se começa a dizer o nome dele no passado.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
“Não é zanga. Penso nisto há meses, e nada do que aconteceu ultimamente me fez mudar de ideias.” O pedido está numa secretária do Torpedo-BelAZ, e não vai ser retirado.
O telefone voltou a tocar por causa de Tyron Rutijanwa, e desta vez do outro lado está o BATE. No Torpedo-BelAZ ouvem com educação e não prometem nada.
Leonardo Graziani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Toda a gente deixou de fingir: o Belshina vai fazer a chamada por Maxim Gaevoy esta semana. O Torpedo-BelAZ tem um número em mente, e o número não é tímido.
Em resumo
Alvos de mercadoUm empréstimo de Mikhail Klyakin está em marcha
Alvos de mercadoUm empréstimo de Georgi Mladenov está em marcha
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Finley Harrington será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Tyron Rutijanwa estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
O banco22/01/2035
Vladislav Melko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
86 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Leonardo Graziani e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel15/01/2035
Vladislav Melko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
O banco15/01/2035
O treinador ainda não acabou de esquecer o erro de Semyon Zelenov
Em público está ultrapassado para toda a gente. Não está para quem faz a equipa, e o único sítio onde isso se vê é uma ficha de jogo. Vai ter outra oportunidade: vai tê-la num jogo que importe menos.
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo-BelAZ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidjani Thiam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Plantel08/01/2035
8 caras novas e o Torpedo-BelAZ ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Alexandr Lomovitskiy está nela.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tyron Rutijanwa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel01/01/2035
Leonardo Graziani desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Torpedo-BelAZ foi explícito quanto à situação de Finley Harrington, o que é mais do que muitos recebem.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Tyron Rutijanwa treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 107 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel25/12/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Melko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Paul Peters e o Torpedo-BelAZ acertam mais 4 anos.
Direção25/12/2034
Os salários engolem 85% das receitas do Torpedo-BelAZ
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
Nunca é anunciado e é totalmente visível: as maiores tardes da época continuam a incluí-lo. Uma tribuna de imprensa percebe isto muito antes de alguém no clube confirmar uma palavra.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Luka Vračar, e o treinador deixou.
114 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Jogo14/12/2034
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 9 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
0‑1 perante o nível do Lech. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
3 jogos, nenhum golo e um centro de treinos que já tentou tudo. Vai acabar — as secas acabam sempre — mas ninguém no Torpedo-BelAZ sabe dizer em que semana.
79 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Tidjani Thiam será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel11/12/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niklas Pertlwieser está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Aqui ninguém está acima de levar um raspanete.» Não se disse nenhum nome, mas o balneário sabe contar, e quem estava a ouvir também.
Plantel11/12/2034
No Torpedo-BelAZ ainda são estranhos uns para os outros
12 reforços numa só janela. Cada um pode ser uma melhoria e a equipa pode ainda assim ser pior durante uns tempos, que é a parte de uma reconstrução de que os veredictos nunca falam.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Vyacheslav Puzikov tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Semyon Zelenov está nela.
“Trinta minutos, porta fechada, tudo dito. Apertámos as mãos no fim.” O que estava na sala ficou na sala, e Mikita Gordeichuk treinou na manhã seguinte como um homem com menos para carregar.
86 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo-BelAZ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
Jogo30/11/2034
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 8 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
0‑1 perante o nível do Angers SCO. Ninguém vai fingir que isto é um escândalo: a distância é real, é mensurável, e encurtá-la é um projeto e não uma palestra.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
«A assinatura mais fácil da minha carreira.» Vadim Churilov e o Torpedo-BelAZ acertam mais 4 anos, e o treinador pode planear a equipa à volta dele, em vez de planear o que fazer com ele.
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Em resumo
Notas dos jogadoresTimofey Tkachev passa por eles um de cada vez
93 dias na estimativa, e um ano longo, privado e sem glamour de uma recuperação que ninguém vê. O Torpedo-BelAZ perde um futebolista; ele perde bastante mais do que uma época.
“Lembro-me da reunião. Lembro-me exatamente do que lá foi prometido.” O Torpedo-BelAZ pode lembrar-se de outra maneira, o que é precisamente o problema.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Finley Harrington será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Leonardo Graziani esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
Todas as conferências de imprensa começam e acabam agora da mesma maneira: com o futuro de Vadim Churilov. Ao treinador esgotaram-se as formas novas de não dizer nada.
Perguntou pelo seu futuro e recebeu uma resposta com minutos lá dentro. O treinador fez uma promessa num edifício onde as promessas não se esquecem, e o relógio já começou a contar.
Bogdan Reichman lesiona os ligamentos do joelho — 100 dias de fora
As palavras que um fisioterapeuta diz devagar. 100 dias é o que o clube vai anunciar, e quem já ouviu este diagnóstico sabe que o número é o menos importante: o joelho volta antes do jogador.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Vladislav Melko esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Niklas Pertlwieser estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Tyron Rutijanwa, e o treinador deixou.
Direção20/11/2034
Em Torpedo-BelAZ, 88% das receitas vão para salários
Todos os clubes de futebol pagam aos jogadores a maior parte do que recebem. Pagar-lhes quase tudo é outro arranjo, e acabou da mesma maneira todas as vezes que alguém tentou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Vladislav Melko está nela.
«Já durava há demasiado tempo. Prefiro dizê-lo na cara do que deixar aquilo ali.» Dez minutos à porta fechada em Torpedo-BelAZ, e os dois saíram a dizer que estava tudo bem.
Faltam 3 meses, e ambos os lados sabem o que isso significa: cada semana sem assinatura baixa o valor que o Torpedo-BelAZ pode pedir e sobe o salário que Leonardo Graziani pode exigir.
107 dias no comunicado, e por trás dele um ano de recuperação silenciosa, sem ninguém a ver. O Torpedo-BelAZ perde um jogador por uma época; ele perde algo mais difícil de nomear.
Os clubes chegaram a acordo, e o que falta é formalidade: exames médicos, uma fotografia, uma assinatura. No Torpedo-BelAZ ninguém finge que ele voltará a vestir a camisola.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel13/11/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Melko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
«Quem não corre por esta camisola não a veste muito tempo.» Não se disse nenhum nome e não era preciso; no balneário toda a gente percebeu para quem era.
Plantel13/11/2034
Demasiada mudança demasiado depressa no Torpedo-BelAZ
8 contratações em três meses. Cada uma pode ser uma melhoria e a equipa pode ser pior durante um tempo na mesma, que é a parte de uma reconstrução que nunca aparece nos balanços de mercado.
O banco13/11/2034
O veredicto do treinador
“A culpa é minha. Sou eu que escolho a equipa e escolhi mal.” Os treinadores dizem isto quando o sentem e quando precisam que se veja que o dizem, e depois do 0‑1 Eduard Chalavach saiu da sala antes que alguém pudesse perguntar qual dos dois casos era.
Em resumo
O bancoNão há lugar para Paul Peters no jogo grande
Vadim Churilov e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Plantel06/11/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Melko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Leonardo Graziani.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Noel Kocijančić, e o treinador deixou.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Semyon Zelenov está nela.
1‑2 frente ao AIK, e uma noite que mediu a distância mais do que os noventa minutos. Nada nela foi uma vergonha, e nada nela esteve perto.
Jogo26/10/2034
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 6 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
Há tardes em que um guarda-redes é a defesa inteira. 6 defesas, várias do género que ninguém espera ver feitas, e dez jogadores de campo que lhe devem uma bebida.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Finley Harrington será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Plantel30/10/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Niklas Pertlwieser está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Todos os treinadores guardam na cabeça uma lista curta dos homens que querem em campo quando a fasquia sobe, e nunca é publicada. As fichas de jogo das tardes grandes dizem que Leonardo Graziani está nela.
“Escolho jogadores que fazem o trabalho. Todo o trabalho.” Nenhum nome foi dito; todas as câmaras se viraram na mesma para Daniel Kesonen, e o treinador deixou.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Dimitar Nikolov será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov esteve no centro e, quando os separaram, havia mais três ou quatro envolvidos. Os centros de treino são lugares pequenos e as temporadas longas tornam-nos menores.
Plantel23/10/2034
Vladislav Melko desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Direção23/10/2034
Os salários engolem 100% das receitas do Torpedo-BelAZ
Nenhum clube fica com muito do que ganha; a maior parte vai para os jogadores. Ficar quase sem nada é um arranjo diferente, e sempre que alguém o experimentou terminou da mesma forma.
“Há decisões que levam muito tempo. Esta levou dez minutos, e a maior parte foi a encontrar uma caneta.” Paul Peters e o Torpedo-BelAZ acertam mais 4 anos.
O banco23/10/2034
Vladislav Melko tornou-se um homem de confiança do treinador
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Luka Vračar tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.
Todos os desenhos têm posições e este não tem a dele. O Torpedo-BelAZ vai mudar o desenho, mudar-lhe a função ou mudar-lhe o clube, e ele está à espera de saber qual.
Não foi por futebol e todos os que viram sabem-no. Dois homens que no sábado têm de jogar juntos disseram esta semana no Torpedo-BelAZ coisas que levam mais de uma semana a retirar.
Plantel16/10/2034
Palavras no treino do Torpedo-BelAZ sobre quem trabalha
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam. Vladislav Melko está no centro disso, e o plantel vai agora descobrir se a fasquia sobe ou se os dois simplesmente deixam de se falar.
Plantel16/10/2034
7 caras novas e o Torpedo-BelAZ ainda se está a conhecer
Um plantel reconstruído num único mercado paga-o numa moeda que ninguém orça. O futebol não é pior do que a soma dos jogadores: é pior do que a soma dos jogadores que já jogaram juntos.
Faz todos os sábados coisas a que ninguém à volta dele consegue responder. É lisonjeiro durante uma época e um problema a partir daí, e o Torpedo-BelAZ sabe em que fase está.
“Continuamos a reunir-nos, e continuamos a sair da sala com os mesmos números com que entrámos.” Mais uma ronda de conversas no Torpedo-BelAZ, mais uma semana sem a assinatura de Timofey Tkachev.
Ninguém no Torpedo-BelAZ dirá isto para gravador e as fichas de jogo dizem-no há semanas. Em qualquer plantel há um grupo pequeno a que se recorre quando o jogo é difícil, e ele já lá está.
«Disseram-mo com clareza, e prefiro assim.» O treinador de Torpedo-BelAZ foi explícito quanto à situação de Jacob Hobson, o que é mais do que muitos recebem.
Há tardes em que o guarda-redes é a equipa inteira. Foram 9 defesas, várias delas do género que ninguém espera ver travado, e um resultado final que fica bem a toda a gente à frente dele.
0‑1 frente ao Lech. O futebol continental não perdoa aquilo que uma liga interna deixa passar, e esta foi uma noite passada a descobrir quais dessas coisas o clube ainda arrasta.
2 golos, e o segundo foi o que fechou o jogo. Nota de 8.80, e com mais sorte ao primeiro poste teria tido um terceiro.
Jogo08/10/2034
Não se vê o fim da espera do Torpedo-BelAZ por uma vitória
Já são 5 jogos sem vencer, e as desculpas gastaram-se mais depressa do que a paciência. Alguém no Torpedo-BelAZ tem de arrancar um resultado de algum lado.
Vladislav Melko e um colega pegaram-se, e não foi por causa de futebol. Os centros de treinos são sítios pequenos, e uma época longa torna-os mais pequenos ainda.
Dribles concretizados: 19. Passou por eles como se lhe tivessem dito que havia prémio por isso, e no fim o lateral já tinha deixado de fingir que tentava.
Plantel09/10/2034
Tyron Rutijanwa desentende-se com um colega por causa das exigências
A discussão mais antiga de qualquer balneário e a única que é mesmo sobre futebol: um acha que o outro não põe o suficiente. É também a zanga que um treinador, em privado, não lamenta que tenha acontecido.
Há uma versão de cada carreira em que o jogador acaba onde escolheu e não onde o escolheram. Timofey Tkachev está a viver essa versão no Torpedo-BelAZ, e costuma notar-se no primeiro mês.
Valor acertado, contrato acertado, exames marcados. Finley Harrington será jogador de outro clube até ao fim de semana, e no Torpedo-BelAZ as despedidas começaram em silêncio.
Vadim Churilov e um colega disseram esta semana coisas que vão levar mais do que uma semana a desdizer. Não foi sobre futebol, e ambos jogam no sábado.
Alguém disse em voz alta o que vários pensavam sobre a intensidade com que outro treina, e Vladislav Melko estava no meio disso. A única discussão de balneário que é mesmo sobre futebol.
“Os adeptos têm todo o direito de estar zangados. Eu também estou. Vamos corrigir isto.” 1‑3, um treinador a dizer as coisas necessárias, e um balneário que ouviu outra versão delas.
“O treinador não usou muitas palavras, e não precisou delas.” Mario Dadakov tem a sua resposta do Torpedo-BelAZ; o que fizer com ela é a história da próxima janela.